Conheça os encargos sociais e trabalhistas presentes na folha de pagamento

A contratação de um funcionário custa mais do que o salário pago a ele no fim do mês. Na hora de reforçar o time, o empreendedor tem que ter em mente que esse custo pode chegar a quase 70% mais. Isso porque nas contratações CLT incidem sobre a folha de pagamento os encargos sociais (taxas e contribuições para financiamento de políticas públicas) e trabalhistas (valores pagos diretamente ao empregado). Conheça as principais obrigações:

FGTS – O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço é uma espécie de poupança do trabalhador. Todos os meses, o valor correspondente a 8% do seu salário bruto é depositado pelo empregador em conta vinculada, sendo que esse valor não é descontado da remuneração. Pode ser sacado quando há demissão sem justa causa, para a compra do primeiro imóvel, entre outras situações.

Previdência Social – A contribuição ao INSS custeia aposentadorias, auxílios-doença e salários maternidade, entre outros direitos. Além da contribuição patronal, que é de 20%, o trabalhador também contribui com 8% a 11% da sua remuneração, de acordo com a faixa salarial.

Imposto de Renda – O IR é retido na fonte, isto é, descontado do salário na folha e repassado pelo empregador à Receita Federal. O INSS e descontos com faltas e atrasos não compõem a base de cálculo, e as alíquotas variam de 7,5% a 27,5% segundo a faixa salarial. Valores abaixo de R$ 1.903,98 são isentos.

Férias O funcionário com carteira assinada tem direito a 30 dias de férias a cada 12 meses trabalhados. O período de descanso é remunerado e pago antecipadamente pelo empregador, assim como o adicional de 1/3 do salário.

13º Salário – É proporcional ao tempo de serviço no ano corrente, isto é, será integral caso o período trabalhado corresponda a um ano. Costuma ser pago em duas parcelas, a segunda até dia 20 de dezembro.

Vale-Transporte – O custo com o deslocamento de ida e volta ao trabalho é compartilhado entre empregado e empregador, sendo 6% do salário o valor máximo descontado do funcionário.

Outros encargos – A legislação brasileira estabelece ainda outros encargos sociais às empresas, como PIS/PASEP, salário-educação e Sistema S. Além disso, o empregador deve estar preparado para outros encargos trabalhistas variáveis, como hora extra, adicional noturno e de insalubridade, além de vale-refeição quando há acordo firmado com sindicatos de categorias.

Nas empresas, o cálculo dos encargos que recaem sobre a folha costuma ser atribuição do RH. Para evitar erros que podem prejudicar os funcionários e gerar multas e prejuízos financeiros à empresa, é importante monitorar constantemente taxas e alíquotas, estar atento às datas de recolhimento e conhecer as mudanças procedentes da implantação do eSocial. Também vale contar com a ajuda de sistemas que automatizam a gestão integrando o controle de ponto à folha de pagamento.

A Norber desenvolve softwares que auxiliam o RH no gerenciamento da folha de pagamento e no processamento das informações requeridas pelo eSocial. O NewPonto Cloud integra o controle de frequência à folha e permite a criação de uma nova rotina para verificar alterações de escala em períodos parametrizados. Para conhecer as funcionalidades deste sistema, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Como a tecnologia pode transformar a Gestão de Pessoas

Em pleno século 21, ser digital é fundamental para obter melhor desempenho e, assim, garantir o crescimento sustentável dos negócios em longo prazo. O avanço tecnológico das últimas décadas vem se incorporando ao ambiente corporativo em um processo sem volta.

O RH, claro, também abraçou a transformação digital e vem assumindo um papel cada vez mais estratégico nas corporações. Mais do que nunca, profissionais da área de gestão de pessoas devem buscar alinhar o capital humano ao uso de softwares em benefício da estratégia organizacional. Conheça processos e áreas de gestão que estão sendo impactados e como a aplicação da tecnologia pode transformar o RH da sua empresa.

Jornada de trabalho

Internet, computadores portáteis e smartphones encurtam distâncias e proporcionam maior flexibilidade à jornada trabalho, possibilitando que certas atividades sejam executadas remotamente. A contratação de profissionais terceirizados e que atuam em projetos específicos também é mais recorrente nas empresas.

Estas mudanças exigem outro olhar sobre as relações de trabalho, desafiando os gestores a criarem modos de promover o engajamento de colaboradores e a produtividade à distância. Em tempos de home office, também é atribuição do RH estar ligado nas obrigações legais que novos modelos de trabalho podem exigir. Afinal, como conciliar trabalho à distância e marcação de ponto?

Automação de processos

A utilização de softwares automatiza procedimentos burocráticos, simplifica processos e reduz o índice de erros. A gestão do controle de ponto, das folhas de pagamento e de informações referentes a faltas, férias, benefícios e horas extras, ganha agilidade com a ajuda de sistemas que integram os dados e as informações. Também vale investir em cloud computing e em aplicações com interfaces intuitivas, que possibilitam ao usuário receber a informação desejada a qualquer momento, sem necessidade de recorrer ao RH para obter respostas a dúvidas rotineiras. A ideia é proporcionar agilidade e, ao mesmo tempo, entregar a melhor experiência ao usuário.

Análise de dados

A tecnologia contribui para que decisões sejam mais fundamentadas em dados do que em critérios subjetivos. Softwares de gestão permitem ao RH medir a performance individual, realizar análise comportamental e de competências, assim como propor ações para o desenvolvimento dos talentos. Os processos de recrutamento e seleção, por sua vez, tornam-se mais efetivos com people analytics, que utiliza análise de dados para avaliação de perfis de candidatos em processos seletivos. Em algumas empresas, chatbots, inteligência artificial e machine learning são apostas para o desenvolvimento de treinamentos técnicos específicos.

A Norber é especialista no desenvolvimento e implantação de soluções de controle de acesso e de frequência, auxiliando na automação de processos e análise de dados, através de sistemas que modernizam a rotina organizacional. Um software como o NewPontoCloud automatiza a marcação de ponto dos funcionários e integra os dados às folhas de pagamento, gerando agilidade e eficiência ao RH. Já o NewMobile viabiliza a marcação de ponto remota, via smartphone, contribuindo com uma estratégia de mobilidade corporativa.

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4 passos para implantar uma Política de Ponto em 2019

Gerenciar a jornada de trabalho dos colaboradores produz inúmeros benefícios, desde gerar informações estratégicas sobre a produtividade até redução de custos com horas extras. Se sua empresa não faz a gestão de frequência de forma adequada, é hora de planejar a implementação de uma Política de Ponto. Veja nossas dicas e comece 2019 com um sistema prático, confiável e customizado às necessidades do seu negócio.

  1. Fique atento às normas

O primeiro passo para implantar uma Política de Ponto é conhecer a legislação relacionada ao tema. O parágrafo segundo do artigo 74 da CLT determina a obrigatoriedade da anotação dos horários de entrada e saída dos funcionários para estabelecimentos com mais de dez colaboradores, assim como o registro do intervalo de repouso. Além disso, a portaria 1.510/2009 do Ministério do Trabalho e Emprego regulamenta que registros eletrônicos sejam homologados e emitam comprovante, para devido controle do colaborador.

  1. Avalie a cultura e as necessidades da empresa

Os colaboradores da sua empresa funcionam melhor cumprindo horários rígidos? Costumam trabalhar fora das dependências da empresa ou atuam no esquema home-office? Ao criar uma política de ponto é importante avaliar a cultura organizacional e, sobretudo, buscar adequar o modelo de gestão ao dia a dia da corporação. Também vale ter em mente questões como: a) quando o funcionário está autorizado a fazer hora extra; b) como será feita a compensação do banco de horas; c) como proceder em casos de atraso e faltas. Tudo isso deve ser respondido no momento de criar e contratar soluções de gestão de frequência.

  1. Envolva os colaboradores

Uma Política de Ponto não é implantada sem mudança de hábitos. Para que a adesão seja um sucesso, comunique os colaboradores sobre as novas regras, transmita a informação sobre marcação de horários de forma clara, desenvolva uma campanha estimulando novos hábitos. Escute as demandas dos líderes, envolva-os no projeto e conte com eles para promover o engajamento dos colaboradores. Assim, você terá um time mais comprometido tanto com horários quanto com resultados.

  1. Invista em tecnologia

Ultrapassado, o livro de ponto é pouco prático e eficaz. Atualmente, sistemas de gestão de jornada permitem integrar o controle de ponto à folha de pagamento, garantindo mais praticidade e modernidade às atividades do RH. O investimento em tecnologia também proporciona que informações de frequência sejam atualizadas em tempo real, facilitando a gestão e a tomada de decisões.

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Férias coletivas: como planejar e aplicar na sua empresa

As festas de fim de ano estão chegando e, em muitas empresas, esta época é sinônimo de férias coletivas. Neste período, diversas companhias aproveitam que a procura dos clientes por seus produtos ou serviços é baixa para interromper as atividades e, assim, conceder férias simultaneamente a todos os colaboradores ou àqueles de determinado setor ou unidade. Saiba como planejar a concessão de férias coletivas e conheça os principais custos e procedimentos.

Quando conceder

Embora seja bastante frequente no fim do ano, este recurso pode ser aplicado em qualquer período, desde que cumpridas as obrigações legais. A ideia é aproveitar a sazonalidade do segmento de mercado em momentos em que a demanda, e consequentemente a necessidade de mão de obra, é menor.

Qual o período mínimo

As férias coletivas podem ser determinadas pela empresa independentemente da vontade do colaborador, segundo Artigo 139 da CLT. Podem ser divididas em até dois períodos de, no mínimo, 10 dias cada, e são descontadas do saldo total de férias de cada funcionário. Assim como as férias individuais, não começam em domingos e feriados.

Comunicação e procedimentos administrativos

O aviso de férias coletivas deve ser realizado ao menos 15 dias antes do início do recesso, seja por comunicado no mural de avisos, jornal interno ou email. Quanto antes, melhor o funcionário poderá se planejar. Para validar a ação, o RH precisa comunicar as datas estipuladas e setores beneficiados ao órgão local do Ministério do Trabalho (DRT), assim como informar o sindicato profissional da categoria. Também é imprescindível realizar a anotação na carteira de trabalho.

Pagamento das férias

Do mesmo modo que as férias individuais, as coletivas são remuneradas e têm um acréscimo de 1/3 do salário do trabalhador, proporcionais ao período de duração. Como o valor deve necessariamente ser pago dois dias antes da data de início das férias, é importante fazer um correto planejamento de custos.

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As vantagens de um sistema de controle de ponto automatizado

Hoje em dia ninguém mais precisa perder um tempão agregando dados do ponto manual à folha de pagamento. Se na sua empresa o time de RH ainda usa planilhas de Excel para realizar esta tarefa, é hora de rever estratégias. Afinal, em pleno século 21, você só precisa de um software de gestão de jornada para automatizar o controle de ponto e livrar sua equipe deste trabalho maçante.

Ao substituir o ponto manual por um software de controle da jornada, as marcações de entrada, saída e intervalos de cada um dos funcionários da empresa são integradas automaticamente à folha de pagamento. Isso gera um incrível ganho de tempo para o RH, que passa a poder atuar em iniciativas mais importantes e alinhadas aos objetivos da empresa.

Outra vantagem é a segurança. Diferente do controle manual, mais passível de fraudes, um sistema de gestão de frequência como o NewPonto da Norber tem seu banco de dados blindado e atrelado ao servidor. Esse recurso impede a manipulação das marcações eletrônicas originais, seja pelo usuário ou pelo gestor, e proporciona maior transparência na relação entre empregador e funcionário.

No quesito controle de acesso, os softwares de gestão de frequência também levam vantagem sobre o ponto manual, já que podem ser integrados a catracas e ao ponto biométrico, limitando o acesso em portarias, departamentos ou refeitórios. Já para empresas que contam com colaboradores externos, como vendedores ou consultores, há soluções que permitem que os horários do expediente sejam marcados remotamente, via smartphone, de qualquer lugar e em tempo real. Em todos estes casos, é possível integrar automaticamente as informações do ponto à folha de pagamento, assim como obter dados para melhor gerenciar a jornada e as horas extras dos funcionários.

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Hora extra x banco de horas: o que é mais vantajoso

Hora trabalhada é hora paga. A CLT garante ao trabalhador o direito de ser remunerado pelo tempo trabalhado além da jornada normal e empregadores que descumprem as regras costumam arcar com consequências graves na Justiça do Trabalho. Mas, afinal, qual o melhor modo de fazer a compensação: hora extra ou banco de horas? Se sua empresa projeta crescimento e precisa que os colaboradores eventualmente excedam o horário de expediente para cumprir prazos e atender demandas, saiba como funcionam estes modelos de sobrejornada e escolha a mais apropriada para seu negócio.

Hora extra

A jornada padrão de 8 horas diárias permite que sejam feitas duas horas extras por dia, até o limite de 44 horas semanais. As horas adicionais trabalhadas têm valor mais alto e podem onerar a folha de pagamento da empresa: correspondem a 50% mais que a hora normal. À noite, entre 22h e 5h, sofrem um acréscimo de 20%, enquanto nos finais de semana e feriados custam 100% a mais. Para o trabalhador, é um sistema satisfatório, já que possibilita aumento da renda no fim do mês. Por outro lado, é menos flexível no sentido de não possibilitar folgas.

Banco de horas

Por meio do banco de horas, as horas excedentes trabalhadas são compensadas com folgas ou com a redução da jornada em outro dia. Realizado mediante acordo ou convenção coletiva, o modelo prevê que a compensação seja feita dentro do prazo de um ano. Em caso de acordo individual com o trabalhador, a compensação deve ocorrer dentro de no máximo 6 meses. Extrapolados esses prazos, as horas excedentes devem ser pagas com 50% de acréscimo. A vantagem para o funcionário é a possibilidade de, mediante entendimento com gestor, poder sair mais cedo conforme sua necessidade ou até mesmo obter folgas, como emendas de feriados.

Independentemente do modelo escolhido, é imprescindível fazer o correto gerenciamento das horas trabalhadas. Um sistema de controle de frequência como o NewPonto da Norber permite a marcação dos horários de entrada e saída dos colaboradores e ainda fornece dados que ajudam a avaliar a real necessidade de horas adicionais, permitindo aos gestores checar se há equipes subutilizadas ou sobrecarregadas. Com este tipo de informação em mãos é possível redistribuir tarefas, evitar horas excedentes e, consequentemente, gerar maior economia para a empresa.

A Norber é especialista em gestão de frequência e desenvolve sistemas que integram as informações do controle de ponto à folha de pagamento, modernizando rotinas do RH. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto, do NewMobile e de outras soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Remuneração estratégica: uma dica valiosa de gestão para promover superação

O ser humano é movido a desafios. No campo profissional, abraçamos oportunidades e entregamos todo nosso potencial quando somos estimulados a contribuir com o alcance de objetivos, enxergamos oportunidade de crescer e somos devidamente reconhecidos. Quando a realização pessoal vem acompanhada da chance de aumentar os ganhos financeiros, melhor ainda!  Afinal, quem não deseja levantar um dinheiro extra com base nos resultados alcançados por esforço próprio? Neste sentido, a remuneração estratégica é uma prática de gestão valiosa, usada pelas empresas para motivar talentos e, consequentemente, alavancar a produtividade das equipes.

De modo geral, o modelo de remuneração estratégica funciona assim: uma parte do rendimento do colaborador é fixa, e outra parte é variável e atrelada à produtividade. Essa recompensa variável pode ser de tipos diversos, desde prêmios não monetários, como folgas e bolsas para cursos, até comissão financeira ou participação acionária.

Uma proposta cada vez mais recorrente nas empresas, e com bastante adesão de profissionais da geração Y, é a premiação decorrente da gamificação. Por meio desta técnica, o colaborador é bonificado ou premiado na medida em que atinge objetivos – ou, como nos games, passa de nível.

Vale lembrar que bonificação não é salário e, portanto, sobre o valor adicional não incidem encargos trabalhistas e previdenciários. Isso significa que os valores extras pagos pelo desempenho crescente do colaborador têm um impacto sustentável na folha de pagamento.

Válida para todo tipo de organização, a remuneração estratégica precisa de métricas e de regras claras para cumprir seu propósito de estimular a competitividade saudável e gerar melhores resultados. Caso incorra em injustiça e deixe de premiar o profissional que atinge os objetivos, o programa corre o risco ser boicotado, produzir competição desleal e até mesmo prejudicar a cooperação e o trabalho em equipe. Por isso, sua implantação deve necessariamente estar fundamentada em avaliações de desempenho coerentes, assim como no cumprimento de metas individuais, coletivas e organizacionais.

A Norber é especialista em gestão de frequência e desenvolve sistemas que integram as informações do controle de ponto à folha de pagamento, modernizando rotinas do RH. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto, do NewMobile e outras soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

O que todo empregador deve saber sobre o FGTS

FGTS, contas inativas, Caixa Econômica Federal. Não se fala de outra coisa desde que o governo autorizou o saque do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço das contas inativas como modo de aquecer a economia. Mas você, empregador, sabe quais são suas obrigações legais? Mais de 198 mil empresas não fizeram o recolhimento corretamente e estão inscritas na dívida ativa da União. Para manter sua empresa em dia, veja o que todo empregador deve saber sobre o FGTS.

O que é o FGTS

Trata-se de uma poupança aberta pela empresa em conta vinculada ao nome do funcionário com carteira de trabalho assinada. Está em vigor desde 1967 e visa proteger o trabalhador demitido sem justa causa. Via de regra, o FGTS pode ser sacado para a aquisição da casa própria e em situações especiais, como doença e aposentadoria.

Quem deve recolher

Devem recolher o FGTS todos os empregadores, empregadores domésticos e tomadores de serviço que têm em seus quadros funcionários com registro em carteira de trabalho. Vale lembrar que o FGTS é uma obrigação do empregador, não sendo descontado do salário do funcionário.

Data e valor do depósito

O valor a ser recolhido corresponde a 8% do salário bruto pago ao trabalhador, isto é, sobre ele incidem horas extras, férias, 13º salário, etc. Para os contratos de menores aprendizes (lei n° 11.180/05), o percentual é reduzido para 2%. No caso de trabalhador doméstico, o valor é 11,2%, sendo 8% como depósito mensal e 3,2% como antecipação do recolhimento rescisório. O depósito deve ser feito até o dia 7 de cada mês, devendo ser antecipado se no dia não houver expediente bancário.

Onde e como recolher

Desde outubro de 2015, quando o FGTS passou a ser obrigatório para o trabalhador doméstico, o recolhimento para esse tipo de vínculo é feito por meio do DAE (Documento de Arrecadação do eSocial), guia única para o Fundo de Garantia e demais tributos devidos, gerada pelo empregador no portal do eSocial. No caso dos demais empregadores, o recolhimento mensal é feito por meio da GRF (Guia de Recolhimento do FGTS) gerada pelo SEFIP, sistema disponibilizado para download no próprio site do FGTS e também no da Caixa Econômica Federal. O pagamento deve ser realizado em agências da Caixa ou nas instituições financeiras e canais alternativos conveniados.

Penalidades para o não recolhimento

A empresa que não recolhe o Fundo de Garantia dos seus funcionários ou não o faz no prazo está sujeita a multas, aplicadas pela fiscalização do Ministério do Trabalho e pela Procuradoria-Geral da Fazenda. Também fica impedida de requerer o Certificado de Regularidade do FGTS, obrigatório para participação em licitações públicas e para obter empréstimos em órgãos oficiais.

Especialista em gestão de controle de ponto, a Norber desenvolve ferramentas que auxiliam o profissional de RH no gerenciamento das tarefas administrativas. O NewPonto, por exemplo, é um software de controle de frequência que automatiza a folha de pagamento, minimizando os riscos de descumprimento de obrigações trabalhistas. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

O que todo empregador deve saber sobre o FGTS
O que todo empregador deve saber sobre o FGTS

O horário de verão e a produtividade

Amado por uns, odiado por outros, o horário de verão teve início dia 16 de outubro nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, seguindo até 19 de fevereiro de 2017.

Economia de energia
A medida visa gerar economia de energia elétrica ao viabilizar maior aproveitamento da luz natural no horário de pico de sua utilização, entre 18h e 21h. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) estima que a redução da demanda proporcionará economia de R$ 147,5 milhões no período.

A produtividade
O adiantamento de uma hora impacta a rotina e pode influenciar a produtividade no trabalho, especialmente nos primeiros dias. Até que o relógio biológico adapte-se ao novo horário, há quem tenha o sono afetado, assim como o apetite e o humor. Pesquisas relacionam o horário de verão à redução de desempenho e ao aumento do chamado “cyberloafing”, quando funcionários ficam navegando na internet de forma improdutiva.

Para não sofrer com os efeitos da mudança e render como de costume, a dica é ir para a cama um pouco mais cedo e evitar estimulantes como cafeína, que prejudicam o sono. O uso de aparelhos eletrônicos antes de dormir também podem aguçar os sentidos, dificultando o sono e aumentando a sensação de cansaço.

Nas empresas que têm turnos noturnos, o horário de verão afeta a jornada de trabalho na noite da mudança, gerando o registro de uma hora de trabalho a menos no início e uma hora a mais ao término. O relógio do marcador de ponto deve ser rigorosamente reajustado e a hora trabalhada a menos ou a mais pode ser justificada ou mesmo compensada, respeitando-se as convenções ou os acordos coletivos das categorias.

Especialista em gestão de controle de ponto, a Norber desenvolve soluções customizadas, atendendo demandas específicas de seus clientes. O NewPonto é um software de controle de frequência que integra o registro de ponto à folha de pagamento, otimizando processos administrativos. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto e outras soluções que facilitam a vida do RH de sua Empresa, visite www.norber.com.br.

Criado para gerar economia de energia, o horário de verão também afeta a produtividade.
Criado para gerar economia de energia, o horário de verão também afeta a produtividade.

Profissional de RH: indispensável nas organizações

Ele foi provavelmente o seu primeiro contato com a empresa, logo na entrevista de emprego. No dia a dia, é aquele que sabe sobre os pagamentos e que, sobretudo, contribui para a gestão integrada e participativa dos funcionários, sempre focando a cultura organizacional. Conheça algumas razões que tornam os profissionais de RH figuras importantes nas corporações.

  1. Seleciona talentos com o perfil da empresa

Mais que simplesmente preencher as vagas abertas, é tarefa do departamento de RH recrutar profissionais cujos valores, objetivos e ambições sejam adequados ao perfil da empresa. As contratações mais acertadas são aquelas que trazem para dentro da corporação talentos que, além das competências técnicas, estejam alinhados à cultura organizacional.

  1. Atua como parceiro estratégico

O capital humano é o bem mais valioso de uma empresa. São as pessoas, e não máquinas ou sistemas, que propõem ações que alavancam resultados. O RH, cuja missão primordial é a gestão de pessoas, contribui estrategicamente para o desenvolvimento do negócio na medida em que engaja os gestores, valoriza as potencialidades humanas e motiva as pessoas a darem sua máxima contribuição na realização das tarefas.

  1. É catalizador de mudanças

É atribuição de um RH estratégico observar comportamentos e tendências para, então, propor e implantar mudanças no ambiente corporativo. O estilo de vida cada vez mais digital e o desejo por jornadas flexíveis, por exemplo, exigem adaptações e inovações que atendam aos anseios dos colaboradores e, consequentemente, resultem em um melhor ambiente de trabalho.

  1. Cuida das relações trabalhistas

Para assegurar o bem-estar e também os direitos dos funcionários, o cotidiano do RH é repleto de rotinas administrativas que incluem o gerenciamento da folha de pagamento, assim como o planejamento de benefícios, férias e horas extras.

A Norber, especialista em gestão de controle de frequência, dispõe de tecnologias que auxiliam o RH em sua capacidade operacional e gerencial. Com ampla integração aos REPs do mercado, o NewPonto é um software que automatiza o controle de ponto, simplificando os processos administrativos. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

4 razões que tornam o profissional de RH indispensável
4 razões que tornam o profissional de RH indispensável