Lifelong learning: como e por que focar no aprendizado contínuo

A frase “nunca é tarde demais para aprender” jamais esteve tão em alta. Desde que a era digital tornou o mundo um espaço conectado, não-linear e pouco previsível, fica para trás no mercado de trabalho quem não buscar desenvolvimento contínuo. O diploma formal não é mais garantia de sucesso na carreira ou de estabilidade financeira como no passado. Agora, para acompanhar o ritmo das mudanças, é necessário adquirir permanentemente novos conhecimentos, tanto pessoais como acadêmicos e profissionais.

E é neste contexto que surge o conceito de “lifelong learning” – ou aprendizado ao longo da vida. No ambiente corporativo, o aprendizado automotivado, voluntário e contínuo é essencial para manter-se empregado, conquistar uma promoção ou, eventualmente, reinventar-se numa carreira inteiramente nova. Preparado para ser um eterno aprendiz? Veja estas dicas e adapte-se!

Abra a cabeça para o novo

Tradicionalmente, realizamos nossos estudos na infância e juventude. No entanto, este modelo convencional de educação já não dá conta de preparar as pessoas para os desafios da vida e do mercado de trabalho. Por isso, o primeiro passo para virar a chave é conscientizar-se que o processo de aprendizagem fará parte de toda a sua vida adulta. Abra a cabeça para o novo, observe mudanças ao redor e não perca tempo lutando contra a automação e a tecnologia, que chegaram para ficar. Ao contrário, domine outras técnicas, desenvolva novas habilidades, busque atualizar-se. Além de se preparar para as necessidades da empresa na qual trabalha, você será capaz de enxergar novas oportunidades para si e para os negócios.

Detecte deficiências

Autoconhecimento é a chave para diagnosticar as próprias deficiências. Às vezes, aquela promoção tão almejada escapa, não por falta de know-how técnico, mas por ausência de alguma soft skill. Habilidade comunicacional, empreendedorismo, inteligência emocional e capacidade de trabalhar em equipe são requisitos para cargos de liderança, vale observar quais competências você precisa desenvolver. Além disso, trace metas claras, definindo objetivos e estipulando prazos. E lembre-se: nada cai do céu, é preciso dedicação e investimento de tempo pessoal.

Localize o conhecimento

Conhecimento não significa necessariamente educação formal. Hoje, a informação está em todo lugar – e não só em especializações ou MBAs. Na internet, é possível encontrar desde blogs especializados até cursos gratuitos ou de baixo custo. Procure o conteúdo que lhe será útil, localize especialistas e fontes confiáveis, junte-se a grupos de discussão e, sobretudo, pratique sempre. Ser curioso, buscar novas experiências e estar disposto a se qualificar ao longo da vida é o segredo da ascensão profissional em um mercado que exige desenvolvimento contínuo.

A Norber desenvolve sistemas de controle de acesso e de frequência alinhados às novas demandas do mercado de trabalho. O NewMobile é um software que permite a marcação de ponto via smartphone, à distância e em tempo real. Para conhecer as funcionalidades desta e outras soluções, acesse www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Contratação temporária: como reforçar a equipe no fim do ano

O Natal é a principal data para o comércio. De olho no aumento das vendas, no fim do ano, os setores de varejo, indústria e serviços costumam reforçar as equipes com trabalhadores temporários, seja para melhorar o atendimento no ponto de venda ou acelerar a produção. Segundo estimativa da Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem), 434,4 mil novos postos deste tipo devem ser abertos entre setembro e dezembro deste ano, uma alta de 10% em relação a 2017. Se sua empresa planeja abrir vagas temporárias, saiba como funciona este modelo e quais cuidados tomar na contratação.

O que é o trabalho temporário

É um tipo de contratação que visa atender a uma demanda sazonal, como acontece em muitas empresas no fim do ano, ou substituir provisoriamente um funcionário regular, como no caso de licença-maternidade. É uma alternativa para turbinar a força de trabalho em período específicos, dentro de um prazo flexível de no máximo 180 dias, que pode ser prorrogado por até mais 90 dias, se justificada a necessidade.

O trabalhador temporário tem os mesmos direitos do efetivo, como remuneração equivalente, horas extras, adicional noturno, repouso semanal remunerado, férias e 13º salário proporcionais, além de proteção previdenciária. Os direitos referentes à rescisão, como aviso prévio e multa do FGTS, não se aplicam a este modelo por se tratar de contrato com datas definidas de início e fim. Além de ser uma oportunidade para recolocação profissional rápida, é uma porta de entrada para efetivação.

Cuidados na contratação

A legislação determina que o temporário só pode ser admitido por intermédio de Empresas de Trabalho Temporário (ETT), que são responsáveis pela anotação na Carteira de Trabalho. O contrato celebrado pela ETT e a tomadora de serviços deve conter o motivo que justifica a contratação, assim como prazo e valor da prestação de serviço.

Qualquer que seja o ramo da empresa tomadora de serviços, não existe vínculo de emprego entre ela e os trabalhadores contratados. No entanto, para evitar eventual reclamação trabalhista, é importante verificar se a ETT está devidamente registrada na Junta Comercial e acompanhar se ela está cumprindo os pagamentos que determina a legislação. Vale lembrar que, mesmo a contratação sendo de responsabilidade da agência especializada, o trabalhador fica subordinado à empresa utilizadora do serviço contratado, devendo cumprir a jornada estabelecida e justificar atrasos e faltas.

A Norber é especialista em controle de ponto e desenvolve softwares para a marcação de horários de entrada e saída dos funcionários, auxiliando na gestão de frequência, tanto dos colaboradores efetivos como dos temporários. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto, do NewMobile e de outras soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

eSocial: empresas de médio porte devem se cadastrar

Desde 16 de julho, empresas que faturam entre R$ 4,8 milhões e R$ 78 milhões por ano devem se cadastrar no eSocial. A obrigatoriedade para micro e pequenas empresas (com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões) e para as MEIs foi postergada para novembro, mas a ferramenta já está disponível também para esse grupo.

A implementação para as empresas de médio porte se dará de forma escalonada, com as informações sendo incluídas gradativamente no sistema. Até 31 de agosto, os empregadores deverão enviar apenas dados de cadastro e tabelas das empresas. Em setembro, será a vez de incluir na plataforma informações sobre os trabalhadores e seus vínculos, como admissões, afastamentos e demissões. Finalmente, entre novembro e dezembro, deverão ser enviados dados referentes às remunerações dos trabalhadores e realizado o fechamento das folhas de pagamento.

Desde janeiro de 2018, o eSocial já é obrigatório para mais de 13 mil companhias de grande porte que possuem faturamento anual superior a R$ 78 milhões. Já para órgãos públicos, a adesão ao sistema começará em janeiro do ano que vem.

O que é o eSocial

O eSocial é o sistema do Governo Federal que coleta e armazena em um único ambiente digital as informações relacionadas à contratação de mão de obra, com ou sem vínculo empregatício. São seus objetivos garantir os direitos trabalhistas e previdenciários dos trabalhadores; simplificar para os empregadores o cumprimento das obrigações; e aprimorar a qualidade das informações fornecidas aos órgãos governamentais envolvidos (Caixa Econômica Federal, INSS, Receita Federal, Ministério da Previdência Social, Ministério do Trabalho e Emprego).

Como o eSocial afeta a minha empresa

Por unificar o envio de dados ao Governo Federal, o eSocial muda a forma como as empresas lidam com suas obrigações fiscais, tributárias, previdenciárias e trabalhistas. Mais que uma simples questão tecnológica, a implantação do novo sistema exige uma mudança cultural no ambiente administrativo, impactando diretamente o departamento de RH, assim como de TI, Finanças e Jurídico. Além de rever condutas fiscais e trabalhistas internas, as empresas devem dedicar especial atenção à coleta eficiente de dados e à capacitação dos profissionais envolvidos. As empresas que descumprirem o envio de informações por meio do eSocial estarão sujeitas a aplicação de penalidades e multa.

Como a Norber pode me ajudar

Especialista em gestão de controle de ponto, a Norber desenvolve sistemas capazes de auxiliar o profissional de RH no gerenciamento e processamento das informações requeridas pelo eSocial. O NewPonto, por exemplo, é um software de controle de frequência que automatiza a folha de pagamento e permite a criação de uma nova rotina para verificar alterações de escala em períodos parametrizados. Para saber mais sobre as soluções que a Norber desenvolveu para o eSocial, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

O que você precisa saber sobre consumo colaborativo

Os hábitos de consumo estão mudando, inclusive no Brasil. O desejo de possuir algo vem sendo substituído pelo de experimentar e, neste contexto, surgem no mercado empreendimentos colaborativos nos mais diversos segmentos de negócios. São cada vez mais frequentes as caronas compartilhadas, o coworking e o aluguel de casas e apartamentos particulares, assim como de bicicletas, roupas e acessórios.

A pesquisa “Consumo Colaborativo”, feita pelo SPC Brasil e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), mostra que 67% dos entrevistados acreditam que é mais importante utilizar um produto do que tê-lo, e que 68% se imaginam participando de práticas de consumo colaborativo em no máximo dois anos. Veja como sua empresa pode empreender nesse segmento e ser mais rentável.

Tenha um posicionamento adequado

Poupar dinheiro, evitar o desperdício, diminuir o consumo excessivo, incentivar a convivência e contribuir para a preservação do meio ambiente são as principais vantagens da economia compartilhada enxergadas pelos consumidores, segundo o estudo. Por isso, ter um posicionamento adequado junto aos potenciais clientes pode alavancar o seu negócio de modo significativo. Oferecer o que o consumidor realmente deseja e fazê-lo entender qual o propósito do seu produto ou serviço podem fazer toda a diferença na hora dele se decidir ou não pela compra.

Invista em tecnologia

Se há poucos anos um número pequeno de consumidores se atrevia a fazer transações online, hoje a tecnologia é cada vez mais uma aliada do mundo dos negócios. Por isso, invista em plataformas adequadas, que sejam fáceis e intuitivas nas suas maneiras de operar, navegar e efetuar pagamentos. Ter um site na Internet e perfis nas redes sociais também são essenciais para manter o relacionamento com seus públicos de interesse e, claro, gerar mais negócios.

Seja confiável para ser recomendado

Ainda segundo a pesquisa, as principais barreiras para o consumo colaborativo são a falta de confiança, o perigo de lidar diretamente com estranhos e a falta de garantia no caso de não cumprimento do acordo. Para vencer esses obstáculos, o seu negócio deve ser confiável para ser usado e, posteriormente, recomendado. Avaliações dos usuários sobre o produto ou serviço, assim como sobre os fornecedores, por exemplo, demonstram comprometimento com a transparência e com a qualidade do serviço prestado. Isso minimiza riscos e gera confiança, “curtidas” e recomendações a outros potenciais clientes.

Especialista em controle de frequência, a Norber desenvolve soluções tecnológicas que visam a melhoria de processos voltados à gestão de pessoas. O NewPonto é um software que integra o controle de ponto à folha de pagamento, otimizando tarefas administrativas. Para conhecer as funcionalidades desta ferramenta, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

O que você precisa saber sobre consumo colaborativo
O que você precisa saber sobre consumo colaborativo

4 características que todo bom gerente deve ter

Você deu duro como analista e, merecidamente, foi promovido a gerente. Agora, além de um melhor salário, o cargo superior lhe traz novas atribuições e responsabilidades. Mais que cuidar de tarefas operacionais, você deve planejar metas, fixar deadlines, alocar recursos e engajar pessoas. Veja dicas para se sair bem diante do novo desafio.

  1. Seja humilde

Não é porque você subiu de cargo que pode tratar mal seus subordinados. A síndrome do pequeno poder se reflete em atitudes autoritárias e é sempre um fator desagregador. Trate as pessoas de igual para igual, e não com arrogância ou superioridade. Assim, você será admirado – e não temido.

  1. Dê exemplo

Se você não deseja que a sua equipe se atrase, deve ser o primeiro a ser pontual. Dar o exemplo é o melhor modo de influenciar as pessoas ao seu redor. Como líder, você inspira comportamentos e é responsável por manter o seu time motivado e engajado com os objetivos da empresa.

  1. Estipule metas claras

Além de metas claras e possíveis de alcançar, você deve estipular prazos para a realização das atividades. Faça um acompanhamento de modo a evitar horas extras e conseguir que o cronograma seja cumprido. Antecipe-se e lembre-se que no meio do caminho podem ocorrer imprevistos.

  1. Comunique-se

A habilidade comunicacional é uma das características do líder. Além de evitar mal-entendidos, a comunicação eficaz reforça relações e vínculos. Dê feedbacks, pratique a escuta ativa e, sempre que possível, também elogie.

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Dicas para ser um bom gerente.
Dicas para ser um bom gerente.

Compliance: o que é e como sua prática gera ganho reputacional

Empresas envolvidas em fraudes e esquemas de corrupção perdem credibilidade, amargam prejuízos e têm sua imagem degradada, às vezes de modo irreversível. Em tempos de escândalos empresariais diariamente noticiados nos jornais, “Compliance” torna-se cada vez mais recorrente no ambiente corporativo. Conheça o motivo da crescente demanda por programas de conformidade nas empresas brasileiras e saiba como a sua implementação gera benefícios financeiros e reputacionais.

O que é Compliance

Originário do inglês comply, significa agir em conformidade, ou seja, cumprir rigorosamente as normas e regulamentações exigidas, tanto técnicas como trabalhistas, fiscais, previdenciárias, ambientais e éticas. A princípio uma atribuição das áreas financeira e de RH, o Compliance transforma-se em um setor específico das corporações na medida em que passa a exigir tanto a criação de programas preventivos de combate a atos ilícitos como também treinamento e monitoramento constantes.

Como funciona

A área de Compliance é uma aliada da empresa. Sua função é analisar os procedimentos e detectar pontos passíveis de fraudes, criando mecanismos internos para combate-las. Um manual de conduta deve prever, por exemplo, valores para recebimento de presentes e relatórios de reuniões e almoços de negócios, assim como punições ou ações corretivas em caso de descumprimento. Também são atribuições do profissional de Compliance realizar auditorias, zelar pela segurança da informação e promover treinamentos que disseminem a cultura da integridade nas relações com clientes, parceiros e fornecedores.

Quais os benefícios

Além de minimizar o risco de irregularidades que resultam em prejuízos financeiros e gastos com multas e punições, o Compliance eleva a reputação da empresa eticamente comprometida. O cumprimento de normas também é uma exigência para as corporações que realizam transações internacionais, que participam de processos de fusão e aquisição ou que buscam captar investimentos. Parte da cultura organizacional, o Compliance é um forte aliado do crescimento e do sucesso organizacional.

Especialista em gestão de controle de ponto, a Norber desenvolve soluções que modernizam processos operacionais com segurança e confiabilidade. Um software como o NewPonto integra as informações de entrada e saída dos funcionários à folha de pagamento, tornando a relação trabalhista mais transparente. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

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Compliance: o que é e como sua prática gera ganho reputacional

Cultura organizacional e seu impacto no negócio

Cultura organizacional é um conjunto de valores, práticas e comportamentos que determina condutas numa empresa, em todos os seus níveis. Em outras palavras, são os princípios que guiam como as coisas são feitas. Sua importância é constantemente reforçada na medida em que gera impactos no desempenho do negócio e é um dos fatores responsáveis pelo sucesso empresarial. Veja como uma cultura organizacional sólida se estabelece na prática e conheça seus benefícios.

Valores colocados em prática

A missão, a visão e os valores de uma empresa são mais que simples definições abstratas colocadas no site institucional da organização. Efetivamente, são conceitos que orientam a trajetória da empresa, assim como o relacionamento dela junto a funcionários, parceiros e clientes. Por isso, devem ser levados a sério e colocados em prática nas atividades do dia a dia. Uma corporação que se declara comprometida com a sustentabilidade não pode, por exemplo, não possuir um programa interno de reciclagem. Já aquelas que se dizem focadas em inovação devem necessariamente estimular esse valor nas atividades rotineiras. Isso transmite coerência e credibilidade.

Líderes e colaboradores comprometidos

Quando um funcionário “veste a camisa” é sinal de que ele reconhece e se identifica com a cultura organizacional do lugar em que trabalha. Ao compartilhar os mesmos valores da empresa, ele não apenas se mostra comprometido com o trabalho como também aspira os mesmos objetivos estratégicos. Para conquistar esse alto grau de engajamento, vale demonstrar com clareza, por meio de treinamentos, murais e comunicados internos, quais são as políticas praticadas. E isso vale para todos os setores e níveis profissionais, desde os colaboradores até gerentes e diretores. Estar alinhado com os líderes, aliás, é essencial. São eles, afinal, que vão transmitir a cultura organizacional às equipes, influenciando hábitos, práticas e comportamentos.

Imagem e comunicação com o exterior

A cultura organizacional é também um importante ponto de comunicação com o exterior. Isso significa que as práticas da empresa geram uma imagem que é comunicada aos clientes e parceiros externos. Se ética, atenção ao cliente e qualidade são valores da cultura empresarial, isso certamente impacta a opinião externa e é um ponto positivo para o negócio.

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Cultura organizacional e seu impacto no negócio
Cultura organizacional e seu impacto no negócio

4 dicas para empreender na Economia Criativa

O conhecimento, a criatividade e o capital intelectual são os principais recursos produtivos da chamada Economia Criativa. Diferentemente do modelo econômico tradicional, as empresas associadas a esse segmento utilizam o talento como matéria-prima, transformando a criatividade em produtos e serviços comercializáveis, isto é, com valor econômico. Entre as áreas ligadas a esse novo modelo produtivo estão design, turismo, artes e moda, além de atividades da indústria cultural e relacionadas ao desenvolvimento de tecnologias, games e softwares. Em “Economia Criativa: Como Ganhar Dinheiro a Partir de Ideias” (2001), John Howkins (2001) lembra que a criatividade não é monopólio dos artistas. Segundo ele, está presente nos cientistas, empresários, economistas e todos que têm a capacidade de criar algo original, significativo e real. Tem uma boa ideia? Então saiba como empreender na Economia Criativa.

  1. Pense fora da caixa

Não há fórmula para a criatividade, mas certamente ela está ligada à combinação de liberdade e educação de alto nível. Tanto que na vanguarda da Economia Criativa estão países que estimulam a inovação, como Austrália e Inglaterra. Para imaginar algo que ninguém nunca fez, conheça pessoas e lugares diferentes, busque oportunidades nas demandas do mercado, equipe-se de conhecimento e deixe as ideias fluírem. Isso pode funcionar mais que uma reunião de brainstorming.

  1. Transforme a ideia em negócio

A criatividade, por si só, não é necessariamente uma atividade econômica. Ela gera receita apenas caso produza serviços ou produtos com implicações econômicas. Por isso, tão importante quanto ter o insight criativo é fazer dele um negócio. Para tirar a ideia do papel, busque oportunidades, atraia investidores, estude as necessidades do mercado e torne seu produto real, relevante, desejável e escalonável.

  1. Tenha um propósito

Tendência mundial, os empreendimentos criativos valorizam mais o processo que o produto. Normalmente, oferecem uma experiência no lugar de commodities, geram relações e empregos sustentáveis, buscam o impacto social e estimulam o crescimento inclusivo. Fazem parte, portanto, do universo colaborativo, em que compartilhar é palavra-chave.

  1. Invista em gestão

Ainda que a criatividade torne sua empresa inovadora e competitiva, isso não significa que a gestão possa ser deixada de lado. Além de empreendedor, seja também administrador e cerque-se de profissionais de finanças, RH e marketing. Se, por um lado, a criatividade e o talento individual são o coração do seu negócio, por outro você pode aplicar a tecnologia aos processos que dispensam a intervenção humana para reduzir custos e melhorar a produtividade.

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4 dicas para empreender na Economia Criativa

Gamificação: a estratégia dos games para engajar funcionários

Quem não se sente motivado a conquistar um objetivo? Ou não deseja “passar de fase” e ser recompensado por isso? Do Atari aos modernos jogos online e escape rooms, os games dispõem de mecanismos que estimulam o jogador a querer se manter no jogo e alcançar o próximo nível. É em busca desse alto engajamento presente no universo dos games que o mercado corporativo tem adotado cada vez mais os princípios da gamificação. Conheça esse conceito e saiba como utilizá-lo nos negócios.

O que é gamificação

Trata-se da aplicação de práticas provenientes dos games nas mais diversas áreas. O objetivo de sua adoção nas corporações é tornar as atividades do trabalho mais envolventes visando um maior engajamento por parte dos colaboradores. É diferente de entretenimento, mas busca transformar atividades rotineiras ou treinamentos em experiências mais divertidas e efetivas.

Recompensa e colaboração    

O mecanismo base da gamificação é a oferta de recompensas em troca de ações. Como nos games, quem atinge determinada meta ganha reconhecimento e acesso a outras tarefas, sendo também premiado ou bonificado. A ideia da recompensa é motivar o colaborador, incentivando o cumprimento de desafios individuais e organizacionais. Também são métodos do treinamento corporativo gamificado a implantação de rankings, a prática do feedback instantâneo e de dinâmicas que promovam a criatividade e a inovação. Essas abordagens instigam a competitividade e a colaboração, aprimorando a integração de equipes e o desenvolvimento de lideranças. Além disso, atingem em cheio os profissionais da geração Y, muito habituada às tecnologias e aos jogos digitais.

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Gamificação: a estratégia dos games para engajar funcionários
Gamificação: a estratégia dos games para engajar funcionários

Investir em educação financeira melhora a produtividade

As contas não fecham e o salário acaba antes do fim do mês? Quem já passou por um aperto assim sabe o quanto é difícil manter-se focado no trabalho, enquanto a dívida no banco cresce como uma bola de neve. Segundo pesquisa do SPC Brasil e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 6 em cada 10 brasileiros têm dificuldade em fazer o controle do orçamento doméstico.

Essa falta de planejamento, aliada a fatores como inflação, juros altos e desemprego de um familiar, pode gerar problemas financeiros que tiram o sono e afetam o desempenho no trabalho. Assim, para ajudar o colaborador a sair do vermelho e, consequentemente, melhorar a produtividade, muitas empresas têm investido em programas de educação financeira. Conheça os benefícios desses programas.

Finanças em ordem

Funcionários endividados costumam apresentar dificuldade em se concentrar no trabalho. Também acabam se ausentando e não raro solicitam adiantamentos de salário. Há, inclusive, quem force a barra para ser demitido visando obter a rescisão contratual para quitar dívidas. Para evitar esse impacto negativo na produtividade, palestras e seminários ministrados nas empresas são os principais elementos de um programa de educação financeira. A ideia é conscientizar o colaborador sobre a importância de planejar o orçamento pessoal, orientando-o a colocar em planilhas os ganhos e as despesas mensais, tanto as fixas quanto as variáveis. Esse controle na ponta do lápis ajuda a visualizar o destino do dinheiro e a se preparar para despesas emergenciais.

Além desse planejamento, um programa de educação financeira efetivo incentiva a mudança de hábitos e capacita o colaborador a fazer escolhas mais racionais e menos impulsivas na hora da compra. Outro benefício desse tipo de programa é que ele instrui a poupar e a investir, ajudando o colaborador a se preparar adequadamente para a aposentadoria.

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Investir em educação financeira melhora a produtividade
Investir em educação financeira melhora a produtividade