Human centricity: a estratégia que tem o ser humano no foco do negócio

Evoluir é parte inerente à vida de qualquer companhia. Tanto que líderes bem-sucedidos sabem que os negócios de hoje não podem ser guiados por estratégias de ontem. E está claro, dentro de uma perspectiva histórica, como essa evolução tem ocorrido. Afinal, se na Revolução Industrial a preocupação era a eficiência produtiva, com o advento da globalização e a ampliação da concorrência, o foco passou a ser o consumidor. Agora, frente a uma sociedade cada vez mais conectada e exigente, as estratégias de negócios parecem priorizar as conexões e experiências humanas. 

No atual contexto, ganha espaço nas grandes corporações o conceito de “human centricity” – ou centralidade humana. Mais que focar no cliente, as empresas buscam entendê-lo como ser humano, ou seja, um indivíduo que sente, deseja, se relaciona, se transforma. É tratar o outro não apenas como consumidor, já que consumir é só uma das esferas da vida. 

Ao colocar as pessoas no centro da estratégia, o que se pretende é gerar conexões legítimas com os diversos públicos, atendendo demandas plurais, mas de maneira personalizada e em escala. Faturamento, vendas e alcance de metas continuam sendo importantes, mas decorrem da capacidade de entregar soluções que façam sentido à vida das pessoas, seja o público interno ou o externo. O resultado é o aumento da confiança e da satisfação das pessoas, a ampliação da participação no mercado e, consequentemente, o crescimento das receitas.

Empresas “human centric” priorizam o bem-estar comum e compartilham uma visão sustentável de sociedade. Além de atenção ao impacto que suas ações, decisões e operações causam à vida das pessoas, elas se propõem a desenvolver em sua cultura organizacional atributos como empatia, colaboração e reciprocidade. As relações são “ganha-ganha” – e não só em relação aos potenciais clientes, mas também junto aos colaboradores e à sociedade como um todo. Nesse sentido, entram em cena conceitos como user experience, employee experience, assim como práticas alinhadas à agenda ESG, com um olhar para a sustentabilidade ambiental, social e de governança.   

Porém, para ser “human centric” na prática, e não só no discurso, é preciso incorporar os valores propagados no dia a dia operacional. Isso passa por uma profunda mudança cultural, que inclui a revisão de processos, tecnologias e competências. 

Para ser capaz de estabelecer os próximos ciclos de inovação a partir do conceito “human centric”, recursos como inteligência artificial, cloud computing, plataformas digitais e análise de dados são fundamentais para compreender a jornada dos clientes e o engajamento das pessoas. A tecnologia, portanto, é um meio para se entregar uma experiência personalizada e de alto valor, tanto para o consumidor quanto para o colaborador. 

A Norber desenvolve softwares de controle de ponto que facilitam a gestão da frequência dos colaboradores, incluindo os que atuam em jornada remota. O NewPonto Cloud armazena dados na nuvem, possibilitando o gerenciamento online da jornada. Já o NewMobile permite a marcação de ponto via smartphone, de qualquer lugar e em tempo real. Para conhecer as funcionalidades destas soluções, visite www.norber.com.br.

Aplicações da Internet das Coisas na sociedade e nos negócios

Por meio de um simples comando de voz, você recebe notificações sobre produtos que estão prestes a acabar na sua geladeira. Também à distância, controla a iluminação da sua casa, a música ambiente ou a temperatura do ar-condicionado. Graças à Internet das Coisas (IoT), os objetos à nossa volta estão ficando “inteligentes” – e os smartwatches, smartTVs e assistentes virtuais mostram que o futuro já bateu à nossa porta. 

Além de facilitar a rotina doméstica, a Internet das Coisas está impulsionando inovações em todos os setores da economia. Há avanços no varejo, na medicina, na agricultura e na mobilidade urbana. Em alguns países, as smart cities integram sensores, chips e uma série de tecnologias para aprimorar o transporte urbano, a coleta de lixo e a segurança pública, por exemplo. Isso sem falar nos carros autônomos, que prometem ganhar as ruas num futuro não tão distante. 

O uso de equipamentos conectados e capazes de capturar, processar e transferir dados também avança na rotina das grandes companhias que buscam aumentar a eficiência e a competitividade. De fato, a Internet das Coisas é fator determinante para o desenvolvimento da Indústria 4.0, juntamente com a robótica, inteligência artificial e computação em nuvem. Nas fábricas inteligentes, múltiplas aplicações permitem monitorar o fluxo de produção, gerenciar espaços e estoques, otimizar a logística. O que se busca é reduzir custos, melhorar a produtividade e gerar modelos de negócios mais alinhados às necessidades dos clientes.

Os avanços também são sentidos no âmbito da gestão de pessoas. Com a adoção massiva da tecnologia, a tendência é que processos organizacionais sejam cada vez mais automatizados, possibilitando que os colaboradores se dediquem a atividades mais inovadoras e criativas. Em escritórios e prédios comerciais, é comum o uso de elevadores e catracas inteligentes para controle de acesso. Além disso, sistemas de controle de ponto online e em nuvem coletam e integram registros sobre a jornada de trabalho dos colaboradores de forma automatizada, transmitindo informações para o RH em tempo real.  

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Como a tecnologia 5G pode impactar os negócios

A tecnologia 5G está cada vez mais perto de transformar radicalmente o mundo em que vivemos. Com potencial para catalisar uma nova revolução industrial, a próxima geração da internet móvel promete interconectar múltiplos dispositivos, tornar idades inteligentes e as indústrias, muito mais eficientes.

Mas, afinal, quais características tornam essa tecnologia tão revolucionária? Primeiro, sua velocidade, cerca de 20 vezes mais rápida que a atual, o que permitirá que a troca de dados seja muito mais veloz. Depois, sua baixa latência, isto é, o tempo de resposta das interações digitais será muito rápido, sem desvios ou atrasos. E por último, mas não menos importante, a capacidade de abrigar um grande volume de conexões simultâneas e uma vasta diversidade de dispositivos.  

Essas características devem impulsionar a Internet das Coisas (IoT), isto é, a conexão de objetos do cotidiano – eletrodomésticos, carros e ferramentas industriais sofisticadas – com outros dispositivos e sistemas pela internet. Por meio de inteligência artificial, computação em nuvem e análise avançada de dados, essa rede hiperconectada de objetos vai alavancar uma nova camada de automação, otimizando processos e rotinas sem necessidade de interação humana.  

Ao elevar a rede móvel a um novo patamar, o 5G impactará os mais variados ramos de negócios. Em várias partes do mundo estão sendo feitos testes com carros autônomos. Nas indústrias, são esperados enormes ganhos de eficiência com a conexão da operação às redes de logística e suprimentos. Mas não só: da agricultura ao entretenimento, da mobilidade urbana ao marketing, do turismo à telemedicina, há inúmeras possibilidades a serem exploradas. 

Cidades em mais de 60 países já oferecem a tecnologia 5G. No Brasil, a expectativa é que o leilão da banda ocorra ainda neste ano, sendo sua implantação nas grandes cidades esperada para 2022. Com essa nova infraestrutura, o leque de oportunidades para as empresas será bastante ampliado, com implicações competitivas importantes. 

Por isso, as companhias mais inovadoras já planejam aplicações para seus negócios. Das equipes de TI e gestores será exigido um olhar atento para tudo o que podem proporcionar o 5G e a Internet das Coisas. Colherão benefícios as empresas com mais maturidade digital, que têm processos automatizados e visão para atuar num futuro não tão distante.  

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