6 lições da Fórmula 1 para aplicar no seu negócio

Rivalidade à flor da pele, mas também trabalho em equipe e resiliência para lidar com a pressão estão em “Drive to Survive”, série da Netflix sobre os bastidores da Fórmula 1. Conheça 6 lições das pistas de corrida para aplicar no seu negócio. 

  1. Superação

Com apenas 20 posições no grid, a Fórmula 1 é um esporte para poucos e bons. Manter-se no nível mais alto do automobilismo mundial exige dos pilotos preparo e superação. Mesmo veteranos com título na bagagem precisam desafiar o cronômetro e gerar resultados, sob o risco de perder espaço para um jovem novato. A idade média dos pilotos, cada vez mais baixa, sugere que experiência sem desempenho não garante lugar no circuito mundial.  

  1. Resiliência

Além de técnica para levar o carro ao limite, os pilotos que alcançam os lugares mais altos do pódio apresentam soft skills bem desenvolvidas. Liderança, concentração, inteligência emocional, motivação e capacidade de tomar decisões rapidamente são habilidades decisivas para competir em tão alto nível. Resiliência também é fundamental para suportar a pressão – do chefe de equipe, dos fãs, da imprensa e patrocinadores – e as puxadas de tapete, que também existem e podem vir até do companheiro de escuderia. 

  1. Comunicação e espírito de equipe

Ainda que Hamilton, Verstappen ou Vettel sejam o foco dos holofotes, por trás de cada piloto há centenas e até milhares de profissionais trabalhando duro nos bastidores para colocar nas pistas o carro mais rápido e confiável já visto. Nas fábricas e nas corridas, o espírito de equipe cultivado entre essa turma de engenheiros, mecânicos e pilotos é essencial, com alinhamentos e feedbacks constantes. Comunicação é outro ponto forte, pois só com troca de informação dinâmica e análise de dados em tempo real traçam-se estratégias, coordenam-se os esforços ou se fazem pit-stops em meros dois segundos.

  1. Planejamento e agilidade

Um carro de Fórmula 1 é feito de milhares de componentes, ou seja, muitas coisas podem dar errado num treino, numa disputa classificatória ou durante a corrida. Para minimizar o risco de eventuais problemas, acidentes e prejuízos, é determinante contar com um planejamento rigoroso e uma gestão perfeita de todos os processos. Como nas empresas, erros podem acontecer. E quando acontecem, a ordem é atuar de maneira ágil e pragmática, colocando o foco no problema e em busca de soluções. 

  1. Inovação

Em um esporte competitivo como a Fórmula 1, quem não investir em tecnologia e inovação fica literalmente para trás. Para evoluir nas pistas, é preciso também disputar a acirrada corrida tecnológica. Na história da competição não faltam exemplos como o da Mercedes, que encontrou uma brecha no regulamento e surpreendeu os adversários com um sistema que alterava a geometria da suspensão através do volante, garantindo mais estabilidade nas curvas. Essa inovação, apesar de polêmica, ajudou a escuderia a otimizar sua performance e alcançar o heptacampeonato de construtores em 2020.   

  1. Conexão com o público

Em todo o mundo, a Fórmula 1 vinha perdendo audiência, já que as gerações ultraconectadas à internet trocaram as corridas na TV aos domingos pelo streaming e redes sociais. Com o objetivo de alcançar um novo público e reconquistar antigos fãs, a produção da série “Drive to Survive” pela Netflix se mostrou uma jogada certeira, com uma narrativa repleta de rivalidade, adrenalina, glamour e personagens polêmicos. A iniciativa, somada ao reposicionamento digital, contribuiu para revitalizar a marca F1 e aumentar a base de fãs em diversos países, em uma lição de como ser atrativo e gerar conexão com as pessoas. 

A sua empresa está conectada com o público? É resiliente, inovadora, competitiva e data-driven como uma escuderia de Fórmula 1?    

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5 práticas essenciais de um bom líder

Ser líder, mais que um cargo ou posição, é questão de atitude e comportamento. Com a adoção de modelos de trabalho mais flexíveis, é necessário repensar práticas para manter os profissionais motivados e produtivos, mesmo trabalhando à distância. Nesse contexto, o chefe de perfil autoritário sai de cena e dá lugar a lideranças capazes de desenvolver talentos por meio de relações baseadas na confiança. Conheça 5 práticas que gestores excepcionais devem ter para liderar nos novos tempos:

  1. Estabelecer conexões

Como se sabe, os profissionais mais qualificados do mercado podem até aceitar um emprego por um s’alário e um pacote de benefícios recheado, mas só se mantêm leais se tiverem um bom relacionamento com seus gestores. As relações, portanto, são a base para compor equipes engajadas e de alta performance. Como líder, é fundamental criar conexões verdadeiras com as pessoas do seu time. Encontre pontos em comum, pratique a escuta ativa, compartilhe experiências, seja transparente. Lembre-se que uma comunicação clara, objetiva e respeitosa é imprescindível na hora de envolver as pessoas em torno de um objetivo comum.  

  1. Respeitar diferenças individuais

Um líder bem-sucedido não só entende que cada pessoa tem bagagem e experiências de vida diferentes, como valoriza e tira proveito da diversidade da equipe. Quem respeita diferenças individuais – de gênero, raça ou cultura – forma times plurais, com habilidades que se somam e se complementam. No dia a dia, dê autonomia aos colaboradores, envolva a todos nas tomadas de decisões e mostre que você valoriza quem são e o que pensam, independentemente de posição. Essa liderança menos hierarquizada e mais participativa aumenta a confiança mútua, gera um sentimento de pertencimento e favorece a colaboração, potencializando a criatividade e a inovação.  

  1. Trabalhar pelo outro, não por você

Um erro comum cometido por diversos gestores em posição de liderança é focar apenas na própria carreira. Em geral, quem olha exclusivamente para o próprio umbigo não percebe que crescimento profissional só é viável se estiver acompanhado do crescimento do outro e da empresa como um todo. Ao invés de buscar promoções e outras vantagens pessoais, invista no desenvolvimento de quem está ao seu redor, estimulando que cada um faça mais e melhor. Promova um ambiente de aprendizagem contínua, forneça feedbacks construtivos, aponte caminhos e reconheça quem está ao seu lado. Ao criar oportunidades para a evolução daqueles com quem trabalha, você alavanca resultados para o time xe para o negócio.  

  1. Influenciar pelo exemplo

Líderes genuínos são pessoas altamente positivas. A autoconfiança, o entusiasmo e a satisfação que esses profissionais demonstram acerca do trabalho e da vida são uma verdadeira fonte de inspiração. De maneira geral, conseguem influenciar pelo exemplo e têm facilidade para adaptar-se a novos contextos e situações. E engana-se quem pensa que para ser líder é preciso abrir mão da vida pessoal. Com um entendimento claro de que qualidade de vida é inegociável, os líderes dos novos tempos compreendem que é necessário saber relaxar para ser mais produtivo. No comando da sua equipe, incentive a gestão eficiente do tempo e mostre que é possível – e desejável – buscar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. 

  1. Apostar em soluções inovadoras 

A transformação digital está automatizando processos burocráticos e possibilitando que o capital humano dedique sua capacidade produtiva a tarefas mais estratégicas. Às lideranças cabe fornecer sistemas e ferramentas que facilitam a gestão e a colaboração, promovendo agilidade e eficiência ao dia a dia. Por meio de um software de ponto online e em nuvem, por exemplo, é possível gerir a jornada de trabalho dos colaboradores em tempo real e de maneira colaborativa, seja em home office ou na sede da empresa.    

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5 erros comuns que até os melhores líderes cometem

Gerir pessoas não é tarefa fácil. No dia a dia, até mesmo o mais experiente líder comete deslizes. Confira se você está incorrendo em algum destes cinco erros comuns e corrija a rota.  

  1. Ser controlador demais

Engana-se quem acha que liderar é controlar em detalhes a rotina da equipe. Ao invés de querer centralizar tudo em si mesmo, delegue tarefas e atue como um incentivador para que os profissionais gerenciem a própria rotina com responsabilidade, priorizando atividades e sendo capazes de tomar decisões por conta própria. Só tome cuidado para também não ser liberal demais, do tipo que deixa o barco correr e lava as mãos. O ideal é encontrar o equilíbrio entre essas duas tendências, sempre direcionando o foco, alinhando expectativas e comunicando metas claras e específicas. 

  1. Querer que todos pensem como você

De modo geral, tendemos a querer nos relacionar com quem pensa, age e trabalha como a gente. Porém, cada ser humano tem uma trajetória, experiência e história de vida diferente. Ao invés de querer moldar o outro à sua imagem e semelhança, que tal valorizar as diferenças e aproveitar essas variadas competências? Equipes diversas que possuem objetivos em comum costumam ser mais inovadoras e produtivas.   

  1. Achar que pode tudo

O famoso “manda quem pode, obedece quem tem juízo” é, infelizmente, muito comum nos cargos de liderança. Contudo, esse perfil de chefe autoritário, apegado à hierarquia, não consegue mais que pessoas desmotivadas e frustradas com o ambiente de trabalho. Outro perfil nocivo é o do heroi que resolve tudo, deixando as equipes dependentes, sem iniciativa e acomodadas. 

  1. Não comunicar no tempo certo

A falha na comunicação é um dos problemas que mais afetam o bom desempenho de uma equipe. Não compartilhar informações e deixar de fornecer feedback são atitudes extremamente prejudiciais, que não só colocam em risco o andamento de projetos como geram mal-entendidos e minam a confiança entre as pessoas. Seja claro, transparente e assertivo.  

  1. Deixar de fornecer ferramentas adequadas

Quem acha que “faz parte” deixar o colaborador atolado em planilhas certamente está desperdiçando o potencial criativo da própria equipe. No mundo cada vez mais ágil e conectado em que vivemos, é preciso liberar as pessoas para tarefas estratégicas e deixar processos repetitivos e burocráticos para os softwares. A gestão da jornada de trabalho, por exemplo, é uma atividade do RH que ganha eficiência quando feita por meio de um sistema capaz de integrar o ponto à folha de pagamento. Como líder, é seu papel investir em tecnologias que garantam agilidade aos processos e deem maior autonomia aos profissionais.  

Você se identificou com algum destes comportamentos? Se sim, reflita sobre como uma simples mudança de atitude pode melhorar o seu dia a dia no trabalho e impactar positivamente o resultado do negócio.     

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Copo meio cheio ou vazio: ganhos e perdas da pandemia

Desde que o coronavírus se alastrou mundo afora, todos tivemos que adaptar as rotinas. O #fiqueemcasa virou norma, adotamos novos cuidados, passamos a conviver com incertezas e a repensar valores pessoais e profissionais. No trabalho, nos adaptamos à jornada remota e hoje fazemos reuniões (e happy hours) virtuais. As mudanças foram muitas e, embora haja mais dúvidas que certezas, já é possível apontar ganhos e perdas da pandemia.

A parte cheia do copo

Se podemos ver aspectos positivos de tudo isso, um deles é o desenvolvimento de um olhar de cuidado para com o próximo. Ao escancarar abismos sociais, a pandemia estimulou a cultura de solidariedade e de doação entre as pessoas e colocou à prova o papel social das empresas. Além da preocupação imediata com o bem-estar físico e emocional dos colaboradores, houve um despertar das empresas para a responsabilidade social corporativa. Cada vez mais, serão cobrados das organizações compromissos verdadeiros com ações inclusivas, governança e práticas de sustentabilidade socioambiental.

Em relação ao modelo de trabalho, ganhamos flexibilidade e autonomia com a implantação do home office em larga escala. Trabalhando de casa, ficamos livres dos longos deslocamentos e passamos a desfrutar mais tempo em família. Isso sem falar dos escritórios domésticos agora mais bem equipados. Para colocar os funcionários em trabalho remoto, as empresas investiram em tecnologia para fornecer soluções adequadas, desde equipamentos e rede para conexão com a Internet até sistemas de controle de frequência em nuvem para uma gestão eficiente e transparente da jornada.

E a parte vazia

Além de fazer um número assustador de vítimas, a pandemia do coronavírus esmagou a economia e impactou empresas financeiramente, algumas mais, outras menos. Colaboradores tiveram a jornada reduzida e outros foram desligados. Por causa da necessidade de isolamento social, perdemos também o convívio com amigos e colegas de trabalho.  

Nas empresas, o home office em larga escala e em tempo integral impõe desafios que podem colocar em risco a produtividade, a criatividade e o engajamento das equipes. Para combater eventuais efeitos colaterais de uma jornada remota mal planejada, é imprescindível que os gestores exerçam uma liderança aberta, colaborativa e afetiva. Neste sentido, comunicar metas com clareza é fundamental para manter a equipe unida e capaz de alcançar os resultados esperados. 

Outro fator a ser considerado é o eventual desequilíbrio entre vida profissional e pessoal. Colaboradores sem experiência com o trabalho remoto podem apresentar dificuldade em gerir o tempo, seja relaxando nas entregas ou excedendo a jornada. Para evitar a perda de produtividade associada a estes tipos de comportamento, vale promover treinamentos sobre gestão do tempo e implantar sistemas de controle de ponto online que limitam o acúmulo de horas extras.   

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RH e o “novo normal”: Atribuições no pós-pandemia

O RH assumiu um protagonismo determinante no enfrentamento da crise provocada pelo coronavírus. Desafiado a agir rapidamente e em várias frentes, o setor atuou com as lideranças e encabeçou mudanças organizacionais estratégicas durante a pandemia. Entenda como estas mudanças impactarão a gestão de pessoas e quais papéis os profissionais da área deverão desempenhar no “novo normal” que se anuncia.   

Apoiar a adaptação à nova realidade de trabalho 

No começo da pandemia, as empresas estruturaram planos de contingência para manter as atividades ininterruptas sem colocar em risco a segurança do colaborador. Em muitas delas, o RH foi o setor responsável por comunicar cuidados, promover o bem-estar e apoiar a maior de todas as mudanças: a implementação do home office em larga escala. Para isso, cuidou dos trâmites contratuais e orientou a transformação digital necessária viabilizando ferramentas de trabalho e preservando a produtividade remota. Se hoje diversas companhias consideram manter o home office na rotina corporativa, muito se deve a uma bem-sucedida gestão à distância que integrou RH, TI e outros setores estratégicos. Daqui em diante, espera-se do profissional de RH liderança para estreitar a interação entre as áreas e apoiar a adaptação ao modelo de trabalho remoto. 

Concentrar informações para a tomada de decisões

Para minimizar os impactos econômicos da crise, coube ao RH rever custos operacionais, reavaliar processos e adequar contratos às novas Medidas Provisórias anunciadas pelo governo, seja remanejando férias, realizando desligamentos ou reduzindo jornadas. Na hora de efetuar as adequações, saíram-se melhor as empresas que contavam com sistemas de ponto flexíveis e capazes de fornecer dados para uma tomada de decisão embasada. O NewPonto Cloud da Norber é um software de gestão de frequência que garantiu aos gestores acesso remoto às informações dos colaboradores e, sobretudo, possibilitou a rápida reparametrização das jornadas. Frente à clara importância da tecnologia, fica a lição: o investimento em softwares é o caminho para o futuro do RH, que será cada vez mais digital e baseado em analítica.

Engajar os profissionais e fortalecer a cultura da empresa 

O bem-estar físico e emocional do colaborador é um ponto de atenção na pandemia. Sobretudo em tempos de isolamento social, o RH tem como missões direcionar um olhar humanizado às relações de trabalho e promover o clima organizacional positivo. Mais do que nunca, transparência, empatia e companheirismo são características da mais alta relevância na cultura corporativa. Ao RH cabe ajudar os gestores na criação de um ambiente de trabalho inspirador, colaborativo e produtivo, onde prevaleçam a sensação de pertencimento, o acolhimento e o espírito de equipe. 

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5 dicas de gestão para engajar sua equipe em home office

Como anda o desempenho da sua equipe no home office? Os projetos caminham a mil ou você está sofrendo com a falta de engajamento dos colaboradores e consequentes atrasos? Desde que a pandemia do coronavírus levou quadros de empresas inteiras para trabalharem de casa, um dos desafios entre os gestores é liderar equipes à distância sem deixar a produtividade cair. Confira dicas para engajar sua equipe: 

  1. Estabeleça relações de confiança

A primeira regra que todo líder de equipe remota deve ter em mente é que sua relação com os colaboradores deve ser mais de confiança que de controle. Ao invés de se preocupar com o número de horas na frente do computador, solicite resultados. O sucesso deste modelo de gestão, portanto, está na definição de metas específicas, alcançáveis e mensuráveis, assim como nos deadlines para o cumprimento das entregas.   

  1. Disponibilize ferramentas

Não reclame de improdutividade se seus colaboradores não têm em mãos as ferramentas necessárias para desenvolver suas tarefas. Estando à frente de uma equipe que atua à distância, é seu papel disponibilizar recursos e facilitar o acesso a informações. Neste sentido, sistemas Cloud integrados e soluções Mobile mostram-se indispensáveis, pois garantem acesso a dados, agilizam processos e promovem a colaboração. Um software como o NewPonto Cloud, por exemplo, proporciona ao RH o controle da jornada online, uma vez que os dados dos colaboradores ficam armazenados em segurança na nuvem. 

  1. Faça alinhamentos periódicos

Em um período de incertezas como o que vivemos, os cenários podem mudar da noite para o dia, assim como os objetivos estratégicos da empresa. Como gestor, não deixe os membros da sua equipe às escuras e mantenha-os a par das novas decisões. As reuniões de alinhamento são importantíssimas e devem manter uma periodicidade regular. Estabeleça uma rotina de reuniões virtuais – que sejam, de preferência, pré-agendadas. Com planejamento e transparência, você certifica que o grupo está caminhando junto e com o mesmo propósito.     

  1. Otimize a comunicação

Se as videoconferências são uma boa pedida para reuniões longas e em grupo, existem demandas urgentes que podem ser resolvidas de imediato através de meios mais diretos e privativos. Porém, apesar da variedade de canais disponíveis, nem todos são apropriados ou seguros. Para otimizar a comunicação e preservar a segurança da informação, delimite canais oficiais e incentive o diálogo, seja via e-mail, aplicativos de mensagens instantâneas ou chats corporativos. Já na hora de fornecer feedbacks ou ter conversas sensíveis, prefira uma ligação ou um vídeo privativo, que são mais pessoais e assertivos.

  1. Fortaleça laços

O ambiente de trabalho é um lugar onde criamos vínculos e fazemos amigos. Em tempos de distanciamento social, ter empatia e mostrar-se disponível para assuntos que vão além das questões corporativas ajudam a manter o grupo motivado e unido. Inverta a sensação de isolamento pela de pertencimento fornecendo apoio e mantendo viva a cultura da empresa. Faça com que as pessoas se sintam integradas e valorize as vantagens do home office incentivando o equilíbrio entre trabalho e qualidade de vida.   

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Dores do crescimento: como enfrentar o problema e avançar de modo estruturado

Crescer é o objetivo de toda empresa, certo? Porém, nem todas se preparam para isso e, na medida em que expandem e ganham mercado, as reclamações dos clientes aumentam, o turnover cresce e a lucratividade cai, mesmo com a melhoria das vendas. Se a sua organização está passando por problemas desse tipo, é sinal de que está sofrendo as “dores do crescimento”.

Neste caso, é hora de realizar uma análise profunda da gestão e realizar ajustes para que o negócio volte a crescer de modo sustentável e estruturado. Confira nossas dicas para que o processo de crescimento seja menos doloroso:

Capacite e desenvolva lideranças

Não tem como escapar: para ganhar escala, toda empresa precisa se profissionalizar. Em parte, o processo de profissionalização passa pelo investimento em capital humano – afinal, sobrecarga e falta de capacitação geram queda na produtividade. Mas não basta apenas contratar. Para ter um time de fato engajado com o crescimento, recrute as pessoas certas para os cargos, treine colaboradores e, sobretudo, desenvolva lideranças.

Invista em tecnologia

Em geral, os problemas surgem em decorrência da lacuna entre a estrutura existente e a que seria necessária para acompanhar o desenvolvimento. Para suportar o novo tamanho, aposte na inovação e invista em tecnologias que sustentem as necessidades de produtividade das equipes. Softwares de controle de acesso e de jornada, por exemplo, automatizam tarefas e proporcionam mais agilidade aos processos, gerando ganhos de eficiência.

Fortaleça a cultura organizacional

Com o aumento da demanda e do nível de exigência, muitas organizações passam a apenas “apagar incêndios” e acabam se distanciando do seu propósito inicial. De repente, a mão do dono já não está mais presente e a qualidade cai. Para retomar o controle e evitar desvios, fortaleça a cultura organizacional e deixe claro aos colaboradores qual é o caminho a seguir. Os objetivos estratégicos de crescimento devem estar sustentados em valores, então reforce a comunicação interna, escute os clientes e lembre-se que a sua empresa deve atender uma necessidade real do mercado.

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5 erros comuns na gestão de projetos de TI e como driblá-los

A decisão de implementar um novo software é sempre vista com otimismo nas empresas. Afinal, contar com tecnologia para otimizar processos significa, no fim do dia, aumentar a produtividade das equipes e a competitividade do negócio. No entanto, as coisas nem sempre acontecem do jeito que a liderança gostaria. A falta de planejamento infelizmente acaba fazendo com que os projetos levem mais tempo para sair do papel ou custem mais do que o previsto. Conheça 5 erros comuns em gestão de projetos de TI e saiba como evitá-los.

  1. Planejamento equivocado

O planejamento evita alterações intermináveis no projeto, retrabalho e atrasos que comprometem o custo-benefício calculado. Por isso, que tal primeiro reunir as áreas que se beneficiarão com a tecnologia a ser implantada para verificar suas reais demandas e alinhar as expectativas? A introdução de um sistema de controle de acesso, por exemplo, exige envolvimento de gestores de RH, TI e segurança. Somente conhecendo as necessidades da sua empresa, será possível desenvolver ou até mesmo customizar um sistema que, de fato, proporcione resultados positivos.

  1. Falta de conhecimento de rotinas

Projetos de TI são complexos e frequentemente podem impactar diversas áreas da companhia. Para mitigar riscos e evitar a interrupção do fluxo de trabalho é necessário avaliar processos, metas e normas das áreas potencialmente afetadas e do negócio como um todo. A avaliação criteriosa de rotinas permite desenvolver mecanismos para aplicar mudanças sem comprometer as tarefas do dia a dia.

  1. Deixar de contar com parceiros especialistas

Em muitos casos, a contratação de uma empresa especializada é o modo mais eficiente, seguro e barato de investir em tecnologia. Além de expertise no desenvolvimento de softwares, parceiros especialistas podem criar soluções customizadas, executar a implantação com agilidade e fornecer suporte técnico. Além disso, são capazes de reconhecer incompatibilidades com ferramentas já em uso e realizar correções e ajustes antecipadamente.

  1. Falta de liderança e comunicação deficitária

Independentemente do software introduzido, é fundamental que os projetos de TI sejam geridos por profissionais experientes e comprometidos. A liderança tem papel decisivo para o cumprimento do cronograma e o alcance dos objetivos com a qualidade requerida. A gestão eficiente também requer comunicação efetiva, seja para lidar com a equipe interna responsável pela execução ou com o fornecedor de tecnologia.

  1. Não realizar o treinamento da equipe

Deixar de realizar o treinamento da equipe pode colocar todo o esforço a perder. A instrução dos usuários sobre os recursos e funcionalidades da nova aplicação potencializa o uso do sistema implantado, tornando as rotinas mais ágeis e integradas. Consequentemente, o retorno do investimento será mais rápido e efetivo.

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Modelos de gestão: qual o mais adequado para sua empresa

O modelo de gestão de uma empresa diz muito sobre a maneira como as lideranças administram seus recursos – humanos e financeiros – em prol do crescimento do negócio. Seja focando em resultado ou tornando o processo decisório mais participativo, o objetivo é sempre aumentar a competitividade e melhorar a lucratividade. O modelo adotado, porém, depende de diversos fatores, como a cultura organizacional, o perfil dos funcionários e tipo de atuação. Conheça os principais modelos de gestão e decida qual o mais adequado para a sua empresa.

Gestão participativa

Por meio de relações menos hierárquicas e mais verticalizadas, este modelo incentiva a participação e o engajamento dos colaboradores, que têm voz ativa no processo decisório. Também chamada de gestão democrática, pressupõe habilidade comunicacional elevada, maturidade para debater e negociar, além de colaboração e trabalho em equipe.

Gestão meritocrática

A ideia é alavancar a performance recompensando o colaborador a partir de seu desempenho individual. Se por um lado o modelo meritocrático estimula a competitividade, por outro pode acirrar disputas e elevar a tensão internamente. Para funcionar, deve necessariamente contar com avaliações transparentes – de modo que todos tenham oportunidades de crescer junto com a empresa.

Gestão focada em resultados

O alcance de metas é o que realmente importa neste modelo de gestão que almeja soluções rápidas. Com objetivos bem definidos, valoriza-se mais o resultado do que o processo para atingi-lo. Aqui, a quantidade de horas passadas dentro do escritório ou os caminhos na realização de tarefas não têm relevância desde que a entrega seja real e efetiva.

Gestão focada em processos

A palavra-chave deste modelo de gestão é aprimoramento de processos. Com foco na eficácia do trabalho realizado, visa otimizar o tempo e os recursos de modo a agregar valor a todas as etapas da cadeia produtiva. Por valorizar a qualidade do produto ou serviço final, exige metodologia, controle e sistematização.

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4 lições de liderança e carreira do filme “O Diabo Veste Prada”

Lançado em 2006, o filme “O Diabo Veste Prada” se tornou um clássico do cinema e até hoje é fonte de inspiração para o mundo corporativo. Na trama, a recém-formada jornalista Andrea Sachs (Anne Hathaway) se submete à gestão autoritária de Miranda Priestly (Meryl Streep), a temida editora da revista que é considerada a “bíblia da moda”. Com cenas divertidas, o longa apresenta uma série de conflitos que funcionam como lições de liderança e carreira para o dia a dia no trabalho. Confira:

  1. Liderança

Quem assistiu ao filme sabe que a toda-poderosa Miranda, definitivamente, não tem o perfil de líder. Autoritária, ela chega a cometer abusos e crueldades. Seu jeito de comandar é mais parecido com o dos chefes do passado, baseado em poder e intimidação. Trata-se de um estilo oposto ao praticado pelas lideranças mais admiradas da atualidade, que praticam uma gestão mais participativa e menos hierárquica para extrair o melhor dos colaboradores. Respeito, cooperação e engajamento por meio do exemplo são mais eficientes para a conquista de resultados e para a construção de um ambiente de trabalho saudável.

  1. Adaptação

Pouco antenada ao mundo fashion, Andrea tinha tudo para não dar certo na revista. Quando estava prestes a desistir, um amigo lhe disse: “Você não está tentando, está lamentando”. Ao perceber que a mudança dependia só dela mesma, a jovem assistente entrou no jogo para jogar. Tão logo passou a se interessar por moda e usar roupas adequadas ao cargo, sua confiança cresceu, assim como o comprometimento com o trabalho. Adaptar-se à cultura da empresa foi o grande passo para a transformação da protagonista, que ganhou o respeito e a admiração dos colegas – inclusive da arrogante Emily, que vivia tentando lhe puxar o tapete.

  1. Superação

Você já se viu diante de uma tarefa tão desafiadora que achou que não poderia cumpri-la? Andrea também, quando a chefe implacável lhe pediu que conseguisse o manuscrito inédito do novo livro da saga Harry Potter. O que parecia impossível se tornou realidade quando, focando mais na solução do que no problema, ela procurou alternativas, fez bom uso do networking e alcançou seu objetivo. A lição: com determinação e pensando fora da caixa é possível superar expectativas e chegar ao fim do expediente com aquela sensação de dever cumprido.

  1. Equilíbrio

No decorrer do filme, Andrea passa a viver para o trabalho. Para atender aos pedidos mirabolantes da chefe, ela fica disponível 24 horas por dia – o que acaba a afastando da família e dos amigos. Dedicação é extremamente importante para uma carreira de sucesso, mas o limite é o equilíbrio entre vida profissional e pessoal.

Gostou do filme ou se identificou com algumas das situações relatadas? Quais aprendizados da ficção você leva para sua carreira?

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