Squad: conheça o modelo organizacional adotado por startups como o Spotify

Conquistar agilidade para responder às demandas em constante transformação é o objetivo de toda empresa que deseja ser competitiva. Por esse motivo, tem aumentado o investimento em softwares que automatizam processos e descomplicam rotinas corporativas. Paralelamente à aposta em tecnologia, novos modelos organizacionais surgem para aprimorar a dinâmica de trabalho. Um deles é o Squad, que foi adotado pela gigante do streaming Spotify e se tornou tendência entre startups.

Como o nome em inglês sugere, squads são esquadrões. Diferentemente do modelo tradicional no qual áreas de uma companhia atuam isoladamente, os squads são equipes multidisciplinares e autogerenciadas que reúnem profissionais de diferentes setores – isto é, em um mesmo grupo há um representante de TI, outro de RH e alguém de Design e Finanças, por exemplo. Cada grupo tem um objetivo específico a cumprir – e autonomia suficiente para definir prioridades e tomar decisões.

Autonomia, agilidade e alinhamento

A ideia do formato é garantir agilidade na execução dos projetos, seja o desenvolvimento de um novo produto ou a solução de um problema. Por se tratarem de times pequenos e multidisciplinares, a comunicação entre os membros é facilitada e as respostas são geradas com maior velocidade e eficiência, sempre a partir da troca de conhecimentos e do cruzamento de experiências.

Além de agilidade na entrega, outra vantagem do modelo é a liderança compartilhada. Embora em cada squad exista um product owner, que é o responsável por definir prioridades, as relações dentro dos grupos são orgânicas e horizontais – o que se traduz em mais comprometimento e aumento da produtividade. Vale destacar o maior alinhamento aos objetivos do negócio, assegurado pela comunicação através dos demais níveis de agrupamentos, como as tribes (junção de dois ou mais squads que possuem objetivos similares) e os chapters (profissionais com a mesma skill, isto é, do mesmo departamento).

Pensando em implementar o modelo de squads na sua empresa? Então coloque na balança os pros e contras. O sucesso do formato depende da cultura corporativa e da maturidade dos profissionais em atuar com liberdade e autonomia. Nas empresas com hierarquias rígidas pode ser difícil a adaptação a um método que demanda flexibilidade, colaboração e autogestão. Você faz parte de algum squad? Compartilhe conosco sua experiência com esta metodologia.

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Outdoor training: conheça o método de treinamento empresarial ao ar livre

Tirar profissionais da zona de conforto, incentivá-los a desenvolver novas habilidades e integrá-los à cultura da empresa são objetivos dos treinamentos corporativos promovidos pelos departamentos de RH. Um deles é o outdoor training, em alta nas grandes companhias por combinar trabalho em equipe com experiência ao ar livre.

O método, que costuma ser estruturado por especialistas em conjunto com o RH, consiste em proporcionar aos membros da empresa um treinamento baseado em esportes de aventura e modalidades do ecoturismo. A ideia é promover a aprendizagem fora do ambiente de trabalho tradicional, em contato com a natureza.

A proposta teria surgido na Inglaterra após a Segunda Guerra Mundial, inspirada nos conceitos militares de liderança de equipes. Com o tempo, passou a ser utilizada de forma mais ampla, já que promove a melhoria da habilidade interpessoal.

Segundo especialistas, o treinamento ao ar livre estimula a criatividade, planejamento, comunicação, engajamento e busca por novas soluções. Por ser vivencial, promove um aprendizado efetivo, com maior retenção do conhecimento. Além disso, fortalece laços e faz com que os participantes tenham outra percepção dos colegas com quem trabalham, o que acentua a relação de confiança e a importância do trabalho em equipe.

Para não se tornar mero entretenimento ou causar traumas, o outdoor training deve se basear em metodologias e, principalmente, gerar reflexões que motivem os participantes a adotarem mudanças de comportamento na rotina corporativa. Espera-se, depois de um treinamento deste tipo, que os profissionais sejam capazes de ter atitudes mais colaborativas e de superar seus limites, construindo soluções mais produtivas e alinhadas aos objetivos da empresa. Já promoveu ou participou de um treinamento vivencial outdoor? Compartilhe conosco sua experiência.

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5 razões para cultivar a diversidade no ambiente de trabalho

A liderança tem papel decisivo na promoção da diversidade no ambiente de trabalho. É por meio do comprometimento de diretores, gerentes e líderes que políticas de inclusão são tiradas do papel e se tornam realidade, seja na hora de contratar, equiparar salários e garantir igualdade de oportunidades. As empresas mais inovadoras já compreenderam as vantagens dos ambientes heterogêneos e abertos aos diferentes gêneros, competências, etnias, idades e origem social. Veja 5 razões para seguir este exemplo e cultivar a diversidade.

  1. Enriquecimento cultural

Profissionais de perfis diferentes têm vivências, conhecimentos e experiências diferentes. Quanto maior for a mistura de perfis, mais amplo será o campo de visão de uma empresa e, portanto, maior sua capacidade de desenvolver soluções criativas. A pluralidade de ideias é enriquecedora, pois abre um mundo de novas perspectivas.

  1. Cultura da inovação

Segundo pesquisa da consultoria Accenture, empresas inclusivas e diversas são 11 vezes mais inovadoras do que a concorrência. O estudo “Getting to Equal 2019” mostrou que 85% das pessoas em companhias que valorizam a cultura da igualdade não têm medo de errar para inovar.

  1. Redução de conflitos

O convívio com a diferença é a chave para a empatia. Ao se colocar no lugar do outro, há uma maior compreensão de pontos de vista distintos. A valorização da diversidade resulta em um melhor clima organizacional, pois embora o jeito de pensar seja diferente, imperam o diálogo, a busca por acordo e o respeito ao próximo.

  1. Aumento da produtividade

Ambientes que acolhem a diversidade tendem a apresentar menores taxas de turnover e de absenteísmo. Na medida em que os profissionais encontram um lugar cooperativo, acolhedor e flexível, passam a se sentir mais engajados com a empresa e mais motivados a desempenhar suas tarefas com eficácia.

  1. Fortalecimento de imagem

Empresas que combatem preconceitos são bem vistas não só pelos funcionários, mas também pela sociedade. Ao garantir que minorias historicamente excluídas do mercado de trabalho tenham as mesmas oportunidades, as corporações cumprem seu papel social e fortalecem a imagem junto a clientes e formadores de opinião.

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4 dicas para implementar a cultura de inovação na sua empresa

As bem sucedidas empresas digitais alavancam crescimento exponencial porque cultivam a cultura de inovação. Com uma filosofia interna voltada para a experimentação, elas valorizam o potencial criativo em todos os níveis, tanto produtivos quanto gerenciais. Desta forma, são um exemplo para as corporações tradicionais, que devem promover mudanças sob o risco de ficarem ultrapassadas. Confira estas dicas e implemente a cultura de inovação na sua empresa.

  1. Permita a ousadia

As empresas mais inovadoras são as que encorajam que todos, independentemente de função ou hierarquia, tragam suas ideias mais ousadas para a mesa. O Google, por exemplo, democratizou a experimentação dando autonomia a seus engenheiros. Isso possibilita que novas soluções sejam testadas e colocadas no mercado muito mais rapidamente, algo bem diferente do que acontece em corporações engessadas, onde o desenvolvimento de um novo produto ou serviço leva anos e consome milhões em recursos.

  1. Desburocratize rotinas

De nada servem as boas ideias se elas não encontram ambiente fértil para serem desenvolvidas. Por isso, é importante remover barreiras internas escondidas atrás de hierarquias rígidas ou processos repletos de burocracia. As mudanças verdadeiras acontecem quando visões, procedimentos e recursos estão alinhados na mesma direção, em todas as áreas da corporação.

  1. Abuse da tecnologia

A construção de um ambiente propício à inovação tem tudo a ver com tecnologia. A Amazon, por exemplo, tornou-se a gigante que é introduzindo recursos high-tech em seus processos operacionais e logísticos. Para além do uso no core business da empresa, a aplicação de tecnologia na gestão proporciona mais dinamismo ao dia a dia corporativo. Invista em recursos em nuvem, aposte em softwares que descomplicam a gestão e automatize rotinas gerenciais como o controle de ponto. A implantação de soluções deste tipo tende a tornar a empresa mais ágil na medida em que o tempo passa a ser gasto com questões menos repetitivas e mais estratégicas e criativas.

  1. Incentive a criação coletiva

As ideias têm mais chance de sair do papel quando desenvolvidas em equipe, sendo papel dos líderes incentivar a colaboração e a criação coletiva. Atualmente, a internet encurta distâncias e permite que colaboradores trabalhem remotamente, de qualquer lugar do mundo. Forme times engajados com a inovação, dê autonomia às pessoas e estimule-as a pensar fora da caixa. É só saindo da zona de conforto que sua empresa se destacará no mercado e ganhará vantagem competitiva.

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5 ideias para engajar a sua equipe

Engajamento, no ambiente corporativo, é a conexão emocional do funcionário com a empresa, a ligação afetiva que motiva a participação e influencia positivamente as atividades do trabalho. No dia a dia, significa promover melhores resultados a partir de comprometimento, entusiasmo e dedicação. Essa prática, no entanto, ainda é um desafio nas corporações.

Segundo pesquisa do Instituto Gallup, apenas 29% da geração millennial sente-se engajada no trabalho e metade pensa em trocar de emprego no próximo ano. As consequências dessa falta de motivação são evasão de talentos e déficit na produtividade. Quer virar esse jogo? Veja como engajar seu time com essas cinco ideias:

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