Equidade de gênero: como fazer da sua empresa uma aliada das mulheres

Lugar de mulher é onde ela quiser – e, hoje, elas estão ocupando postos e espaços antes exclusivamente masculinos. Apesar dos avanços, ainda há muito a fazer para alcançarmos a equidade de gênero no mercado de trabalho. Diversas pesquisas mostram que as mulheres ganham menos que os homens, mesmo exercendo funções semelhantes. Além disso, elas têm menor presença em cargos de liderança e, até hoje, são vítimas de assédio e discriminações. Para reduzir disparidades, cresce o número de companhias cujos programas de diversidade e inclusão têm esforços voltados ao universo feminino. Veja como promover a equidade de gênero e fazer da sua empresa uma aliada das mulheres.  

Garantindo igualdade de oportunidades

Para garantir igualdade de oportunidades, é fundamental repensar processos de recrutamento e seleção, assim como programas de desenvolvimento de talentos e políticas de benefícios. Isso porque verifica-se que as mulheres frequentemente abrem mão da própria carreira para dedicarem-se aos filhos. Mas a maternidade não pode ser uma barreira para a inserção e o crescimento profissional. Por isso, além de garantia de emprego no retorno da licença-maternidade, é importante criar condições para que as profissionais desenvolvam todo o seu potencial e ocupem cada vez mais posições de liderança. Promova treinamentos, tenha critérios claros para a promoção e incentive a atitude protagonista das colaboradoras. A proteção dos direitos das mulheres é um dever de todos e uma oportunidade de transformar a sociedade.  

Combatendo o machismo estrutural

As mulheres estão historicamente associadas ao lugar do cuidado. Em uma sociedade patriarcal como a nossa, a elas foi dada a tarefa de cuidar da casa e da família. Essa visão machista é a causa da sobrecarga de afazeres domésticos, em geral não valorizados ou remunerados. Na pandemia, esse problema foi acentuado, provocando exaustão física e mental no cumprimento da chamada “dupla jornada”. Nas empresas, é fundamental ampliar a conscientização sobre o machismo estrutural e colaborar para a desconstrução dos estereótipos de gênero. Crie grupos de discussão sobre o assunto, abra espaço para entender as demandas femininas e promova a conscientização de todos, incluindo os homens no debate. O home office e outros modelos de jornada flexíveis podem colaborar para a retenção e ascensão dos talentos femininos, facilitando o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Também vale refletir sobre o tempo da licença-paternidade e a concessão do auxílio-creche para os homens, reforçando a corresponsabilidade masculina no cuidado dos filhos.

Evitando o “manterrupting” e o “mansplaining”

Quantas vezes você, homem, interrompeu ou viu uma mulher ser interrompida enquanto falava? Ou se pôs a explicar didaticamente à sua colega de trabalho um assunto que ela dominava? Esses comportamentos machistas, chamados de “manterrupting” e “mansplaining”, calam e subestimam a voz feminina. Ainda que possam ocorrer de maneira inconsciente, precisam ser observados e combatidos. Crie um ambiente em que as mulheres se sintam pertencentes e, nas reuniões online ou presenciais, certifique-se de que as ideias delas sejam ouvidas e respeitadas. Casos de assédio moral ou sexual, por sua vez, devem ser combatidos e duramente punidos.

A luta pela equidade de gênero é não só uma questão de justiça social, mas um meio para tornar os ambientes de trabalho mais inclusivos, criativos e produtivos. Quais ações a sua empresa tem adotado para promover a equidade de gênero? 

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Empresas com propósito: por que abraçar causas é positivo para os negócios

O lucro não é mais o único objetivo das empresas. Se antes o interesse dos acionistas vinha em primeiro lugar, hoje é cada vez mais corriqueiro que organizações abracem um propósito maior e liderem mudanças a favor do meio ambiente, da diversidade ou da equidade de gênero.

Em empresas de variados portes e ramos de atuação, este engajamento institucional acompanha uma mudança de comportamento dos consumidores, hoje mais conscientes e exigentes. Ultraconectados e bem informados, eles entendem o impacto de suas decisões de compra e não veem problema em mudar de marca caso esta não esteja alinhada a seus valores pessoais.

A compra motivada por convicção se tornou a lógica dominante em todas as faixas etárias e de renda. De acordo com o estudo global “Edelman Earned Brand”, 69% dos brasileiros escolhem, trocam, evitam ou boicotam uma marca com base no posicionamento dela sobre temas relevantes para a sociedade. Desta forma, para as empresas não se trata mais de decidir adotar um posicionamento ou não – mas sim de escolher como fazê-lo de forma efetiva.

A nova lógica do consumo tem impulsionado mudanças no meio corporativo, que passa a enxergar clientes e colaboradores como cidadãos. Enquanto algumas companhias criam comitês internos, outras contratam consultorias para planejar ações pela inclusão da diversidade, sustentabilidade e outras demandas da sociedade. A ideia é que a causa defendida publicamente seja um valor interno da empresa, de fato alinhada ao seu propósito. Oportunismos, aliás, não são bem vistos – e quem não pratica o que fala pode ter a reputação arranhada nesta atual era de opiniões compartilhadas via redes sociais.

Entre os ganhos apontados pelas companhias genuinamente envolvidas com pautas sociais está a maior identificação do público com os valores da marca, gerando fidelização e melhores resultados financeiros e de imagem.

Fazer o bem também produz reflexos positivos no ambiente de trabalho. Mais pessoas estão buscando um trabalho com propósito – e, portanto, a responsabilidade social corporativa é um aliado importante na atração e retenção de talentos. A sensação de atuar numa organização comprometida em ajudar pessoas gera motivação, melhoria do clima organizacional e redução das taxas de absenteísmo e turn over. Além disso, pesquisas demonstram que companhias que cultivam a diversidade são mais produtivas e inovadoras que a concorrência.

A sua empresa está institucionalmente engajada a alguma causa? Conte-nos como esse engajamento se reflete internamente e quais benefícios ele proporciona junto aos públicos de interesse.

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