Mindfulness: prática visa acalmar a mente e aumentar o foco

Você costuma prestar atenção no que está fazendo no momento presente? Ao se alimentar, sente o sabor da comida ou se distrai com o celular e a televisão? Num mundo em que estímulos chegam de todos os lados, ligamos o piloto automático e realizamos diversas tarefas ao mesmo tempo, sem dedicar a elas a devida atenção. O resultado é falta de foco, ansiedade, pouca capacidade de concentração e stress.

Com o objetivo de combater esse desgaste mental que pode ter impactos psicológicos e físicos, uma prática chamada “mindfulness” vem ganhando mais adeptos no ambiente corporativo, principalmente nas empresas do ramo de tecnologia. Como parte de programas de bem-estar, pequenos grupos de funcionários se reúnem alguns minutos do dia para acalmar a mente e aumentar o foco através de técnicas e exercícios originados na meditação budista, mas sem o cunho religioso e espiritual associado à prática.

Do inglês, o termo tem sido traduzido por aqui como “atenção plena”. Na definição de Jon Kabat-Zinn, professor da Universidade de Massachusetts e criador do programa que visava reduzir o stress em pacientes com dores crônicas, mindfulness é “a consciência que emerge quando prestamos atenção, de propósito, no momento presente e sem julgamento”. Na prática, a ideia de utilizar técnicas de meditação e respiração é treinar a mente para que ela se concentre no momento presente, excluindo pensamentos e preocupações sobre o que ficou no passado ou o que virá no futuro.

Ainda que a prática de mindfulness possa gerar benefícios para o dia a dia, ampliando a capacidade de percepção em atividades variadas, nas empresas ela tem sido adotada como forma de aumentar o desempenho dos colaboradores. Profissionais com “atenção plena” são mais focados, criativos e produtivos. Além disso, são capazes de desenvolver melhores relações com colegas, gerenciam bem o tempo e lidam melhor com problemas. Como consequência, também estão menos propensos a sofrer com doenças relacionadas ao stress, como insônia, pressão alta e depressão.

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A incrível arte de liderar seu time à distância

A primeira questão que vem à mente do gestor quando se fala em trabalho remoto é: como saber se minha equipe está de fato trabalhando? Ligada à cultura do controle, esta dúvida relaciona produtividade à presença física e ao tempo que o colaborador passa em frente ao computador.

Graças ao empurrãozinho dado pela tecnologia, esta cultura tem dado lugar à flexibilidade e à autonomia. Cada vez mais, o talento pode estar no home-office, no coworking do outro lado da cidade, ou até mesmo em outro país. A eficiência no trabalho passou a ser medida não pela presença, mas pelos resultados. Diante desta nova realidade, os gestores devem mudar o jeito de pensar para encarar o desafio de liderar times à distância. Confira nossas dicas e extraia o melhor da sua equipe.

Confie e inspire

As relações de trabalho estão mudando! Quem trabalha à distância costuma dar valor a rotinas flexíveis. Por isso, o melhor a fazer é respeitar individualidades e entender que há quem renda mais pela manhã e quem produza melhor à noite. Ao demonstrar consideração pelas escolhas do outro, você estimula o senso de responsabilidade e cria uma relação de confiança. Fomente o protagonismo pessoal e esteja aberto para atuar de modo horizontal. Essa é a atitude esperada de um líder, alguém que motiva, engaja e inspira.

Acompanhe os projetos

Permitir que o colaborador trabalhe de onde quiser não significa abrir mão de certa disciplina. O hábito de realizar encontros periódicos por videoconferência é uma prática que ajuda a acompanhar o fluxo dos trabalhos e garantir que não haja prejuízo nas entregas. A comunicação frequente também é fundamental para que o colaborador remoto não se sinta excluído ou sozinho. Acompanhe os projetos de perto por meio de ciclos rápidos de feedback, crie uma dinâmica efetiva e garanta que seu time mantenha a produtividade alta!

Estabeleça metas

Não dá para esperar resultados sem ter objetivos definidos. Por isso, não deixe de compartilhar com as equipes remotas quais são as metas e os passos para chegar lá. Defina prioridades, estabeleça prazos, mostre progressos e deixe claro que conquistas individuais têm importância para o todo. Com resultados expressivos, o local de onde seu time está trabalhando é o que menos importa!

A Norber é especialista em controle de ponto e desenvolve softwares que auxiliam a gestão da jornada de trabalho dos colaboradores, incluindo os que trabalham remotamente. O NewMobile permite a marcação de ponto via smartphone, de qualquer lugar e em tempo real. Para conhecer as funcionalidades desta e outras soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

As vantagens de um sistema de controle de ponto automatizado

Hoje em dia ninguém mais precisa perder um tempão agregando dados do ponto manual à folha de pagamento. Se na sua empresa o time de RH ainda usa planilhas de Excel para realizar esta tarefa, é hora de rever estratégias. Afinal, em pleno século 21, você só precisa de um software de gestão de jornada para automatizar o controle de ponto e livrar sua equipe deste trabalho maçante.

Ao substituir o ponto manual por um software de controle da jornada, as marcações de entrada, saída e intervalos de cada um dos funcionários da empresa são integradas automaticamente à folha de pagamento. Isso gera um incrível ganho de tempo para o RH, que passa a poder atuar em iniciativas mais importantes e alinhadas aos objetivos da empresa.

Outra vantagem é a segurança. Diferente do controle manual, mais passível de fraudes, um sistema de gestão de frequência como o NewPonto da Norber tem seu banco de dados blindado e atrelado ao servidor. Esse recurso impede a manipulação das marcações eletrônicas originais, seja pelo usuário ou pelo gestor, e proporciona maior transparência na relação entre empregador e funcionário.

No quesito controle de acesso, os softwares de gestão de frequência também levam vantagem sobre o ponto manual, já que podem ser integrados a catracas e ao ponto biométrico, limitando o acesso em portarias, departamentos ou refeitórios. Já para empresas que contam com colaboradores externos, como vendedores ou consultores, há soluções que permitem que os horários do expediente sejam marcados remotamente, via smartphone, de qualquer lugar e em tempo real. Em todos estes casos, é possível integrar automaticamente as informações do ponto à folha de pagamento, assim como obter dados para melhor gerenciar a jornada e as horas extras dos funcionários.

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Hora extra x banco de horas: o que é mais vantajoso

Hora trabalhada é hora paga. A CLT garante ao trabalhador o direito de ser remunerado pelo tempo trabalhado além da jornada normal e empregadores que descumprem as regras costumam arcar com consequências graves na Justiça do Trabalho. Mas, afinal, qual o melhor modo de fazer a compensação: hora extra ou banco de horas? Se sua empresa projeta crescimento e precisa que os colaboradores eventualmente excedam o horário de expediente para cumprir prazos e atender demandas, saiba como funcionam estes modelos de sobrejornada e escolha a mais apropriada para seu negócio.

Hora extra

A jornada padrão de 8 horas diárias permite que sejam feitas duas horas extras por dia, até o limite de 44 horas semanais. As horas adicionais trabalhadas têm valor mais alto e podem onerar a folha de pagamento da empresa: correspondem a 50% mais que a hora normal. À noite, entre 22h e 5h, sofrem um acréscimo de 20%, enquanto nos finais de semana e feriados custam 100% a mais. Para o trabalhador, é um sistema satisfatório, já que possibilita aumento da renda no fim do mês. Por outro lado, é menos flexível no sentido de não possibilitar folgas.

Banco de horas

Por meio do banco de horas, as horas excedentes trabalhadas são compensadas com folgas ou com a redução da jornada em outro dia. Realizado mediante acordo ou convenção coletiva, o modelo prevê que a compensação seja feita dentro do prazo de um ano. Em caso de acordo individual com o trabalhador, a compensação deve ocorrer dentro de no máximo 6 meses. Extrapolados esses prazos, as horas excedentes devem ser pagas com 50% de acréscimo. A vantagem para o funcionário é a possibilidade de, mediante entendimento com gestor, poder sair mais cedo conforme sua necessidade ou até mesmo obter folgas, como emendas de feriados.

Independentemente do modelo escolhido, é imprescindível fazer o correto gerenciamento das horas trabalhadas. Um sistema de controle de frequência como o NewPonto da Norber permite a marcação dos horários de entrada e saída dos colaboradores e ainda fornece dados que ajudam a avaliar a real necessidade de horas adicionais, permitindo aos gestores checar se há equipes subutilizadas ou sobrecarregadas. Com este tipo de informação em mãos é possível redistribuir tarefas, evitar horas excedentes e, consequentemente, gerar maior economia para a empresa.

A Norber é especialista em gestão de frequência e desenvolve sistemas que integram as informações do controle de ponto à folha de pagamento, modernizando rotinas do RH. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto, do NewMobile e de outras soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

A arte de negociar e as características do bom negociador

Negociar faz parte das relações humanas. Nas interações cotidianas, e até sem perceber, negociamos o tempo todo. Desde o horário de TV com o filho até o prazo de entrega de um trabalho com o gestor. Apesar de fazermos isso habitualmente, tanto na vida pessoal como na profissional, às vezes saímos frustrados, com a sensação de que cedemos demais. Isso porque a negociação envolve técnica e autoconhecimento. Conheça algumas características do negociador profissional e aprenda a utilizar essa habilidade para atingir resultados para si e para sua organização.

Comunicação

A comunicação é o meio através do qual as partes interessadas chegam a um acordo. Quem é capaz de se fazer entender tem chances aumentadas de fechar um bom negócio. Demonstre interesse pelo interlocutor e use seu feeling para saber a hora de ser mais incisivo ou colaborativo. As pessoas gostam de sentir que têm vantagem, e mostrar a elas o que ganham com seu produto ou serviço é um bom jeito de persuadir.

Autoconhecimento

Baseado no comportamento humano, o psicanalista Gustav Jung classificou quatro estilos de negociadores: restritivo, amigável, ardiloso e confrontador. Na literatura corporativa, diversos autores também mapearam esses perfis, cada qual com características positivas e negativas. Conhecer e identificar essas características em si e no outro gera uma vantagem competitiva na mesa de negociação.

Controle emocional

O corpo fala e fornece sinais reveladores. Contratos são fechados não só com base em números, mas a partir de relações de confiança. Mantenha o controle emocional, crie sintonia com seu interlocutor e use a linguagem corporal de modo adequado para transmitir confiabilidade e segurança.

Empatia

Ser capaz de se colocar no lugar do outro é imprescindível na hora de fechar bons acordos. Ao invés de olhar o interlocutor como um inimigo, veja-o como alguém que, como você, está ali em busca da melhor solução. Escute atentamente as demandas do outro, entenda suas necessidades e limites e esteja aberto para construir alternativas que sejam boas para ambos.

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O que você precisa saber sobre consumo colaborativo

Os hábitos de consumo estão mudando, inclusive no Brasil. O desejo de possuir algo vem sendo substituído pelo de experimentar e, neste contexto, surgem no mercado empreendimentos colaborativos nos mais diversos segmentos de negócios. São cada vez mais frequentes as caronas compartilhadas, o coworking e o aluguel de casas e apartamentos particulares, assim como de bicicletas, roupas e acessórios.

A pesquisa “Consumo Colaborativo”, feita pelo SPC Brasil e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), mostra que 67% dos entrevistados acreditam que é mais importante utilizar um produto do que tê-lo, e que 68% se imaginam participando de práticas de consumo colaborativo em no máximo dois anos. Veja como sua empresa pode empreender nesse segmento e ser mais rentável.

Tenha um posicionamento adequado

Poupar dinheiro, evitar o desperdício, diminuir o consumo excessivo, incentivar a convivência e contribuir para a preservação do meio ambiente são as principais vantagens da economia compartilhada enxergadas pelos consumidores, segundo o estudo. Por isso, ter um posicionamento adequado junto aos potenciais clientes pode alavancar o seu negócio de modo significativo. Oferecer o que o consumidor realmente deseja e fazê-lo entender qual o propósito do seu produto ou serviço podem fazer toda a diferença na hora dele se decidir ou não pela compra.

Invista em tecnologia

Se há poucos anos um número pequeno de consumidores se atrevia a fazer transações online, hoje a tecnologia é cada vez mais uma aliada do mundo dos negócios. Por isso, invista em plataformas adequadas, que sejam fáceis e intuitivas nas suas maneiras de operar, navegar e efetuar pagamentos. Ter um site na Internet e perfis nas redes sociais também são essenciais para manter o relacionamento com seus públicos de interesse e, claro, gerar mais negócios.

Seja confiável para ser recomendado

Ainda segundo a pesquisa, as principais barreiras para o consumo colaborativo são a falta de confiança, o perigo de lidar diretamente com estranhos e a falta de garantia no caso de não cumprimento do acordo. Para vencer esses obstáculos, o seu negócio deve ser confiável para ser usado e, posteriormente, recomendado. Avaliações dos usuários sobre o produto ou serviço, assim como sobre os fornecedores, por exemplo, demonstram comprometimento com a transparência e com a qualidade do serviço prestado. Isso minimiza riscos e gera confiança, “curtidas” e recomendações a outros potenciais clientes.

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O que você precisa saber sobre consumo colaborativo
O que você precisa saber sobre consumo colaborativo

4 características que todo bom gerente deve ter

Você deu duro como analista e, merecidamente, foi promovido a gerente. Agora, além de um melhor salário, o cargo superior lhe traz novas atribuições e responsabilidades. Mais que cuidar de tarefas operacionais, você deve planejar metas, fixar deadlines, alocar recursos e engajar pessoas. Veja dicas para se sair bem diante do novo desafio.

  1. Seja humilde

Não é porque você subiu de cargo que pode tratar mal seus subordinados. A síndrome do pequeno poder se reflete em atitudes autoritárias e é sempre um fator desagregador. Trate as pessoas de igual para igual, e não com arrogância ou superioridade. Assim, você será admirado – e não temido.

  1. Dê exemplo

Se você não deseja que a sua equipe se atrase, deve ser o primeiro a ser pontual. Dar o exemplo é o melhor modo de influenciar as pessoas ao seu redor. Como líder, você inspira comportamentos e é responsável por manter o seu time motivado e engajado com os objetivos da empresa.

  1. Estipule metas claras

Além de metas claras e possíveis de alcançar, você deve estipular prazos para a realização das atividades. Faça um acompanhamento de modo a evitar horas extras e conseguir que o cronograma seja cumprido. Antecipe-se e lembre-se que no meio do caminho podem ocorrer imprevistos.

  1. Comunique-se

A habilidade comunicacional é uma das características do líder. Além de evitar mal-entendidos, a comunicação eficaz reforça relações e vínculos. Dê feedbacks, pratique a escuta ativa e, sempre que possível, também elogie.

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Dicas para ser um bom gerente.
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Compliance: o que é e como sua prática gera ganho reputacional

Empresas envolvidas em fraudes e esquemas de corrupção perdem credibilidade, amargam prejuízos e têm sua imagem degradada, às vezes de modo irreversível. Em tempos de escândalos empresariais diariamente noticiados nos jornais, “Compliance” torna-se cada vez mais recorrente no ambiente corporativo. Conheça o motivo da crescente demanda por programas de conformidade nas empresas brasileiras e saiba como a sua implementação gera benefícios financeiros e reputacionais.

O que é Compliance

Originário do inglês comply, significa agir em conformidade, ou seja, cumprir rigorosamente as normas e regulamentações exigidas, tanto técnicas como trabalhistas, fiscais, previdenciárias, ambientais e éticas. A princípio uma atribuição das áreas financeira e de RH, o Compliance transforma-se em um setor específico das corporações na medida em que passa a exigir tanto a criação de programas preventivos de combate a atos ilícitos como também treinamento e monitoramento constantes.

Como funciona

A área de Compliance é uma aliada da empresa. Sua função é analisar os procedimentos e detectar pontos passíveis de fraudes, criando mecanismos internos para combate-las. Um manual de conduta deve prever, por exemplo, valores para recebimento de presentes e relatórios de reuniões e almoços de negócios, assim como punições ou ações corretivas em caso de descumprimento. Também são atribuições do profissional de Compliance realizar auditorias, zelar pela segurança da informação e promover treinamentos que disseminem a cultura da integridade nas relações com clientes, parceiros e fornecedores.

Quais os benefícios

Além de minimizar o risco de irregularidades que resultam em prejuízos financeiros e gastos com multas e punições, o Compliance eleva a reputação da empresa eticamente comprometida. O cumprimento de normas também é uma exigência para as corporações que realizam transações internacionais, que participam de processos de fusão e aquisição ou que buscam captar investimentos. Parte da cultura organizacional, o Compliance é um forte aliado do crescimento e do sucesso organizacional.

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Compliance: o que é e como sua prática gera ganho reputacional

Cultura organizacional e seu impacto no negócio

Cultura organizacional é um conjunto de valores, práticas e comportamentos que determina condutas numa empresa, em todos os seus níveis. Em outras palavras, são os princípios que guiam como as coisas são feitas. Sua importância é constantemente reforçada na medida em que gera impactos no desempenho do negócio e é um dos fatores responsáveis pelo sucesso empresarial. Veja como uma cultura organizacional sólida se estabelece na prática e conheça seus benefícios.

Valores colocados em prática

A missão, a visão e os valores de uma empresa são mais que simples definições abstratas colocadas no site institucional da organização. Efetivamente, são conceitos que orientam a trajetória da empresa, assim como o relacionamento dela junto a funcionários, parceiros e clientes. Por isso, devem ser levados a sério e colocados em prática nas atividades do dia a dia. Uma corporação que se declara comprometida com a sustentabilidade não pode, por exemplo, não possuir um programa interno de reciclagem. Já aquelas que se dizem focadas em inovação devem necessariamente estimular esse valor nas atividades rotineiras. Isso transmite coerência e credibilidade.

Líderes e colaboradores comprometidos

Quando um funcionário “veste a camisa” é sinal de que ele reconhece e se identifica com a cultura organizacional do lugar em que trabalha. Ao compartilhar os mesmos valores da empresa, ele não apenas se mostra comprometido com o trabalho como também aspira os mesmos objetivos estratégicos. Para conquistar esse alto grau de engajamento, vale demonstrar com clareza, por meio de treinamentos, murais e comunicados internos, quais são as políticas praticadas. E isso vale para todos os setores e níveis profissionais, desde os colaboradores até gerentes e diretores. Estar alinhado com os líderes, aliás, é essencial. São eles, afinal, que vão transmitir a cultura organizacional às equipes, influenciando hábitos, práticas e comportamentos.

Imagem e comunicação com o exterior

A cultura organizacional é também um importante ponto de comunicação com o exterior. Isso significa que as práticas da empresa geram uma imagem que é comunicada aos clientes e parceiros externos. Se ética, atenção ao cliente e qualidade são valores da cultura empresarial, isso certamente impacta a opinião externa e é um ponto positivo para o negócio.

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Cultura organizacional e seu impacto no negócio
Cultura organizacional e seu impacto no negócio

4 dicas para empreender na Economia Criativa

O conhecimento, a criatividade e o capital intelectual são os principais recursos produtivos da chamada Economia Criativa. Diferentemente do modelo econômico tradicional, as empresas associadas a esse segmento utilizam o talento como matéria-prima, transformando a criatividade em produtos e serviços comercializáveis, isto é, com valor econômico. Entre as áreas ligadas a esse novo modelo produtivo estão design, turismo, artes e moda, além de atividades da indústria cultural e relacionadas ao desenvolvimento de tecnologias, games e softwares. Em “Economia Criativa: Como Ganhar Dinheiro a Partir de Ideias” (2001), John Howkins (2001) lembra que a criatividade não é monopólio dos artistas. Segundo ele, está presente nos cientistas, empresários, economistas e todos que têm a capacidade de criar algo original, significativo e real. Tem uma boa ideia? Então saiba como empreender na Economia Criativa.

  1. Pense fora da caixa

Não há fórmula para a criatividade, mas certamente ela está ligada à combinação de liberdade e educação de alto nível. Tanto que na vanguarda da Economia Criativa estão países que estimulam a inovação, como Austrália e Inglaterra. Para imaginar algo que ninguém nunca fez, conheça pessoas e lugares diferentes, busque oportunidades nas demandas do mercado, equipe-se de conhecimento e deixe as ideias fluírem. Isso pode funcionar mais que uma reunião de brainstorming.

  1. Transforme a ideia em negócio

A criatividade, por si só, não é necessariamente uma atividade econômica. Ela gera receita apenas caso produza serviços ou produtos com implicações econômicas. Por isso, tão importante quanto ter o insight criativo é fazer dele um negócio. Para tirar a ideia do papel, busque oportunidades, atraia investidores, estude as necessidades do mercado e torne seu produto real, relevante, desejável e escalonável.

  1. Tenha um propósito

Tendência mundial, os empreendimentos criativos valorizam mais o processo que o produto. Normalmente, oferecem uma experiência no lugar de commodities, geram relações e empregos sustentáveis, buscam o impacto social e estimulam o crescimento inclusivo. Fazem parte, portanto, do universo colaborativo, em que compartilhar é palavra-chave.

  1. Invista em gestão

Ainda que a criatividade torne sua empresa inovadora e competitiva, isso não significa que a gestão possa ser deixada de lado. Além de empreendedor, seja também administrador e cerque-se de profissionais de finanças, RH e marketing. Se, por um lado, a criatividade e o talento individual são o coração do seu negócio, por outro você pode aplicar a tecnologia aos processos que dispensam a intervenção humana para reduzir custos e melhorar a produtividade.

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4 dicas para empreender na Economia Criativa