Copo meio cheio ou vazio: ganhos e perdas da pandemia

Desde que o coronavírus se alastrou mundo afora, todos tivemos que adaptar as rotinas. O #fiqueemcasa virou norma, adotamos novos cuidados, passamos a conviver com incertezas e a repensar valores pessoais e profissionais. No trabalho, nos adaptamos à jornada remota e hoje fazemos reuniões (e happy hours) virtuais. As mudanças foram muitas e, embora haja mais dúvidas que certezas, já é possível apontar ganhos e perdas da pandemia.

A parte cheia do copo

Se podemos ver aspectos positivos de tudo isso, um deles é o desenvolvimento de um olhar de cuidado para com o próximo. Ao escancarar abismos sociais, a pandemia estimulou a cultura de solidariedade e de doação entre as pessoas e colocou à prova o papel social das empresas. Além da preocupação imediata com o bem-estar físico e emocional dos colaboradores, houve um despertar das empresas para a responsabilidade social corporativa. Cada vez mais, serão cobrados das organizações compromissos verdadeiros com ações inclusivas, governança e práticas de sustentabilidade socioambiental.

Em relação ao modelo de trabalho, ganhamos flexibilidade e autonomia com a implantação do home office em larga escala. Trabalhando de casa, ficamos livres dos longos deslocamentos e passamos a desfrutar mais tempo em família. Isso sem falar dos escritórios domésticos agora mais bem equipados. Para colocar os funcionários em trabalho remoto, as empresas investiram em tecnologia para fornecer soluções adequadas, desde equipamentos e rede para conexão com a Internet até sistemas de controle de frequência em nuvem para uma gestão eficiente e transparente da jornada.

E a parte vazia

Além de fazer um número assustador de vítimas, a pandemia do coronavírus esmagou a economia e impactou empresas financeiramente, algumas mais, outras menos. Colaboradores tiveram a jornada reduzida e outros foram desligados. Por causa da necessidade de isolamento social, perdemos também o convívio com amigos e colegas de trabalho.  

Nas empresas, o home office em larga escala e em tempo integral impõe desafios que podem colocar em risco a produtividade, a criatividade e o engajamento das equipes. Para combater eventuais efeitos colaterais de uma jornada remota mal planejada, é imprescindível que os gestores exerçam uma liderança aberta, colaborativa e afetiva. Neste sentido, comunicar metas com clareza é fundamental para manter a equipe unida e capaz de alcançar os resultados esperados. 

Outro fator a ser considerado é o eventual desequilíbrio entre vida profissional e pessoal. Colaboradores sem experiência com o trabalho remoto podem apresentar dificuldade em gerir o tempo, seja relaxando nas entregas ou excedendo a jornada. Para evitar a perda de produtividade associada a estes tipos de comportamento, vale promover treinamentos sobre gestão do tempo e implantar sistemas de controle de ponto online que limitam o acúmulo de horas extras.   

A Norber desenvolve softwares que facilitam o controle de frequência dos colaboradores, incluindo dos que trabalham em home office. O NewPonto Cloud armazena dados na nuvem, possibilitando o gerenciamento online da jornada. Já o NewMobile permite a marcação de ponto via smartphone, de qualquer lugar e em tempo real. Para conhecer as funcionalidades destas soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

RH e o “novo normal”: Atribuições no pós-pandemia

O RH assumiu um protagonismo determinante no enfrentamento da crise provocada pelo coronavírus. Desafiado a agir rapidamente e em várias frentes, o setor atuou com as lideranças e encabeçou mudanças organizacionais estratégicas durante a pandemia. Entenda como estas mudanças impactarão a gestão de pessoas e quais papéis os profissionais da área deverão desempenhar no “novo normal” que se anuncia.   

Apoiar a adaptação à nova realidade de trabalho 

No começo da pandemia, as empresas estruturaram planos de contingência para manter as atividades ininterruptas sem colocar em risco a segurança do colaborador. Em muitas delas, o RH foi o setor responsável por comunicar cuidados, promover o bem-estar e apoiar a maior de todas as mudanças: a implementação do home office em larga escala. Para isso, cuidou dos trâmites contratuais e orientou a transformação digital necessária viabilizando ferramentas de trabalho e preservando a produtividade remota. Se hoje diversas companhias consideram manter o home office na rotina corporativa, muito se deve a uma bem-sucedida gestão à distância que integrou RH, TI e outros setores estratégicos. Daqui em diante, espera-se do profissional de RH liderança para estreitar a interação entre as áreas e apoiar a adaptação ao modelo de trabalho remoto. 

Concentrar informações para a tomada de decisões

Para minimizar os impactos econômicos da crise, coube ao RH rever custos operacionais, reavaliar processos e adequar contratos às novas Medidas Provisórias anunciadas pelo governo, seja remanejando férias, realizando desligamentos ou reduzindo jornadas. Na hora de efetuar as adequações, saíram-se melhor as empresas que contavam com sistemas de ponto flexíveis e capazes de fornecer dados para uma tomada de decisão embasada. O NewPonto Cloud da Norber é um software de gestão de frequência que garantiu aos gestores acesso remoto às informações dos colaboradores e, sobretudo, possibilitou a rápida reparametrização das jornadas. Frente à clara importância da tecnologia, fica a lição: o investimento em softwares é o caminho para o futuro do RH, que será cada vez mais digital e baseado em analítica.

Engajar os profissionais e fortalecer a cultura da empresa 

O bem-estar físico e emocional do colaborador é um ponto de atenção na pandemia. Sobretudo em tempos de isolamento social, o RH tem como missões direcionar um olhar humanizado às relações de trabalho e promover o clima organizacional positivo. Mais do que nunca, transparência, empatia e companheirismo são características da mais alta relevância na cultura corporativa. Ao RH cabe ajudar os gestores na criação de um ambiente de trabalho inspirador, colaborativo e produtivo, onde prevaleçam a sensação de pertencimento, o acolhimento e o espírito de equipe. 

A Norber desenvolve softwares que facilitam o controle de frequência dos colaboradores, incluindo os que trabalham em home office. O NewPonto Cloud armazena dados na nuvem, possibilitando o gerenciamento online da jornada. Já o NewMobile permite a marcação de ponto via smartphone, de qualquer lugar e em tempo real. Para conhecer as funcionalidades destas soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

5 dicas de gestão para engajar sua equipe em home office

Como anda o desempenho da sua equipe no home office? Os projetos caminham a mil ou você está sofrendo com a falta de engajamento dos colaboradores e consequentes atrasos? Desde que a pandemia do coronavírus levou quadros de empresas inteiras para trabalharem de casa, um dos desafios entre os gestores é liderar equipes à distância sem deixar a produtividade cair. Confira dicas para engajar sua equipe: 

  1. Estabeleça relações de confiança

A primeira regra que todo líder de equipe remota deve ter em mente é que sua relação com os colaboradores deve ser mais de confiança que de controle. Ao invés de se preocupar com o número de horas na frente do computador, solicite resultados. O sucesso deste modelo de gestão, portanto, está na definição de metas específicas, alcançáveis e mensuráveis, assim como nos deadlines para o cumprimento das entregas.   

  1. Disponibilize ferramentas

Não reclame de improdutividade se seus colaboradores não têm em mãos as ferramentas necessárias para desenvolver suas tarefas. Estando à frente de uma equipe que atua à distância, é seu papel disponibilizar recursos e facilitar o acesso a informações. Neste sentido, sistemas Cloud integrados e soluções Mobile mostram-se indispensáveis, pois garantem acesso a dados, agilizam processos e promovem a colaboração. Um software como o NewPonto Cloud, por exemplo, proporciona ao RH o controle da jornada online, uma vez que os dados dos colaboradores ficam armazenados em segurança na nuvem. 

  1. Faça alinhamentos periódicos

Em um período de incertezas como o que vivemos, os cenários podem mudar da noite para o dia, assim como os objetivos estratégicos da empresa. Como gestor, não deixe os membros da sua equipe às escuras e mantenha-os a par das novas decisões. As reuniões de alinhamento são importantíssimas e devem manter uma periodicidade regular. Estabeleça uma rotina de reuniões virtuais – que sejam, de preferência, pré-agendadas. Com planejamento e transparência, você certifica que o grupo está caminhando junto e com o mesmo propósito.     

  1. Otimize a comunicação

Se as videoconferências são uma boa pedida para reuniões longas e em grupo, existem demandas urgentes que podem ser resolvidas de imediato através de meios mais diretos e privativos. Porém, apesar da variedade de canais disponíveis, nem todos são apropriados ou seguros. Para otimizar a comunicação e preservar a segurança da informação, delimite canais oficiais e incentive o diálogo, seja via e-mail, aplicativos de mensagens instantâneas ou chats corporativos. Já na hora de fornecer feedbacks ou ter conversas sensíveis, prefira uma ligação ou um vídeo privativo, que são mais pessoais e assertivos.

  1. Fortaleça laços

O ambiente de trabalho é um lugar onde criamos vínculos e fazemos amigos. Em tempos de distanciamento social, ter empatia e mostrar-se disponível para assuntos que vão além das questões corporativas ajudam a manter o grupo motivado e unido. Inverta a sensação de isolamento pela de pertencimento fornecendo apoio e mantendo viva a cultura da empresa. Faça com que as pessoas se sintam integradas e valorize as vantagens do home office incentivando o equilíbrio entre trabalho e qualidade de vida.   

A Norber desenvolve softwares que facilitam o controle de frequência dos colaboradores, incluindo dos que trabalham remotamente. O NewMobile permite a marcação de ponto via smartphone, de qualquer lugar e em tempo real. Já o NewPonto Cloud armazena dados na nuvem, possibilitando o gerenciamento online da jornada. Para conhecer as funcionalidades destas soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Dores do crescimento: como enfrentar o problema e avançar de modo estruturado

Crescer é o objetivo de toda empresa, certo? Porém, nem todas se preparam para isso e, na medida em que expandem e ganham mercado, as reclamações dos clientes aumentam, o turnover cresce e a lucratividade cai, mesmo com a melhoria das vendas. Se a sua organização está passando por problemas desse tipo, é sinal de que está sofrendo as “dores do crescimento”.

Neste caso, é hora de realizar uma análise profunda da gestão e realizar ajustes para que o negócio volte a crescer de modo sustentável e estruturado. Confira nossas dicas para que o processo de crescimento seja menos doloroso:

Capacite e desenvolva lideranças

Não tem como escapar: para ganhar escala, toda empresa precisa se profissionalizar. Em parte, o processo de profissionalização passa pelo investimento em capital humano – afinal, sobrecarga e falta de capacitação geram queda na produtividade. Mas não basta apenas contratar. Para ter um time de fato engajado com o crescimento, recrute as pessoas certas para os cargos, treine colaboradores e, sobretudo, desenvolva lideranças.

Invista em tecnologia

Em geral, os problemas surgem em decorrência da lacuna entre a estrutura existente e a que seria necessária para acompanhar o desenvolvimento. Para suportar o novo tamanho, aposte na inovação e invista em tecnologias que sustentem as necessidades de produtividade das equipes. Softwares de controle de acesso e de jornada, por exemplo, automatizam tarefas e proporcionam mais agilidade aos processos, gerando ganhos de eficiência.

Fortaleça a cultura organizacional

Com o aumento da demanda e do nível de exigência, muitas organizações passam a apenas “apagar incêndios” e acabam se distanciando do seu propósito inicial. De repente, a mão do dono já não está mais presente e a qualidade cai. Para retomar o controle e evitar desvios, fortaleça a cultura organizacional e deixe claro aos colaboradores qual é o caminho a seguir. Os objetivos estratégicos de crescimento devem estar sustentados em valores, então reforce a comunicação interna, escute os clientes e lembre-se que a sua empresa deve atender uma necessidade real do mercado.

A Norber desenvolve sistemas de controle de acesso e de frequência que ajudam organizações a crescerem de modo sustentável. O NewPonto Cloud é um software de controle de jornada na nuvem que automatiza a folha de pagamento e facilita tarefas operacionais do RH. Para conhecer as funcionalidades desta solução, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

5 erros comuns na gestão de projetos de TI e como driblá-los

A decisão de implementar um novo software é sempre vista com otimismo nas empresas. Afinal, contar com tecnologia para otimizar processos significa, no fim do dia, aumentar a produtividade das equipes e a competitividade do negócio. No entanto, as coisas nem sempre acontecem do jeito que a liderança gostaria. A falta de planejamento infelizmente acaba fazendo com que os projetos levem mais tempo para sair do papel ou custem mais do que o previsto. Conheça 5 erros comuns em gestão de projetos de TI e saiba como evitá-los.

  1. Planejamento equivocado

O planejamento evita alterações intermináveis no projeto, retrabalho e atrasos que comprometem o custo-benefício calculado. Por isso, que tal primeiro reunir as áreas que se beneficiarão com a tecnologia a ser implantada para verificar suas reais demandas e alinhar as expectativas? A introdução de um sistema de controle de acesso, por exemplo, exige envolvimento de gestores de RH, TI e segurança. Somente conhecendo as necessidades da sua empresa, será possível desenvolver ou até mesmo customizar um sistema que, de fato, proporcione resultados positivos.

  1. Falta de conhecimento de rotinas

Projetos de TI são complexos e frequentemente podem impactar diversas áreas da companhia. Para mitigar riscos e evitar a interrupção do fluxo de trabalho é necessário avaliar processos, metas e normas das áreas potencialmente afetadas e do negócio como um todo. A avaliação criteriosa de rotinas permite desenvolver mecanismos para aplicar mudanças sem comprometer as tarefas do dia a dia.

  1. Deixar de contar com parceiros especialistas

Em muitos casos, a contratação de uma empresa especializada é o modo mais eficiente, seguro e barato de investir em tecnologia. Além de expertise no desenvolvimento de softwares, parceiros especialistas podem criar soluções customizadas, executar a implantação com agilidade e fornecer suporte técnico. Além disso, são capazes de reconhecer incompatibilidades com ferramentas já em uso e realizar correções e ajustes antecipadamente.

  1. Falta de liderança e comunicação deficitária

Independentemente do software introduzido, é fundamental que os projetos de TI sejam geridos por profissionais experientes e comprometidos. A liderança tem papel decisivo para o cumprimento do cronograma e o alcance dos objetivos com a qualidade requerida. A gestão eficiente também requer comunicação efetiva, seja para lidar com a equipe interna responsável pela execução ou com o fornecedor de tecnologia.

  1. Não realizar o treinamento da equipe

Deixar de realizar o treinamento da equipe pode colocar todo o esforço a perder. A instrução dos usuários sobre os recursos e funcionalidades da nova aplicação potencializa o uso do sistema implantado, tornando as rotinas mais ágeis e integradas. Consequentemente, o retorno do investimento será mais rápido e efetivo.

A Norber desenvolve softwares de controle de acesso e de frequência que promovem melhorias nos processos de gestão de pessoas. O NewAcesso, sistema para gerenciamento de ambientes que demandam segurança, é compatível com catracas dos principais fabricantes e integrável ao NewPonto Cloud, software de controle de ponto na nuvem. Para conhecer as funcionalidades destas soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Modelos de gestão: qual o mais adequado para sua empresa

O modelo de gestão de uma empresa diz muito sobre a maneira como as lideranças administram seus recursos – humanos e financeiros – em prol do crescimento do negócio. Seja focando em resultado ou tornando o processo decisório mais participativo, o objetivo é sempre aumentar a competitividade e melhorar a lucratividade. O modelo adotado, porém, depende de diversos fatores, como a cultura organizacional, o perfil dos funcionários e tipo de atuação. Conheça os principais modelos de gestão e decida qual o mais adequado para a sua empresa.

Gestão participativa

Por meio de relações menos hierárquicas e mais verticalizadas, este modelo incentiva a participação e o engajamento dos colaboradores, que têm voz ativa no processo decisório. Também chamada de gestão democrática, pressupõe habilidade comunicacional elevada, maturidade para debater e negociar, além de colaboração e trabalho em equipe.

Gestão meritocrática

A ideia é alavancar a performance recompensando o colaborador a partir de seu desempenho individual. Se por um lado o modelo meritocrático estimula a competitividade, por outro pode acirrar disputas e elevar a tensão internamente. Para funcionar, deve necessariamente contar com avaliações transparentes – de modo que todos tenham oportunidades de crescer junto com a empresa.

Gestão focada em resultados

O alcance de metas é o que realmente importa neste modelo de gestão que almeja soluções rápidas. Com objetivos bem definidos, valoriza-se mais o resultado do que o processo para atingi-lo. Aqui, a quantidade de horas passadas dentro do escritório ou os caminhos na realização de tarefas não têm relevância desde que a entrega seja real e efetiva.

Gestão focada em processos

A palavra-chave deste modelo de gestão é aprimoramento de processos. Com foco na eficácia do trabalho realizado, visa otimizar o tempo e os recursos de modo a agregar valor a todas as etapas da cadeia produtiva. Por valorizar a qualidade do produto ou serviço final, exige metodologia, controle e sistematização.

A Norber desenvolve sistemas de controle de acesso e de frequência que modernizam a gestão de pessoas. O NewPonto Cloud é um software que integra as informações do controle de ponto à folha de pagamento, garantindo mais agilidade e eficiência ao RH. Para conhecer as funcionalidades desta solução, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

4 lições de liderança e carreira do filme “O Diabo Veste Prada”

Lançado em 2006, o filme “O Diabo Veste Prada” se tornou um clássico do cinema e até hoje é fonte de inspiração para o mundo corporativo. Na trama, a recém-formada jornalista Andrea Sachs (Anne Hathaway) se submete à gestão autoritária de Miranda Priestly (Meryl Streep), a temida editora da revista que é considerada a “bíblia da moda”. Com cenas divertidas, o longa apresenta uma série de conflitos que funcionam como lições de liderança e carreira para o dia a dia no trabalho. Confira:

  1. Liderança

Quem assistiu ao filme sabe que a toda-poderosa Miranda, definitivamente, não tem o perfil de líder. Autoritária, ela chega a cometer abusos e crueldades. Seu jeito de comandar é mais parecido com o dos chefes do passado, baseado em poder e intimidação. Trata-se de um estilo oposto ao praticado pelas lideranças mais admiradas da atualidade, que praticam uma gestão mais participativa e menos hierárquica para extrair o melhor dos colaboradores. Respeito, cooperação e engajamento por meio do exemplo são mais eficientes para a conquista de resultados e para a construção de um ambiente de trabalho saudável.

  1. Adaptação

Pouco antenada ao mundo fashion, Andrea tinha tudo para não dar certo na revista. Quando estava prestes a desistir, um amigo lhe disse: “Você não está tentando, está lamentando”. Ao perceber que a mudança dependia só dela mesma, a jovem assistente entrou no jogo para jogar. Tão logo passou a se interessar por moda e usar roupas adequadas ao cargo, sua confiança cresceu, assim como o comprometimento com o trabalho. Adaptar-se à cultura da empresa foi o grande passo para a transformação da protagonista, que ganhou o respeito e a admiração dos colegas – inclusive da arrogante Emily, que vivia tentando lhe puxar o tapete.

  1. Superação

Você já se viu diante de uma tarefa tão desafiadora que achou que não poderia cumpri-la? Andrea também, quando a chefe implacável lhe pediu que conseguisse o manuscrito inédito do novo livro da saga Harry Potter. O que parecia impossível se tornou realidade quando, focando mais na solução do que no problema, ela procurou alternativas, fez bom uso do networking e alcançou seu objetivo. A lição: com determinação e pensando fora da caixa é possível superar expectativas e chegar ao fim do expediente com aquela sensação de dever cumprido.

  1. Equilíbrio

No decorrer do filme, Andrea passa a viver para o trabalho. Para atender aos pedidos mirabolantes da chefe, ela fica disponível 24 horas por dia – o que acaba a afastando da família e dos amigos. Dedicação é extremamente importante para uma carreira de sucesso, mas o limite é o equilíbrio entre vida profissional e pessoal.

Gostou do filme ou se identificou com algumas das situações relatadas? Quais aprendizados da ficção você leva para sua carreira?

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Squad: conheça o modelo organizacional adotado por startups como o Spotify

Conquistar agilidade para responder às demandas em constante transformação é o objetivo de toda empresa que deseja ser competitiva. Por esse motivo, tem aumentado o investimento em softwares que automatizam processos e descomplicam rotinas corporativas. Paralelamente à aposta em tecnologia, novos modelos organizacionais surgem para aprimorar a dinâmica de trabalho. Um deles é o Squad, que foi adotado pela gigante do streaming Spotify e se tornou tendência entre startups.

Como o nome em inglês sugere, squads são esquadrões. Diferentemente do modelo tradicional no qual áreas de uma companhia atuam isoladamente, os squads são equipes multidisciplinares e autogerenciadas que reúnem profissionais de diferentes setores – isto é, em um mesmo grupo há um representante de TI, outro de RH e alguém de Design e Finanças, por exemplo. Cada grupo tem um objetivo específico a cumprir – e autonomia suficiente para definir prioridades e tomar decisões.

Autonomia, agilidade e alinhamento

A ideia do formato é garantir agilidade na execução dos projetos, seja o desenvolvimento de um novo produto ou a solução de um problema. Por se tratarem de times pequenos e multidisciplinares, a comunicação entre os membros é facilitada e as respostas são geradas com maior velocidade e eficiência, sempre a partir da troca de conhecimentos e do cruzamento de experiências.

Além de agilidade na entrega, outra vantagem do modelo é a liderança compartilhada. Embora em cada squad exista um product owner, que é o responsável por definir prioridades, as relações dentro dos grupos são orgânicas e horizontais – o que se traduz em mais comprometimento e aumento da produtividade. Vale destacar o maior alinhamento aos objetivos do negócio, assegurado pela comunicação através dos demais níveis de agrupamentos, como as tribes (junção de dois ou mais squads que possuem objetivos similares) e os chapters (profissionais com a mesma skill, isto é, do mesmo departamento).

Pensando em implementar o modelo de squads na sua empresa? Então coloque na balança os pros e contras. O sucesso do formato depende da cultura corporativa e da maturidade dos profissionais em atuar com liberdade e autonomia. Nas empresas com hierarquias rígidas pode ser difícil a adaptação a um método que demanda flexibilidade, colaboração e autogestão. Você faz parte de algum squad? Compartilhe conosco sua experiência com esta metodologia.

A Norber desenvolve tecnologias de controle de acesso e de frequência alinhadas às novas demandas do mercado. Softwares como o NewPonto Cloud e o NewMobile modernizam rotinas do RH e ao mesmo tempo fornecem maior flexibilidade e mobilidade aos usuários. Para conhecer as funcionalidades destas soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

5 razões para cultivar a diversidade no ambiente de trabalho

A liderança tem papel decisivo na promoção da diversidade no ambiente de trabalho. É por meio do comprometimento de diretores, gerentes e líderes que políticas de inclusão são tiradas do papel e se tornam realidade, seja na hora de contratar, equiparar salários e garantir igualdade de oportunidades. As empresas mais inovadoras já compreenderam as vantagens dos ambientes heterogêneos e abertos aos diferentes gêneros, competências, etnias, idades e origem social. Veja 5 razões para seguir este exemplo e cultivar a diversidade.

  1. Enriquecimento cultural

Profissionais de perfis diferentes têm vivências, conhecimentos e experiências diferentes. Quanto maior for a mistura de perfis, mais amplo será o campo de visão de uma empresa e, portanto, maior sua capacidade de desenvolver soluções criativas. A pluralidade de ideias é enriquecedora, pois abre um mundo de novas perspectivas.

  1. Cultura da inovação

Segundo pesquisa da consultoria Accenture, empresas inclusivas e diversas são 11 vezes mais inovadoras do que a concorrência. O estudo “Getting to Equal 2019” mostrou que 85% das pessoas em companhias que valorizam a cultura da igualdade não têm medo de errar para inovar.

  1. Redução de conflitos

O convívio com a diferença é a chave para a empatia. Ao se colocar no lugar do outro, há uma maior compreensão de pontos de vista distintos. A valorização da diversidade resulta em um melhor clima organizacional, pois embora o jeito de pensar seja diferente, imperam o diálogo, a busca por acordo e o respeito ao próximo.

  1. Aumento da produtividade

Ambientes que acolhem a diversidade tendem a apresentar menores taxas de turnover e de absenteísmo. Na medida em que os profissionais encontram um lugar cooperativo, acolhedor e flexível, passam a se sentir mais engajados com a empresa e mais motivados a desempenhar suas tarefas com eficácia.

  1. Fortalecimento de imagem

Empresas que combatem preconceitos são bem vistas não só pelos funcionários, mas também pela sociedade. Ao garantir que minorias historicamente excluídas do mercado de trabalho tenham as mesmas oportunidades, as corporações cumprem seu papel social e fortalecem a imagem junto a clientes e formadores de opinião.

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Liderança 4.0: Características do gestor na era digital

O modelo tradicional de gestão, marcado por hierarquia, padronização e controle, está ficando para trás. O progresso tecnológico e a chegada de gerações hiperconectadas ao mercado de trabalho exigem das empresas uma gestão mais compartilhada e menos hierárquica: a liderança 4.0. Este novo conceito faz referência à chamada 4ª Revolução Industrial, ou Indústria 4.0, processo cujo potencial transformador é tão ou mais poderoso que o proporcionado pela máquina a vapor, a eletrônica ou a informatização nos séculos passados.

Nesta nova era, a convergência de tecnologias disruptivas como robótica, inteligência artificial, internet das coisas e computação em nuvem tem impacto radical no modo de vida, no consumo, no jeito de se relacionar e de fazer negócios. O ambiente empresarial, consequentemente, tem que contar com líderes verdadeiramente dispostos a estimular a inovação em seus times para lidar com os desafios da nova era digital.

Foco nas pessoas

Em um ambiente de cadeias produtivas conectadas e processos adaptáveis, é papel da liderança focar nas pessoas. O líder 4.0 atua como um facilitador, alguém que promove o diálogo e empodera os colaboradores. Sua principal característica é a capacidade de entender o outro e extrair dele todo seu potencial. Empatia, facilidade de comunicação e habilidade para lidar com a diferença são aspectos fundamentais.

Colaboração e autogestão

Equipes formadas por millennials e centennials buscam maiores desafios, autonomia e responsabilidades. Para engajar e motivar esta turma movida por propósito é preciso que o líder delegue e faça com que cada um se sinta parte do todo. Ao estimular a comunicação, a autogestão e a colaboração, é possível colher resultados extraordinários, mesmo com os integrantes do time trabalhando à distância.

Rapidez na tomada de decisões

Diante de informações disponibilizadas na nuvem e em tempo real, o líder 4.0 deve tomar decisões rápidas e ter inteligência emocional para lidar com pressões. No dia a dia, deve compreender a totalidade do negócio e ser ágil para encontrar oportunidades. Saber gerenciar conflitos e ter foco nos resultados também são habilidades necessárias ao perfil moderno de gestão.

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