Autogestão: autonomia das equipes beneficia a produtividade

Como líder, você é controlador ou do tipo que dá autonomia à equipe? Quer todos debaixo do seu olhar ou permite que os colaboradores conduzam o próprio trabalho? O modo de liderar pode ter resultados diferentes, e os times treinados para avançar por conta própria costumam ser mais produtivos, inovadores e criativos.

Atualmente, a liderança que valoriza a autogestão das equipes está em alta nas organizações. Cada vez mais, predomina a visão de que os profissionais que administram sua própria rotina e processos de trabalho desenvolvem maior senso de responsabilidade e, portanto, são mais engajados com os resultados da empresa. Veja como estimular a autogestão:

Dê autonomia

O sistema de autogestão está baseado na confiança. Além de delegar tarefas, é preciso dar autonomia para que as equipes participem ativamente dos processos, contribuam para a resolução de problemas e envolvam-se na tomada de decisões. Estimule o espírito de liderança e valorize as contribuições trazidas pelas pessoas. Com certeza você se surpreenderá com ideias originais e criativas.

Fortaleça a comunicação

Nem todos os números e informações podem ser abertos, mas quanto mais informação as pessoas tiverem em mãos, mais subsídios terão para trabalhar. Compartilhe o que for relevante, pois transparência está na base do sucesso. Também é importante deixar claro quais são as expectativas da empresa. Comunique claramente prazos e metas, mas permita que cada colaborador ou equipe ordene prioridades, organize a gestão do tempo e defina os passos para o alcance do objetivo.

Forneça ferramentas de trabalho

A autogestão só funciona de verdade se os colaboradores tiverem acesso a ferramentas de trabalho. Como líder, tome conhecimento de gargalos que dificultam o fluxo de trabalho e certifique-se de contar com softwares e soluções em nuvem, que agilizam processos e melhoram o desempenho das equipes. Em muitos casos, o simples investimento em tecnologia aprimora e muito a produtividade das equipes e a eficiência da gestão.

A Norber desenvolve sistemas de controle de acesso e de frequência alinhados às tendências do mercado corporativo. O NewPonto Cloud é um software que automatiza a gestão do controle de ponto e moderniza operações do dia a dia, disponibilizando informações na nuvem, em tempo real. Para conhecer as funcionalidades desta solução, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

5 erros comuns na gestão de projetos de TI e como driblá-los

A decisão de implementar um novo software é sempre vista com otimismo nas empresas. Afinal, contar com tecnologia para otimizar processos significa, no fim do dia, aumentar a produtividade das equipes e a competitividade do negócio. No entanto, as coisas nem sempre acontecem do jeito que a liderança gostaria. A falta de planejamento infelizmente acaba fazendo com que os projetos levem mais tempo para sair do papel ou custem mais do que o previsto. Conheça 5 erros comuns em gestão de projetos de TI e saiba como evitá-los.

  1. Planejamento equivocado

O planejamento evita alterações intermináveis no projeto, retrabalho e atrasos que comprometem o custo-benefício calculado. Por isso, que tal primeiro reunir as áreas que se beneficiarão com a tecnologia a ser implantada para verificar suas reais demandas e alinhar as expectativas? A introdução de um sistema de controle de acesso, por exemplo, exige envolvimento de gestores de RH, TI e segurança. Somente conhecendo as necessidades da sua empresa, será possível desenvolver ou até mesmo customizar um sistema que, de fato, proporcione resultados positivos.

  1. Falta de conhecimento de rotinas

Projetos de TI são complexos e frequentemente podem impactar diversas áreas da companhia. Para mitigar riscos e evitar a interrupção do fluxo de trabalho é necessário avaliar processos, metas e normas das áreas potencialmente afetadas e do negócio como um todo. A avaliação criteriosa de rotinas permite desenvolver mecanismos para aplicar mudanças sem comprometer as tarefas do dia a dia.

  1. Deixar de contar com parceiros especialistas

Em muitos casos, a contratação de uma empresa especializada é o modo mais eficiente, seguro e barato de investir em tecnologia. Além de expertise no desenvolvimento de softwares, parceiros especialistas podem criar soluções customizadas, executar a implantação com agilidade e fornecer suporte técnico. Além disso, são capazes de reconhecer incompatibilidades com ferramentas já em uso e realizar correções e ajustes antecipadamente.

  1. Falta de liderança e comunicação deficitária

Independentemente do software introduzido, é fundamental que os projetos de TI sejam geridos por profissionais experientes e comprometidos. A liderança tem papel decisivo para o cumprimento do cronograma e o alcance dos objetivos com a qualidade requerida. A gestão eficiente também requer comunicação efetiva, seja para lidar com a equipe interna responsável pela execução ou com o fornecedor de tecnologia.

  1. Não realizar o treinamento da equipe

Deixar de realizar o treinamento da equipe pode colocar todo o esforço a perder. A instrução dos usuários sobre os recursos e funcionalidades da nova aplicação potencializa o uso do sistema implantado, tornando as rotinas mais ágeis e integradas. Consequentemente, o retorno do investimento será mais rápido e efetivo.

A Norber desenvolve softwares de controle de acesso e de frequência que promovem melhorias nos processos de gestão de pessoas. O NewAcesso, sistema para gerenciamento de ambientes que demandam segurança, é compatível com catracas dos principais fabricantes e integrável ao NewPonto Cloud, software de controle de ponto na nuvem. Para conhecer as funcionalidades destas soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Modelos de gestão: qual o mais adequado para sua empresa

O modelo de gestão de uma empresa diz muito sobre a maneira como as lideranças administram seus recursos – humanos e financeiros – em prol do crescimento do negócio. Seja focando em resultado ou tornando o processo decisório mais participativo, o objetivo é sempre aumentar a competitividade e melhorar a lucratividade. O modelo adotado, porém, depende de diversos fatores, como a cultura organizacional, o perfil dos funcionários e tipo de atuação. Conheça os principais modelos de gestão e decida qual o mais adequado para a sua empresa.

Gestão participativa

Por meio de relações menos hierárquicas e mais verticalizadas, este modelo incentiva a participação e o engajamento dos colaboradores, que têm voz ativa no processo decisório. Também chamada de gestão democrática, pressupõe habilidade comunicacional elevada, maturidade para debater e negociar, além de colaboração e trabalho em equipe.

Gestão meritocrática

A ideia é alavancar a performance recompensando o colaborador a partir de seu desempenho individual. Se por um lado o modelo meritocrático estimula a competitividade, por outro pode acirrar disputas e elevar a tensão internamente. Para funcionar, deve necessariamente contar com avaliações transparentes – de modo que todos tenham oportunidades de crescer junto com a empresa.

Gestão focada em resultados

O alcance de metas é o que realmente importa neste modelo de gestão que almeja soluções rápidas. Com objetivos bem definidos, valoriza-se mais o resultado do que o processo para atingi-lo. Aqui, a quantidade de horas passadas dentro do escritório ou os caminhos na realização de tarefas não têm relevância desde que a entrega seja real e efetiva.

Gestão focada em processos

A palavra-chave deste modelo de gestão é aprimoramento de processos. Com foco na eficácia do trabalho realizado, visa otimizar o tempo e os recursos de modo a agregar valor a todas as etapas da cadeia produtiva. Por valorizar a qualidade do produto ou serviço final, exige metodologia, controle e sistematização.

A Norber desenvolve sistemas de controle de acesso e de frequência que modernizam a gestão de pessoas. O NewPonto Cloud é um software que integra as informações do controle de ponto à folha de pagamento, garantindo mais agilidade e eficiência ao RH. Para conhecer as funcionalidades desta solução, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Tecnologia melhora a experiência no trabalho e aumenta a produtividade

O que o uso da tecnologia no ambiente de trabalho tem a ver com o engajamento das equipes e, consequentemente, o aumento da produtividade? De acordo com pesquisa do The Economist para a Citrix, estes fatores estão fortemente relacionados, sendo tecnologia o segundo elemento (41%) que mais contribui para a melhoria da satisfação do profissional nas empresas com alto índice de engajamento, atrás apenas da qualidade gerencial da liderança (59%).

Realizado em oito países incluindo o Brasil, o estudo “The Experience of Work: The Role of Technology in Produtivity and Engagement” explora os esforços das companhias em utilizar a tecnologia para impulsionar novas formas de trabalho e oferecer ferramentas para os funcionários atuarem de modo mais eficaz e significativo.

Acesso à informação e trabalho remoto

A pesquisa aponta que o acesso a dados necessários para a realização do trabalho, independentemente de onde o colaborador esteja localizado, é o fator tecnológico que mais influencia o engajamento (47%), seguido da possibilidade de trabalhar de qualquer lugar (43%). Na prática, isso se traduz em políticas mobile, na automatização de processos e na utilização de sistemas que facilitam a comunicação e a troca de informação.

Experiência ágil como a do consumidor

Para ser efetiva e gerar resultados, a tecnologia deve ser útil e simples de usar. Por esse motivo, muitas companhias têm buscado recriar no ambiente de trabalho os avanços já alcançados junto ao consumidor final. A ideia é tornar a experiência mais simples através de aplicações focadas no usuário e com interfaces intuitivas.

Atuação conjunta entre RH e TI

A implantação de tecnologias que impactam positivamente o dia a dia dos funcionários é entendida como uma responsabilidade compartilhada das áreas de RH e TI. A transformação digital é um projeto estratégico nas corporações e, conduzida por especialistas, visa agregar soluções capazes de motivar as pessoas e de incentivar a criatividade e a colaboração.

A Norber desenvolve sistemas de controle de acesso e de frequência que modernizam rotinas no ambiente de trabalho. O NewPonto Cloud é um software que armazena as informações do controle de ponto na nuvem, facilitando a gestão dos recursos humanos e agilizando a tomada de decisões. O NewMobile, por sua vez, permite a marcação de ponto remoto, via smartphone e em tempo real. Para conhecer as funcionalidades destas soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

RH e tecnologia: conheça soluções que facilitam o dia a dia

A tecnologia está mudando a forma como as empresas fazem a gestão de pessoas. Inovações surgem todos os dias e quem é de RH precisa acompanhar as tendências geradas pela transformação digital. Atualmente, o mercado dispõe de diversas soluções que facilitam o dia a dia e, sobretudo, proporcionam mais eficiência às atribuições do setor, incluindo processos de recrutamento e seleção, controle de ponto e folha de pagamento, além de treinamento e avaliação de desempenho profissional. Saiba mais.

Cloud Computing

Os dados dos seus colaboradores já estão na nuvem? Se a resposta for negativa, é hora de investir nesta solução que armazena informações em servidores remotos, com segurança e sem ocupar espaço nos HDs internos. O controle de frequência em cloud computing permite que informações referentes a ponto, faltas e horas extras dos funcionários sejam atualizadas em tempo real e acessadas de qualquer lugar a partir de um notebook. É um recurso que facilita a gestão e garante agilidade à tomada de decisões.

Gamificação

A aplicação de práticas inspiradas no mundo dos games é cada vez mais recorrente no ambiente corporativo. O RH também tira proveito deste recurso com treinamentos e atividades organizacionais baseados na gamificação, estratégia que oferece recompensas em troca de ações. A ideia é, como nos jogos digitais, incentivar o colaborador a se engajar nas atividades, “avançar de nível” e cumprir metas coletivas e individuais.

Mobilidade corporativa

Videoconferência, redes de mensagens internas e ferramentas de mobilidade corporativa são tecnologias que otimizam a comunicação e o alinhamento das equipes em tempos de jornada remota e home office. Uma solução como o controle de ponto via smartphone garante flexibilidade às equipes, cujos colaboradores podem atuar de distintos lugares do país e do mundo.

Softwares de controle e gestão

Se seu RH deseja fazer mais em menos tempo é imprescindível automatizar processos administrativos repetitivos. O uso de softwares de gestão de frequência possibilita a integração do controle de ponto à folha de pagamento, tornando muito mais simples e eficiente a realização de tarefas operacionais de rotina.

Big Data

People Analytics é o termo do momento em RH. Isso porque o grande volume de dados disponíveis na rede ou coletados via softwares trazem informações importantes sobre a produtividade dos funcionários ou a aderência de candidatos em processos seletivos. No dia a dia, o Big Data permite melhorar a qualidade das contratações, medir o desempenho dos profissionais com mais precisão e até verificar padrões de turnover.

A sua empresa já utiliza alguns destes recursos tecnológicos? Conte-nos sua experiência sobre os benefícios da tecnologia para o aprimoramento das atividades do RH.

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Squad: conheça o modelo organizacional adotado por startups como o Spotify

Conquistar agilidade para responder às demandas em constante transformação é o objetivo de toda empresa que deseja ser competitiva. Por esse motivo, tem aumentado o investimento em softwares que automatizam processos e descomplicam rotinas corporativas. Paralelamente à aposta em tecnologia, novos modelos organizacionais surgem para aprimorar a dinâmica de trabalho. Um deles é o Squad, que foi adotado pela gigante do streaming Spotify e se tornou tendência entre startups.

Como o nome em inglês sugere, squads são esquadrões. Diferentemente do modelo tradicional no qual áreas de uma companhia atuam isoladamente, os squads são equipes multidisciplinares e autogerenciadas que reúnem profissionais de diferentes setores – isto é, em um mesmo grupo há um representante de TI, outro de RH e alguém de Design e Finanças, por exemplo. Cada grupo tem um objetivo específico a cumprir – e autonomia suficiente para definir prioridades e tomar decisões.

Autonomia, agilidade e alinhamento

A ideia do formato é garantir agilidade na execução dos projetos, seja o desenvolvimento de um novo produto ou a solução de um problema. Por se tratarem de times pequenos e multidisciplinares, a comunicação entre os membros é facilitada e as respostas são geradas com maior velocidade e eficiência, sempre a partir da troca de conhecimentos e do cruzamento de experiências.

Além de agilidade na entrega, outra vantagem do modelo é a liderança compartilhada. Embora em cada squad exista um product owner, que é o responsável por definir prioridades, as relações dentro dos grupos são orgânicas e horizontais – o que se traduz em mais comprometimento e aumento da produtividade. Vale destacar o maior alinhamento aos objetivos do negócio, assegurado pela comunicação através dos demais níveis de agrupamentos, como as tribes (junção de dois ou mais squads que possuem objetivos similares) e os chapters (profissionais com a mesma skill, isto é, do mesmo departamento).

Pensando em implementar o modelo de squads na sua empresa? Então coloque na balança os pros e contras. O sucesso do formato depende da cultura corporativa e da maturidade dos profissionais em atuar com liberdade e autonomia. Nas empresas com hierarquias rígidas pode ser difícil a adaptação a um método que demanda flexibilidade, colaboração e autogestão. Você faz parte de algum squad? Compartilhe conosco sua experiência com esta metodologia.

A Norber desenvolve tecnologias de controle de acesso e de frequência alinhadas às novas demandas do mercado. Softwares como o NewPonto Cloud e o NewMobile modernizam rotinas do RH e ao mesmo tempo fornecem maior flexibilidade e mobilidade aos usuários. Para conhecer as funcionalidades destas soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Como fazer a gestão do tempo de forma eficaz

O dia parece curto diante das demandas do trabalho? O expediente acaba e você não conseguiu realizar tudo o que se propôs a fazer? O problema pode estar na falta de gestão do tempo, que afeta a entrega e compromete a produtividade. Administrar as tarefas exige planejamento, disciplina e bom uso da tecnologia. Veja como gerir o tempo com mais consciência, mude hábitos que afetam negativamente o desempenho e alavanque resultados.

Defina prioridades

Planejar é o primeiro passo para administrar o tempo de modo eficaz. Dedique alguns minutos para organizar a agenda, coordenar demandas e definir prioridades. A dica é incluir intervalos para lidar com urgências inesperadas. Desta forma, você não sacrifica seu planejamento e nem compromete o resultado ao fim do dia.

Estabeleça prazos

O tempo é otimizado quando há prazos determinados para o cumprimento das tarefas. Defina deadlines para as atividades diárias, semanais e mensais. Seja objetivo e procure terminar aquilo que começou. Fuja da procrastinação, mantenha o foco no que importa e evite reuniões intermináveis, que às vezes se alongam além do necessário.

Controle o uso de aplicativos

Emails, redes sociais e mensagens instantâneas facilitam a comunicação, mas são “ladrões” da atenção. Por isso, determine horários para checar e responder emails, e bloqueie notificações ao desenvolver atividades que exigem concentração. O ideal é usar a tecnologia com sabedoria, aproveitando soluções de mobilidade corporativa para resolver demandas à distância e otimizar o tempo. Faça bom uso dos aplicativos, tome cuidado com as distrações e lembre-se: você está no comando da sua agenda.

Utilize softwares de gestão

Tarefas operacionais absorvem muito tempo da sua equipe? Então está na hora de investir em softwares que automatizam processos administrativos. Com soluções como o controle de ponto em nuvem, por exemplo, é possível realizar a gestão de frequência e o fechamento da folha de pagamento com mais agilidade e eficiência. Ao poupar minutos valiosos, sua equipe será capaz de dedicar mais tempo aos objetivos estratégicos do negócio.

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5 razões para cultivar a diversidade no ambiente de trabalho

A liderança tem papel decisivo na promoção da diversidade no ambiente de trabalho. É por meio do comprometimento de diretores, gerentes e líderes que políticas de inclusão são tiradas do papel e se tornam realidade, seja na hora de contratar, equiparar salários e garantir igualdade de oportunidades. As empresas mais inovadoras já compreenderam as vantagens dos ambientes heterogêneos e abertos aos diferentes gêneros, competências, etnias, idades e origem social. Veja 5 razões para seguir este exemplo e cultivar a diversidade.

  1. Enriquecimento cultural

Profissionais de perfis diferentes têm vivências, conhecimentos e experiências diferentes. Quanto maior for a mistura de perfis, mais amplo será o campo de visão de uma empresa e, portanto, maior sua capacidade de desenvolver soluções criativas. A pluralidade de ideias é enriquecedora, pois abre um mundo de novas perspectivas.

  1. Cultura da inovação

Segundo pesquisa da consultoria Accenture, empresas inclusivas e diversas são 11 vezes mais inovadoras do que a concorrência. O estudo “Getting to Equal 2019” mostrou que 85% das pessoas em companhias que valorizam a cultura da igualdade não têm medo de errar para inovar.

  1. Redução de conflitos

O convívio com a diferença é a chave para a empatia. Ao se colocar no lugar do outro, há uma maior compreensão de pontos de vista distintos. A valorização da diversidade resulta em um melhor clima organizacional, pois embora o jeito de pensar seja diferente, imperam o diálogo, a busca por acordo e o respeito ao próximo.

  1. Aumento da produtividade

Ambientes que acolhem a diversidade tendem a apresentar menores taxas de turnover e de absenteísmo. Na medida em que os profissionais encontram um lugar cooperativo, acolhedor e flexível, passam a se sentir mais engajados com a empresa e mais motivados a desempenhar suas tarefas com eficácia.

  1. Fortalecimento de imagem

Empresas que combatem preconceitos são bem vistas não só pelos funcionários, mas também pela sociedade. Ao garantir que minorias historicamente excluídas do mercado de trabalho tenham as mesmas oportunidades, as corporações cumprem seu papel social e fortalecem a imagem junto a clientes e formadores de opinião.

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Lifelong learning: como e por que focar no aprendizado contínuo

A frase “nunca é tarde demais para aprender” jamais esteve tão em alta. Desde que a era digital tornou o mundo um espaço conectado, não-linear e pouco previsível, fica para trás no mercado de trabalho quem não buscar desenvolvimento contínuo. O diploma formal não é mais garantia de sucesso na carreira ou de estabilidade financeira como no passado. Agora, para acompanhar o ritmo das mudanças, é necessário adquirir permanentemente novos conhecimentos, tanto pessoais como acadêmicos e profissionais.

E é neste contexto que surge o conceito de “lifelong learning” – ou aprendizado ao longo da vida. No ambiente corporativo, o aprendizado automotivado, voluntário e contínuo é essencial para manter-se empregado, conquistar uma promoção ou, eventualmente, reinventar-se numa carreira inteiramente nova. Preparado para ser um eterno aprendiz? Veja estas dicas e adapte-se!

Abra a cabeça para o novo

Tradicionalmente, realizamos nossos estudos na infância e juventude. No entanto, este modelo convencional de educação já não dá conta de preparar as pessoas para os desafios da vida e do mercado de trabalho. Por isso, o primeiro passo para virar a chave é conscientizar-se que o processo de aprendizagem fará parte de toda a sua vida adulta. Abra a cabeça para o novo, observe mudanças ao redor e não perca tempo lutando contra a automação e a tecnologia, que chegaram para ficar. Ao contrário, domine outras técnicas, desenvolva novas habilidades, busque atualizar-se. Além de se preparar para as necessidades da empresa na qual trabalha, você será capaz de enxergar novas oportunidades para si e para os negócios.

Detecte deficiências

Autoconhecimento é a chave para diagnosticar as próprias deficiências. Às vezes, aquela promoção tão almejada escapa, não por falta de know-how técnico, mas por ausência de alguma soft skill. Habilidade comunicacional, empreendedorismo, inteligência emocional e capacidade de trabalhar em equipe são requisitos para cargos de liderança, vale observar quais competências você precisa desenvolver. Além disso, trace metas claras, definindo objetivos e estipulando prazos. E lembre-se: nada cai do céu, é preciso dedicação e investimento de tempo pessoal.

Localize o conhecimento

Conhecimento não significa necessariamente educação formal. Hoje, a informação está em todo lugar – e não só em especializações ou MBAs. Na internet, é possível encontrar desde blogs especializados até cursos gratuitos ou de baixo custo. Procure o conteúdo que lhe será útil, localize especialistas e fontes confiáveis, junte-se a grupos de discussão e, sobretudo, pratique sempre. Ser curioso, buscar novas experiências e estar disposto a se qualificar ao longo da vida é o segredo da ascensão profissional em um mercado que exige desenvolvimento contínuo.

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Planejamento estratégico 2019: direcione a gestão empresarial

Planejar é fundamental para a conquista de resultados. Com o fim do ano se aproximando, é chegada a hora de elaborar o planejamento estratégico, ferramenta que irá direcionar a gestão empresarial ao longo de 2019. Mais que apenas definir metas para o próximo ano, este documento orienta onde concentrar esforços e alocar recursos para o alcance de objetivos. A ideia é que, com um planejamento estratégico bem definido, todos os projetos e decisões estejam alinhados com a visão de futuro da empresa. Confira nossas dicas.

Análise de riscos e oportunidades

O primeiro passo para elaborar um planejamento estratégico assertivo é definir aonde sua empresa deseja chegar. Para isso, é aconselhável olhar não só os indicadores de desempenho internos, mas também o cenário externo. Dados de mercado, análise da concorrência e tendências de consumo fornecem bons insights e ampliam o olhar para novas perspectivas. Vale usar a metodologia SWOT para medir forças, fraquezas, oportunidades e ameaças.

Defina metas e crie um plano de ação

Uma vez estabelecidos os objetivos da empresa, defina metas claras para que as equipes, em todas as esferas da organização, direcionem esforços para o mesmo foco. Para cada objetivo, seja ele crescer em determinado mercado, lançar um novo produto ou abrir uma filial no exterior, crie sempre um plano de ação. A ideia é traçar uma estratégia de execução prevendo as várias operações necessárias, desde realização de eventos, reforço de equipe ou investimento em tecnologia. Desta maneira é possível manter as ações alinhadas, evitando que a empresa desvie do propósito.

Foque na gestão de pessoas

A contribuição dos funcionários é peça-chave para o sucesso de qualquer negócio. Por isso, inclua as pessoas no planejamento estratégico. Com base nos dados fornecidos pelo RH, avalie a performance das equipes, reveja atribuições e certifique-se que o potencial dos colaboradores está de fato sendo bem aproveitado.

O tempo também é um bem precioso e, para que prazos sejam rigorosamente cumpridos, também é necessário realizar um controle de jornada eficaz. Para isso, um sistema de controle de ponto automatizado permite gerenciar horários, controlar horas extras, agilizar processos e obtenção de dados, deixando o RH mais livre para ações e tomadas de decisões mais estratégicas.

A Norber é especialista em gestão de controle de ponto e desenvolve softwares que modernizam rotinas do RH. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto, do NewMobile e de outras soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.