Storytelling no RH: como engajar pessoas contando histórias

Uma história bem contada é capaz de nos envolver e até emocionar. Nós aprendemos e memorizamos informações com mais facilidade, quando a narrativa tem elementos que se relacionam ao nosso dia a dia. Pela eficácia em capturar a atenção do público, o storytelling – técnica de contar histórias de forma impactante – está em alta no mundo corporativo, incluindo a área de Gestão de Pessoas.

Utilizado inicialmente pela Publicidade e Marketing, este recurso vem conquistando profissionais do RH por sua aplicabilidade a diversos processos: treinamentos internos, employer branding e fortalecimento da cultura organizacional. Basicamente, a técnica consiste em utilizar a força da narrativa para transmitir mensagens de modo humanizado e atrativo. Por isso, pode ser útil em todas as ações que envolvem comunicação e visam engajar e motivar colaboradores.

Mas, afinal, o que é o storytelling na prática? Como um roteiro de cinema, a história a ser contada deve ter começo, meio e fim. Essa estrutura facilita o entendimento. Ela também deve conter um (ou mais) bom clímax, aquele ponto alto, que vai despertar ainda mais a atenção do público. Para isso, é fundamental a presença de um personagem, que pode ser o fundador da empresa que superou inúmeros obstáculos para alcançar o sucesso ou até mesmo aquele vendedor que conquistou resultados incríveis. A ideia é utilizar dados e informações da vida cotidiana e da história da companhia para desenvolver o enredo, criar identificação com o interlocutor e motivá-lo à ação.

Histórias bem contadas tendem a imprimir significados emocionais ao contexto original, daí o potencial de gerar mais conexão do que números frios apresentados num slide. A sensação de se reconhecer na experiência do outro gera interesse e empatia, além de sensação de pertencimento e desejo de ser proativo. Por isso, o storytelling é um recurso válido quando o objetivo é criar  maior envolvimento do colaborador com a empresa, motivando-o à busca por resultados.

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4 dicas para empreender na Economia Criativa

O conhecimento, a criatividade e o capital intelectual são os principais recursos produtivos da chamada Economia Criativa. Diferentemente do modelo econômico tradicional, as empresas associadas a esse segmento utilizam o talento como matéria-prima, transformando a criatividade em produtos e serviços comercializáveis, isto é, com valor econômico. Entre as áreas ligadas a esse novo modelo produtivo estão design, turismo, artes e moda, além de atividades da indústria cultural e relacionadas ao desenvolvimento de tecnologias, games e softwares. Em “Economia Criativa: Como Ganhar Dinheiro a Partir de Ideias” (2001), John Howkins (2001) lembra que a criatividade não é monopólio dos artistas. Segundo ele, está presente nos cientistas, empresários, economistas e todos que têm a capacidade de criar algo original, significativo e real. Tem uma boa ideia? Então saiba como empreender na Economia Criativa.

  1. Pense fora da caixa

Não há fórmula para a criatividade, mas certamente ela está ligada à combinação de liberdade e educação de alto nível. Tanto que na vanguarda da Economia Criativa estão países que estimulam a inovação, como Austrália e Inglaterra. Para imaginar algo que ninguém nunca fez, conheça pessoas e lugares diferentes, busque oportunidades nas demandas do mercado, equipe-se de conhecimento e deixe as ideias fluírem. Isso pode funcionar mais que uma reunião de brainstorming.

  1. Transforme a ideia em negócio

A criatividade, por si só, não é necessariamente uma atividade econômica. Ela gera receita apenas caso produza serviços ou produtos com implicações econômicas. Por isso, tão importante quanto ter o insight criativo é fazer dele um negócio. Para tirar a ideia do papel, busque oportunidades, atraia investidores, estude as necessidades do mercado e torne seu produto real, relevante, desejável e escalonável.

  1. Tenha um propósito

Tendência mundial, os empreendimentos criativos valorizam mais o processo que o produto. Normalmente, oferecem uma experiência no lugar de commodities, geram relações e empregos sustentáveis, buscam o impacto social e estimulam o crescimento inclusivo. Fazem parte, portanto, do universo colaborativo, em que compartilhar é palavra-chave.

  1. Invista em gestão

Ainda que a criatividade torne sua empresa inovadora e competitiva, isso não significa que a gestão possa ser deixada de lado. Além de empreendedor, seja também administrador e cerque-se de profissionais de finanças, RH e marketing. Se, por um lado, a criatividade e o talento individual são o coração do seu negócio, por outro você pode aplicar a tecnologia aos processos que dispensam a intervenção humana para reduzir custos e melhorar a produtividade.

Especialista em gestão de controle de ponto, a Norber desenvolve soluções que melhoram processos organizacionais com confiabilidade. Um software como o NewPonto automatiza a marcação dos horários de entrada e saída dos funcionários e integra as informações à folha de pagamento. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

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4 dicas para empreender na Economia Criativa

Intraempreendedorismo: 4 dicas para empreender dentro da sua empresa

Empreendedorismo não é só coisa de jovem inovador que deseja fundar sua própria startup. No ambiente corporativo, o profissional de perfil empreendedor tem sido altamente valorizado por trazer para dentro da empresa a capacidade de inovar e de criar novas oportunidades. É o chamado “intraempreendedor”, colaborador que, engajado com a cultura organizacional, atua de maneira proativa, sentindo-se parte do negócio. Você tem esse perfil? Veja dicas para romper possíveis barreiras burocráticas e implantar melhorias dentro da empresa em que trabalha.

  1. Apresente um projeto estruturado

Seja a criação de um novo produto ou a implantação de um procedimento inédito, tudo pode ser aprimorado dentro de uma empresa. E ninguém melhor que você, que está na linha de frente, para propor soluções inovadoras para velhos problemas. No entanto, não basta uma boa ideia, é preciso tirá-la do papel. Assim, estruture seu projeto, crie parcerias, estabeleça cronogramas e adeque orçamentos. Tudo isso vai ajudá-lo a demonstrar a viabilidade da iniciativa.

  1. Conquiste apoios

Lembre-se que ninguém constrói nada sozinho. Como a ética corporativa prega não passar por cima do gestor, respeite a hierarquia e sempre consulte o seu superior direto. Faça mais que isso: angarie o apoio dele e de colegas, forme uma equipe multidisciplinar, proponha desafios coletivos e inspire o desejo por conquistas. Ao engajar todo o time torno de um objetivo comum, o intraempreendedor amplia as chances de ter seu projeto realizado.

  1. Aproveite recursos existentes

Tudo o que o pessoal das startups mais deseja é investimento. No começo desses empreendimentos, a escassez de recursos se impõe como um primeiro desafio – o que não acontece em empresas já estabelecidas. Por isso, aproveite equipamentos e infraestrutura, assim como equipes de marketing e vendas à disposição, para alavancar seu projeto e transformá-lo em vantagem competitiva para a empresa. Aproveite para conferir 4 ações do RH que podem ajudar a sua empresa a economizar durante a crise.

  1. Invista em tecnologia

Em um mundo cada vez mais digital e conectado, fica para trás a empresa que não investe em tecnologia. No cotidiano empresarial, muitos processos podem ser automatizados, padronizados ou integrados por meio de sistemas tecnológicos, otimizando rotinas administrativas e reduzindo custos a longo prazo. Confira mais dicas sobre investimentos em TI neste post.

Especialista em gestão de controle de frequência, a Norber fornece soluções que automatizam processos e geram economia de tempo para os funcionários. NewMobile, por exemplo, permite a marcação de ponto remotamente, por meio de smartphone, de qualquer localidade e em tempo real. Além de proporcionar mais flexibilidade ao colaborador, esse software conecta-se ao NewPonto, que integra as informações do controle de frequência à folha de pagamento. Para conhecer as funcionalidades desses produtos, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Intraempreendedorismo: implante inovações na sua empresa.
Intraempreendedorismo: implante inovações na sua empresa.

O papel do líder na gestão empresarial

“Líderes constroem as empresas não só para o presente, mas também para o futuro”. Atribuída a Dave Ulrich, uma das autoridades mundiais em gestão de RH, a frase deixa clara a função estratégica dos gestores que ocupam cargos de liderança. Ao invés de dar ordens e esperar que determinada tarefa seja executada, a atribuição de um verdadeiro líder é engajar talentos para que alcancem objetivos que resultem no sucesso da organização em longo prazo.

No ambiente corporativo, o velho modelo de liderança autocrática vai dando lugar a uma gestão em que as decisões são compartilhadas. Se antes valia a máxima “manda quem pode, obedece quem tem juízo”, atualmente as equipes com melhor desempenho são aquelas cujos gestores encorajam a comunicação e a participação. Essa é, aliás, uma das características que distinguem o líder de hoje do chefe do passado.

Mas não basta apenas dar voz ao subordinado. Para influenciar positivamente sua equipe e obter dela total comprometimento, o líder desenvolve as potencialidades técnicas e humanas de seus subordinados por meio de relações horizontais, dando e recebendo feedbacks enquanto os projetos são executados. Também são competências do líder a habilidade de motivar o grupo e valorizar talentos, assim como a capacidade de delegar tarefas e de oferecer suporte para que os resultados sejam alcançados.

A Norber, especialista em gestão de controle de ponto, conta com ferramentas que desafogam o operacional da empresa permitindo que os gestores se ocupem de questões estratégicas. Uma solução como o NewPonto, por exemplo, otimiza a capacidade gerencial do RH na medida em que automatiza o controle de ponto e os processos operacionais da folha de pagamento. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto, visite www.norber.com.br ou fale com a Área Comercial.

O papel do líder na gestão empresarial.
O papel do líder na gestão empresarial.

 

5 lições de empreendedores de sucesso

É bem verdade que não existe fórmula: o sucesso empresarial está ligado a fatores como planejamento, gestão e muito trabalho, sempre aplicados aos desafios próprios de cada negócio. A experiência de outras empresas, no entanto, pode motivar novas formas de pensar, de trabalhar e de gerir. Por isso, garimpamos as lições de alguns dos maiores empreendedores dos tempos atuais. Confira e inspire-se!

  1. Sonhe grande

Você pode começar pequeno, mas deve pensar grande. Foi perseguindo grandes sonhos que o brasileiro Jorge Paulo Lemann estruturou seu portfólio de negócios e construiu um império que inclui a cervejaria AB InBev, além de marcas como Heinz e Burguer King. Tanto no mercado financeiro como realizando gigantescas aquisições, a trajetória do empresário não foi uma linha contínua, mas um caminho com altos e baixos. Daí, segundo ele, a importância de sonhar a longo prazo, aprendendo com os erros e enxergando nas dificuldades as oportunidades.

  1. Priorize o cliente

Seja “clientecêntrico”. Movido pela ideia de atender as demandas dos clientes, Jeff Bezos fez da Amazon a maior loja de compras online do planeta. Visionário, ele montou seu e-commerce de livros em 1995, quando ninguém imaginava o que se tornaria a internet, e revolucionou o mercado editorial com o lançamento do Kindle. Mas a maior sacada do americano foi valorizar a experiência do consumidor com ferramentas que, hoje, parecem óbvias: a compra em apenas um clique e o espaço para avaliações dos usuários, melhorando a decisão de compra. Tudo isso, vale lembrar, praticando preços extremamente agressivos, nem sempre bem vistos pela concorrência.

  1. Venda seu produto

Pode parecer um preceito básico, mas há quem tenha um ótimo produto e esqueça de ou não saiba como vendê-lo. À frente do Magazine Luiza, uma das maiores redes varejistas do país, Luiza Trajano orgulha-se de ser uma autêntica vendedora, daquelas que batalha para ganhar o cliente. Mas não basta ter lábia e um produto de qualidade. Segundo ela, é preciso avisar o pessoal que você abriu a sua lojinha. Para isso, a dica é investir em divulgação. Seja no boca-a-boca, por meio de publicidade ou das mídias sociais, planeje o marketing de sua empresa e torne-a conhecida.

Veja dicas da Luiza, assim como a trajetória dos demais empreendedores citados, no site www.endeavor.org.br.

  1. Engaje seu time

Fundador do Grupo Boticário, Miguel Krigsner transformou a sua pequena farmácia de manipulação na maior franchising de cosméticos do país. No começo, ele brinca, sua missão era encher de perfume as milhares de ânforas compradas do Silvio Santos, que queria se livrar das embalagens para fundar o SBT. A expansão da empresa veio com as franquias, que se alastraram em ritmo acelerado graças ao engajamento dos revendedores. O segredo para alavancar o negócio com capital de terceiros? Construir uma cultura organizacional que reflita os valores da empresa, motivando a colaboração e a inovação.

  1. Reinvente-se

O ambiente digital é uma realidade que impacta, e em velocidade avassaladora, a sociedade como um todo, inclusive o mundo corporativo. Diretor geral do Google Brasil, Fabio Coelho acredita que as empresas devem ficar atentas a esse processo, reinventando seus modelos de negócios com plataformas que tirem proveito do digital e visem compartilhamento, inclusão e acesso.

A Norber, especialista em gestão de controle de ponto e desenvolvedora de softwares como o NewPonto e o NewMobile, dispõe de soluções que modernizam o gerenciamento e proporcionam mobilidade ao controle de frequência. Para conhecer todos os produtos e suas funcionalidades, fale com nossa área comercial ou visite www.norber.com.br.

5 dicas de empreendedores bem-sucedidos
5 dicas de empreendedores bem-sucedidos