Liderança compartilhada: como tirar máximo proveito do modelo

O modelo de chefe autoritário, que dita ordens para que seus subordinados obedeçam, está ficando para trás. Cada vez mais, ganha espaço nas empresas a liderança compartilhada, em que os colaboradores têm voz ativa e poder de decisão, independentemente do nível hierárquico. 

A liderança compartilhada se baseia no trabalho em equipe e na colaboração, com todos os membros do time assumindo responsabilidades nos projetos. Com isso, cada área possui não apenas um líder para gerenciar toda uma equipe, mas uma equipe inteira de profissionais com autonomia para gerenciar a si mesmos.

De modo geral, todo profissional busca espaço e reconhecimento no ambiente de trabalho. Na medida em que são chamados a participar, sentem-se mais engajados com o alcance dos objetivos da empresa, envolvendo-se na formulação de estratégias e na resolução de problemas. 

A liderança compartilhada requer relações de confiança, respeito a opiniões contrárias, além de comunicação transparente e maturidade. Na prática, tem potencial para impactar positivamente o clima organizacional, melhorando a satisfação do colaborador, reduzindo o turn over e o absenteísmo, fomentando a criatividade e a inovação. 

Para tirar o máximo proveito do modelo, é fundamental que os processos estejam integrados. Centralizar o fluxo de trabalho em uma mesma ferramenta permite uma comunicação mais fluida, garantindo que todos os envolvidos naquele determinado projeto estejam na mesma página. 

Softwares de gestão baseados na nuvem são grandes aliados da gestão compartilhada, sobretudo em tempos de trabalho remoto. Por meio de um sistema de ponto online e em nuvem é possível gerir a jornada de trabalho dos colaboradores em tempo real e de maneira colaborativa, estejam os líderes em home office ou na sede da empresa.    

A Norber desenvolve softwares de controle de ponto que facilitam a gestão da frequência dos colaboradores, incluindo equipes remotas. O NewPonto Cloud armazena dados na nuvem, possibilitando o gerenciamento online da jornada. Já o NewMobile permite a marcação de ponto via smartphone, de qualquer lugar e em tempo real. Para conhecer as funcionalidades destas soluções, visite www.norber.com.br.

5 razões para cultivar a diversidade no ambiente de trabalho

A liderança tem papel decisivo na promoção da diversidade no ambiente de trabalho. É por meio do comprometimento de diretores, gerentes e líderes que políticas de inclusão são tiradas do papel e se tornam realidade, seja na hora de contratar, equiparar salários e garantir igualdade de oportunidades. As empresas mais inovadoras já compreenderam as vantagens dos ambientes heterogêneos e abertos aos diferentes gêneros, competências, etnias, idades e origem social. Veja 5 razões para seguir este exemplo e cultivar a diversidade.

  1. Enriquecimento cultural

Profissionais de perfis diferentes têm vivências, conhecimentos e experiências diferentes. Quanto maior for a mistura de perfis, mais amplo será o campo de visão de uma empresa e, portanto, maior sua capacidade de desenvolver soluções criativas. A pluralidade de ideias é enriquecedora, pois abre um mundo de novas perspectivas.

  1. Cultura da inovação

Segundo pesquisa da consultoria Accenture, empresas inclusivas e diversas são 11 vezes mais inovadoras do que a concorrência. O estudo “Getting to Equal 2019” mostrou que 85% das pessoas em companhias que valorizam a cultura da igualdade não têm medo de errar para inovar.

  1. Redução de conflitos

O convívio com a diferença é a chave para a empatia. Ao se colocar no lugar do outro, há uma maior compreensão de pontos de vista distintos. A valorização da diversidade resulta em um melhor clima organizacional, pois embora o jeito de pensar seja diferente, imperam o diálogo, a busca por acordo e o respeito ao próximo.

  1. Aumento da produtividade

Ambientes que acolhem a diversidade tendem a apresentar menores taxas de turnover e de absenteísmo. Na medida em que os profissionais encontram um lugar cooperativo, acolhedor e flexível, passam a se sentir mais engajados com a empresa e mais motivados a desempenhar suas tarefas com eficácia.

  1. Fortalecimento de imagem

Empresas que combatem preconceitos são bem vistas não só pelos funcionários, mas também pela sociedade. Ao garantir que minorias historicamente excluídas do mercado de trabalho tenham as mesmas oportunidades, as corporações cumprem seu papel social e fortalecem a imagem junto a clientes e formadores de opinião.

A Norber desenvolve sistemas de controle de acesso e de frequência alinhados às novas demandas do mercado de trabalho. O NewPonto Cloud é um software que automatiza a gestão do controle de ponto e moderniza operações do dia a dia. Para conhecer as funcionalidades desta solução, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

A incrível arte de liderar seu time à distância

A primeira questão que vem à mente do gestor quando se fala em trabalho remoto é: como saber se minha equipe está de fato trabalhando? Ligada à cultura do controle, esta dúvida relaciona produtividade à presença física e ao tempo que o colaborador passa em frente ao computador.

Graças ao empurrãozinho dado pela tecnologia, esta cultura tem dado lugar à flexibilidade e à autonomia. Cada vez mais, o talento pode estar no home-office, no coworking do outro lado da cidade, ou até mesmo em outro país. A eficiência no trabalho passou a ser medida não pela presença, mas pelos resultados. Diante desta nova realidade, os gestores devem mudar o jeito de pensar para encarar o desafio de liderar times à distância. Confira nossas dicas e extraia o melhor da sua equipe.

Confie e inspire

As relações de trabalho estão mudando! Quem trabalha à distância costuma dar valor a rotinas flexíveis. Por isso, o melhor a fazer é respeitar individualidades e entender que há quem renda mais pela manhã e quem produza melhor à noite. Ao demonstrar consideração pelas escolhas do outro, você estimula o senso de responsabilidade e cria uma relação de confiança. Fomente o protagonismo pessoal e esteja aberto para atuar de modo horizontal. Essa é a atitude esperada de um líder, alguém que motiva, engaja e inspira.

Acompanhe os projetos

Permitir que o colaborador trabalhe de onde quiser não significa abrir mão de certa disciplina. O hábito de realizar encontros periódicos por videoconferência é uma prática que ajuda a acompanhar o fluxo dos trabalhos e garantir que não haja prejuízo nas entregas. A comunicação frequente também é fundamental para que o colaborador remoto não se sinta excluído ou sozinho. Acompanhe os projetos de perto por meio de ciclos rápidos de feedback, crie uma dinâmica efetiva e garanta que seu time mantenha a produtividade alta!

Estabeleça metas

Não dá para esperar resultados sem ter objetivos definidos. Por isso, não deixe de compartilhar com as equipes remotas quais são as metas e os passos para chegar lá. Defina prioridades, estabeleça prazos, mostre progressos e deixe claro que conquistas individuais têm importância para o todo. Com resultados expressivos, o local de onde seu time está trabalhando é o que menos importa!

A Norber é especialista em controle de ponto e desenvolve softwares que auxiliam a gestão da jornada de trabalho dos colaboradores, incluindo os que trabalham remotamente. O NewMobile permite a marcação de ponto via smartphone, de qualquer lugar e em tempo real. Para conhecer as funcionalidades desta e outras soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

4 características que todo bom gerente deve ter

Você deu duro como analista e, merecidamente, foi promovido a gerente. Agora, além de um melhor salário, o cargo superior lhe traz novas atribuições e responsabilidades. Mais que cuidar de tarefas operacionais, você deve planejar metas, fixar deadlines, alocar recursos e engajar pessoas. Veja dicas para se sair bem diante do novo desafio.

  1. Seja humilde

Não é porque você subiu de cargo que pode tratar mal seus subordinados. A síndrome do pequeno poder se reflete em atitudes autoritárias e é sempre um fator desagregador. Trate as pessoas de igual para igual, e não com arrogância ou superioridade. Assim, você será admirado – e não temido.

  1. Dê exemplo

Se você não deseja que a sua equipe se atrase, deve ser o primeiro a ser pontual. Dar o exemplo é o melhor modo de influenciar as pessoas ao seu redor. Como líder, você inspira comportamentos e é responsável por manter o seu time motivado e engajado com os objetivos da empresa.

  1. Estipule metas claras

Além de metas claras e possíveis de alcançar, você deve estipular prazos para a realização das atividades. Faça um acompanhamento de modo a evitar horas extras e conseguir que o cronograma seja cumprido. Antecipe-se e lembre-se que no meio do caminho podem ocorrer imprevistos.

  1. Comunique-se

A habilidade comunicacional é uma das características do líder. Além de evitar mal-entendidos, a comunicação eficaz reforça relações e vínculos. Dê feedbacks, pratique a escuta ativa e, sempre que possível, também elogie.

Especialista em controle de frequência, a Norber desenvolve soluções que visam a melhoria de processos voltados à gestão de pessoas. O NewPonto é um software que integra o controle de ponto à folha de pagamento, otimizando tarefas administrativas. Para conhecer as funcionalidades desta ferramenta, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Dicas para ser um bom gerente.
Dicas para ser um bom gerente.

4 passos para um programa de desenvolvimento de líderes

Capaz de engajar pessoas em torno de objetivos que irão resultar no sucesso organizacional, o líder é uma figura central no ambiente corporativo. Não por acaso o RH tem se ocupado em promover treinamentos que cultivem os talentos que existem dentro das próprias organizações. Programas de liderança ajudam a preparar a cadeia de sucessão, estimulam a criatividade e fazem os funcionários se sentirem mais conectados à companhia. Veja dicas para implantar um programa de desenvolvimento de líderes na sua empresa.

  1. Avalie necessidades

Cada setor tem demandas, particularidades e metas próprias. Por isso, o primeiro passo é avaliar as necessidades reais do departamento em questão de modo a focar em capacitações estratégicas específicas. Ainda que líderes tenham em comum certas habilidades, como carisma e visão ampla do negócio, uma liderança em vendas pode desejar priorizar sua competência comunicativa e de negociação, enquanto um gestor de produtos pode requerer treinamentos mais voltados ao gerenciamento de equipes.

  1. Contemple diversos níveis

As habilidades de liderança podem ser desenvolvidas em todos os níveis hierárquicos. Profissionais de nível gerencial costumam ser beneficiados por programas de desenvolvimento de líderes, mas tanto analistas como diretores, todos podem ter suas potencialidades aprimoradas. Proponha atividades avançadas para os profissionais mais experientes, sem esquecer daqueles que podem eventualmente ser preparados para ocupar cargos mais altos.

  1. Promova treinamentos assertivos

Nada mais chato que achar que está perdendo tempo, certo? Diante de agendas sempre ocupadas, é fundamental que palestras ou dinâmicas de grupo sejam interessantes, produtivas e assertivas. Combinar teoria a aplicações práticas costuma resultar em boas experiências, otimizando o processo de absorção do conteúdo.

  1. Mensure resultados

Adote métricas concretas para mensurar a efetividade do programa de liderança. Além de contar com o feedback dos participantes, pode-se aferir o aprimoramento profissional realizando avaliações de desempenho, pesquisa de clima e cumprimento de metas. Medir resultados é um ponto essencial para que o programa possa ser constantemente melhorado.

A Norber, especialista em gestão de controle de ponto, conta com ferramentas que desafogam o operacional da empresa permitindo que os gestores se ocupem de questões estratégicas. Uma solução como o NewPonto, por exemplo, otimiza a capacidade gerencial do RH na medida em que automatiza o controle de ponto e os processos operacionais da folha de pagamento. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

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4 passos para um programa de desenvolvimento de líderes

O papel do líder na gestão empresarial

“Líderes constroem as empresas não só para o presente, mas também para o futuro”. Atribuída a Dave Ulrich, uma das autoridades mundiais em gestão de RH, a frase deixa clara a função estratégica dos gestores que ocupam cargos de liderança. Ao invés de dar ordens e esperar que determinada tarefa seja executada, a atribuição de um verdadeiro líder é engajar talentos para que alcancem objetivos que resultem no sucesso da organização em longo prazo.

No ambiente corporativo, o velho modelo de liderança autocrática vai dando lugar a uma gestão em que as decisões são compartilhadas. Se antes valia a máxima “manda quem pode, obedece quem tem juízo”, atualmente as equipes com melhor desempenho são aquelas cujos gestores encorajam a comunicação e a participação. Essa é, aliás, uma das características que distinguem o líder de hoje do chefe do passado.

Mas não basta apenas dar voz ao subordinado. Para influenciar positivamente sua equipe e obter dela total comprometimento, o líder desenvolve as potencialidades técnicas e humanas de seus subordinados por meio de relações horizontais, dando e recebendo feedbacks enquanto os projetos são executados. Também são competências do líder a habilidade de motivar o grupo e valorizar talentos, assim como a capacidade de delegar tarefas e de oferecer suporte para que os resultados sejam alcançados.

A Norber, especialista em gestão de controle de ponto, conta com ferramentas que desafogam o operacional da empresa permitindo que os gestores se ocupem de questões estratégicas. Uma solução como o NewPonto, por exemplo, otimiza a capacidade gerencial do RH na medida em que automatiza o controle de ponto e os processos operacionais da folha de pagamento. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto, visite www.norber.com.br ou fale com a Área Comercial.

O papel do líder na gestão empresarial.
O papel do líder na gestão empresarial.