Programa de estágio: o que você precisa saber ao contratar estagiários

Porta de entrada para o mercado de trabalho, os programas de estágio geram benefícios tanto para os estudantes quanto para as empresas. Para um universitário, um estágio é a oportunidade de desenvolver habilidades na área profissional escolhida e, em muitos casos, contribuir com a renda familiar. Já para as companhias, significa moldar os talentos do futuro com jovens conectados e cheios de novas ideias.

A boa notícia é que, passada a fase aguda da pandemia, as oportunidades voltaram a ser oferecidas em diversas áreas. Em 2020, quando a Covid-19 chegou ao Brasil, o número de vagas de estágio caiu 36,7% em relação ao ano anterior. E os estagiários, seguindo a tendência do mercado, também tiveram de se adaptar: 46% realizaram suas atividades em home office, segundo pesquisa do CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola).  

Lei do Estágio

Ao contratar um estagiário, as empresas devem estar atentas à Lei do Estágio (Lei 11.788/2008), que dispõe as normas para este tipo de programa. Diferentemente da contratação em regime CLT, o estágio não estabelece vínculo empregatício. Trata-se, em sua definição, de ato educativo escolar que visa preparar educandos para o trabalho produtivo por meio do seu ingresso em ambientes de trabalho supervisionados.

Há dois tipos de estágios: o obrigatório, que faz parte da grade curricular (de licenciaturas e áreas biomédicas, por exemplo) e é requisito para a obtenção do diploma; e o não-obrigatório, que é desenvolvido como atividade opcional. 

Em ambos os casos, a formalização é feita por meio de um Termo de Compromisso de Estágio (TCE), que contempla o plano de atividades que o estagiário deve desempenhar, bem como seus direitos e deveres. Além disso, é dever da empresa designar um funcionário com experiência para orientar e supervisionar o estudante (até 10 simultaneamente).  

Vale lembrar que o número de estagiários varia de acordo com o quadro de funcionários da empresa, e a duração do estágio não pode exceder dois anos (exceto estagiário portador de deficiência).

Para o estágio não-obrigatório, é compulsória a concessão de auxílio transporte e de uma bolsa auxílio, cujo valor é definido pela empresa contratante. A concessão de benefícios relacionados à saúde e alimentação ficam à critério do empregador. Já o recesso remunerado é obrigatório: 30 dias após 1 ano de estágio e proporcional para períodos maiores ou menores.  

Carga horária e controle de jornada 

A carga horária do estágio é definida pela empresa, mas não pode exceder alguns limites. Alunos do Ensino Médio, Técnico e Superior podem estagiar até 6 horas diárias (30 horas semanais), sempre em horários diversos aos das aulas. Para estudantes de cursos cujo estágio está previsto no projeto pedagógico, a jornada pode ser estendida a até 8 horas diárias (40 horas semanais). 

Ainda que a Lei do Estágio não estipule a marcação de ponto, nada impede que o RH utilize um sistema de ponto digital para controlar a jornada de atividades do estagiário e garantir que a carga horária não ultrapasse o limite estipulado pela legislação. 

A sua empresa já dispõe de um programa de estágio estruturado? De que maneira controla a jornada de atividades dos jovens que estão ganhando experiência na prática?  

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Metaverso: o que é e o que pode mudar no ambiente de trabalho

Quando o Facebook anunciou a mudança de nome para Meta, um enorme interesse se formou em torno do metaverso. Mas você sabe o que o termo significa e como esse universo que conecta as experiências real e virtual pode impactar a vida e os negócios?  

O que é o metaverso

O metaverso pode ser entendido como um espaço cibernético que utiliza tecnologias como realidade virtual, realidade aumentada e inteligência artificial para criar uma experiência imersiva, em que o usuário pode interagir por meio de avatares. 

Ainda que o conceito não seja novo (e basta lembrar de jogos como Pokemon Go e Second Life), acredita-se que a viabilidade do metaverso está associada ao desenvolvimento da economia digital. Hoje, o uso de criptomoedas é uma realidade e tecnologias como o blockchain permitem o registro de propriedade com NFTs (tokens não fungíveis). Segundo especialistas, o metaverso é também um dos componentes da Web 3.0, e seu avanço depende da implementação da rede 5G e da democratização de dispositivos como luvas e óculos 3D. 

Além de Meta, Microsoft e outras big techs, empresas de diversos segmentos também têm esse fenômeno emergente em seus radares. Nike, Adidas e Samsung, por exemplo, não só construíram seus ambientes virtuais como começaram a realizar eventos e vender produtos em suas plataformas no metaverso. A gigante das bebidas Ambev, por sua vez, anunciou a realização de um processo seletivo no metaverso, com os candidatos interagindo por meio de avatares. 

Metaverso e o ambiente de trabalho

Considerado a próxima revolução digital, o metaverso tem potencial para transformar a forma como aprendemos, trabalhamos e fazemos negócios. No mundo do trabalho, uma das aplicações é a criação dos chamados “escritórios infinitos”, em que os colaboradores, mesmo trabalhando remotamente, terão a experiência de interagir e colaborar em uma camada mais próxima da realidade. Nesses cenários imersivos, que simulam uma sala de reunião ou uma planta industrial, será possível participar de eventos, processos de onbording e treinamentos.  

Em paralelo, novos perfis profissionais devem emergir com a ascensão do metaverso. Além de desenvolvedores de ecossistemas digitais, há espaço para designers gráficos, especialistas em segurança digital, gestores de patrimônio e de investimentos, entre outras carreiras.     

A sua empresa planeja embarcar no metaverso? Antes de dar o próximo passo, vale mapear em que estágio de transformação digital ela se encontra e investir em sistemas que automatizam processos e utilizam Big Data para uma gestão estratégica. 

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Big Data: como gerar valor com uma estratégia baseada em dados

O futuro dos negócios está ligado ao uso estratégico dos dados. Com o avanço da digitalização, a quantidade de novas informações produzidas por ano deve ultrapassar a marca de 175 trilhões de gigabytes em 2025. Mas, mais do que esse gigantesco e exponencial volume, o Big Data é importante pelo valor que pode gerar para as empresas, tornando-as mais eficientes e competitivas. 

Com potencial para impactar negócios de todos os portes e segmentos, o Big Data tem sido usado pelas organizações para diversos fins. Entre outras coisas, permite entender o comportamento do consumidor, identificar demandas, melhorar o desempenho da força de trabalho, aprimorar a operação, precificar produtos e orientar estratégias promocionais, mensurar a satisfação do cliente e até segmentar públicos para as campanhas de marketing. A sua utilização, portanto, beneficia as diversas áreas de uma organização, desde Pesquisa & Desenvolvimento até Logística, Marketing e Vendas. 

Tudo isso é possível porque as diversas soluções tecnológicas disponíveis no mercado não só coletam como também integram e interpretam os dados de múltiplas fontes disponíveis, que vão desde histórico de navegação na internet e cadastros de clientes até informações de estoque e de controle de ponto. Por meio de análise de dados, estatísticas e algoritmos, esses sistemas, cada vez mais atrelados à inteligência artificial, possibilitam respostas para problemas reais, muitas vezes antecipadamente e de maneira preditiva. Por isso, quanto mais digital for sua empresa, mais informação baseada em dados você terá para tomar decisões assertivas.

Big Data no RH

O uso de Big Data no RH, também conhecido como People Analytics, permite melhorar os índices de produtividade dos colaboradores, otimizar processos, fazer contratações mais assertivas, aumentar a retenção de talentos, entre outras possibilidades. Dados do controle de ponto dos colaboradores, por exemplo, ajudam a identificar padrões de faltas e atrasos, mensurar o índice de absenteísmo, assim como volumes de horas extras e banco de horas. Com dados qualificados em mãos, o departamento pode mapear eventuais problemas e, consequentemente, focar em ações e investimentos mais efetivos.  

Em quais áreas a sua empresa utiliza o Big Data? O RH já se beneficia da análise de dados para realizar uma gestão de pessoas mais estratégica e focada na geração de valor para o negócio?    

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Melhoria contínua: como aprimorar processos com metodologias de gestão

Aprimorar processos organizacionais pode ser decisivo para o alcance de resultados em um ambiente de negócios ágil e altamente competitivo. Em geral, as metodologias focadas em melhoria contínua se baseiam em ciclos que incluem mapeamento de gargalos, detecção de oportunidades e implementação de soluções. Conheça as características de algumas das metodologias de gestão consagradas no mercado: 

Ciclo PDCA

Popularizado no pós-guerra, o Ciclo PDCA promove a melhoria dos processos por meio de quatro pilares: planejar (plan), fazer (do), checar (check) e agir (act). Também conhecido como Ciclo de Deming, o método homenageia William Edwards Deming, considerado o pai do controle de qualidade em processos produtivos modernos.

Kaizen

Também nascido no pós-guerra, o Kaizen foi determinante para a ascensão de diversas companhias japonesas. Com um nome que significa “mudança para melhor”, tem como base a filosofia do professor Masaaki Imai e foca na eliminação de desperdícios, assim como na segurança e na qualidade do fluxo de trabalho. O interessante é que o método prioriza aquilo que realmente gera valor para o negócio, sendo aplicável tanto para a administração quanto para grupos e para pessoas.

Lean

Em sintonia com o Kaizen, o método Lean (que significa “enxuto”) se baseou no sistema de produção da Toyota e ganhou projeção mundial com a publicação do livro “A máquina que mudou o mundo” por especialistas do MIT. Além da redução de desperdícios, são seus princípios a geração de valor para o cliente, o alinhamento da cadeia de suprimentos e a produção puxada pela demanda. Ainda que proveniente da indústria, vem sendo amplamente utilizado em diversos setores da economia, de startups de tecnologia a companhias de prestação de serviços. 

Six Sigma

O Six Sigma ganhou fama na década de 1980 através de companhias como Motorola e GE. Mais robusta, essa metodologia utiliza estatística para reduzir a variabilidade de processos e, consequentemente, melhorar a produtividade e a satisfação do cliente. O ciclo DMAIC (Define, Measure, Analyze, Improve, Control) visa aumentar a performance de produtos, serviços e processos que já existem, enquanto o DMADV (Define, Measure, Analyze, Design, Verify) é voltado para o lançamento de novos projetos.   

A escolha da metodologia de gestão empresarial depende da adequação à realidade da empresa, sua cultura e estratégia. Ainda que a sua implementação seja, em geral, orientada por uma consultoria ou equipe interna capacitada, o maior investimento é na mudança de mentalidade, já que toda a equipe, incluindo a alta gestão, deve estar comprometida com o projeto. 

Independentemente do método, todos exigem acompanhamento permanente por meio de indicadores de desempenho (KPIs). No RH, o processo de controle de ponto pode ser continuamente aperfeiçoado com o uso de sistemas como o NewPonto Cloud. Além de garantir agilidade à gestão, o software gera uma série de dados relevantes para o monitoramento das melhorias.

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6 lições da Fórmula 1 para aplicar no seu negócio

Rivalidade à flor da pele, mas também trabalho em equipe e resiliência para lidar com a pressão estão em “Drive to Survive”, série da Netflix sobre os bastidores da Fórmula 1. Conheça 6 lições das pistas de corrida para aplicar no seu negócio. 

  1. Superação

Com apenas 20 posições no grid, a Fórmula 1 é um esporte para poucos e bons. Manter-se no nível mais alto do automobilismo mundial exige dos pilotos preparo e superação. Mesmo veteranos com título na bagagem precisam desafiar o cronômetro e gerar resultados, sob o risco de perder espaço para um jovem novato. A idade média dos pilotos, cada vez mais baixa, sugere que experiência sem desempenho não garante lugar no circuito mundial.  

  1. Resiliência

Além de técnica para levar o carro ao limite, os pilotos que alcançam os lugares mais altos do pódio apresentam soft skills bem desenvolvidas. Liderança, concentração, inteligência emocional, motivação e capacidade de tomar decisões rapidamente são habilidades decisivas para competir em tão alto nível. Resiliência também é fundamental para suportar a pressão – do chefe de equipe, dos fãs, da imprensa e patrocinadores – e as puxadas de tapete, que também existem e podem vir até do companheiro de escuderia. 

  1. Comunicação e espírito de equipe

Ainda que Hamilton, Verstappen ou Vettel sejam o foco dos holofotes, por trás de cada piloto há centenas e até milhares de profissionais trabalhando duro nos bastidores para colocar nas pistas o carro mais rápido e confiável já visto. Nas fábricas e nas corridas, o espírito de equipe cultivado entre essa turma de engenheiros, mecânicos e pilotos é essencial, com alinhamentos e feedbacks constantes. Comunicação é outro ponto forte, pois só com troca de informação dinâmica e análise de dados em tempo real traçam-se estratégias, coordenam-se os esforços ou se fazem pit-stops em meros dois segundos.

  1. Planejamento e agilidade

Um carro de Fórmula 1 é feito de milhares de componentes, ou seja, muitas coisas podem dar errado num treino, numa disputa classificatória ou durante a corrida. Para minimizar o risco de eventuais problemas, acidentes e prejuízos, é determinante contar com um planejamento rigoroso e uma gestão perfeita de todos os processos. Como nas empresas, erros podem acontecer. E quando acontecem, a ordem é atuar de maneira ágil e pragmática, colocando o foco no problema e em busca de soluções. 

  1. Inovação

Em um esporte competitivo como a Fórmula 1, quem não investir em tecnologia e inovação fica literalmente para trás. Para evoluir nas pistas, é preciso também disputar a acirrada corrida tecnológica. Na história da competição não faltam exemplos como o da Mercedes, que encontrou uma brecha no regulamento e surpreendeu os adversários com um sistema que alterava a geometria da suspensão através do volante, garantindo mais estabilidade nas curvas. Essa inovação, apesar de polêmica, ajudou a escuderia a otimizar sua performance e alcançar o heptacampeonato de construtores em 2020.   

  1. Conexão com o público

Em todo o mundo, a Fórmula 1 vinha perdendo audiência, já que as gerações ultraconectadas à internet trocaram as corridas na TV aos domingos pelo streaming e redes sociais. Com o objetivo de alcançar um novo público e reconquistar antigos fãs, a produção da série “Drive to Survive” pela Netflix se mostrou uma jogada certeira, com uma narrativa repleta de rivalidade, adrenalina, glamour e personagens polêmicos. A iniciativa, somada ao reposicionamento digital, contribuiu para revitalizar a marca F1 e aumentar a base de fãs em diversos países, em uma lição de como ser atrativo e gerar conexão com as pessoas. 

A sua empresa está conectada com o público? É resiliente, inovadora, competitiva e data-driven como uma escuderia de Fórmula 1?    

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Os impactos da tecnologia 5G no mercado de trabalho

Com previsão de chegar às capitais brasileiras em julho deste ano, o 5G já está movimentando o mercado de trabalho. Saiba quais são as carreiras mais promissoras e como preparar a força de trabalho da sua empresa para as oportunidades que a quinta geração de internet móvel promete proporcionar. 

Oportunidades em tecnologia

A área de tecnologia é considerada a mais quente quando o assunto é 5G. Com potencial para impactar diversos ramos de negócios, a nova tecnologia pode impulsionar carreiras e demandar profissões que ainda nem existem. E a movimentação já começou: empresas de telecomunicações vencedoras do leilão do 5G estão buscando ativamente engenheiros, técnicos e profissionais de TI para a implementação da infraestrutura necessária e ampliação de redes dentro dos prazos estabelecidos. Estima-se que 50 mil empregos formais sejam criados neste ano. Até 2025, considerando as múltiplas aplicações que a novidade vai proporcionar, o número pode superar 670 mil vagas.

Além de técnicos e desenvolvedores, deve crescer a demanda por especialistas em dados, inteligência artificial, cloud computing, mobile, segurança da informação, internet das coisas (IoT), machine learning e UX design. Em razão do deficit de mão de obra especializada, a disputa por profissionais qualificados é alta, assim como as remunerações, atrativas sobretudo para cargos que exigem mais experiência.

O papel do RH e das lideranças

Mais rápida e com menor latência que a rede atual, a tecnologia 5G promete interconectar múltiplos dispositivos, tornar as cidades inteligentes e as indústrias, muito mais eficientes. Da telemedicina ao agronegócio, do marketing ao setor financeiro, há um leque de oportunidades a serem exploradas, incluindo novos modelos de negócios e estilos de gestão. 

Robotização, automação em escala e conectividade de objetos inteligentes proporcionados pelo 5G exigirão novas habilidades profissionais nas mais distintas carreiras – e não só nas relacionadas à área de tecnologia. Por isso, além de atrair e selecionar talentos no mercado, é papel do RH apoiar as lideranças nas estratégias em longo prazo. As organizações devem ampliar investimentos em transformação digital, sem esquecer a requalificação da mão de obra. Upskilling, reskilling, compartilhamento de conhecimentos por meio de multiplicadores internos e parcerias com institutos de pesquisa e universidades são temas essenciais nas empresas que desejam inovar e continuar relevantes no futuro.  

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Como delegar tarefas e alavancar a produtividade da equipe

Delegar tarefas significa atribuir responsabilidades aos membros de uma equipe. Embora delegar seja papel de líderes e gestores, alguns não o fazem e acabam sobrecarregados, prejudicando o próprio desempenho e o do time como um todo. As razões são diversas: perfil centralizador, falta de confiança nos colaboradores, medo de escolher a pessoa errada ou de perder controle, autoridade e poder. Se esse é seu caso, saiba por que você deve começar a delegar tarefas e acompanhe nossas dicas de como fazê-lo com excelência. 

A importância de delegar tarefas

Delegar tarefas é uma das muitas atribuições de um líder. Quando, porém, você centraliza tudo em si, deixando de repassar atividades para que outros executem, são imensas as chances de desperdiçar tempo com coisas menores e  comprometer atividades importantes, como o planejamento dos projetos, a definição de caminhos a serem tomados para o alcance dos objetivos ou a gestão dos recursos técnicos, financeiros e humanos. Esse comportamento centralizador gera consequências: provoca atrasos, desmotiva os colaboradores, engessa processos e equipes.  

Ao contrário, quando você delega tarefas de maneira eficiente, todos ganham. Primeiramente a empresa, que tem o andamento dos projetos e a produtividade alavancados; depois os colaboradores, que passam a trabalhar em equipe, de forma colaborativa, e têm a chance de desenvolver novas habilidades; e você mesmo, que ganha tempo para se dedicar a tarefas estratégicas, como planejamento, gestão e coordenação.

Como delegar tarefas na prática

Delegar tarefas pode ser difícil, mas não impossível. O primeiro passo para fazer isso com maestria é listar as atividades que podem ser delegadas e identificar, dentro do seu time, quem é o profissional mais habilitado para a execução da tarefa. Se não houver ninguém, treine, ensine e acompanhe. 

Como líder, é sua atribuição delegar, assim como coordenar e monitorar a execução das tarefas. Dê autonomia aos colaboradores para que as atividades sejam realizadas de jeitos que podem diferir do seu, abrindo espaço para a criatividade e inovação. Por último, mas não menos importante: confie. A confiança é a base das relações e do desenvolvimento de equipes de alta performance. 

Outra dica para ganhar tempo e aumentar a produtividade é adotar tecnologias que automatizam processos operacionais. Na prática, o uso de softwares de gestão proporciona mais agilidade e eficiência às operações de rotina, deixando você e sua equipe livres para a realização de atividades mais complexas e estratégicas.  

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A importância da comunicação assíncrona no trabalho remoto

A comunicação é um dos principais desafios da jornada remota. Na medida em que os profissionais trabalham de locais diferentes e muitas vezes a partir de fusos horários distintos, aumenta a necessidade de se estabelecer uma comunicação livre de ruídos e menos dependente da interação em tempo real. Saiba o que é a comunicação assíncrona e como ela pode potencializar o trabalho da sua equipe em jornada híbrida ou remota.

Comunicação síncrona x assíncrona

Como o nome sugere, a comunicação síncrona é aquela em que o contato está sincronizado, isto é, os interlocutores interagem em tempo real. São as ligações telefônicas, as videochamadas e as conversas presenciais, que requerem as presenças do emissor e do receptor da mensagem no momento da comunicação. Quando estamos em home office, as acionamos quando precisamos de uma resposta imediata, isto é, para assuntos mais críticos ou urgentes.

A comunicação assíncrona, por sua vez, dispensa a interação em tempo real – e portanto, é muito útil para equipes em jornada remota. São os contatos por e-mail, nos quais o tempo para a resposta costuma ser mais longo. Aplicativos como Whatsapp e chats de mensagens também podem ser enquadrados nessa categoria. Afinal, ainda que esses canais possibilitem a interação rápida, é importante lembrar que estar online não é o mesmo que estar disponível para responder de imediato. 

Boas práticas em comunicação

No ambiente corporativo, as comunicações síncrona e assíncrona devem ser usadas de forma complementar. Para isso, é fundamental que as equipes estejam alinhadas quanto às especificidades de cada canal, assim como os horários e meios em que respostas rápidas ou imediatas são esperadas. 

Sobretudo em home office, vale privilegiar a comunicação assíncrona. Além de  facilitar o contato com profissionais em fusos horários diferentes, esse tipo de comunicação não gera interrupções a todo instante. Na prática, isto se traduz em foco nas tarefas prioritárias e, consequentemente, aumento da produtividade.   

Clareza na escrita, objetividade e padronização de processos também são essenciais, pois evitam mal-entendidos e atrasos nas entregas. Outra dica para aprimorar a comunicação é investir em ferramentas e soluções em nuvem. Por meio delas, cada profissional pode fazer modificações e ajustes em seu próprio tempo, mas de maneira colaborativa, centralizada e sem risco de perder informações relevantes. 

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Semana do consumidor: ações para atrair e fidelizar clientes

Datas especiais do varejo, como é o caso da Semana do Consumidor e da Black Friday, são uma excelente oportunidade para alavancar vendas e estreitar o relacionamento com o público. Confira nossas dicas para atrair e aprimorar a experiência do cliente junto à sua marca. 

Valorize o seu cliente

Empresas que colocam o cliente no centro da estratégia se preocupam não só em suprir expectativas, mas superá-las e até mesmo antecipar demandas futuras. Use inteligência de dados para conhecer o cliente profundamente e, assim, fornecer produtos e serviços de alto valor agregado. Outra maneira de mostrar que você respeita e valoriza o seu cliente é garantir que o Código de Defesa do Consumidor seja seguido em todos os pontos, da exposição na vitrine à eventual devolução da mercadoria. 

Invista em marketing de relacionamento

O marketing de relacionamento é a estratégia ideal para construir vínculos duradouros e significativos com os clientes. Use as redes sociais para interagir com as pessoas, demonstrar autoridade e transformar seguidores em clientes fiéis. Compartilhe conteúdos relevantes, comunique ofertas, promova seus produtos de forma personalizada. Em datas especiais, vale planejar ações diferenciadas. Frete grátis, cupons de desconto e promoções exclusivas atraem a atenção e geram motivação para a compra. 

Facilite a jornada de compra

Sobretudo nas plataformas online, é essencial guiar o cliente no seu processo de compra. Isso se traduz em um site responsivo, com informações claras, suporte adequado e diferentes opções de frete e pagamento. Praticidade, segurança e rapidez na jornada digital são requisitos para combater o abandono do carrinho e conquistar os clientes mais exigentes.  

Aposte no omnichannel

Que tal dar ao cliente a opção de comprar online e retirar na loja? Ou comprar presencialmente e receber em casa? A combinação das experiências física e digital está em alta e, sem dúvida, é uma tendência que veio para ficar. Integre os múltiplos canais de atendimento para garantir uma estratégia diferenciada, que atenda aos desejos do consumidor.

Aprimore a qualidade do atendimento

Quando falamos em experiência positiva, a qualidade do atendimento é fundamental. Treine operadores, aprimore o SAC, invista em chatbots. Independentemente do meio de atendimento, o contato deve ser sempre respeitoso e humanizado. A ideia é aumentar a satisfação do cliente e fazer com que ele, espontaneamente, recomende sua marca.   

Para a Norber, priorizar o cliente significa entender profundamente os processos do RH e entregar soluções customizadas que atendam às necessidades de cada empresa. As soluções de ponto online e de ponto via smartphone foram desenvolvidas para proporcionar eficiência na gestão da jornada de trabalho. 

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Equidade de gênero: como fazer da sua empresa uma aliada das mulheres

Lugar de mulher é onde ela quiser – e, hoje, elas estão ocupando postos e espaços antes exclusivamente masculinos. Apesar dos avanços, ainda há muito a fazer para alcançarmos a equidade de gênero no mercado de trabalho. Diversas pesquisas mostram que as mulheres ganham menos que os homens, mesmo exercendo funções semelhantes. Além disso, elas têm menor presença em cargos de liderança e, até hoje, são vítimas de assédio e discriminações. Para reduzir disparidades, cresce o número de companhias cujos programas de diversidade e inclusão têm esforços voltados ao universo feminino. Veja como promover a equidade de gênero e fazer da sua empresa uma aliada das mulheres.  

Garantindo igualdade de oportunidades

Para garantir igualdade de oportunidades, é fundamental repensar processos de recrutamento e seleção, assim como programas de desenvolvimento de talentos e políticas de benefícios. Isso porque verifica-se que as mulheres frequentemente abrem mão da própria carreira para dedicarem-se aos filhos. Mas a maternidade não pode ser uma barreira para a inserção e o crescimento profissional. Por isso, além de garantia de emprego no retorno da licença-maternidade, é importante criar condições para que as profissionais desenvolvam todo o seu potencial e ocupem cada vez mais posições de liderança. Promova treinamentos, tenha critérios claros para a promoção e incentive a atitude protagonista das colaboradoras. A proteção dos direitos das mulheres é um dever de todos e uma oportunidade de transformar a sociedade.  

Combatendo o machismo estrutural

As mulheres estão historicamente associadas ao lugar do cuidado. Em uma sociedade patriarcal como a nossa, a elas foi dada a tarefa de cuidar da casa e da família. Essa visão machista é a causa da sobrecarga de afazeres domésticos, em geral não valorizados ou remunerados. Na pandemia, esse problema foi acentuado, provocando exaustão física e mental no cumprimento da chamada “dupla jornada”. Nas empresas, é fundamental ampliar a conscientização sobre o machismo estrutural e colaborar para a desconstrução dos estereótipos de gênero. Crie grupos de discussão sobre o assunto, abra espaço para entender as demandas femininas e promova a conscientização de todos, incluindo os homens no debate. O home office e outros modelos de jornada flexíveis podem colaborar para a retenção e ascensão dos talentos femininos, facilitando o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Também vale refletir sobre o tempo da licença-paternidade e a concessão do auxílio-creche para os homens, reforçando a corresponsabilidade masculina no cuidado dos filhos.

Evitando o “manterrupting” e o “mansplaining”

Quantas vezes você, homem, interrompeu ou viu uma mulher ser interrompida enquanto falava? Ou se pôs a explicar didaticamente à sua colega de trabalho um assunto que ela dominava? Esses comportamentos machistas, chamados de “manterrupting” e “mansplaining”, calam e subestimam a voz feminina. Ainda que possam ocorrer de maneira inconsciente, precisam ser observados e combatidos. Crie um ambiente em que as mulheres se sintam pertencentes e, nas reuniões online ou presenciais, certifique-se de que as ideias delas sejam ouvidas e respeitadas. Casos de assédio moral ou sexual, por sua vez, devem ser combatidos e duramente punidos.

A luta pela equidade de gênero é não só uma questão de justiça social, mas um meio para tornar os ambientes de trabalho mais inclusivos, criativos e produtivos. Quais ações a sua empresa tem adotado para promover a equidade de gênero? 

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