Liderança compartilhada: como tirar máximo proveito do modelo

O modelo de chefe autoritário, que dita ordens para que seus subordinados obedeçam, está ficando para trás. Cada vez mais, ganha espaço nas empresas a liderança compartilhada, em que os colaboradores têm voz ativa e poder de decisão, independentemente do nível hierárquico. 

A liderança compartilhada se baseia no trabalho em equipe e na colaboração, com todos os membros do time assumindo responsabilidades nos projetos. Com isso, cada área possui não apenas um líder para gerenciar toda uma equipe, mas uma equipe inteira de profissionais com autonomia para gerenciar a si mesmos.

De modo geral, todo profissional busca espaço e reconhecimento no ambiente de trabalho. Na medida em que são chamados a participar, sentem-se mais engajados com o alcance dos objetivos da empresa, envolvendo-se na formulação de estratégias e na resolução de problemas. 

A liderança compartilhada requer relações de confiança, respeito a opiniões contrárias, além de comunicação transparente e maturidade. Na prática, tem potencial para impactar positivamente o clima organizacional, melhorando a satisfação do colaborador, reduzindo o turn over e o absenteísmo, fomentando a criatividade e a inovação. 

Para tirar o máximo proveito do modelo, é fundamental que os processos estejam integrados. Centralizar o fluxo de trabalho em uma mesma ferramenta permite uma comunicação mais fluida, garantindo que todos os envolvidos naquele determinado projeto estejam na mesma página. 

Softwares de gestão baseados na nuvem são grandes aliados da gestão compartilhada, sobretudo em tempos de trabalho remoto. Por meio de um sistema de ponto online e em nuvem é possível gerir a jornada de trabalho dos colaboradores em tempo real e de maneira colaborativa, estejam os líderes em home office ou na sede da empresa.    

A Norber desenvolve softwares de controle de ponto que facilitam a gestão da frequência dos colaboradores, incluindo equipes remotas. O NewPonto Cloud armazena dados na nuvem, possibilitando o gerenciamento online da jornada. Já o NewMobile permite a marcação de ponto via smartphone, de qualquer lugar e em tempo real. Para conhecer as funcionalidades destas soluções, visite www.norber.com.br.

Squad: conheça o modelo organizacional adotado por startups como o Spotify

Conquistar agilidade para responder às demandas em constante transformação é o objetivo de toda empresa que deseja ser competitiva. Por esse motivo, tem aumentado o investimento em softwares que automatizam processos e descomplicam rotinas corporativas. Paralelamente à aposta em tecnologia, novos modelos organizacionais surgem para aprimorar a dinâmica de trabalho. Um deles é o Squad, que foi adotado pela gigante do streaming Spotify e se tornou tendência entre startups.

Como o nome em inglês sugere, squads são esquadrões. Diferentemente do modelo tradicional no qual áreas de uma companhia atuam isoladamente, os squads são equipes multidisciplinares e autogerenciadas que reúnem profissionais de diferentes setores – isto é, em um mesmo grupo há um representante de TI, outro de RH e alguém de Design e Finanças, por exemplo. Cada grupo tem um objetivo específico a cumprir – e autonomia suficiente para definir prioridades e tomar decisões.

Autonomia, agilidade e alinhamento

A ideia do formato é garantir agilidade na execução dos projetos, seja o desenvolvimento de um novo produto ou a solução de um problema. Por se tratarem de times pequenos e multidisciplinares, a comunicação entre os membros é facilitada e as respostas são geradas com maior velocidade e eficiência, sempre a partir da troca de conhecimentos e do cruzamento de experiências.

Além de agilidade na entrega, outra vantagem do modelo é a liderança compartilhada. Embora em cada squad exista um product owner, que é o responsável por definir prioridades, as relações dentro dos grupos são orgânicas e horizontais – o que se traduz em mais comprometimento e aumento da produtividade. Vale destacar o maior alinhamento aos objetivos do negócio, assegurado pela comunicação através dos demais níveis de agrupamentos, como as tribes (junção de dois ou mais squads que possuem objetivos similares) e os chapters (profissionais com a mesma skill, isto é, do mesmo departamento).

Pensando em implementar o modelo de squads na sua empresa? Então coloque na balança os pros e contras. O sucesso do formato depende da cultura corporativa e da maturidade dos profissionais em atuar com liberdade e autonomia. Nas empresas com hierarquias rígidas pode ser difícil a adaptação a um método que demanda flexibilidade, colaboração e autogestão. Você faz parte de algum squad? Compartilhe conosco sua experiência com esta metodologia.

A Norber desenvolve tecnologias de controle de acesso e de frequência alinhadas às novas demandas do mercado. Softwares como o NewPonto Cloud e o NewMobile modernizam rotinas do RH e ao mesmo tempo fornecem maior flexibilidade e mobilidade aos usuários. Para conhecer as funcionalidades destas soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.