Treinamento e Desenvolvimento: tendências para 2022

O mundo de transformações aceleradas tem exigido das empresas um olhar atento para a requalificação da força de trabalho. Termos como lifelong learning, upskilling e reskilling são palavras de ordem nas companhias que desejam estar preparadas para os desafios atuais e futuros, como a irreversível transformação digital. Não por acaso, a área de Treinamento e Desenvolvimento, com seus variados programas de educação corporativa, tem se reinventado. Conheça tendências voltadas ao fortalecimento do potencial humano nas organizações. 

Personalização da aprendizagem

Manter os participantes de um programa de educação corporativa engajados pode não ser tarefa fácil. Por esse motivo, os programas de desenvolvimento de talentos incluem cada vez mais o colaborador como protagonista do processo de aprendizagem. Ao invés da exposição linear de um conteúdo rígido e único, as plataformas hoje contam com cursos e aulas que podem ser acessados de acordo com o interesse, o momento e o repertório de cada colaborador ou grupo de colaboradores. Também entram em cena conceitos como microlearning, gamificação, além de recursos audiovisuais e interativos. A ideia por trás da personalização de conteúdos e metodologias é permitir que o profissional identifique o que é prioritário para o seu próprio desenvolvimento, dando-lhe autonomia para escolher como e o que aprender para contribuir com a instituição e, consequentemente, evoluir na carreira. 

Aplicação de tecnologias

Os últimos dois anos colocaram o Ensino à Distância (EAD) em um novo patamar. Sobretudo no universo corporativo, com os colaboradores em home office ou em jornada híbrida, é impensável dar passos para trás e voltar ao modelo antigo de workshops em salas de aula. A realidade, hoje, são os ecossistemas digitais de aprendizagem, com destaque para o mobile. Essas plataformas, afinal, não só atendem às expectativas dos nativos digitais como também proporcionam flexibilidade de local e horário. Outra tecnologia que ganha espaço nos treinamentos corporativos é a realidade virtual, simulando situações do cotidiano da empresa. Em um futuro não muito distante, a aposta é no metaverso, que pode gerar soluções interessantes em educação corporativa.

Combinação de vivências

Embora o digital seja uma realidade, a interação entre as pessoas e as dinâmicas em grupo não deixaram de ser eficientes para a troca de experiências e assimilação de conhecimentos. Além disso, em razão do distanciamento social decorrente da pandemia, muitos profissionais estão sentindo falta de espaços para cocriação e compartilhamento de ideias. Seja presencial ou remoto, o contato com o outro, que tem bagagem e vivência distintas, tende a elevar a experiência de aprendizagem e estimular a inovação, a criatividade e a colaboração. 

Foco nas soft skills

Além de competências técnicas para lidar com um novo software ou algo do tipo, é impossível deixar de falar de desenvolvimento de habilidades comportamentais, as soft ou power skills, quando se trata de educação corporativa. A pandemia colocou em xeque a saúde mental dos profissionais em home office, evidenciando a importância de ajudar o colaborador a desenvolver inteligência emocional, resiliência, liderança e comunicação assertiva. 

Ainda que a adoção de soluções tecnológicas tenha se tornado indispensável para acompanhar a evolução do mercado, está claro que as pessoas são o patrimônio mais valioso das empresas. Por isso, investir em desenvolvimento de talentos e qualidade de vida no trabalho é a chave para prosperar, ser mais produtivo e garantir melhores resultados em longo prazo.  

A Norber desenvolve softwares de controle de ponto que facilitam a gestão da frequência dos colaboradores, tanto presenciais quanto remotos. O NewPonto Cloud armazena dados na nuvem, possibilitando o gerenciamento online da jornada. Já o NewMobile permite a marcação de ponto via smartphone, de qualquer lugar e em tempo real. Para conhecer as funcionalidades destas soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Equipe Comercial.  

Como atingir o estado de “flow” – ou fluxo – no trabalho

Você trabalha durante horas, mas parece que se passaram apenas alguns minutos. Embora a tarefa exigisse esforço, você a tirou de letra. Para completar, foi algo prazeroso. Essa experiência de imersão intensa, muito associada às performances de artistas e de atletas, chama-se estado de “flow”, ou fluxo, e foi identificada por um psicólogo croata na década de 1960. 

Desde então, o estado mental altamente focado e de plena felicidade vem sendo estudado e perseguido por profissionais de todas as áreas, inclusive no mundo corporativo. Acredita-se que, mais que um dom, está associado à harmonização do nível do desafio com as habilidades do indivíduo. Na percepção dos especialistas, não é algo dado e tampouco fácil de ser atingido – mas que pode ser desenvolvido ou induzido. Confira nossas dicas para alcançar o estado de flow e melhorar sua produtividade:  

Foque no que está fazendo

Em um mercado ágil e competitivo, muitas vezes é exigida dos profissionais a postura multitarefas. Porém, embora seja tentador querer resolver tudo ao mesmo tempo, o ideal é dedicar-se a uma coisa de cada vez. Faça uma lista de prioridades e foque sua atenção no que está fazendo. Ao invés de deixar que os e-mails interrompam o fluxo, determine momentos do dia para checar a caixa de entrada. Também vale silenciar o whatsapp enquanto estiver focado em uma atividade criativa ou reflexiva. 

Encontre o ambiente correto

O home office pode ser um sonho ou um pesadelo para o estado de flow, dependendo de como você se organiza. A produtividade está associada a um ambiente silencioso e, sobretudo, livre de distrações. Se durante a pandemia você tem companheiro(a) e filhos em casa, é fundamental encontrar um espaço adequado – ou, no mínimo, instituir algumas regras básicas, para evitar interrupções.   

Cuide da saúde física e emocional

Corpo e mente devem estar em pleno equilíbrio para se atingir o estado de flow. Afinal, um profissional com sono ou à beira da exaustão não será produtivo. Para ter disposição, motivação e conseguir fazer o seu melhor no trabalho, cuide-se. As dicas são as de sempre: alimente-se bem, pratique exercícios físicos e cuide da qualidade do sono. Em tempos de isolamento social, vale também dedicar atenção à saúde mental.  

Faça uma boa gestão do tempo

Quem fica remoendo o passado ou preocupa-se com o futuro não vive o presente – e, portanto, nunca está inteiro no que está fazendo. Para virar essa chave e se livrar da ansiedade, nada melhor que se planejar. Mapeie demandas, adquira as habilidades necessárias para o cumprimento das tarefas e faça uma boa gestão do tempo. Com uma agenda bem planejada, é muito mais fácil estar de corpo e alma no momento presente. Softwares de controle de jornada ajudam a manter a disciplina e o compromisso com os horários de trabalho. O NewPonto Cloud da Norber não só viabiliza a marcação do ponto em home office, como possibilita o controle de horas extras e banco de horas, entre outras funcionalidades.  

A Norber desenvolve sistemas que facilitam a gestão da frequência dos colaboradores, incluindo equipes remotas. O NewPonto Cloud armazena dados na nuvem, possibilitando o gerenciamento online da jornada. Já o NewMobile permite a marcação de ponto via smartphone, de qualquer lugar e em tempo real. Para conhecer essas soluções e outras soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

5 tendências em gestão de pessoas para priorizar em 2021

Com um papel estratégico, o RH tem sido um agente de mudanças frente ao inédito desafio da pandemia. Responsável por conduzir as adaptações necessárias para que as empresas pudessem operar sem colocar em risco os colaboradores, a área agora atua desenvolvendo e consolidando tendências já em curso. Saiba quais são os temas de gestão de pessoas que ocupam a pauta de prioridades em 2021.  

  1. Jornada remota

Frente ao atual momento da crise sanitária, a jornada remota continua sendo a opção para empresas de atividades não essenciais. Passada a fase inicial de adaptações, é hora de focar no aprimoramento da gestão à distância, do engajamento e da produtividade. Na medida em que a situação melhorar, vale analisar outras alternativas flexíveis. O modelo híbrido, que mescla dias em home office e dias de trabalho presencial, tem sido apontado como preferencial pelos colaboradores. 

  1. Transformação digital

Em um mundo cada vez mais digital, a automação de processos é fundamental para maximizar a eficiência na execução de tarefas. Ao RH cabe escolher e implementar ferramentas que proporcionem agilidade, que facilitem a gestão e gerem dados para tomadas de decisões assertivas. Um software de controle de jornada em nuvem, por exemplo, não só viabiliza a marcação do ponto em home office como permite que o gestor administre faltas, banco de horas e folha de pagamento em tempo real e de maneira remota.   

  1. Comunicação interna

Manter equipes remotas motivadas e bem alinhadas é um dos principais desafios do momento. Com os colaboradores fisicamente distantes, é necessário estimular a comunicação clara e efetiva, já que a falta de diálogo atrasa projetos, gera retrabalho e aumenta a sensação de isolamento. Apesar da variedade de canais disponíveis, nem todos são apropriados ou seguros. Para otimizar a comunicação, estipule canais oficiais, como email e chats corporativos, forneça feedbacks e realize reuniões virtuais periódicas. 

  1. Saúde mental

A questão da saúde mental vai continuar no centro das atenções do RH ao longo do ano. Além de desenvolver programas de bem-estar e políticas de benefícios visando combater os efeitos nocivos do isolamento social no home office, o RH deve trabalhar junto aos gestores, sensibilizando-os para a importância da detecção de distúrbios de ansiedade, depressão ou síndrome de burnout entre os colaboradores. 

  1. Diversidade 

A cultura da diversidade é um tema que segue em alta. Empresas com times heterogêneos são comprovadamente mais colaborativas e criativas, além de comprometidas com a redução de desigualdades. Ao RH cabe diversificar o perfil da força de trabalho por meio de políticas de contratação estruturadas e ações que garantam igualdade de oportunidades a todos os gêneros, raças e idades. 

Quais são os temas prioritários no seu RH? Fique de olho nas tendências e procure adaptá-las à realidade da sua empresa. 

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Síndrome de Burnout: como evitar o esgotamento mental no home office

A sensação é de exaustão. Quem já enfrentou a Síndrome de Burnout relata um esgotamento mental que não melhora com uma simples noite de sono. Crises de ansiedade recorrentes, dor de cabeça, irritabilidade, dificuldade de concentração e sentimentos negativos também são sintomas associados a esse distúrbio, provocado por estresse crônico no trabalho. 

De tão séria, a condição já foi reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Embora existisse bem antes de 2020, a sua incidência se intensificou na pandemia, assim como outros distúrbios relacionados à saúde mental. E não é para menos: o medo de contaminação pela Covid-19, as incertezas sobre o futuro, assim como o aumento da carga de trabalho e a dificuldade de se desconectar no home office são aspectos que elevam o estado de tensão e podem, eventualmente, desencadear transtornos psíquicos de difícil controle.

Cuidados pessoais para combater o estresse

Para evitar que a tensão exacerbada vire um problema de saúde ou resulte num “apagão” mental, é importante adotar medidas para controlar o estresse decorrente de pressões no trabalho – que, em grande medida, se acentuaram na pandemia. Para começar, deixe o computador de lado após o horário do expediente. Ainda que o home office tenha alargado as fronteiras entre vida pessoal e profissional, é necessário saber a hora de parar e, assim, ter momentos de lazer. No tempo livre, dedique-se a um hobby, invista na leitura, assista à sua série favorita, cuide do seu pet, ou adote um. O que importa é dedicar-se àquilo que dá prazer.

Mudanças na alimentação, cuidados com a qualidade do sono e com o estilo de vida também são importantes para uma vida menos estressante. Está provado que a prática regular de exercícios físicos libera endorfina, hormônio associado ao bem-estar. E ao invés de ficar horas no noticiário, inclua na rotina atividades relaxantes, como ioga ou meditação. 

Mas se a barra pesar, procure ajuda. Converse com familiares e amigos, e não hesite em procurar um psicoterapeuta ou psiquiatra, para um acompanhamento especializado. 

O papel da empresa no cuidado com a saúde mental

A queda da produtividade, assim como atrasos e faltas recorrentes, são alguns dos problemas que afetam as empresas onde a questão da saúde mental dos colaboradores não é tratada adequadamente. A pandemia certamente está exercendo uma grande pressão sobre os colaboradores, mas chefia indiferente, problemas de relacionamento com colegas, sobrecarga de trabalho e clima organizacional ruim também são fatores que desencadeiam a Síndrome de Burnout.

Para evitar que o esgotamento profissional acometa equipes remotas, é fundamental que gestores e líderes consigam identificar mudanças de comportamento. Além de praticar a escuta ativa e acolher com empatia, procure detectar no seu colaborador sinais como falta de motivação, oscilações de humor ou irritabilidade. Quando necessário, oriente a busca de ajuda profissional. 

Outro ponto de atenção é observar a existência de sobrecarga de trabalho. Por causa da crise, há equipes atuando com quadros enxutos. Nesse caso, vale elencar quais são as prioridades, rever metas e prazos e, sempre que possível, automatizar tarefas burocráticas e repetitivas. 

Como líder, ajude sua equipe a fazer uma gestão do tempo de maneira eficaz, evitando horas extras desnecessárias. O NewPonto Cloud, por exemplo, viabiliza a marcação do ponto por profissionais em jornada remota. Por meio de um dispositivo com acesso à internet, o colaborador efetua a marcação de seus horários de entrada e saída via web e controla seu banco de horas, mesmo à distância.  

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Saúde mental: o papel dos gestores no cuidado com as equipes

Ansiedade, estresse, depressão, síndrome de burnout. O aumento destes transtornos no contexto da pandemia vem reforçando a necessidade de se falar sobre saúde mental, inclusive no mundo corporativo. Além de lidar com o medo da contaminação e suas consequências, os profissionais tiveram de se adaptar à jornada remota e às restrições do isolamento social. Para reduzir o impacto de todo esse estresse no trabalho, as empresas devem dar atenção especial ao estado emocional dos colaboradores e apoiar a construção de um ambiente saudável, respeitoso e produtivo. Aos gestores, cabe exercer uma liderança mais humanizada, colaborativa e que melhore o astral das equipes.     

Pratique o autocuidado  

Ser resiliente e capaz de lidar com a pressão é imprescindível aos líderes, mas todo cuidado é pouco para não cair na armadilha de viver sempre no limite. Olhe com generosidade para si mesmo, busque o autoconhecimento e monitore o próprio nível de estresse. Sem controle emocional, você não fará bem seu trabalho e dificilmente poderá apoiar outras pessoas. Cuide-se primeiro para depois cuidar dos outros.   

Observe comportamentos atípicos

Como líder, procure praticar a escuta ativa, acolher e fornecer suporte. Fique de olho em comportamentos atípicos, como atrasos, falta de motivação no trabalho, oscilações de humor ou relatos de problemas com sono e alimentação. Caso necessário, indique a busca de um profissional capacitado. Algumas companhias estruturaram programas de saúde mental, destacando psicólogos e terapeutas para acompanhamento especializado. A questão é séria e precisa ser tratada de maneira adequada e sem estigmas.     

Respeite o horário comercial

Não são poucos os profissionais que se queixam de ter mais trabalho no home office. Em tempos de hiperconectividade, nos habituamos a responder e-mails depois do horário do expediente. Para evitar excessos que levam ao esgotamento, incentive as equipes a fazerem uma boa gestão do tempo. Sistemas de controle de ponto online ou por smartphone, como os da Norber, ajudam o colaborador a realizar de modo eficaz a autogestão do tempo, preservando o equilíbrio da vida pessoal e profissional. Também vale estipular metas realistas e alinhar entregas a prazos razoáveis.  

Incentive a prática de atividades físicas

Está mais que provado que a prática de atividades físicas traz benefícios físicos e mentais. E se não é todo mundo que está disposto a retornar à academia, há inúmeras alternativas que podem ser feitas em casa. Promova happy hours virtuais e incentive que as pessoas tenham hobbies e façam coisas relaxantes. Jardinagem, leitura e bichos de estimação são ótimos para driblar o estresse.  

Quais iniciativas a sua empresa adotou para promover cuidados com a saúde mental dos colaboradores? Conte-nos como você controla a ansiedade e quais soluções usa para liderar sua equipe à distância.  

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