Contratação temporária x intermitente: conheça as diferenças

Com o fim do ano se aproximando, indústria, comércio e serviços já começam a reforçar equipes para alavancar a produção e as vendas no Natal. Segundo estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), 91 mil temporários devem ser contratados para atender ao aumento sazonal neste fim de ano, número 4% maior em relação ao registrado em 2018. Além do temporário, outra modalidade de contração permitida na legislação brasileira é a intermitente. Ambas exigem registro em carteira de trabalho, garantindo direitos trabalhistas. Conheça as diferenças:

Trabalho temporário

É o contrato mais comum, sendo permitido para cobrir o aumento de demandas sazonais ou para a substituição temporária de colaboradores (como licença-maternidade ou férias). A contratação acontece via intermediação de agência especializada em temporários, que se encarrega da anotação na carteira, bem como do pagamento do salário, das férias proporcionais e do recolhimento de FGTS e INSS. O tempo do contrato não pode passar de 180 dias, sendo possível a renovação por mais 90 dias. A remuneração é equivalente à dos profissionais da mesma categoria da empresa – e nunca inferior ao salário mínimo. Vale lembrar que a contratante é coresponsável pela contratação, isto é, responde solidariamente em caso de problemas judiciais. Por lei, o colaborador não recebe aviso prévio e multa rescisória por demissão sem justa causa.

Trabalho intermitente

A modalidade passou a ser permitida após a entrada em vigor da reforma trabalhista, em 2017. Diferentemente do temporário, quem se encarrega do registro em carteira é a empresa contratante – isto é, não há terceirização da mão de obra. É válido para quando a demanda é variável e não contínua. O trabalhador é convocado pelo empregador somente quando houver necessidade, sem carga horária mínima. A convocação tem de ser feita antecipadamente, com no mínimo três dias, e o colaborador pode não atender ao chamado sem que isso caracterize rompimento do contrato. O valor da hora de trabalho deve ser estabelecido em contrato e não pode ser menor que o de outros funcionários que realizam a mesma função na empresa. São direitos do intermitente: férias, 13º salário, FGTS e INSS proporcionais ao tempo trabalhado.

A sua empresa contratará temporários ou intermitentes no fim do ano? Vale conversar com o RH e o departamento jurídico da empresa para decidir sobre a modalidade de contratação mais adequada e eficiente para suas demandas sazonais.

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Controle financeiro: cuidados essenciais para um caixa equilibrado

Conquistar resultados financeiros positivos é o objetivo de todo empreendedor. Para isso, é imprescindível realizar um planejamento eficaz, manter as contas em ordem e controlar exatamente os valores que entram e saem. Segundo o Sebrae, 25% das pequenas empresas fecham as portas antes de completar 2 anos de existência no mercado, mas você não quer fazer parte dessa estatística, certo? Abaixo, listamos 4 cuidados que toda empresa deve tomar para evitar o desequilíbrio das finanças.

  1. Investimento em planejamento

Entre empreendedores iniciantes, um erro recorrente é abrir um negócio sem ter feito um planejamento adequado. Se você quer que a sua empresa sobreviva e, mais que isso, que gere lucros, deve começar do começo: fazendo um mapeamento que inclua uma projeção de vendas. Nas empresas de maior porte, é fundamental contar com um bom diretor financeiro, profissional capacitado para gerenciar operações e investimentos.

  1. Controle do fluxo de caixa

Regra básica: registrar numa planilha, ou melhor, num software financeiro, todas as contas a pagar e todos os valores a receber, incluindo lançamentos futuros. E não esqueça os encargos e tributos – que, se não contabilizados corretamente, podem impactar bastante o balanço financeiro no fim do mês. O fluxo de caixa é um instrumento de gestão indispensável para monitorar a saúde financeira da empresa. Fique de olho no seu estoque, tanto de suprimentos quanto de produto final, pois mercadoria parada é sinal de dinheiro parado! Sempre negocie prazos com fornecedores.

  1. Corte de gastos

Com o balanço financeiro em mãos, verifique se há áreas da empresa que possuem despesas excessivas, avaliando a possibilidade de realizar cortes ou terceirizar serviços. Além disso, vale investir em tecnologia e na automatização de processos para fazer economias futuras. A implementação de um sistema de controle de ponto, por exemplo, permite realizar uma melhor gestão da jornada de trabalho e monitoramento de gastos com horas extras. É economia na certa!

  1. Atenção a empréstimos

Recorrer a financiamentos pode ser uma saída quando é necessário reforçar o capital de giro ou expandir o negócio. Empréstimos devem ser feitos com planejamento e muita atenção às taxas de juros, que podem prejudicar o lucro da empresa em longo prazo. Ao tomar decisões de maneira estratégica, você evita surpresas desagradáveis e garante a estabilidade financeira da sua empresa.

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Remuneração estratégica: uma dica valiosa de gestão para promover superação

O ser humano é movido a desafios. No campo profissional, abraçamos oportunidades e entregamos todo nosso potencial quando somos estimulados a contribuir com o alcance de objetivos, enxergamos oportunidade de crescer e somos devidamente reconhecidos. Quando a realização pessoal vem acompanhada da chance de aumentar os ganhos financeiros, melhor ainda!  Afinal, quem não deseja levantar um dinheiro extra com base nos resultados alcançados por esforço próprio? Neste sentido, a remuneração estratégica é uma prática de gestão valiosa, usada pelas empresas para motivar talentos e, consequentemente, alavancar a produtividade das equipes.

De modo geral, o modelo de remuneração estratégica funciona assim: uma parte do rendimento do colaborador é fixa, e outra parte é variável e atrelada à produtividade. Essa recompensa variável pode ser de tipos diversos, desde prêmios não monetários, como folgas e bolsas para cursos, até comissão financeira ou participação acionária.

Uma proposta cada vez mais recorrente nas empresas, e com bastante adesão de profissionais da geração Y, é a premiação decorrente da gamificação. Por meio desta técnica, o colaborador é bonificado ou premiado na medida em que atinge objetivos – ou, como nos games, passa de nível.

Vale lembrar que bonificação não é salário e, portanto, sobre o valor adicional não incidem encargos trabalhistas e previdenciários. Isso significa que os valores extras pagos pelo desempenho crescente do colaborador têm um impacto sustentável na folha de pagamento.

Válida para todo tipo de organização, a remuneração estratégica precisa de métricas e de regras claras para cumprir seu propósito de estimular a competitividade saudável e gerar melhores resultados. Caso incorra em injustiça e deixe de premiar o profissional que atinge os objetivos, o programa corre o risco ser boicotado, produzir competição desleal e até mesmo prejudicar a cooperação e o trabalho em equipe. Por isso, sua implantação deve necessariamente estar fundamentada em avaliações de desempenho coerentes, assim como no cumprimento de metas individuais, coletivas e organizacionais.

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A arte de negociar e as características do bom negociador

Negociar faz parte das relações humanas. Nas interações cotidianas, e até sem perceber, negociamos o tempo todo. Desde o horário de TV com o filho até o prazo de entrega de um trabalho com o gestor. Apesar de fazermos isso habitualmente, tanto na vida pessoal como na profissional, às vezes saímos frustrados, com a sensação de que cedemos demais. Isso porque a negociação envolve técnica e autoconhecimento. Conheça algumas características do negociador profissional e aprenda a utilizar essa habilidade para atingir resultados para si e para sua organização.

Comunicação

A comunicação é o meio através do qual as partes interessadas chegam a um acordo. Quem é capaz de se fazer entender tem chances aumentadas de fechar um bom negócio. Demonstre interesse pelo interlocutor e use seu feeling para saber a hora de ser mais incisivo ou colaborativo. As pessoas gostam de sentir que têm vantagem, e mostrar a elas o que ganham com seu produto ou serviço é um bom jeito de persuadir.

Autoconhecimento

Baseado no comportamento humano, o psicanalista Gustav Jung classificou quatro estilos de negociadores: restritivo, amigável, ardiloso e confrontador. Na literatura corporativa, diversos autores também mapearam esses perfis, cada qual com características positivas e negativas. Conhecer e identificar essas características em si e no outro gera uma vantagem competitiva na mesa de negociação.

Controle emocional

O corpo fala e fornece sinais reveladores. Contratos são fechados não só com base em números, mas a partir de relações de confiança. Mantenha o controle emocional, crie sintonia com seu interlocutor e use a linguagem corporal de modo adequado para transmitir confiabilidade e segurança.

Empatia

Ser capaz de se colocar no lugar do outro é imprescindível na hora de fechar bons acordos. Ao invés de olhar o interlocutor como um inimigo, veja-o como alguém que, como você, está ali em busca da melhor solução. Escute atentamente as demandas do outro, entenda suas necessidades e limites e esteja aberto para construir alternativas que sejam boas para ambos.

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4 dicas para empreender na Economia Criativa

O conhecimento, a criatividade e o capital intelectual são os principais recursos produtivos da chamada Economia Criativa. Diferentemente do modelo econômico tradicional, as empresas associadas a esse segmento utilizam o talento como matéria-prima, transformando a criatividade em produtos e serviços comercializáveis, isto é, com valor econômico. Entre as áreas ligadas a esse novo modelo produtivo estão design, turismo, artes e moda, além de atividades da indústria cultural e relacionadas ao desenvolvimento de tecnologias, games e softwares. Em “Economia Criativa: Como Ganhar Dinheiro a Partir de Ideias” (2001), John Howkins (2001) lembra que a criatividade não é monopólio dos artistas. Segundo ele, está presente nos cientistas, empresários, economistas e todos que têm a capacidade de criar algo original, significativo e real. Tem uma boa ideia? Então saiba como empreender na Economia Criativa.

  1. Pense fora da caixa

Não há fórmula para a criatividade, mas certamente ela está ligada à combinação de liberdade e educação de alto nível. Tanto que na vanguarda da Economia Criativa estão países que estimulam a inovação, como Austrália e Inglaterra. Para imaginar algo que ninguém nunca fez, conheça pessoas e lugares diferentes, busque oportunidades nas demandas do mercado, equipe-se de conhecimento e deixe as ideias fluírem. Isso pode funcionar mais que uma reunião de brainstorming.

  1. Transforme a ideia em negócio

A criatividade, por si só, não é necessariamente uma atividade econômica. Ela gera receita apenas caso produza serviços ou produtos com implicações econômicas. Por isso, tão importante quanto ter o insight criativo é fazer dele um negócio. Para tirar a ideia do papel, busque oportunidades, atraia investidores, estude as necessidades do mercado e torne seu produto real, relevante, desejável e escalonável.

  1. Tenha um propósito

Tendência mundial, os empreendimentos criativos valorizam mais o processo que o produto. Normalmente, oferecem uma experiência no lugar de commodities, geram relações e empregos sustentáveis, buscam o impacto social e estimulam o crescimento inclusivo. Fazem parte, portanto, do universo colaborativo, em que compartilhar é palavra-chave.

  1. Invista em gestão

Ainda que a criatividade torne sua empresa inovadora e competitiva, isso não significa que a gestão possa ser deixada de lado. Além de empreendedor, seja também administrador e cerque-se de profissionais de finanças, RH e marketing. Se, por um lado, a criatividade e o talento individual são o coração do seu negócio, por outro você pode aplicar a tecnologia aos processos que dispensam a intervenção humana para reduzir custos e melhorar a produtividade.

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4 dicas para empreender na Economia Criativa

Três lições que o Uber pode ensinar à sua empresa

Uberizar, segundo o Cambridge Dictionary, significa mudar o mercado de um serviço introduzindo um modo diferente de comprá-lo ou usá-lo, utilizando a tecnologia móvel como plataforma. Mais que apenas remeter ao aplicativo de mobilidade urbana, o termo designa um novo modelo de negócios em que o consumo, cada vez mais pautado no uso que na posse, baseia-se na demanda e no contato peer-to-peer (pessoa para pessoa). De carros a apartamentos, como no caso do Uber e do Airbnb, esse sistema da chamada economia compartilhada é encabeçado por startups cuja função é conectar, por meio da tecnologia, o consumidor final ao fornecedor do produto ou serviço. Como essas plataformas barateiam os custos, rapidamente transformaram-se em concorrentes capazes de ameaçar mercados consolidados. Polêmicas e desafios regulatórios à parte, confira 3 lições que a sua empresa pode aprender com o Uber.

  1. Entenda a economia colaborativa

A palavra de ordem é compartilhar. Em tempos de escassez de recursos naturais, há uma percepção cada vez maior de que o acesso pode substituir a propriedade, o que significa menos desperdício e mais sustentabilidade, além de economia no bolso. Por isso, verifique se em seu ramo de atividade há espaço para gerar negócios baseados nas tendências de consumo consciente. A ideia é perceber novas oportunidades e criar modelos com impacto social.

  1. Valorize a experiência do usuário

Muito do sucesso do Uber deve-se ao fato de tanto o cliente quanto o motorista realizarem avaliações. Por meio de feedbacks feitos no próprio aplicativo é possível qualificar o serviço, ou seja, o usuário constrói uma rede mais confiável, eficiente e segura ao relatar a sua experiência. Oferecer benefícios e comodidades é igualmente importante para fidelizar o cliente.

  1. Faça uso da revolução digital

Leve a inovação para dentro da sua empresa. O presente e o futuro do seu negócio passam necessariamente pela tecnologia, não há como evitá-la. A adoção de um sistema de geolocalização que facilite o acesso ou de uma plataforma segura para pagamento online são exemplos de como a revolução digital pode promover a melhoria dos serviços, ajudando a sua empresa a manter-se relevante e competitiva.

Especialista em gestão de controle de ponto, a Norber desenvolve soluções tecnológicas que auxiliam empresas em seus processos de modernização. O NewMobile é um software que possibilita a marcação de ponto por meio de smartphone, de qualquer localidade e em tempo real. Atrelado ao NewPonto, ele informa via GPS a localização onde o ponto é marcado e também delimita o perímetro da marcação, proporcionando mobilidade e flexibilidade. Para conhecer as funcionalidades dessa ferramenta, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Três lições que o Uber pode ensinar à sua empresa
Três lições que o Uber pode ensinar à sua empresa

5 resoluções de Ano Novo para alavancar a carreira em 2017

Com o Ano Novo batendo à porta, é hora de fazermos aquela inevitável lista de resoluções que visam melhorias. Quando o assunto é a vida profissional, não basta pular 7 ondinhas. É preciso ter foco e determinação, seja para colocar em prática hábitos melhores e mais eficazes no trabalho ou para batalhar uma promoção. Confira 5 dicas para tirar as metas do papel e alavancar sua carreira em 2017.

  1. Desenvolva novas competências

Qualquer que seja o seu ramo de atividade, procure fazer uma coisa nova, algo de seu interesse e que estimule seu desenvolvimento profissional. Investir na própria formação não apenas o manterá motivado como também enriquecerá o seu currículo, tornando-o mais valioso nos próximos anos.

  1. Promova sua marca pessoal

Você pode não ser um especialista em mídias sociais, mas isso não significa que não deva usá-las em benefício próprio. Com bom senso, faça-se ser visto de modo a promover sua marca pessoal. Também vale a pena ampliar sua rede de contatos, o networking é fundamental para ampliar sua visão e seu alcance no meio corporativo.

  1. Melhore as relações no ambiente de trabalho

A relação com o gestor, com pares ou colegas não anda boa? Então trate de melhorá-la. Às vezes, mostrar-se disponível para uma conversa pode resolver mal-entendidos e transformar o clima do departamento. Você passa a maior parte do seu dia trabalhando, então um ambiente leve e respeitoso é essencial para manter-se feliz e produtivo.

  1. Organize-se

Caixa de e-mails abarrotada, gavetas repletas de papeis, projetos por terminar. Aproveite o começo do ano para organizar suas ferramentas e sua mesa de trabalho. Um ambiente limpo e ordenado, onde cada coisa está em seu devido lugar, ajuda a poupar tempo na realização das tarefas cotidianas, facilitando a rotina e otimizando o desempenho.

  1. Seja agente de mudanças

Faça uma autoavaliação e verifique quais pontos negativos você pode alterar na sua conduta profissional. Aqui, vale criar um modo melhor de gerir o tempo, tirar do papel um projeto e apresentá-lo ao gestor ou adotar tecnologias que aprimorem o rendimento.

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5 resoluções de Ano Novo para alavancar a carreira em 2017.
5 resoluções de Ano Novo para alavancar a carreira em 2017.

Errei, e agora? Quatro passos para superar o erro.

Quem nunca errou, que atire a primeira pedra. Ninguém gosta de falhar, mas o fato é que deslizes acontecem no ambiente de trabalho.

Seja por distração, procrastinação ou erro de avaliação, até o mais perfeccionista profissional está sujeito se equivocar. Quando isso acontece, é difícil não ficar aborrecido. Esse sentimento, contudo, não leva a nada.
Confira quatro estratégias para lidar com o erro e tirar aprendizados da situação.

  1. Reconheça

Não se esconda atrás de desculpas e pretextos, nem coloque a culpa no outro. Aceitação é essencial para a mudança, portanto, reconheça suas responsabilidades diante do problema. Também em nada ajuda se martirizar. Entenda que errar é humano e que admitir a própria falta é sinal de profissionalismo e um primeiro passo para se reconquistar a confiança.

  1. Peça desculpas

Há erros e erros, alguns mais leves, outros nocivos e prejudiciais. Avalie a dimensão do seu equívoco, entenda se ele afeta apenas você mesmo e sua carreira ou se coloca em risco relações com colegas, fornecedores ou clientes. Quando traz consequências a terceiros, engula o orgulho e peça desculpas. Essa atitude mostra que você não apenas admite a falha, mas que também se importa com o outro.

  1. Minimize as consequências

Algo pode não ter saído como planejado, mas normalmente há como reparar. Quanto antes você reconhecer o erro, mais rapidamente poderá encontrar um modo de solucioná-lo. Localize o problema e busque reduzir seus efeitos e consequências. Se preciso, peça orientação a colegas ou ao seu superior: às vezes um olhar distanciado ajuda a clarear as ideias.

  1. Tire lições

Reflita sobre seu desempenho, reavalie procedimentos, observe o que o levou ao equívoco. Os empresários de sucesso costumam comentar que não acertam o tempo todo, e que é preciso saber perder para então ganhar. Ao tirar lições de uma derrapada, você está no caminho do crescimento e da aprendizagem, e isso é fundamental para não voltar a cair na mesma cilada no futuro.

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Errei, e agora? Quatro passos para superar o erro
Errei, e agora? Quatro passos para superar o erro

5 lições de empreendedores de sucesso

É bem verdade que não existe fórmula: o sucesso empresarial está ligado a fatores como planejamento, gestão e muito trabalho, sempre aplicados aos desafios próprios de cada negócio. A experiência de outras empresas, no entanto, pode motivar novas formas de pensar, de trabalhar e de gerir. Por isso, garimpamos as lições de alguns dos maiores empreendedores dos tempos atuais. Confira e inspire-se!

  1. Sonhe grande

Você pode começar pequeno, mas deve pensar grande. Foi perseguindo grandes sonhos que o brasileiro Jorge Paulo Lemann estruturou seu portfólio de negócios e construiu um império que inclui a cervejaria AB InBev, além de marcas como Heinz e Burguer King. Tanto no mercado financeiro como realizando gigantescas aquisições, a trajetória do empresário não foi uma linha contínua, mas um caminho com altos e baixos. Daí, segundo ele, a importância de sonhar a longo prazo, aprendendo com os erros e enxergando nas dificuldades as oportunidades.

  1. Priorize o cliente

Seja “clientecêntrico”. Movido pela ideia de atender as demandas dos clientes, Jeff Bezos fez da Amazon a maior loja de compras online do planeta. Visionário, ele montou seu e-commerce de livros em 1995, quando ninguém imaginava o que se tornaria a internet, e revolucionou o mercado editorial com o lançamento do Kindle. Mas a maior sacada do americano foi valorizar a experiência do consumidor com ferramentas que, hoje, parecem óbvias: a compra em apenas um clique e o espaço para avaliações dos usuários, melhorando a decisão de compra. Tudo isso, vale lembrar, praticando preços extremamente agressivos, nem sempre bem vistos pela concorrência.

  1. Venda seu produto

Pode parecer um preceito básico, mas há quem tenha um ótimo produto e esqueça de ou não saiba como vendê-lo. À frente do Magazine Luiza, uma das maiores redes varejistas do país, Luiza Trajano orgulha-se de ser uma autêntica vendedora, daquelas que batalha para ganhar o cliente. Mas não basta ter lábia e um produto de qualidade. Segundo ela, é preciso avisar o pessoal que você abriu a sua lojinha. Para isso, a dica é investir em divulgação. Seja no boca-a-boca, por meio de publicidade ou das mídias sociais, planeje o marketing de sua empresa e torne-a conhecida.

Veja dicas da Luiza, assim como a trajetória dos demais empreendedores citados, no site www.endeavor.org.br.

  1. Engaje seu time

Fundador do Grupo Boticário, Miguel Krigsner transformou a sua pequena farmácia de manipulação na maior franchising de cosméticos do país. No começo, ele brinca, sua missão era encher de perfume as milhares de ânforas compradas do Silvio Santos, que queria se livrar das embalagens para fundar o SBT. A expansão da empresa veio com as franquias, que se alastraram em ritmo acelerado graças ao engajamento dos revendedores. O segredo para alavancar o negócio com capital de terceiros? Construir uma cultura organizacional que reflita os valores da empresa, motivando a colaboração e a inovação.

  1. Reinvente-se

O ambiente digital é uma realidade que impacta, e em velocidade avassaladora, a sociedade como um todo, inclusive o mundo corporativo. Diretor geral do Google Brasil, Fabio Coelho acredita que as empresas devem ficar atentas a esse processo, reinventando seus modelos de negócios com plataformas que tirem proveito do digital e visem compartilhamento, inclusão e acesso.

A Norber, especialista em gestão de controle de ponto e desenvolvedora de softwares como o NewPonto e o NewMobile, dispõe de soluções que modernizam o gerenciamento e proporcionam mobilidade ao controle de frequência. Para conhecer todos os produtos e suas funcionalidades, fale com nossa área comercial ou visite www.norber.com.br.

5 dicas de empreendedores bem-sucedidos
5 dicas de empreendedores bem-sucedidos