Identificação biométrica: como funciona e por que adotá-la em ambientes corporativos

Você já deve ter visto o reconhecimento da íris ser usado num filme de ficção científica. Também pode ter tido sua passagem liberada por reconhecimento facial no controle de passaporte do aeroporto. Mais frequente ainda é o uso das digitais para sacar dinheiro no caixa eletrônico ou simplesmente desbloquear o smartphone. E o que estas tecnologias têm em comum? Todas se baseiam na identificação biométrica, que tem se tornado cada vez mais comum em escolas, empresas e ambientes corporativos.

Como funciona

A biometria (bio = vida e metria = medida) é o estudo das medidas dos seres humanos. Ela faz uso das características únicas de cada pessoa, sejam físicas (impressão digital, face e íris) ou comportamentais (voz e assinatura). Funciona baseando-se na detecção de padrões a partir de um pré-cadastro. A tecnologia de reconhecimento facial, por exemplo, mapeia o rosto do indivíduo calculando a distância entre pontos específicos, como boca, nariz e olhos. Uma vez cadastrada, a pessoa pode ser identificada pelo equipamento, cujos sensores fazem a leitura das medidas e, por meio de algoritmos, as compara ao padrão previamente armazenado. Feita a validação, a pessoa tem o acesso rapidamente liberado.

Uso corporativo

A identificação biométrica vem ganhando espaço em ambientes corporativos onde há uma preocupação recorrente com a segurança. Com alto índice de confiabilidade, tem menos chance de ser clonada que tecnologias tradicionais, como cartões ou senhas. Além de oferecer menor risco de fraude, também tem bastante aceitação por parte dos usuários, sendo frequentemente combinada a sistemas de controle de acesso. Por isso, é uma opção a ser considerada na hora de traçar uma política de segurança corporativa.

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Liderança 4.0: Características do gestor na era digital

O modelo tradicional de gestão, marcado por hierarquia, padronização e controle, está ficando para trás. O progresso tecnológico e a chegada de gerações hiperconectadas ao mercado de trabalho exigem das empresas uma gestão mais compartilhada e menos hierárquica: a liderança 4.0. Este novo conceito faz referência à chamada 4ª Revolução Industrial, ou Indústria 4.0, processo cujo potencial transformador é tão ou mais poderoso que o proporcionado pela máquina a vapor, a eletrônica ou a informatização nos séculos passados.

Nesta nova era, a convergência de tecnologias disruptivas como robótica, inteligência artificial, internet das coisas e computação em nuvem tem impacto radical no modo de vida, no consumo, no jeito de se relacionar e de fazer negócios. O ambiente empresarial, consequentemente, tem que contar com líderes verdadeiramente dispostos a estimular a inovação em seus times para lidar com os desafios da nova era digital.

Foco nas pessoas

Em um ambiente de cadeias produtivas conectadas e processos adaptáveis, é papel da liderança focar nas pessoas. O líder 4.0 atua como um facilitador, alguém que promove o diálogo e empodera os colaboradores. Sua principal característica é a capacidade de entender o outro e extrair dele todo seu potencial. Empatia, facilidade de comunicação e habilidade para lidar com a diferença são aspectos fundamentais.

Colaboração e autogestão

Equipes formadas por millennials e centennials buscam maiores desafios, autonomia e responsabilidades. Para engajar e motivar esta turma movida por propósito é preciso que o líder delegue e faça com que cada um se sinta parte do todo. Ao estimular a comunicação, a autogestão e a colaboração, é possível colher resultados extraordinários, mesmo com os integrantes do time trabalhando à distância.

Rapidez na tomada de decisões

Diante de informações disponibilizadas na nuvem e em tempo real, o líder 4.0 deve tomar decisões rápidas e ter inteligência emocional para lidar com pressões. No dia a dia, deve compreender a totalidade do negócio e ser ágil para encontrar oportunidades. Saber gerenciar conflitos e ter foco nos resultados também são habilidades necessárias ao perfil moderno de gestão.

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Controle financeiro: cuidados essenciais para um caixa equilibrado

Conquistar resultados financeiros positivos é o objetivo de todo empreendedor. Para isso, é imprescindível realizar um planejamento eficaz, manter as contas em ordem e controlar exatamente os valores que entram e saem. Segundo o Sebrae, 25% das pequenas empresas fecham as portas antes de completar 2 anos de existência no mercado, mas você não quer fazer parte dessa estatística, certo? Abaixo, listamos 4 cuidados que toda empresa deve tomar para evitar o desequilíbrio das finanças.

  1. Investimento em planejamento

Entre empreendedores iniciantes, um erro recorrente é abrir um negócio sem ter feito um planejamento adequado. Se você quer que a sua empresa sobreviva e, mais que isso, que gere lucros, deve começar do começo: fazendo um mapeamento que inclua uma projeção de vendas. Nas empresas de maior porte, é fundamental contar com um bom diretor financeiro, profissional capacitado para gerenciar operações e investimentos.

  1. Controle do fluxo de caixa

Regra básica: registrar numa planilha, ou melhor, num software financeiro, todas as contas a pagar e todos os valores a receber, incluindo lançamentos futuros. E não esqueça os encargos e tributos – que, se não contabilizados corretamente, podem impactar bastante o balanço financeiro no fim do mês. O fluxo de caixa é um instrumento de gestão indispensável para monitorar a saúde financeira da empresa. Fique de olho no seu estoque, tanto de suprimentos quanto de produto final, pois mercadoria parada é sinal de dinheiro parado! Sempre negocie prazos com fornecedores.

  1. Corte de gastos

Com o balanço financeiro em mãos, verifique se há áreas da empresa que possuem despesas excessivas, avaliando a possibilidade de realizar cortes ou terceirizar serviços. Além disso, vale investir em tecnologia e na automatização de processos para fazer economias futuras. A implementação de um sistema de controle de ponto, por exemplo, permite realizar uma melhor gestão da jornada de trabalho e monitoramento de gastos com horas extras. É economia na certa!

  1. Atenção a empréstimos

Recorrer a financiamentos pode ser uma saída quando é necessário reforçar o capital de giro ou expandir o negócio. Empréstimos devem ser feitos com planejamento e muita atenção às taxas de juros, que podem prejudicar o lucro da empresa em longo prazo. Ao tomar decisões de maneira estratégica, você evita surpresas desagradáveis e garante a estabilidade financeira da sua empresa.

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Habilidades do futuro: conheça “skills” valorizadas no mercado

O futuro não muito distante no qual a máquina substituiria o homem chegou. A automação, a robótica e a inteligência artificial devem acelerar este processo e colocar em risco milhares de vagas nas próximas décadas, especialmente as que demandam tarefas repetitivas. Por outro lado, estima-se que 85% das profissões de 2030 ainda sequer foram inventadas. Diante deste cenário repleto de desafios e oportunidades, em que parte da força de trabalho migrará de categoria ocupacional, uma questão importante se impõe nas empresas: quais serão as habilidades dos profissionais do futuro? A seguir, listamos algumas das skills que serão altamente valorizadas no mercado de trabalho.

Habilidades socioemocionais

As chamadas “soft skills” há algum tempo têm sido requisitadas pelo mercado. Ligadas à inteligência emocional e aptidões sociais, elas se relacionam às formas de lidar com a pressão e de interagir com o outro. Estas competências não-técnicas, como habilidade comunicacional, resiliência, colaboração, empatia, gestão do tempo e capacidade de adaptação, são apontadas como diferenciais para o sucesso na carreira, principalmente em cargos de liderança.

Habilidades cognitivas avançadas

Criatividade, raciocínio lógico, empreendedorismo, pensamento crítico e resolução de problemas são exemplos de habilidades cognitivas avançadas importantes em um futuro tecnológico. Enquanto softwares e robôs executarão atividades previsíveis com mais eficiência de modo a alavancar a produtividade, as capacidades tipicamente humanas continuarão aportando inovação e agregando valor ao negócio.

Habilidades tecnológicas

Num mundo cada vez mais digital e conectado, todo profissional, independentemente da área, deverá adquirir conhecimentos tecnológicos mais aprofundados para desempenhar suas tarefas. Manejar dispositivos móveis, conhecer fundamentos de cloud computing e de segurança da informação, além de entender algo de Big Data serão requisitos dos recrutadores no futuro. Também vale investir em noções de programação para melhorar o diálogo com a área de TI, uma das que mais deverá crescer. A aquisição de conhecimento, sejam técnicos ou comportamentais, passa a ser um processo contínuo, e fica para trás quem não estiver disposto a aprender.

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4 erros comuns de estratégia e planejamento empresarial

Era uma vez uma empresa que tinha a faca e o queijo na mão, mas que falhou em seu planejamento e deixou escapar uma bela oportunidade. Infelizmente, casos assim são recorrentes no mercado e é bem possível que você conheça alguns. Seja por vacilar na execução da estratégia ou falhar no planejamento, há negócios que estagnam ou até quebram. Conheça erros comuns cometidos nas empresas e evite cair nestas ciladas.

  1. Execução falha

Às vezes, a empresa sabe exatamente aonde quer chegar, mas não consegue alcançar seu objetivo pela incapacidade de executar rigorosamente sua estratégia. Um plano de ação detalhado é de fundamental importância para alinhar as diversas áreas da empresa e fazer com que toda atividade interna caminhe na mesma direção. Perder-se na hora de colocar em prática o planejamento estratégico costuma prejudicar e muito o desempenho organizacional.

  1. Esquecer o cenário macro

O ambiente macroeconômico está em permanente mudança e desconsiderar as influências externas é um erro que põe em risco empresas de qualquer segmento e porte. Flutuações do câmbio, mudanças regulatórias e alterações fiscais são frequentes em um mundo globalizado, sendo capazes de impactar o desempenho financeiro até de companhias focadas exclusivamente no mercado interno. Coloque o cenário macro, incluindo a concorrência, em sua estratégia e antecipe ações observando variáveis determinantes para o seu negócio.  

  1. Não considerar o cliente

O cliente é soberano e deve estar no foco do seu negócio. Com frequência, os gostos e hábitos dele também mudam, e não perceber essas mudanças pode fazer com que seu produto ou serviço se torne dispensável da noite para o dia. Por isso, conheça profundamente seu público-alvo, entenda quais são as demandas do seu cliente e veja onde você pode se diferenciar em relação à concorrência. Seja flexível e saiba se adaptar às necessidades do consumidor, sempre alinhando as mudanças à estratégia da organização.

  1. Deixar a tecnologia de lado

A tecnologia está alterando o ambiente empresarial e deixar de incluí-la em seu planejamento é uma falha que inevitavelmente deixará sua empresa para trás. Se você deseja inovar e manter vantagem competitiva, destine investimentos para a automação de processos, implemente softwares que geram eficiência e aposte em soluções que possibilitem análise de dados. Os benefícios gerados pela tecnologia abrem novas oportunidades e deixar de utilizar este recurso pode gerar danos irreparáveis.

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Geração Z: como preparar sua empresa para os centennials

A Geração Z está chegando ao mercado de trabalho. Nascidos em meados da década de 1990, os chamados centennials (ou pós-millennials) têm agora seus 20 e poucos anos e começam a se inserir profissionalmente nas empresas. Por terem tido acesso a smartphone e wi-fi desde sempre, dominam os meios digitais e veem a evolução tecnológica como um processo natural. Desta maneira, desenvolveram habilidades e têm expectativas diferentes das gerações precedentes. Conheça as características deste grupo e saiba como atrair e otimizar o potencial destes jovens, que serão 20% da força de trabalho em 2020.

Meio digital como habitat natural

Os centennials foram criados num mundo de comunicação instantânea e de acesso ilimitado à informação. Ultraconectados e multitarefas, trafegam com desenvoltura por plataformas digitais e têm um perfil dinâmico, interativo e competitivo. São avessos à hierarquia e podem ter alguma dificuldade nas relações interpessoais. Por outro lado, são participativos e não têm nenhum problema como o diferente. Ao contrário, valorizam a diversidade, a igualdade e a transparência. Assim, para reter os talentos dessa geração, vale apostar num ambiente de trabalho flexível, democrático e participativo, no qual as tarefas possam ser executadas em ciclos curtos, com recompensas (ou promoções) frequentes, à exemplo dos games (gamification). O trabalho remoto também é desejável, pois significa responsabilidade e autonomia.

Movidos a propósitos

Diferentemente dos millennials, vistos como mimados e impacientes, a Geração Z é mais pragmática e pé no chão. Por terem vivenciado com suas famílias um período de instabilidade econômica, valorizam a segurança financeira e fazem planos para o futuro. Para eles, salário e plano de carreira são importantes, mas não significam tudo. O que faz os olhos desta turma brilhar de verdade é poder contribuir com empresas com potencial transformador. Assim, deixe claro qual é o propósito da sua empresa, engaje os centennials em torno dos objetivos organizacionais e surpreenda-se com a capacidade de inovação destes jovens.

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Controle de acesso: Tudo o que você precisa saber

Controle de acesso é o sistema ou equipamento que limita o acesso de pessoas a determinados ambientes, seja em escritórios, fábricas, refeitórios, condomínios, hospitais ou estabelecimentos comerciais. Com a função de proporcionar mais segurança às pessoas e garantir a proteção de bens e informações, é um recurso recorrente e necessário. Conheça os tipos de controle de acesso e os benefícios de sua implantação para a gestão de sua empresa.

Tipos de controle de acesso

Para evitar que seu estabelecimento fique à mercê de estranhos, há diferentes tipos de controle de acesso disponíveis no mercado. Além de barreiras físicas (cancelas, catracas e portões), controladas ou não por pessoa de confiança, também há tecnologias que automatizam a entrada e saída de colaboradores previamente cadastrados, o que pode dispensar a necessidade de um funcionário para a segurança. São exemplos de tecnologias: senha, leitura biométrica, cartões de proximidade, reconhecimento facial, reconhecimento de voz e de íris, entre outras. Cada um destes tipos apresenta características específicas, e a escolha por um deles depende da demanda da empresa e, principalmente, do nível de proteção exigido.

Benefícios para a gestão

O aumento da segurança é a primeira vantagem quando se fala em controle de acesso. No entanto, estes sistemas trazem outros benefícios, como agilidade na identificação de visitantes, clientes e fornecedores, controle da quantidade de pessoas nos ambientes, restrição a pessoas não autorizadas. Também é possível, por meio de sistema de controle de acesso, detectar horários de pico, saber o número de pessoas num departamento, e até mesmo integrar a entrada num refeitório à marcação do intervalo intrajornada. Todos estes dados, disponibilizados em tempo real, são peças-chave para o aprimoramento da gestão organizacional.

Integração com sistema de ponto

Além de oferecer diferentes níveis de segurança no acesso em portarias e departamentos, restringindo o fluxo a colaboradores autorizados, o controle de acesso também pode ser integrado a sistemas de registro eletrônico de ponto (SREP). Esta integração reduz o risco de fraude na marcação de presença, já que um controle de acesso como o biométrico, por exemplo, efetua o registro de entrada e permite saber quem efetivamente está nas dependências da empresa. As informações de entrada e saída são automaticamente registradas, facilitando a gestão da jornada de trabalho e a redução do passivo trabalhista, como por exemplo o bloqueio do acesso para colaboradores que estejam em período de interjornada (descanso de 11 horas – Art. 66  da CLT). O acesso controlado também permite delimitar o horário de permanência do colaborador na empresa, o que pode reduzir consideravelmente os gastos com horas extras.

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Logística reversa: benefícios para o cliente e a sustentabilidade

O descarte adequado de materiais é cada vez mais recorrente em nosso dia a dia. Numa sociedade mais consciente do impacto do consumo, é questão de cidadania não jogar no lixo comum embalagens, garrafas plásticas e outros materiais que podem ser reciclados. No ambiente empresarial, que lida com volumes de resíduos muito maiores que o doméstico, a sustentabilidade também passa a ser vista como prioridade e, neste contexto, a logística reversa é um importante instrumento para a redução da poluição ambiental. Entenda como funciona este recurso e por que você deve pensar em implantá-lo na sua empresa.

Como funciona a logística reversa

Se a logística lida com a distribuição de produtos dos fabricantes para os consumidores, a logística reversa, como o nome sugere, faz o caminho inverso: recolhe e dá encaminhamento pós-venda ou pós-consumo para reaproveitamento ou destinação final ambientalmente adequada. Neste sentido, fabricantes, distribuidores, comerciantes e também consumidores têm responsabilidade compartilhada no ciclo de vida do produto, conforme estabelecido na Política Nacional de Resíduos Sólidos. Para alguns setores produtivos, como pilhas e baterias, pneus, agrotóxicos e eletrônicos, este processo é norma obrigatória e o não cumprimento está sujeito a multas.

Por que devo implantar na minha empresa

Ainda que seu negócio não esteja enquadrado nas categorias em que a logística reversa é obrigatória, vale a pena conhecer e pensar em implantá-la na sua empresa. Além de benefícios ao meio ambiente, o retorno de resíduos pode trazer vantagens comerciais na medida em que materiais reutilizados podem retornar ao ciclo produtivo e, consequentemente, ao mercado, gerando novas oportunidades de geração de renda.

Outro benefício é o valor agregado à imagem da empresa, vista como sustentável perante os consumidores. Para começar a implantação de uma política de logística reversa, desenvolva embalagens sustentáveis, instale pontos de coleta e aprimore políticas de gestão de resíduos. Também é importante criar campanhas de conscientização da população, um dos agentes transformadores no processo.

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Megatendências: como preparar sua empresa para o futuro

Megatendências são movimentos externos, em escala global, que estão mudando o modo como as sociedades pensam, se comportam, se relacionam e trabalham. Segundo estudiosos do assunto, estas grandes e inevitáveis transformações mudarão os hábitos de consumo e, consequentemente, terão impacto direto nos negócios nos próximos anos. Por isso, as empresas que desejam continuar tendo relevância no futuro próximo devem ficar de olho no que vem por aí. Nos diversos segmentos empresariais, é importante lidar estrategicamente com essas forças, enxergar desafios e oportunidades e, principalmente, estar pronto para adaptar produtos e serviços aos novos hábitos da sociedade. Conheça as principais megatendências e prepare sua empresa para o futuro.

Mudanças demográficas e urbanização

O crescimento da população mundial e o aumento da expectativa de vida têm reflexos diretos nas empresas, seja alterando o perfil do público consumidor ou gerando mudanças na contratação de mão de obra. Diante do envelhecimento populacional, é possível enxergar um cenário de dificuldades na seguridade social, aumento do tempo de trabalho e novos desafios relacionados a saúde e qualidade de vida. A concentração populacional em áreas urbanas, por sua vez, aumenta a necessidade de investimento em infraestrutura. Também é importante estar atento às questões de mobilidade urbana, habitação e segurança.

Escassez de recursos e mudanças climáticas

As alterações da natureza têm acendido o sinal de alerta nas lideranças mundiais, que propõem novas regras e protocolos para reduzir a poluição e emissão de poluentes. A escassez de recursos naturais, por sua vez, impõe maior consciência ecológica e menos desperdício, tanto na produção como no consumo de produtos e serviços com menor impacto ambiental. Sustentabilidade, eficiência energética e soluções verdes entram cada vez mais em pauta, e as empresas que não observarem as exigências dos consumidores correm o risco de perder mercado.

Inclusão tecnológica e conectividade

A revolução digital e a democratização da tecnologia deram origem a uma nova geração de usuários-consumidores imediatistas, que buscam resolver questões em um clique. Para as empresas, o investimento em inovações tecnológicas que atendam à demanda dos seus públicos é questão de sobrevivência. Automação, mobile, inteligência artificial, robótica, nanotecnologia, cloud e analytics estão na agenda das companhias que planejam crescimento futuro. Tudo, claro, ligado a segurança da informação, privacidade e uso de dados.

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Planejamento estratégico 2019: direcione a gestão empresarial

Planejar é fundamental para a conquista de resultados. Com o fim do ano se aproximando, é chegada a hora de elaborar o planejamento estratégico, ferramenta que irá direcionar a gestão empresarial ao longo de 2019. Mais que apenas definir metas para o próximo ano, este documento orienta onde concentrar esforços e alocar recursos para o alcance de objetivos. A ideia é que, com um planejamento estratégico bem definido, todos os projetos e decisões estejam alinhados com a visão de futuro da empresa. Confira nossas dicas.

Análise de riscos e oportunidades

O primeiro passo para elaborar um planejamento estratégico assertivo é definir aonde sua empresa deseja chegar. Para isso, é aconselhável olhar não só os indicadores de desempenho internos, mas também o cenário externo. Dados de mercado, análise da concorrência e tendências de consumo fornecem bons insights e ampliam o olhar para novas perspectivas. Vale usar a metodologia SWOT para medir forças, fraquezas, oportunidades e ameaças.

Defina metas e crie um plano de ação

Uma vez estabelecidos os objetivos da empresa, defina metas claras para que as equipes, em todas as esferas da organização, direcionem esforços para o mesmo foco. Para cada objetivo, seja ele crescer em determinado mercado, lançar um novo produto ou abrir uma filial no exterior, crie sempre um plano de ação. A ideia é traçar uma estratégia de execução prevendo as várias operações necessárias, desde realização de eventos, reforço de equipe ou investimento em tecnologia. Desta maneira é possível manter as ações alinhadas, evitando que a empresa desvie do propósito.

Foque na gestão de pessoas

A contribuição dos funcionários é peça-chave para o sucesso de qualquer negócio. Por isso, inclua as pessoas no planejamento estratégico. Com base nos dados fornecidos pelo RH, avalie a performance das equipes, reveja atribuições e certifique-se que o potencial dos colaboradores está de fato sendo bem aproveitado.

O tempo também é um bem precioso e, para que prazos sejam rigorosamente cumpridos, também é necessário realizar um controle de jornada eficaz. Para isso, um sistema de controle de ponto automatizado permite gerenciar horários, controlar horas extras, agilizar processos e obtenção de dados, deixando o RH mais livre para ações e tomadas de decisões mais estratégicas.

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