Indicadores de RH: conheça métricas para avaliar resultados e alavancar a performance

Mensurar resultados é o melhor modo de avaliar a gestão de uma empresa. Como um termômetro, os indicadores de RH permitem entender o que está dando certo ou errado, definir objetivos futuros e realizar ajustes para alavancar a performance da organização. Conheça as principais métricas e desenvolva uma estratégia focada em resultados.

Índice de rotatividade

O turnover indica a quantidade de contratações e demissões da empresa. A rotatividade elevada gera inúmeros transtornos, como custos com rescisão e contratação de novos profissionais, queda na produtividade e perda de talentos. Pode estar associado a fatores como falta de efetividade nos processos de recrutamento e seleção, baixa atratividade em relação à concorrência e problemas de relacionamento com o gestor.

Taxa de absenteísmo

Mede atrasos, faltas e saídas antecipadas de um colaborador. Para fazer o cálculo da taxa de absenteísmo, basta dividir as horas não trabalhadas pelas efetivamente trabalhadas vezes 100. Se for alta, demonstra a falta de interesse do colaborador ou indica problemas, que podem ser tanto externos quanto internos. Softwares de controle de jornada permitem ter os dados de atrasos e faltas sempre à mão, e sem erros.

Head count

É o número total de colaboradores da empresa. O seu aumento ao longo do tempo indica crescimento, enquanto quedas abruptas podem mostrar problemas ou mudanças de rumo. A estratificação em escolaridade, gênero, idade e faixa salarial garante uma visão mais ampla da situação organizacional.

Pesquisa de clima

É um indicador mais subjetivo e seu objetivo é avaliar a satisfação do colaborador. Normalmente é feito a partir de pesquisa qualitativa que inclui questões acerca do relacionamento com os gestores, comunicação interna, perspectivas futuras, envolvimento com as tarefas, além de percepção sobre o ambiente de trabalho e benefícios. Quanto melhor o clima organizacional, maior o engajamento do colaborador.

ROI em treinamentos

A Taxa de Retorno de Investimento (ROI) relaciona os valores investidos em capacitações aos resultados efetivamente alcançados, como redução de falhas e acidentes. A ideia é avaliar de maneira concreta o impacto dos treinamentos sobre a produtividade das equipes.

A Norber desenvolve softwares de controle de acesso e de frequência que ajudam o RH a avaliar a gestão da empresa. O NewPonto Cloud é um sistema de controle de jornada na nuvem que fornece inúmeros dados sobre a jornada de trabalho dos colaboradores e automatiza a folha de pagamento. Para conhecer as funcionalidades destas soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Modelos de gestão: qual o mais adequado para sua empresa

O modelo de gestão de uma empresa diz muito sobre a maneira como as lideranças administram seus recursos – humanos e financeiros – em prol do crescimento do negócio. Seja focando em resultado ou tornando o processo decisório mais participativo, o objetivo é sempre aumentar a competitividade e melhorar a lucratividade. O modelo adotado, porém, depende de diversos fatores, como a cultura organizacional, o perfil dos funcionários e tipo de atuação. Conheça os principais modelos de gestão e decida qual o mais adequado para a sua empresa.

Gestão participativa

Por meio de relações menos hierárquicas e mais verticalizadas, este modelo incentiva a participação e o engajamento dos colaboradores, que têm voz ativa no processo decisório. Também chamada de gestão democrática, pressupõe habilidade comunicacional elevada, maturidade para debater e negociar, além de colaboração e trabalho em equipe.

Gestão meritocrática

A ideia é alavancar a performance recompensando o colaborador a partir de seu desempenho individual. Se por um lado o modelo meritocrático estimula a competitividade, por outro pode acirrar disputas e elevar a tensão internamente. Para funcionar, deve necessariamente contar com avaliações transparentes – de modo que todos tenham oportunidades de crescer junto com a empresa.

Gestão focada em resultados

O alcance de metas é o que realmente importa neste modelo de gestão que almeja soluções rápidas. Com objetivos bem definidos, valoriza-se mais o resultado do que o processo para atingi-lo. Aqui, a quantidade de horas passadas dentro do escritório ou os caminhos na realização de tarefas não têm relevância desde que a entrega seja real e efetiva.

Gestão focada em processos

A palavra-chave deste modelo de gestão é aprimoramento de processos. Com foco na eficácia do trabalho realizado, visa otimizar o tempo e os recursos de modo a agregar valor a todas as etapas da cadeia produtiva. Por valorizar a qualidade do produto ou serviço final, exige metodologia, controle e sistematização.

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Outdoor training: conheça o método de treinamento empresarial ao ar livre

Tirar profissionais da zona de conforto, incentivá-los a desenvolver novas habilidades e integrá-los à cultura da empresa são objetivos dos treinamentos corporativos promovidos pelos departamentos de RH. Um deles é o outdoor training, em alta nas grandes companhias por combinar trabalho em equipe com experiência ao ar livre.

O método, que costuma ser estruturado por especialistas em conjunto com o RH, consiste em proporcionar aos membros da empresa um treinamento baseado em esportes de aventura e modalidades do ecoturismo. A ideia é promover a aprendizagem fora do ambiente de trabalho tradicional, em contato com a natureza.

A proposta teria surgido na Inglaterra após a Segunda Guerra Mundial, inspirada nos conceitos militares de liderança de equipes. Com o tempo, passou a ser utilizada de forma mais ampla, já que promove a melhoria da habilidade interpessoal.

Segundo especialistas, o treinamento ao ar livre estimula a criatividade, planejamento, comunicação, engajamento e busca por novas soluções. Por ser vivencial, promove um aprendizado efetivo, com maior retenção do conhecimento. Além disso, fortalece laços e faz com que os participantes tenham outra percepção dos colegas com quem trabalham, o que acentua a relação de confiança e a importância do trabalho em equipe.

Para não se tornar mero entretenimento ou causar traumas, o outdoor training deve se basear em metodologias e, principalmente, gerar reflexões que motivem os participantes a adotarem mudanças de comportamento na rotina corporativa. Espera-se, depois de um treinamento deste tipo, que os profissionais sejam capazes de ter atitudes mais colaborativas e de superar seus limites, construindo soluções mais produtivas e alinhadas aos objetivos da empresa. Já promoveu ou participou de um treinamento vivencial outdoor? Compartilhe conosco sua experiência.

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Os benefícios não financeiros das melhores empresas para trabalhar

Qualidade de vida e trabalho não são valores incompatíveis nas empresas que integram as listas de melhores para se trabalhar. Para conquistar e reter talentos, estas organizações já perceberam que não basta um bom salário. Principalmente entre profissionais das gerações millennial e centennial, é importante oferecer um ambiente estimulante e flexível, investir em bem-estar e desenvolvimento profissional. Conheça os benefícios não financeiros que fazem a cabeça dos funcionários nas melhores empresas para trabalhar.

Mindfulness, ioga e academia

A depressão é considerada a “doença do século”. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), será a enfermidade mais incapacitante do planeta até 2020. Por isso, estão ganhando espaço nas empresas práticas de relaxamento como mindfulness e ioga, que combatem o stress antes que a ansiedade ou a síndrome do pânico façam um estrago na saúde do colaborador. Além do tradicional plano de saúde, benefícios como academia e programas que incentivam a alimentação saudável são valorizados pelos funcionários, que prezam o bem-estar físico e mental.

Parentalidade e auxílio creche

O tempo que passamos com nossas famílias é inegociável, não é mesmo? Para as profissionais que se tornam mães, a licença maternidade estendida de 6 meses é mais que bem-vinda. E por que não falar em paternidade e dar aos homens um tempo maior além dos 5 dias estabelecidos por lei para que possam curtir a chegada do filho, seja biológico ou adotivo? Na hora de retornar ao trabalho, contar com auxílio creche é garantia de deixar o pequeno num lugar seguro e confortável. Também há empresas que incentivam a amamentação proporcionando condições adequadas para armazenamento do leite materno.

Mentoria e bolsa de estudos

Vivemos tempos de aperfeiçoamento contínuo. Se, por um lado, as gerações que nasceram com o smartphone na mão são multitarefas e movidas a desafios, os profissionais com mais tempo de casa podem ter dificuldade na adaptação a novos processos e tecnologias. Programas de desenvolvimento profissional, como mentorias e bolsas de estudo, são muito bem vistos. Além de aumentarem a empregabilidade e capacidade produtiva do colaborador, também geram maior conexão dele com a empresa.

Day-off e jornada flexível

Quem não quer ter um dia livre para fazer o que quiser? O day-off é um jeito simpático de beneficiar o colaborador com uma folga no dia ou semana de seu aniversário. Jornadas flexíveis, que possibilitem o trabalho remoto ou horários alternativos, também estão em alta na medida em que permitem conciliar vida pessoal e profissional. Como este tipo de jornada funciona, sobretudo, em ambientes com gestão mais compartilhada e menos hierárquica, é importante desenvolver uma política de benefícios compatível com os valores e a cultura da empresa.

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Identificação biométrica: como funciona e por que adotá-la em ambientes corporativos

Você já deve ter visto o reconhecimento da íris ser usado num filme de ficção científica. Também pode ter tido sua passagem liberada por reconhecimento facial no controle de passaporte do aeroporto. Mais frequente ainda é o uso das digitais para sacar dinheiro no caixa eletrônico ou simplesmente desbloquear o smartphone. E o que estas tecnologias têm em comum? Todas se baseiam na identificação biométrica, que tem se tornado cada vez mais comum em escolas, empresas e ambientes corporativos.

Como funciona

A biometria (bio = vida e metria = medida) é o estudo das medidas dos seres humanos. Ela faz uso das características únicas de cada pessoa, sejam físicas (impressão digital, face e íris) ou comportamentais (voz e assinatura). Funciona baseando-se na detecção de padrões a partir de um pré-cadastro. A tecnologia de reconhecimento facial, por exemplo, mapeia o rosto do indivíduo calculando a distância entre pontos específicos, como boca, nariz e olhos. Uma vez cadastrada, a pessoa pode ser identificada pelo equipamento, cujos sensores fazem a leitura das medidas e, por meio de algoritmos, as compara ao padrão previamente armazenado. Feita a validação, a pessoa tem o acesso rapidamente liberado.

Uso corporativo

A identificação biométrica vem ganhando espaço em ambientes corporativos onde há uma preocupação recorrente com a segurança. Com alto índice de confiabilidade, tem menos chance de ser clonada que tecnologias tradicionais, como cartões ou senhas. Além de oferecer menor risco de fraude, também tem bastante aceitação por parte dos usuários, sendo frequentemente combinada a sistemas de controle de acesso. Por isso, é uma opção a ser considerada na hora de traçar uma política de segurança corporativa.

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Liderança 4.0: Características do gestor na era digital

O modelo tradicional de gestão, marcado por hierarquia, padronização e controle, está ficando para trás. O progresso tecnológico e a chegada de gerações hiperconectadas ao mercado de trabalho exigem das empresas uma gestão mais compartilhada e menos hierárquica: a liderança 4.0. Este novo conceito faz referência à chamada 4ª Revolução Industrial, ou Indústria 4.0, processo cujo potencial transformador é tão ou mais poderoso que o proporcionado pela máquina a vapor, a eletrônica ou a informatização nos séculos passados.

Nesta nova era, a convergência de tecnologias disruptivas como robótica, inteligência artificial, internet das coisas e computação em nuvem tem impacto radical no modo de vida, no consumo, no jeito de se relacionar e de fazer negócios. O ambiente empresarial, consequentemente, tem que contar com líderes verdadeiramente dispostos a estimular a inovação em seus times para lidar com os desafios da nova era digital.

Foco nas pessoas

Em um ambiente de cadeias produtivas conectadas e processos adaptáveis, é papel da liderança focar nas pessoas. O líder 4.0 atua como um facilitador, alguém que promove o diálogo e empodera os colaboradores. Sua principal característica é a capacidade de entender o outro e extrair dele todo seu potencial. Empatia, facilidade de comunicação e habilidade para lidar com a diferença são aspectos fundamentais.

Colaboração e autogestão

Equipes formadas por millennials e centennials buscam maiores desafios, autonomia e responsabilidades. Para engajar e motivar esta turma movida por propósito é preciso que o líder delegue e faça com que cada um se sinta parte do todo. Ao estimular a comunicação, a autogestão e a colaboração, é possível colher resultados extraordinários, mesmo com os integrantes do time trabalhando à distância.

Rapidez na tomada de decisões

Diante de informações disponibilizadas na nuvem e em tempo real, o líder 4.0 deve tomar decisões rápidas e ter inteligência emocional para lidar com pressões. No dia a dia, deve compreender a totalidade do negócio e ser ágil para encontrar oportunidades. Saber gerenciar conflitos e ter foco nos resultados também são habilidades necessárias ao perfil moderno de gestão.

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Controle financeiro: cuidados essenciais para um caixa equilibrado

Conquistar resultados financeiros positivos é o objetivo de todo empreendedor. Para isso, é imprescindível realizar um planejamento eficaz, manter as contas em ordem e controlar exatamente os valores que entram e saem. Segundo o Sebrae, 25% das pequenas empresas fecham as portas antes de completar 2 anos de existência no mercado, mas você não quer fazer parte dessa estatística, certo? Abaixo, listamos 4 cuidados que toda empresa deve tomar para evitar o desequilíbrio das finanças.

  1. Investimento em planejamento

Entre empreendedores iniciantes, um erro recorrente é abrir um negócio sem ter feito um planejamento adequado. Se você quer que a sua empresa sobreviva e, mais que isso, que gere lucros, deve começar do começo: fazendo um mapeamento que inclua uma projeção de vendas. Nas empresas de maior porte, é fundamental contar com um bom diretor financeiro, profissional capacitado para gerenciar operações e investimentos.

  1. Controle do fluxo de caixa

Regra básica: registrar numa planilha, ou melhor, num software financeiro, todas as contas a pagar e todos os valores a receber, incluindo lançamentos futuros. E não esqueça os encargos e tributos – que, se não contabilizados corretamente, podem impactar bastante o balanço financeiro no fim do mês. O fluxo de caixa é um instrumento de gestão indispensável para monitorar a saúde financeira da empresa. Fique de olho no seu estoque, tanto de suprimentos quanto de produto final, pois mercadoria parada é sinal de dinheiro parado! Sempre negocie prazos com fornecedores.

  1. Corte de gastos

Com o balanço financeiro em mãos, verifique se há áreas da empresa que possuem despesas excessivas, avaliando a possibilidade de realizar cortes ou terceirizar serviços. Além disso, vale investir em tecnologia e na automatização de processos para fazer economias futuras. A implementação de um sistema de controle de ponto, por exemplo, permite realizar uma melhor gestão da jornada de trabalho e monitoramento de gastos com horas extras. É economia na certa!

  1. Atenção a empréstimos

Recorrer a financiamentos pode ser uma saída quando é necessário reforçar o capital de giro ou expandir o negócio. Empréstimos devem ser feitos com planejamento e muita atenção às taxas de juros, que podem prejudicar o lucro da empresa em longo prazo. Ao tomar decisões de maneira estratégica, você evita surpresas desagradáveis e garante a estabilidade financeira da sua empresa.

A Norber é especialista em gestão de frequência e desenvolve soluções customizadas e de excelente custo-benefício, que integram as informações do controle de ponto à folha de pagamento e modernizam rotinas operacionais do RH. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto, NewMobile e outras soluções, acesse www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Habilidades do futuro: conheça “skills” valorizadas no mercado

O futuro não muito distante no qual a máquina substituiria o homem chegou. A automação, a robótica e a inteligência artificial devem acelerar este processo e colocar em risco milhares de vagas nas próximas décadas, especialmente as que demandam tarefas repetitivas. Por outro lado, estima-se que 85% das profissões de 2030 ainda sequer foram inventadas. Diante deste cenário repleto de desafios e oportunidades, em que parte da força de trabalho migrará de categoria ocupacional, uma questão importante se impõe nas empresas: quais serão as habilidades dos profissionais do futuro? A seguir, listamos algumas das skills que serão altamente valorizadas no mercado de trabalho.

Habilidades socioemocionais

As chamadas “soft skills” há algum tempo têm sido requisitadas pelo mercado. Ligadas à inteligência emocional e aptidões sociais, elas se relacionam às formas de lidar com a pressão e de interagir com o outro. Estas competências não-técnicas, como habilidade comunicacional, resiliência, colaboração, empatia, gestão do tempo e capacidade de adaptação, são apontadas como diferenciais para o sucesso na carreira, principalmente em cargos de liderança.

Habilidades cognitivas avançadas

Criatividade, raciocínio lógico, empreendedorismo, pensamento crítico e resolução de problemas são exemplos de habilidades cognitivas avançadas importantes em um futuro tecnológico. Enquanto softwares e robôs executarão atividades previsíveis com mais eficiência de modo a alavancar a produtividade, as capacidades tipicamente humanas continuarão aportando inovação e agregando valor ao negócio.

Habilidades tecnológicas

Num mundo cada vez mais digital e conectado, todo profissional, independentemente da área, deverá adquirir conhecimentos tecnológicos mais aprofundados para desempenhar suas tarefas. Manejar dispositivos móveis, conhecer fundamentos de cloud computing e de segurança da informação, além de entender algo de Big Data serão requisitos dos recrutadores no futuro. Também vale investir em noções de programação para melhorar o diálogo com a área de TI, uma das que mais deverá crescer. A aquisição de conhecimento, sejam técnicos ou comportamentais, passa a ser um processo contínuo, e fica para trás quem não estiver disposto a aprender.

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4 erros comuns de estratégia e planejamento empresarial

Era uma vez uma empresa que tinha a faca e o queijo na mão, mas que falhou em seu planejamento e deixou escapar uma bela oportunidade. Infelizmente, casos assim são recorrentes no mercado e é bem possível que você conheça alguns. Seja por vacilar na execução da estratégia ou falhar no planejamento, há negócios que estagnam ou até quebram. Conheça erros comuns cometidos nas empresas e evite cair nestas ciladas.

  1. Execução falha

Às vezes, a empresa sabe exatamente aonde quer chegar, mas não consegue alcançar seu objetivo pela incapacidade de executar rigorosamente sua estratégia. Um plano de ação detalhado é de fundamental importância para alinhar as diversas áreas da empresa e fazer com que toda atividade interna caminhe na mesma direção. Perder-se na hora de colocar em prática o planejamento estratégico costuma prejudicar e muito o desempenho organizacional.

  1. Esquecer o cenário macro

O ambiente macroeconômico está em permanente mudança e desconsiderar as influências externas é um erro que põe em risco empresas de qualquer segmento e porte. Flutuações do câmbio, mudanças regulatórias e alterações fiscais são frequentes em um mundo globalizado, sendo capazes de impactar o desempenho financeiro até de companhias focadas exclusivamente no mercado interno. Coloque o cenário macro, incluindo a concorrência, em sua estratégia e antecipe ações observando variáveis determinantes para o seu negócio.  

  1. Não considerar o cliente

O cliente é soberano e deve estar no foco do seu negócio. Com frequência, os gostos e hábitos dele também mudam, e não perceber essas mudanças pode fazer com que seu produto ou serviço se torne dispensável da noite para o dia. Por isso, conheça profundamente seu público-alvo, entenda quais são as demandas do seu cliente e veja onde você pode se diferenciar em relação à concorrência. Seja flexível e saiba se adaptar às necessidades do consumidor, sempre alinhando as mudanças à estratégia da organização.

  1. Deixar a tecnologia de lado

A tecnologia está alterando o ambiente empresarial e deixar de incluí-la em seu planejamento é uma falha que inevitavelmente deixará sua empresa para trás. Se você deseja inovar e manter vantagem competitiva, destine investimentos para a automação de processos, implemente softwares que geram eficiência e aposte em soluções que possibilitem análise de dados. Os benefícios gerados pela tecnologia abrem novas oportunidades e deixar de utilizar este recurso pode gerar danos irreparáveis.

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Geração Z: como preparar sua empresa para os centennials

A Geração Z está chegando ao mercado de trabalho. Nascidos em meados da década de 1990, os chamados centennials (ou pós-millennials) têm agora seus 20 e poucos anos e começam a se inserir profissionalmente nas empresas. Por terem tido acesso a smartphone e wi-fi desde sempre, dominam os meios digitais e veem a evolução tecnológica como um processo natural. Desta maneira, desenvolveram habilidades e têm expectativas diferentes das gerações precedentes. Conheça as características deste grupo e saiba como atrair e otimizar o potencial destes jovens, que serão 20% da força de trabalho em 2020.

Meio digital como habitat natural

Os centennials foram criados num mundo de comunicação instantânea e de acesso ilimitado à informação. Ultraconectados e multitarefas, trafegam com desenvoltura por plataformas digitais e têm um perfil dinâmico, interativo e competitivo. São avessos à hierarquia e podem ter alguma dificuldade nas relações interpessoais. Por outro lado, são participativos e não têm nenhum problema como o diferente. Ao contrário, valorizam a diversidade, a igualdade e a transparência. Assim, para reter os talentos dessa geração, vale apostar num ambiente de trabalho flexível, democrático e participativo, no qual as tarefas possam ser executadas em ciclos curtos, com recompensas (ou promoções) frequentes, à exemplo dos games (gamification). O trabalho remoto também é desejável, pois significa responsabilidade e autonomia.

Movidos a propósitos

Diferentemente dos millennials, vistos como mimados e impacientes, a Geração Z é mais pragmática e pé no chão. Por terem vivenciado com suas famílias um período de instabilidade econômica, valorizam a segurança financeira e fazem planos para o futuro. Para eles, salário e plano de carreira são importantes, mas não significam tudo. O que faz os olhos desta turma brilhar de verdade é poder contribuir com empresas com potencial transformador. Assim, deixe claro qual é o propósito da sua empresa, engaje os centennials em torno dos objetivos organizacionais e surpreenda-se com a capacidade de inovação destes jovens.

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