Diversidade etária: a importância de profissionais maduros para as empresas

A população brasileira está envelhecendo. De acordo com o IBGE, o número de pessoas com mais de 65 anos deve mais do que dobrar até 2060, alcançando 25% da população total. A inversão da pirâmide etária está em marcha e trará impactos a vários setores da economia – e o mercado de trabalho é um deles.  

A mudança, aliás, já está acontecendo. Seja para complementar a aposentadoria ou por saberem que ainda têm muito a contribuir, é cada vez mais comum encontrarmos pessoas da terceira idade na ativa, esbanjando disposição e sabedoria. Porém, ainda há muitos estigmas a serem rompidos para que a inserção e permanência dos profissionais mais experientes seja de fato maior, sobretudo no mercado formal.  

A boa notícia é que cada vez mais empresas têm dado exemplo com programas de diversidade e inclusão que contemplam profissionais mais maduros, como forma de equilibrar as experiências e visões de mundo. No mercado, também crescem as consultorias especializadas em conectar empresas a profissionais com mais de 50 anos em busca de recolocação. 

Na opinião dos recrutadores, uma força de trabalho diversa, composta por diferentes faixas etárias, é positiva para o negócio. Isso porque profissionais maduros trazem na bagagem qualificações relevantes para o trabalho, agregando senioridade para as equipes, projetos e atendimento a clientes. Se de um lado podem ter alguma dificuldade na adaptação ao ambiente digital, por outro apresentam controle emocional, resiliência e facilidade na tomada de decisões. 

Outro aspecto positivo é que, diferentemente das gerações mais jovens, consideradas impulsivas e imediatistas, os profissionais mais velhos costumam ser extremamente leais à companhia e comprometidos com o horário de trabalho, o que reduz índices de absenteísmo e turnover. Além disso, uma empresa alinhada à agenda da responsabilidade social, que realiza ações que vão além do cumprimento de leis e cotas, tem sua imagem reforçada junto à sociedade e aos clientes.  

A Norber desenvolve softwares de controle de ponto que facilitam a gestão da frequência dos colaboradores, incluindo equipes remotas. O NewPonto Cloud armazena dados na nuvem, possibilitando o gerenciamento online da jornada. Já o NewMobile permite a marcação de ponto via smartphone, de qualquer lugar e em tempo real. Para conhecer as funcionalidades destas soluções, visite www.norber.com.br.

Como criar conexão humana no RH Digital

A adoção da tecnologia pelo RH é um caminho sem volta. Há algum tempo, a área de gestão de pessoas percebeu que, para ser mais ágil, dinâmica e competitiva, é necessário investir na automatização e digitalização de processos. Isso não significa, contudo, que o RH Digital dispense as conexões humanas. Afinal, as pessoas continuam sendo a alavanca do progresso em qualquer negócio. Saiba como equilibrar humanização e digitalização no RH Digital.    

Crie uma cultura de reconhecimento

Ao contrário das máquinas, as pessoas precisam ser valorizadas e reconhecidas. Por isso, a gestão humanizada passa, sem dúvida, pela valorização do profissional. Nas interações e avaliações, deixe o colaborador saber que ele tem papel fundamental para a empresa e que seu bom desempenho é observado e apreciado pela liderança. A cultura do reconhecimento é imprescindível para que os talentos se sintam inspirados a atuar no mais alto nível. Às vezes, um “muito obrigado” é tão ou mais valioso que aquele bônus dado uma vez ao ano. 

Estimule a interação e a colaboração

O distanciamento social imposto pela pandemia levou equipes inteiras para o home office e mudou radicalmente o jeito de trabalhar. Nesse contexto, há quem sinta falta do papo no corredor, do cafezinho, do almoço com colegas. Frente à perspectiva de manutenção da jornada remota ou híbrida, vale fomentar a interação e a colaboração à distância. Estimule a comunicação e crie modelos em que as pessoas trabalhem em equipe e possam ajudar-se mutuamente. Nada mais humano que ajudar o próximo, não é mesmo? Outra dica é desenvolver ambientes, mesmo que virtuais, onde o colaborador possa construir vínculos com colegas e com a empresa. A ideia é afastar a sensação de isolamento e usar as plataformas tecnológicas para conectar as pessoas. 

Respeite individualidades

Cada ser humano tem bagagens, formações, crenças e experiências distintas. Por outro lado, todos temos necessidades e desejos que nos identificam como nossos semelhantes. Olhar o colaborador com empatia, importando-se com o que ele pensa e sente, significa desenvolver laços e respeitá-lo em sua individualidade. No dia a dia corporativo, o convívio com a diversidade é chave para um clima organizacional humano, respeitoso e produtivo. 

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5 tendências em gestão de pessoas para priorizar em 2021

Com um papel estratégico, o RH tem sido um agente de mudanças frente ao inédito desafio da pandemia. Responsável por conduzir as adaptações necessárias para que as empresas pudessem operar sem colocar em risco os colaboradores, a área agora atua desenvolvendo e consolidando tendências já em curso. Saiba quais são os temas de gestão de pessoas que ocupam a pauta de prioridades em 2021.  

  1. Jornada remota

Frente ao atual momento da crise sanitária, a jornada remota continua sendo a opção para empresas de atividades não essenciais. Passada a fase inicial de adaptações, é hora de focar no aprimoramento da gestão à distância, do engajamento e da produtividade. Na medida em que a situação melhorar, vale analisar outras alternativas flexíveis. O modelo híbrido, que mescla dias em home office e dias de trabalho presencial, tem sido apontado como preferencial pelos colaboradores. 

  1. Transformação digital

Em um mundo cada vez mais digital, a automação de processos é fundamental para maximizar a eficiência na execução de tarefas. Ao RH cabe escolher e implementar ferramentas que proporcionem agilidade, que facilitem a gestão e gerem dados para tomadas de decisões assertivas. Um software de controle de jornada em nuvem, por exemplo, não só viabiliza a marcação do ponto em home office como permite que o gestor administre faltas, banco de horas e folha de pagamento em tempo real e de maneira remota.   

  1. Comunicação interna

Manter equipes remotas motivadas e bem alinhadas é um dos principais desafios do momento. Com os colaboradores fisicamente distantes, é necessário estimular a comunicação clara e efetiva, já que a falta de diálogo atrasa projetos, gera retrabalho e aumenta a sensação de isolamento. Apesar da variedade de canais disponíveis, nem todos são apropriados ou seguros. Para otimizar a comunicação, estipule canais oficiais, como email e chats corporativos, forneça feedbacks e realize reuniões virtuais periódicas. 

  1. Saúde mental

A questão da saúde mental vai continuar no centro das atenções do RH ao longo do ano. Além de desenvolver programas de bem-estar e políticas de benefícios visando combater os efeitos nocivos do isolamento social no home office, o RH deve trabalhar junto aos gestores, sensibilizando-os para a importância da detecção de distúrbios de ansiedade, depressão ou síndrome de burnout entre os colaboradores. 

  1. Diversidade 

A cultura da diversidade é um tema que segue em alta. Empresas com times heterogêneos são comprovadamente mais colaborativas e criativas, além de comprometidas com a redução de desigualdades. Ao RH cabe diversificar o perfil da força de trabalho por meio de políticas de contratação estruturadas e ações que garantam igualdade de oportunidades a todos os gêneros, raças e idades. 

Quais são os temas prioritários no seu RH? Fique de olho nas tendências e procure adaptá-las à realidade da sua empresa. 

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5 passos para aprimorar o trabalho em equipe e liderar um time de sucesso

Trabalhar em equipe é uma das habilidades mais valorizadas pela alta gestão nas empresas. E não é para menos: o profissional capaz de somar forças a um grupo em prol de um objetivo comum faz toda a diferença para o sucesso do negócio. Por esse motivo, o conceito está no centro das atenções dos gestores – que, a exemplo dos treinadores esportivos, precisam incentivar que talentos individuais atuem juntos, se complementem e alcancem as metas esperadas. Confira 5 passos para aperfeiçoar o espírito de equipe e liderar um time de alta performance.   

  1. Estabeleça objetivos e funções

Quem não sabe aonde quer chegar e nem qual seu papel na engrenagem do negócio dificilmente se engajará plenamente em um trabalho em equipe. Como líder, estabeleça metas claras e determine as funções, certificando que cada membro do grupo compreenda a importância da sua contribuição para o conjunto. Reconheça o esforço por trás de cada resultado, recompense metas alcançadas e valorize o impacto do trabalho bem executado para a empresa. 

  1. Combata o individualismo

Em busca de um lugar ao sol, é natural as pessoas desejarem se sobressair. Porém, é necessário evitar que a busca por holofotes comprometa a sinergia da equipe. Afinal, o egocentrismo pode prejudicar o desempenho organizacional tanto quanto aquele jogador “fominha” que não passa a bola. Administre egos, combata a competitividade nociva e faça o senso do coletivo se sobrepor ao individualismo. 

  1. Incentive a tolerância

Cada indivíduo tem experiências, conhecimentos e visões de mundo próprios. Por isso, não dá para esperar que todos concordem com um único ponto de vista. Trabalhar em equipe é justamente conciliar as diferenças, respeitar opiniões contrárias, ser flexível, saber defender ideias, mas também ceder. Vale lembrar que a diversidade é super positiva: estimula a criatividade e faz do ambiente de trabalho um lugar fértil para a inovação. 

  1. Estimule a interação

A comunicação é um elemento chave para o trabalho em equipe. Sem diálogo, é impossível avançar. Quem retém a informação ao invés de compartilhá-la acaba boicotando o grupo, pois a falta de interação gera retrabalho, prejudica entregas e põe em risco a qualidade e o cumprimento de prazos. Como líder, seja um ponto de conexão do grupo, estimulando o contato e a comunicação transparente.    

  1. Garanta a infraestrutura adequada

Para que o trabalho seja de fato uma construção coletiva, não dá para abrir mão de tecnologias que conectam pessoas e informações. Sobretudo no contexto das jornadas remotas, em que a distância pode comprometer o engajamento e o espírito de equipe, é fundamental contar com soluções capazes de facilitar a colaboração. Sistemas baseados na nuvem, por exemplo, garantem acesso a dados e informações remotamente, possibilitando a execução das tarefas mesmo à distância. Esse é o caso do NewPonto Cloud da Norber, que permite ao time de RH administrar a frequência dos colaboradores online e em tempo real, com agilidade e eficiência.   

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Soft skills: competências interpessoais do profissional moderno

Soft skills são as competências socioemocionais. Em tempos de negócios disruptivos, em que a evolução tecnológica acelera o ritmo das mudanças, estas habilidades baseadas na inteligência emocional ajudam a formar profissionais mais preparados para a conquista de resultados. Conheça algumas das soft skills mais valorizadas no mercado de trabalho, tão ou mais importantes quanto um currículo turbinado de conhecimentos técnicos:

Cabeça de hiperlink

Ter visão sistêmica da empresa e ser capaz de fazer conexões entre diversas matérias é fundamental em um mundo conectado, não-linear e pouco previsível. Ter cabeça de hiperlink significa agir como um “nexialista”, profissional que congrega pontos de vistas não relacionados e sabe onde buscar informações para criar soluções.

Customer centricity

A estratégia de colocar o cliente no centro do negócio está alinhada à capacidade de identificar necessidades – ou dores – de modo preditivo, antecipando demandas que, muitas vezes, o cliente nem sabe que existem. Para entregar soluções com este nível de valor agregado, é necessário conhecer tendências e as variáveis que podem gerar impactos em médio e longo prazos.

Lifelong learning

O conceito de “lifelong learning”, ou aprendizado ao longo da vida, é o novo mantra do mundo corporativo. A ideia é buscar atualização permanente, adquirindo conhecimentos para encarar novos desafios de modo automotivado e espontâneo, independentemente de modelos convencionais de educação.

Gestão da ansiedade

O autocontrole emocional e a habilidade para gerir a ansiedade em cenários de cobrança são altamente desejáveis em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo. Resiliência é palavra de ordem para lidar com problemas, adaptar-se a mudanças, superar obstáculos e resistir à pressão em situações adversas.

Habilidade comunicacional

A escuta ativa e a capacidade de manter uma comunicação clara e eficiente são fundamentais para o trabalho em equipe, principalmente em ambientes que cultivam a diversidade e a interdisciplinaridade. A habilidade comunicacional é um aspecto fundamental para fortalecer a cultura de inovação e de colaboração.

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Employee Experience: a experiência do colaborador no foco do RH

O termo Employee Experience (EX) nunca esteve tão em alta. Depois do Customer Experience (CX), que colocou o cliente no centro das atenções, agora é a vez da experiência do funcionário ser o foco de empresas que desejam destacar-se em um mercado cada vez mais competitivo.

Diante do desafio de engajar e reter talentos em ambientes de trabalho multigeracionais, o RH passa a atuar como designer de experiências, fomentando iniciativas para a construção de uma vivência de trabalho significativa para os colaboradores – tanto nos meios físico e cultural como tecnológico. A prioridade é impactar positivamente o resultado da organização através de profissionais satisfeitos e altamente motivados. Conheça os benefícios desta abordagem e saiba como colocá-la em prática:

Conheça seus funcionários

Quer implantar o conceito de Employee Experience na sua empresa? O primeiro passo é escutar seus funcionários e entender que as gerações millennial e centennial têm expectativas, motivações e formas de interagir diferentes de quem já possui um currículo extenso. Para traçar o perfil dos profissionais que nasceram com o smartphone na mão, vale aplicar uma pesquisa de clima e, a partir daí, desenvolver programas que combinem os propósitos deles aos da empresa. Jornadas do tipo home office, com controle de ponto à distância, vêm de encontro aos desejos de flexibilidade e autonomia das novas gerações.

Promova um ambiente de trabalho inspirador

Um lugar organizado, bonito e dinâmico é extremamente eficiente para a construção de uma experiência profissional positiva. No entanto, mais que espaços físicos adequados e descontraídos, um ambiente de trabalho realmente inspirador é aquele que promove a colaboração, inclui a diversidade e é capaz de despertar no profissional o desejo de fazer mais e melhor. Uma cultura organizacional focada na valorização de seus recursos humanos é estímulo para a criatividade e a inovação.

Forneça a melhor experiência digital possível

Um dos segredos da abordagem Employee Experience é tratar o funcionário como cliente e proporcionar-lhe uma experiência digital completa, similar à que ele tem no dia a dia. Se comprar com poucos cliques já faz parte da nossa rotina, por que não fazer com que a execução de tarefas na empresa seja igualmente fácil, rápida e memorável? Ao destravar amarras investindo em tecnologia e na automação de processos, seu negócio ganha agilidade, aumenta a produtividade e eleva a satisfação profissional no ambiente de trabalho.

Incentive o desenvolvimento profissional

Além de salário e benefícios condizentes com o cargo, cada vez mais as pessoas buscam experiências de trabalho que aliam crescimento profissional e conexão com valores pessoais. Por isso, os líderes que estimulam o desenvolvimento de competências e fornecem feedback contínuo são decisivos para a construção de uma vivência de trabalho significativa. O bom relacionamento com o líder direto, aliás, é fator determinante para a redução das taxas de turnover e absenteísmo.

A sua empresa tem se esforçado em criar uma experiência positiva para os colaboradores? Conte-nos suas iniciativas para a melhoria do engajamento e da retenção de talentos.

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Empresas com propósito: por que abraçar causas é positivo para os negócios

O lucro não é mais o único objetivo das empresas. Se antes o interesse dos acionistas vinha em primeiro lugar, hoje é cada vez mais corriqueiro que organizações abracem um propósito maior e liderem mudanças a favor do meio ambiente, da diversidade ou da equidade de gênero.

Em empresas de variados portes e ramos de atuação, este engajamento institucional acompanha uma mudança de comportamento dos consumidores, hoje mais conscientes e exigentes. Ultraconectados e bem informados, eles entendem o impacto de suas decisões de compra e não veem problema em mudar de marca caso esta não esteja alinhada a seus valores pessoais.

A compra motivada por convicção se tornou a lógica dominante em todas as faixas etárias e de renda. De acordo com o estudo global “Edelman Earned Brand”, 69% dos brasileiros escolhem, trocam, evitam ou boicotam uma marca com base no posicionamento dela sobre temas relevantes para a sociedade. Desta forma, para as empresas não se trata mais de decidir adotar um posicionamento ou não – mas sim de escolher como fazê-lo de forma efetiva.

A nova lógica do consumo tem impulsionado mudanças no meio corporativo, que passa a enxergar clientes e colaboradores como cidadãos. Enquanto algumas companhias criam comitês internos, outras contratam consultorias para planejar ações pela inclusão da diversidade, sustentabilidade e outras demandas da sociedade. A ideia é que a causa defendida publicamente seja um valor interno da empresa, de fato alinhada ao seu propósito. Oportunismos, aliás, não são bem vistos – e quem não pratica o que fala pode ter a reputação arranhada nesta atual era de opiniões compartilhadas via redes sociais.

Entre os ganhos apontados pelas companhias genuinamente envolvidas com pautas sociais está a maior identificação do público com os valores da marca, gerando fidelização e melhores resultados financeiros e de imagem.

Fazer o bem também produz reflexos positivos no ambiente de trabalho. Mais pessoas estão buscando um trabalho com propósito – e, portanto, a responsabilidade social corporativa é um aliado importante na atração e retenção de talentos. A sensação de atuar numa organização comprometida em ajudar pessoas gera motivação, melhoria do clima organizacional e redução das taxas de absenteísmo e turn over. Além disso, pesquisas demonstram que companhias que cultivam a diversidade são mais produtivas e inovadoras que a concorrência.

A sua empresa está institucionalmente engajada a alguma causa? Conte-nos como esse engajamento se reflete internamente e quais benefícios ele proporciona junto aos públicos de interesse.

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5 razões para cultivar a diversidade no ambiente de trabalho

A liderança tem papel decisivo na promoção da diversidade no ambiente de trabalho. É por meio do comprometimento de diretores, gerentes e líderes que políticas de inclusão são tiradas do papel e se tornam realidade, seja na hora de contratar, equiparar salários e garantir igualdade de oportunidades. As empresas mais inovadoras já compreenderam as vantagens dos ambientes heterogêneos e abertos aos diferentes gêneros, competências, etnias, idades e origem social. Veja 5 razões para seguir este exemplo e cultivar a diversidade.

  1. Enriquecimento cultural

Profissionais de perfis diferentes têm vivências, conhecimentos e experiências diferentes. Quanto maior for a mistura de perfis, mais amplo será o campo de visão de uma empresa e, portanto, maior sua capacidade de desenvolver soluções criativas. A pluralidade de ideias é enriquecedora, pois abre um mundo de novas perspectivas.

  1. Cultura da inovação

Segundo pesquisa da consultoria Accenture, empresas inclusivas e diversas são 11 vezes mais inovadoras do que a concorrência. O estudo “Getting to Equal 2019” mostrou que 85% das pessoas em companhias que valorizam a cultura da igualdade não têm medo de errar para inovar.

  1. Redução de conflitos

O convívio com a diferença é a chave para a empatia. Ao se colocar no lugar do outro, há uma maior compreensão de pontos de vista distintos. A valorização da diversidade resulta em um melhor clima organizacional, pois embora o jeito de pensar seja diferente, imperam o diálogo, a busca por acordo e o respeito ao próximo.

  1. Aumento da produtividade

Ambientes que acolhem a diversidade tendem a apresentar menores taxas de turnover e de absenteísmo. Na medida em que os profissionais encontram um lugar cooperativo, acolhedor e flexível, passam a se sentir mais engajados com a empresa e mais motivados a desempenhar suas tarefas com eficácia.

  1. Fortalecimento de imagem

Empresas que combatem preconceitos são bem vistas não só pelos funcionários, mas também pela sociedade. Ao garantir que minorias historicamente excluídas do mercado de trabalho tenham as mesmas oportunidades, as corporações cumprem seu papel social e fortalecem a imagem junto a clientes e formadores de opinião.

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