Como a tecnologia pode transformar a Gestão de Pessoas

Em pleno século 21, ser digital é fundamental para obter melhor desempenho e, assim, garantir o crescimento sustentável dos negócios em longo prazo. O avanço tecnológico das últimas décadas vem se incorporando ao ambiente corporativo em um processo sem volta.

O RH, claro, também abraçou a transformação digital e vem assumindo um papel cada vez mais estratégico nas corporações. Mais do que nunca, profissionais da área de gestão de pessoas devem buscar alinhar o capital humano ao uso de softwares em benefício da estratégia organizacional. Conheça processos e áreas de gestão que estão sendo impactados e como a aplicação da tecnologia pode transformar o RH da sua empresa.

Jornada de trabalho

Internet, computadores portáteis e smartphones encurtam distâncias e proporcionam maior flexibilidade à jornada trabalho, possibilitando que certas atividades sejam executadas remotamente. A contratação de profissionais terceirizados e que atuam em projetos específicos também é mais recorrente nas empresas.

Estas mudanças exigem outro olhar sobre as relações de trabalho, desafiando os gestores a criarem modos de promover o engajamento de colaboradores e a produtividade à distância. Em tempos de home office, também é atribuição do RH estar ligado nas obrigações legais que novos modelos de trabalho podem exigir. Afinal, como conciliar trabalho à distância e marcação de ponto?

Automação de processos

A utilização de softwares automatiza procedimentos burocráticos, simplifica processos e reduz o índice de erros. A gestão do controle de ponto, das folhas de pagamento e de informações referentes a faltas, férias, benefícios e horas extras, ganha agilidade com a ajuda de sistemas que integram os dados e as informações. Também vale investir em cloud computing e em aplicações com interfaces intuitivas, que possibilitam ao usuário receber a informação desejada a qualquer momento, sem necessidade de recorrer ao RH para obter respostas a dúvidas rotineiras. A ideia é proporcionar agilidade e, ao mesmo tempo, entregar a melhor experiência ao usuário.

Análise de dados

A tecnologia contribui para que decisões sejam mais fundamentadas em dados do que em critérios subjetivos. Softwares de gestão permitem ao RH medir a performance individual, realizar análise comportamental e de competências, assim como propor ações para o desenvolvimento dos talentos. Os processos de recrutamento e seleção, por sua vez, tornam-se mais efetivos com people analytics, que utiliza análise de dados para avaliação de perfis de candidatos em processos seletivos. Em algumas empresas, chatbots, inteligência artificial e machine learning são apostas para o desenvolvimento de treinamentos técnicos específicos.

A Norber é especialista no desenvolvimento e implantação de soluções de controle de acesso e de frequência, auxiliando na automação de processos e análise de dados, através de sistemas que modernizam a rotina organizacional. Um software como o NewPontoCloud automatiza a marcação de ponto dos funcionários e integra os dados às folhas de pagamento, gerando agilidade e eficiência ao RH. Já o NewMobile viabiliza a marcação de ponto remota, via smartphone, contribuindo com uma estratégia de mobilidade corporativa.

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Controle de acesso: Tudo o que você precisa saber

Controle de acesso é o sistema ou equipamento que limita o acesso de pessoas a determinados ambientes, seja em escritórios, fábricas, refeitórios, condomínios, hospitais ou estabelecimentos comerciais. Com a função de proporcionar mais segurança às pessoas e garantir a proteção de bens e informações, é um recurso recorrente e necessário. Conheça os tipos de controle de acesso e os benefícios de sua implantação para a gestão de sua empresa.

Tipos de controle de acesso

Para evitar que seu estabelecimento fique à mercê de estranhos, há diferentes tipos de controle de acesso disponíveis no mercado. Além de barreiras físicas (cancelas, catracas e portões), controladas ou não por pessoa de confiança, também há tecnologias que automatizam a entrada e saída de colaboradores previamente cadastrados, o que pode dispensar a necessidade de um funcionário para a segurança. São exemplos de tecnologias: senha, leitura biométrica, cartões de proximidade, reconhecimento facial, reconhecimento de voz e de íris, entre outras. Cada um destes tipos apresenta características específicas, e a escolha por um deles depende da demanda da empresa e, principalmente, do nível de proteção exigido.

Benefícios para a gestão

O aumento da segurança é a primeira vantagem quando se fala em controle de acesso. No entanto, estes sistemas trazem outros benefícios, como agilidade na identificação de visitantes, clientes e fornecedores, controle da quantidade de pessoas nos ambientes, restrição a pessoas não autorizadas. Também é possível, por meio de sistema de controle de acesso, detectar horários de pico, saber o número de pessoas num departamento, e até mesmo integrar a entrada num refeitório à marcação do intervalo intrajornada. Todos estes dados, disponibilizados em tempo real, são peças-chave para o aprimoramento da gestão organizacional.

Integração com sistema de ponto

Além de oferecer diferentes níveis de segurança no acesso em portarias e departamentos, restringindo o fluxo a colaboradores autorizados, o controle de acesso também pode ser integrado a sistemas de registro eletrônico de ponto (SREP). Esta integração reduz o risco de fraude na marcação de presença, já que um controle de acesso como o biométrico, por exemplo, efetua o registro de entrada e permite saber quem efetivamente está nas dependências da empresa. As informações de entrada e saída são automaticamente registradas, facilitando a gestão da jornada de trabalho e a redução do passivo trabalhista, como por exemplo o bloqueio do acesso para colaboradores que estejam em período de interjornada (descanso de 11 horas – Art. 66  da CLT). O acesso controlado também permite delimitar o horário de permanência do colaborador na empresa, o que pode reduzir consideravelmente os gastos com horas extras.

A Norber Tecnologia desenvolve sistema para controle de acesso e monitoramento de pessoas e veículos às dependências e áreas restritas de empresas, condomínios, hospitais e outros ambientes que sejam sensíveis do ponto de vista da segurança. O NewAcesso se destaca por suas funcionalidades e pela forma flexível de estabelecer comunicação com diversos equipamentos e fabricantes do mercado.

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4 passos para implantar uma Política de Ponto em 2019

Gerenciar a jornada de trabalho dos colaboradores produz inúmeros benefícios, desde gerar informações estratégicas sobre a produtividade até redução de custos com horas extras. Se sua empresa não faz a gestão de frequência de forma adequada, é hora de planejar a implementação de uma Política de Ponto. Veja nossas dicas e comece 2019 com um sistema prático, confiável e customizado às necessidades do seu negócio.

  1. Fique atento às normas

O primeiro passo para implantar uma Política de Ponto é conhecer a legislação relacionada ao tema. O parágrafo segundo do artigo 74 da CLT determina a obrigatoriedade da anotação dos horários de entrada e saída dos funcionários para estabelecimentos com mais de dez colaboradores, assim como o registro do intervalo de repouso. Além disso, a portaria 1.510/2009 do Ministério do Trabalho e Emprego regulamenta que registros eletrônicos sejam homologados e emitam comprovante, para devido controle do colaborador.

  1. Avalie a cultura e as necessidades da empresa

Os colaboradores da sua empresa funcionam melhor cumprindo horários rígidos? Costumam trabalhar fora das dependências da empresa ou atuam no esquema home-office? Ao criar uma política de ponto é importante avaliar a cultura organizacional e, sobretudo, buscar adequar o modelo de gestão ao dia a dia da corporação. Também vale ter em mente questões como: a) quando o funcionário está autorizado a fazer hora extra; b) como será feita a compensação do banco de horas; c) como proceder em casos de atraso e faltas. Tudo isso deve ser respondido no momento de criar e contratar soluções de gestão de frequência.

  1. Envolva os colaboradores

Uma Política de Ponto não é implantada sem mudança de hábitos. Para que a adesão seja um sucesso, comunique os colaboradores sobre as novas regras, transmita a informação sobre marcação de horários de forma clara, desenvolva uma campanha estimulando novos hábitos. Escute as demandas dos líderes, envolva-os no projeto e conte com eles para promover o engajamento dos colaboradores. Assim, você terá um time mais comprometido tanto com horários quanto com resultados.

  1. Invista em tecnologia

Ultrapassado, o livro de ponto é pouco prático e eficaz. Atualmente, sistemas de gestão de jornada permitem integrar o controle de ponto à folha de pagamento, garantindo mais praticidade e modernidade às atividades do RH. O investimento em tecnologia também proporciona que informações de frequência sejam atualizadas em tempo real, facilitando a gestão e a tomada de decisões.

A Norber é especialista em controle de ponto e desenvolve soluções customizadas que auxiliam na gestão da jornada de trabalho dos colaboradores. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto, do NewMobile e de outras ferramentas, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Férias coletivas: como planejar e aplicar na sua empresa

As festas de fim de ano estão chegando e, em muitas empresas, esta época é sinônimo de férias coletivas. Neste período, diversas companhias aproveitam que a procura dos clientes por seus produtos ou serviços é baixa para interromper as atividades e, assim, conceder férias simultaneamente a todos os colaboradores ou àqueles de determinado setor ou unidade. Saiba como planejar a concessão de férias coletivas e conheça os principais custos e procedimentos.

Quando conceder

Embora seja bastante frequente no fim do ano, este recurso pode ser aplicado em qualquer período, desde que cumpridas as obrigações legais. A ideia é aproveitar a sazonalidade do segmento de mercado em momentos em que a demanda, e consequentemente a necessidade de mão de obra, é menor.

Qual o período mínimo

As férias coletivas podem ser determinadas pela empresa independentemente da vontade do colaborador, segundo Artigo 139 da CLT. Podem ser divididas em até dois períodos de, no mínimo, 10 dias cada, e são descontadas do saldo total de férias de cada funcionário. Assim como as férias individuais, não começam em domingos e feriados.

Comunicação e procedimentos administrativos

O aviso de férias coletivas deve ser realizado ao menos 15 dias antes do início do recesso, seja por comunicado no mural de avisos, jornal interno ou email. Quanto antes, melhor o funcionário poderá se planejar. Para validar a ação, o RH precisa comunicar as datas estipuladas e setores beneficiados ao órgão local do Ministério do Trabalho (DRT), assim como informar o sindicato profissional da categoria. Também é imprescindível realizar a anotação na carteira de trabalho.

Pagamento das férias

Do mesmo modo que as férias individuais, as coletivas são remuneradas e têm um acréscimo de 1/3 do salário do trabalhador, proporcionais ao período de duração. Como o valor deve necessariamente ser pago dois dias antes da data de início das férias, é importante fazer um correto planejamento de custos.

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Mindfulness: prática visa acalmar a mente e aumentar o foco

Você costuma prestar atenção no que está fazendo no momento presente? Ao se alimentar, sente o sabor da comida ou se distrai com o celular e a televisão? Num mundo em que estímulos chegam de todos os lados, ligamos o piloto automático e realizamos diversas tarefas ao mesmo tempo, sem dedicar a elas a devida atenção. O resultado é falta de foco, ansiedade, pouca capacidade de concentração e stress.

Com o objetivo de combater esse desgaste mental que pode ter impactos psicológicos e físicos, uma prática chamada “mindfulness” vem ganhando mais adeptos no ambiente corporativo, principalmente nas empresas do ramo de tecnologia. Como parte de programas de bem-estar, pequenos grupos de funcionários se reúnem alguns minutos do dia para acalmar a mente e aumentar o foco através de técnicas e exercícios originados na meditação budista, mas sem o cunho religioso e espiritual associado à prática.

Do inglês, o termo tem sido traduzido por aqui como “atenção plena”. Na definição de Jon Kabat-Zinn, professor da Universidade de Massachusetts e criador do programa que visava reduzir o stress em pacientes com dores crônicas, mindfulness é “a consciência que emerge quando prestamos atenção, de propósito, no momento presente e sem julgamento”. Na prática, a ideia de utilizar técnicas de meditação e respiração é treinar a mente para que ela se concentre no momento presente, excluindo pensamentos e preocupações sobre o que ficou no passado ou o que virá no futuro.

Ainda que a prática de mindfulness possa gerar benefícios para o dia a dia, ampliando a capacidade de percepção em atividades variadas, nas empresas ela tem sido adotada como forma de aumentar o desempenho dos colaboradores. Profissionais com “atenção plena” são mais focados, criativos e produtivos. Além disso, são capazes de desenvolver melhores relações com colegas, gerenciam bem o tempo e lidam melhor com problemas. Como consequência, também estão menos propensos a sofrer com doenças relacionadas ao stress, como insônia, pressão alta e depressão.

A Norber é especialista em gestão de controle de ponto e desenvolve softwares que modernizam rotinas do RH. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto, do NewMobile e outras soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

A incrível arte de liderar seu time à distância

A primeira questão que vem à mente do gestor quando se fala em trabalho remoto é: como saber se minha equipe está de fato trabalhando? Ligada à cultura do controle, esta dúvida relaciona produtividade à presença física e ao tempo que o colaborador passa em frente ao computador.

Graças ao empurrãozinho dado pela tecnologia, esta cultura tem dado lugar à flexibilidade e à autonomia. Cada vez mais, o talento pode estar no home-office, no coworking do outro lado da cidade, ou até mesmo em outro país. A eficiência no trabalho passou a ser medida não pela presença, mas pelos resultados. Diante desta nova realidade, os gestores devem mudar o jeito de pensar para encarar o desafio de liderar times à distância. Confira nossas dicas e extraia o melhor da sua equipe.

Confie e inspire

As relações de trabalho estão mudando! Quem trabalha à distância costuma dar valor a rotinas flexíveis. Por isso, o melhor a fazer é respeitar individualidades e entender que há quem renda mais pela manhã e quem produza melhor à noite. Ao demonstrar consideração pelas escolhas do outro, você estimula o senso de responsabilidade e cria uma relação de confiança. Fomente o protagonismo pessoal e esteja aberto para atuar de modo horizontal. Essa é a atitude esperada de um líder, alguém que motiva, engaja e inspira.

Acompanhe os projetos

Permitir que o colaborador trabalhe de onde quiser não significa abrir mão de certa disciplina. O hábito de realizar encontros periódicos por videoconferência é uma prática que ajuda a acompanhar o fluxo dos trabalhos e garantir que não haja prejuízo nas entregas. A comunicação frequente também é fundamental para que o colaborador remoto não se sinta excluído ou sozinho. Acompanhe os projetos de perto por meio de ciclos rápidos de feedback, crie uma dinâmica efetiva e garanta que seu time mantenha a produtividade alta!

Estabeleça metas

Não dá para esperar resultados sem ter objetivos definidos. Por isso, não deixe de compartilhar com as equipes remotas quais são as metas e os passos para chegar lá. Defina prioridades, estabeleça prazos, mostre progressos e deixe claro que conquistas individuais têm importância para o todo. Com resultados expressivos, o local de onde seu time está trabalhando é o que menos importa!

A Norber é especialista em controle de ponto e desenvolve softwares que auxiliam a gestão da jornada de trabalho dos colaboradores, incluindo os que trabalham remotamente. O NewMobile permite a marcação de ponto via smartphone, de qualquer lugar e em tempo real. Para conhecer as funcionalidades desta ferramenta, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

As vantagens de um sistema de controle de ponto automatizado

Hoje em dia ninguém mais precisa perder um tempão agregando dados do ponto manual à folha de pagamento. Se na sua empresa o time de RH ainda usa planilhas de Excel para realizar esta tarefa, é hora de rever estratégias. Afinal, em pleno século 21, você só precisa de um software de gestão de jornada para automatizar o controle de ponto e livrar sua equipe deste trabalho maçante.

Ao substituir o ponto manual por um software de controle da jornada, as marcações de entrada, saída e intervalos de cada um dos funcionários da empresa são integradas automaticamente à folha de pagamento. Isso gera um incrível ganho de tempo para o RH, que passa a poder atuar em iniciativas mais importantes e alinhadas aos objetivos da empresa.

Outra vantagem é a segurança. Diferente do controle manual, mais passível de fraudes, um sistema de gestão de frequência como o NewPonto da Norber tem seu banco de dados blindado e atrelado ao servidor. Esse recurso impede a manipulação das marcações eletrônicas originais, seja pelo usuário ou pelo gestor, e proporciona maior transparência na relação entre empregador e funcionário.

No quesito controle de acesso, os softwares de gestão de frequência também levam vantagem sobre o ponto manual, já que podem ser integrados a catracas e ao ponto biométrico, limitando o acesso em portarias, departamentos ou refeitórios. Já para empresas que contam com colaboradores externos, como vendedores ou consultores, há soluções que permitem que os horários do expediente sejam marcados remotamente, via smartphone, de qualquer lugar e em tempo real. Em todos estes casos, é possível integrar automaticamente as informações do ponto à folha de pagamento, assim como obter dados para melhor gerenciar a jornada e as horas extras dos funcionários.

A Norber é especialista em controle de ponto e desenvolve softwares que auxiliam na gestão da jornada de trabalho dos colaboradores. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto, do NewMobile e de outras ferramentas, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Hora extra x banco de horas: o que é mais vantajoso

Hora trabalhada é hora paga. A CLT garante ao trabalhador o direito de ser remunerado pelo tempo trabalhado além da jornada normal e empregadores que descumprem as regras costumam arcar com consequências graves na Justiça do Trabalho. Mas, afinal, qual o melhor modo de fazer a compensação: hora extra ou banco de horas? Se sua empresa projeta crescimento e precisa que os colaboradores eventualmente excedam o horário de expediente para cumprir prazos e atender demandas, saiba como funcionam estes modelos de sobrejornada e escolha a mais apropriada para seu negócio.

Hora extra

A jornada padrão de 8 horas diárias permite que sejam feitas duas horas extras por dia, até o limite de 44 horas semanais. As horas adicionais trabalhadas têm valor mais alto e podem onerar a folha de pagamento da empresa: correspondem a 50% mais que a hora normal. À noite, entre 22h e 5h, sofrem um acréscimo de 20%, enquanto nos finais de semana e feriados custam 100% a mais. Para o trabalhador, é um sistema satisfatório, já que possibilita aumento da renda no fim do mês. Por outro lado, é menos flexível no sentido de não possibilitar folgas.

Banco de horas

Por meio do banco de horas, as horas excedentes trabalhadas são compensadas com folgas ou com a redução da jornada em outro dia. Realizado mediante acordo ou convenção coletiva, o modelo prevê que a compensação seja feita dentro do prazo de um ano. Em caso de acordo individual com o trabalhador, a compensação deve ocorrer dentro de no máximo 6 meses. Extrapolados esses prazos, as horas excedentes devem ser pagas com 50% de acréscimo. A vantagem para o funcionário é a possibilidade de, mediante entendimento com gestor, poder sair mais cedo conforme sua necessidade ou até mesmo obter folgas, como emendas de feriados.

Independentemente do modelo escolhido, é imprescindível fazer o correto gerenciamento das horas trabalhadas. Um sistema de controle de frequência como o NewPonto da Norber permite a marcação dos horários de entrada e saída dos colaboradores e ainda fornece dados que ajudam a avaliar a real necessidade de horas adicionais, permitindo aos gestores checar se há equipes subutilizadas ou sobrecarregadas. Com este tipo de informação em mãos é possível redistribuir tarefas, evitar horas excedentes e, consequentemente, gerar maior economia para a empresa.

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A arte de negociar e as características do bom negociador

Negociar faz parte das relações humanas. Nas interações cotidianas, e até sem perceber, negociamos o tempo todo. Desde o horário de TV com o filho até o prazo de entrega de um trabalho com o gestor. Apesar de fazermos isso habitualmente, tanto na vida pessoal como na profissional, às vezes saímos frustrados, com a sensação de que cedemos demais. Isso porque a negociação envolve técnica e autoconhecimento. Conheça algumas características do negociador profissional e aprenda a utilizar essa habilidade para atingir resultados para si e para sua organização.

Comunicação

A comunicação é o meio através do qual as partes interessadas chegam a um acordo. Quem é capaz de se fazer entender tem chances aumentadas de fechar um bom negócio. Demonstre interesse pelo interlocutor e use seu feeling para saber a hora de ser mais incisivo ou colaborativo. As pessoas gostam de sentir que têm vantagem, e mostrar a elas o que ganham com seu produto ou serviço é um bom jeito de persuadir.

Autoconhecimento

Baseado no comportamento humano, o psicanalista Gustav Jung classificou quatro estilos de negociadores: restritivo, amigável, ardiloso e confrontador. Na literatura corporativa, diversos autores também mapearam esses perfis, cada qual com características positivas e negativas. Conhecer e identificar essas características em si e no outro gera uma vantagem competitiva na mesa de negociação.

Controle emocional

O corpo fala e fornece sinais reveladores. Contratos são fechados não só com base em números, mas a partir de relações de confiança. Mantenha o controle emocional, crie sintonia com seu interlocutor e use a linguagem corporal de modo adequado para transmitir confiabilidade e segurança.

Empatia

Ser capaz de se colocar no lugar do outro é imprescindível na hora de fechar bons acordos. Ao invés de olhar o interlocutor como um inimigo, veja-o como alguém que, como você, está ali em busca da melhor solução. Escute atentamente as demandas do outro, entenda suas necessidades e limites e esteja aberto para construir alternativas que sejam boas para ambos.

A Norber é especialista em gestão de frequência e desenvolve soluções customizadas e de excelente custo-benefício, que integram as informações do controle de ponto à folha de pagamento e modernizam rotinas operacionais do RH. Para conhecer as funcionalidades das ferramentas, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

O que você precisa saber sobre consumo colaborativo

Os hábitos de consumo estão mudando, inclusive no Brasil. O desejo de possuir algo vem sendo substituído pelo de experimentar e, neste contexto, surgem no mercado empreendimentos colaborativos nos mais diversos segmentos de negócios. São cada vez mais frequentes as caronas compartilhadas, o coworking e o aluguel de casas e apartamentos particulares, assim como de bicicletas, roupas e acessórios.

A pesquisa “Consumo Colaborativo”, feita pelo SPC Brasil e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), mostra que 67% dos entrevistados acreditam que é mais importante utilizar um produto do que tê-lo, e que 68% se imaginam participando de práticas de consumo colaborativo em no máximo dois anos. Veja como sua empresa pode empreender nesse segmento e ser mais rentável.

Tenha um posicionamento adequado

Poupar dinheiro, evitar o desperdício, diminuir o consumo excessivo, incentivar a convivência e contribuir para a preservação do meio ambiente são as principais vantagens da economia compartilhada enxergadas pelos consumidores, segundo o estudo. Por isso, ter um posicionamento adequado junto aos potenciais clientes pode alavancar o seu negócio de modo significativo. Oferecer o que o consumidor realmente deseja e fazê-lo entender qual o propósito do seu produto ou serviço podem fazer toda a diferença na hora dele se decidir ou não pela compra.

Invista em tecnologia

Se há poucos anos um número pequeno de consumidores se atrevia a fazer transações online, hoje a tecnologia é cada vez mais uma aliada do mundo dos negócios. Por isso, invista em plataformas adequadas, que sejam fáceis e intuitivas nas suas maneiras de operar, navegar e efetuar pagamentos. Ter um site na Internet e perfis nas redes sociais também são essenciais para manter o relacionamento com seus públicos de interesse e, claro, gerar mais negócios.

Seja confiável para ser recomendado

Ainda segundo a pesquisa, as principais barreiras para o consumo colaborativo são a falta de confiança, o perigo de lidar diretamente com estranhos e a falta de garantia no caso de não cumprimento do acordo. Para vencer esses obstáculos, o seu negócio deve ser confiável para ser usado e, posteriormente, recomendado. Avaliações dos usuários sobre o produto ou serviço, assim como sobre os fornecedores, por exemplo, demonstram comprometimento com a transparência e com a qualidade do serviço prestado. Isso minimiza riscos e gera confiança, “curtidas” e recomendações a outros potenciais clientes.

Especialista em controle de frequência, a Norber desenvolve soluções tecnológicas que visam a melhoria de processos voltados à gestão de pessoas. O NewPonto é um software que integra o controle de ponto à folha de pagamento, otimizando tarefas administrativas. Para conhecer as funcionalidades desta ferramenta, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

O que você precisa saber sobre consumo colaborativo
O que você precisa saber sobre consumo colaborativo