A incrível arte de liderar seu time à distância

A primeira questão que vem à mente do gestor quando se fala em trabalho remoto é: como saber se minha equipe está de fato trabalhando? Ligada à cultura do controle, esta dúvida relaciona produtividade à presença física e ao tempo que o colaborador passa em frente ao computador.

Graças ao empurrãozinho dado pela tecnologia, esta cultura tem dado lugar à flexibilidade e à autonomia. Cada vez mais, o talento pode estar no home-office, no coworking do outro lado da cidade, ou até mesmo em outro país. A eficiência no trabalho passou a ser medida não pela presença, mas pelos resultados. Diante desta nova realidade, os gestores devem mudar o jeito de pensar para encarar o desafio de liderar times à distância. Confira nossas dicas e extraia o melhor da sua equipe.

Confie e inspire

As relações de trabalho estão mudando! Quem trabalha à distância costuma dar valor a rotinas flexíveis. Por isso, o melhor a fazer é respeitar individualidades e entender que há quem renda mais pela manhã e quem produza melhor à noite. Ao demonstrar consideração pelas escolhas do outro, você estimula o senso de responsabilidade e cria uma relação de confiança. Fomente o protagonismo pessoal e esteja aberto para atuar de modo horizontal. Essa é a atitude esperada de um líder, alguém que motiva, engaja e inspira.

Acompanhe os projetos

Permitir que o colaborador trabalhe de onde quiser não significa abrir mão de certa disciplina. O hábito de realizar encontros periódicos por videoconferência é uma prática que ajuda a acompanhar o fluxo dos trabalhos e garantir que não haja prejuízo nas entregas. A comunicação frequente também é fundamental para que o colaborador remoto não se sinta excluído ou sozinho. Acompanhe os projetos de perto por meio de ciclos rápidos de feedback, crie uma dinâmica efetiva e garanta que seu time mantenha a produtividade alta!

Estabeleça metas

Não dá para esperar resultados sem ter objetivos definidos. Por isso, não deixe de compartilhar com as equipes remotas quais são as metas e os passos para chegar lá. Defina prioridades, estabeleça prazos, mostre progressos e deixe claro que conquistas individuais têm importância para o todo. Com resultados expressivos, o local de onde seu time está trabalhando é o que menos importa!

A Norber é especialista em controle de ponto e desenvolve softwares que auxiliam a gestão da jornada de trabalho dos colaboradores, incluindo os que trabalham remotamente. O NewMobile permite a marcação de ponto via smartphone, de qualquer lugar e em tempo real. Para conhecer as funcionalidades desta e outras soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

As vantagens de um sistema de controle de ponto automatizado

Hoje em dia ninguém mais precisa perder um tempão agregando dados do ponto manual à folha de pagamento. Se na sua empresa o time de RH ainda usa planilhas de Excel para realizar esta tarefa, é hora de rever estratégias. Afinal, em pleno século 21, você só precisa de um software de gestão de jornada para automatizar o controle de ponto e livrar sua equipe deste trabalho maçante.

Ao substituir o ponto manual por um software de controle da jornada, as marcações de entrada, saída e intervalos de cada um dos funcionários da empresa são integradas automaticamente à folha de pagamento. Isso gera um incrível ganho de tempo para o RH, que passa a poder atuar em iniciativas mais importantes e alinhadas aos objetivos da empresa.

Outra vantagem é a segurança. Diferente do controle manual, mais passível de fraudes, um sistema de gestão de frequência como o NewPonto da Norber tem seu banco de dados blindado e atrelado ao servidor. Esse recurso impede a manipulação das marcações eletrônicas originais, seja pelo usuário ou pelo gestor, e proporciona maior transparência na relação entre empregador e funcionário.

No quesito controle de acesso, os softwares de gestão de frequência também levam vantagem sobre o ponto manual, já que podem ser integrados a catracas e ao ponto biométrico, limitando o acesso em portarias, departamentos ou refeitórios. Já para empresas que contam com colaboradores externos, como vendedores ou consultores, há soluções que permitem que os horários do expediente sejam marcados remotamente, via smartphone, de qualquer lugar e em tempo real. Em todos estes casos, é possível integrar automaticamente as informações do ponto à folha de pagamento, assim como obter dados para melhor gerenciar a jornada e as horas extras dos funcionários.

A Norber é especialista em controle de ponto e desenvolve softwares que auxiliam na gestão da jornada de trabalho dos colaboradores. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto, do NewMobile e de outras soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Contratação temporária: como reforçar a equipe no fim do ano

O Natal é a principal data para o comércio. De olho no aumento das vendas, no fim do ano, os setores de varejo, indústria e serviços costumam reforçar as equipes com trabalhadores temporários, seja para melhorar o atendimento no ponto de venda ou acelerar a produção. Segundo estimativa da Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem), 434,4 mil novos postos deste tipo devem ser abertos entre setembro e dezembro deste ano, uma alta de 10% em relação a 2017. Se sua empresa planeja abrir vagas temporárias, saiba como funciona este modelo e quais cuidados tomar na contratação.

O que é o trabalho temporário

É um tipo de contratação que visa atender a uma demanda sazonal, como acontece em muitas empresas no fim do ano, ou substituir provisoriamente um funcionário regular, como no caso de licença-maternidade. É uma alternativa para turbinar a força de trabalho em período específicos, dentro de um prazo flexível de no máximo 180 dias, que pode ser prorrogado por até mais 90 dias, se justificada a necessidade.

O trabalhador temporário tem os mesmos direitos do efetivo, como remuneração equivalente, horas extras, adicional noturno, repouso semanal remunerado, férias e 13º salário proporcionais, além de proteção previdenciária. Os direitos referentes à rescisão, como aviso prévio e multa do FGTS, não se aplicam a este modelo por se tratar de contrato com datas definidas de início e fim. Além de ser uma oportunidade para recolocação profissional rápida, é uma porta de entrada para efetivação.

Cuidados na contratação

A legislação determina que o temporário só pode ser admitido por intermédio de Empresas de Trabalho Temporário (ETT), que são responsáveis pela anotação na Carteira de Trabalho. O contrato celebrado pela ETT e a tomadora de serviços deve conter o motivo que justifica a contratação, assim como prazo e valor da prestação de serviço.

Qualquer que seja o ramo da empresa tomadora de serviços, não existe vínculo de emprego entre ela e os trabalhadores contratados. No entanto, para evitar eventual reclamação trabalhista, é importante verificar se a ETT está devidamente registrada na Junta Comercial e acompanhar se ela está cumprindo os pagamentos que determina a legislação. Vale lembrar que, mesmo a contratação sendo de responsabilidade da agência especializada, o trabalhador fica subordinado à empresa utilizadora do serviço contratado, devendo cumprir a jornada estabelecida e justificar atrasos e faltas.

A Norber é especialista em controle de ponto e desenvolve softwares para a marcação de horários de entrada e saída dos funcionários, auxiliando na gestão de frequência, tanto dos colaboradores efetivos como dos temporários. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto, do NewMobile e de outras soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Hora extra x banco de horas: o que é mais vantajoso

Hora trabalhada é hora paga. A CLT garante ao trabalhador o direito de ser remunerado pelo tempo trabalhado além da jornada normal e empregadores que descumprem as regras costumam arcar com consequências graves na Justiça do Trabalho. Mas, afinal, qual o melhor modo de fazer a compensação: hora extra ou banco de horas? Se sua empresa projeta crescimento e precisa que os colaboradores eventualmente excedam o horário de expediente para cumprir prazos e atender demandas, saiba como funcionam estes modelos de sobrejornada e escolha a mais apropriada para seu negócio.

Hora extra

A jornada padrão de 8 horas diárias permite que sejam feitas duas horas extras por dia, até o limite de 44 horas semanais. As horas adicionais trabalhadas têm valor mais alto e podem onerar a folha de pagamento da empresa: correspondem a 50% mais que a hora normal. À noite, entre 22h e 5h, sofrem um acréscimo de 20%, enquanto nos finais de semana e feriados custam 100% a mais. Para o trabalhador, é um sistema satisfatório, já que possibilita aumento da renda no fim do mês. Por outro lado, é menos flexível no sentido de não possibilitar folgas.

Banco de horas

Por meio do banco de horas, as horas excedentes trabalhadas são compensadas com folgas ou com a redução da jornada em outro dia. Realizado mediante acordo ou convenção coletiva, o modelo prevê que a compensação seja feita dentro do prazo de um ano. Em caso de acordo individual com o trabalhador, a compensação deve ocorrer dentro de no máximo 6 meses. Extrapolados esses prazos, as horas excedentes devem ser pagas com 50% de acréscimo. A vantagem para o funcionário é a possibilidade de, mediante entendimento com gestor, poder sair mais cedo conforme sua necessidade ou até mesmo obter folgas, como emendas de feriados.

Independentemente do modelo escolhido, é imprescindível fazer o correto gerenciamento das horas trabalhadas. Um sistema de controle de frequência como o NewPonto da Norber permite a marcação dos horários de entrada e saída dos colaboradores e ainda fornece dados que ajudam a avaliar a real necessidade de horas adicionais, permitindo aos gestores checar se há equipes subutilizadas ou sobrecarregadas. Com este tipo de informação em mãos é possível redistribuir tarefas, evitar horas excedentes e, consequentemente, gerar maior economia para a empresa.

A Norber é especialista em gestão de frequência e desenvolve sistemas que integram as informações do controle de ponto à folha de pagamento, modernizando rotinas do RH. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto, do NewMobile e de outras soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Remuneração estratégica: uma dica valiosa de gestão para promover superação

O ser humano é movido a desafios. No campo profissional, abraçamos oportunidades e entregamos todo nosso potencial quando somos estimulados a contribuir com o alcance de objetivos, enxergamos oportunidade de crescer e somos devidamente reconhecidos. Quando a realização pessoal vem acompanhada da chance de aumentar os ganhos financeiros, melhor ainda!  Afinal, quem não deseja levantar um dinheiro extra com base nos resultados alcançados por esforço próprio? Neste sentido, a remuneração estratégica é uma prática de gestão valiosa, usada pelas empresas para motivar talentos e, consequentemente, alavancar a produtividade das equipes.

De modo geral, o modelo de remuneração estratégica funciona assim: uma parte do rendimento do colaborador é fixa, e outra parte é variável e atrelada à produtividade. Essa recompensa variável pode ser de tipos diversos, desde prêmios não monetários, como folgas e bolsas para cursos, até comissão financeira ou participação acionária.

Uma proposta cada vez mais recorrente nas empresas, e com bastante adesão de profissionais da geração Y, é a premiação decorrente da gamificação. Por meio desta técnica, o colaborador é bonificado ou premiado na medida em que atinge objetivos – ou, como nos games, passa de nível.

Vale lembrar que bonificação não é salário e, portanto, sobre o valor adicional não incidem encargos trabalhistas e previdenciários. Isso significa que os valores extras pagos pelo desempenho crescente do colaborador têm um impacto sustentável na folha de pagamento.

Válida para todo tipo de organização, a remuneração estratégica precisa de métricas e de regras claras para cumprir seu propósito de estimular a competitividade saudável e gerar melhores resultados. Caso incorra em injustiça e deixe de premiar o profissional que atinge os objetivos, o programa corre o risco ser boicotado, produzir competição desleal e até mesmo prejudicar a cooperação e o trabalho em equipe. Por isso, sua implantação deve necessariamente estar fundamentada em avaliações de desempenho coerentes, assim como no cumprimento de metas individuais, coletivas e organizacionais.

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Riscos jurídicos relacionados à ausência de controle de ponto

Erros no cálculo de horas extras e ausência de controle da jornada de trabalho prejudicam a relação entre empregador e empregado e expõem as companhias a riscos jurídicos. Por isso, contar com um bom sistema de gestão de frequência é o modo mais eficaz de gerenciar a frequência de seus colaboradores e evitar que sua empresa vire alvo de ações trabalhistas. Saiba mais sobre os riscos associados à ausência do controle de ponto.

Ultrapassar as jornadas de trabalho

Gerenciar os diversos tipos de jornadas, bem como eventuais horas extras, é tarefa séria, mas nem sempre fácil. Isso porque, além da jornada padrão de 8 horas diárias, há categorias profissionais que, mediante acordos individuais ou coletivos, atuam no turno 12/36, outras cujos contratos preveem jornadas de até 30 horas semanais sem horas extras, ou 26 horas semanais com possibilidade de até 6 horas extras. Para evitar que os colaboradores excedam os limites estipulados por lei, a utilização de um sistema de gestão de frequência é altamente recomendável. Além de automatizar o controle da jornada, o sistema também permite a marcação do intervalo intrajornada (hora de almoço), que hoje pode ser flexibilizado para até 30 minutos, mediante negociação.

Erros no cálculo das horas extras

Você não quer ter problemas com a Justiça do Trabalho, certo? Então invista em um controle de ponto eficaz, pois conflitos envolvendo horas extras são, historicamente, a causa principal de processos trabalhistas. Horas adicionais trabalhadas devem ser pagas com acréscimo de 50% ou compensadas com folgas, por meio de banco de horas, respeitando os devidos prazos e acordos individuais ou coletivos. Sistemas de gestão de frequência atrelados à folha de pagamento proporcionam maior precisão e segurança no cálculo das horas a mais, minimizando a chance de erros. Além disso, permitem ao RH acompanhar a produtividade do funcionário e fazer ajustes para otimizar o desempenho das equipes.

Controle para teletrabalho

Com a regulamentação do teletrabalho, mais companhias estão adotando políticas de home office. Além de contrato especificando as atividades a serem realizadas pelo colaborador fora das dependências da empresa, esta modalidade exige atenção dos empregadores, já que a ausência de um registro da jornada pode motivar eventuais cobranças judiciais. Uma solução para este tipo de questão é utilizar a tecnologia para realizar o controle de frequência à distância. O NewMobile da Norber possibilita a marcação de ponto via smartphone, de qualquer lugar e em tempo real, assegurando que o trabalhador está de fato cumprindo o seu horário, e garantindo os seus direitos.

A Norber é especialista em gestão de frequência e desenvolve sistemas que integram as informações do controle de ponto à folha de pagamento, modernizando rotinas operacionais e garantindo maior segurança jurídica às empresas. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto, do NewMobile e de outras soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Storytelling no RH: como engajar pessoas contando histórias

Uma história bem contada é capaz de nos envolver e até emocionar. Nós aprendemos e memorizamos informações com mais facilidade, quando a narrativa tem elementos que se relacionam ao nosso dia a dia. Pela eficácia em capturar a atenção do público, o storytelling – técnica de contar histórias de forma impactante – está em alta no mundo corporativo, incluindo a área de Gestão de Pessoas.

Utilizado inicialmente pela Publicidade e Marketing, este recurso vem conquistando profissionais do RH por sua aplicabilidade a diversos processos: treinamentos internos, employer branding e fortalecimento da cultura organizacional. Basicamente, a técnica consiste em utilizar a força da narrativa para transmitir mensagens de modo humanizado e atrativo. Por isso, pode ser útil em todas as ações que envolvem comunicação e visam engajar e motivar colaboradores.

Mas, afinal, o que é o storytelling na prática? Como um roteiro de cinema, a história a ser contada deve ter começo, meio e fim. Essa estrutura facilita o entendimento. Ela também deve conter um (ou mais) bom clímax, aquele ponto alto, que vai despertar ainda mais a atenção do público. Para isso, é fundamental a presença de um personagem, que pode ser o fundador da empresa que superou inúmeros obstáculos para alcançar o sucesso ou até mesmo aquele vendedor que conquistou resultados incríveis. A ideia é utilizar dados e informações da vida cotidiana e da história da companhia para desenvolver o enredo, criar identificação com o interlocutor e motivá-lo à ação.

Histórias bem contadas tendem a imprimir significados emocionais ao contexto original, daí o potencial de gerar mais conexão do que números frios apresentados num slide. A sensação de se reconhecer na experiência do outro gera interesse e empatia, além de sensação de pertencimento e desejo de ser proativo. Por isso, o storytelling é um recurso válido quando o objetivo é criar  maior envolvimento do colaborador com a empresa, motivando-o à busca por resultados.

A Norber é especialista em gestão de frequência e desenvolve soluções que integram as informações do controle de ponto à folha de pagamento, modernizando rotinas operacionais do RH. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto e de outras soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

4 passos para adotar jornadas flexíveis na sua empresa

Jornadas de trabalho flexíveis são o sonho de consumo de 7 entre 10 brasileiros, segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Ibope. Com o avanço da tecnologia, um número maior de empresas tem conseguido atender essa demanda do profissional, para quem a flexibilidade no trabalho significa menos tempo no trânsito e mais qualidade de vida. Para o empregador, o modelo se traduz em profissionais mais satisfeitos, engajados e produtivos, gerando redução de custos e ganhos na retenção de talentos. Veja como implantar modelos de gestão de horários flexíveis.

  1. Busque adequação cultural

Companhias tradicionais e com relações hierárquicas rígidas podem ter dificuldade de comprar a ideia de jornadas flexíveis. Por isso, o primeiro passo para implantar um programa de trabalho remoto é verificar se há aceitação da liderança e se o perfil dos colaboradores se encaixa nesse modelo de gestão. Nem todas as empresas se adaptam, mas em alguns casos é possível começar a mudança por áreas específicas.

  1. Estabeleça regras

Home office ou part-time. Horários flexíveis de entrada e saída ou carga horária encurtada às sextas. É possível adotar diferentes tipos de regimes flexíveis, mas é importante que as regras sejam claras para o colaborador. Defina áreas ou cargos a quem se destinam os programas, assim como dias da semana ou horas do dia. Caso necessário, revise e altere contratos de trabalho.

  1. Desenvolva relações de confiança

Como liberdade exige responsabilidade, muitos dos programas home office se aplicam a profissionais mais seniores, que têm mais senso de disciplina e autogestão. Para produzir os efeitos desejados, o trabalho remoto precisa ser pautado em relações de confiança entre o colaborador e o gestor. O contato também é importante, e vale investir em sistemas de comunicação e plataformas de videoconferência para garantir a conexão e integração do colaborador com a empresa.

  1. Avalie o desempenho

Não é porque o profissional está à distância que o gestor deixará de acompanhar o trabalho. Como na modalidade presencial, cabe ao líder da equipe estabelecer prioridades, definir metas e acompanhar o desempenho dos profissionais envolvidos nos projetos. Do mesmo modo, é função da liderança motivar e manter alta a produtividade da equipe.

A Norber é especialista em gestão de frequência e está alinhada às demandas por flexibilidade e mobilidade. O NewMobile é um aplicativo que permite a marcação de ponto remoto por meio de smartphone, de qualquer localidade e em tempo real. Para conhecer as funcionalidades do NewMobile e outras soluções de gestão de frequência, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

O que você precisa saber sobre consumo colaborativo

Os hábitos de consumo estão mudando, inclusive no Brasil. O desejo de possuir algo vem sendo substituído pelo de experimentar e, neste contexto, surgem no mercado empreendimentos colaborativos nos mais diversos segmentos de negócios. São cada vez mais frequentes as caronas compartilhadas, o coworking e o aluguel de casas e apartamentos particulares, assim como de bicicletas, roupas e acessórios.

A pesquisa “Consumo Colaborativo”, feita pelo SPC Brasil e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), mostra que 67% dos entrevistados acreditam que é mais importante utilizar um produto do que tê-lo, e que 68% se imaginam participando de práticas de consumo colaborativo em no máximo dois anos. Veja como sua empresa pode empreender nesse segmento e ser mais rentável.

Tenha um posicionamento adequado

Poupar dinheiro, evitar o desperdício, diminuir o consumo excessivo, incentivar a convivência e contribuir para a preservação do meio ambiente são as principais vantagens da economia compartilhada enxergadas pelos consumidores, segundo o estudo. Por isso, ter um posicionamento adequado junto aos potenciais clientes pode alavancar o seu negócio de modo significativo. Oferecer o que o consumidor realmente deseja e fazê-lo entender qual o propósito do seu produto ou serviço podem fazer toda a diferença na hora dele se decidir ou não pela compra.

Invista em tecnologia

Se há poucos anos um número pequeno de consumidores se atrevia a fazer transações online, hoje a tecnologia é cada vez mais uma aliada do mundo dos negócios. Por isso, invista em plataformas adequadas, que sejam fáceis e intuitivas nas suas maneiras de operar, navegar e efetuar pagamentos. Ter um site na Internet e perfis nas redes sociais também são essenciais para manter o relacionamento com seus públicos de interesse e, claro, gerar mais negócios.

Seja confiável para ser recomendado

Ainda segundo a pesquisa, as principais barreiras para o consumo colaborativo são a falta de confiança, o perigo de lidar diretamente com estranhos e a falta de garantia no caso de não cumprimento do acordo. Para vencer esses obstáculos, o seu negócio deve ser confiável para ser usado e, posteriormente, recomendado. Avaliações dos usuários sobre o produto ou serviço, assim como sobre os fornecedores, por exemplo, demonstram comprometimento com a transparência e com a qualidade do serviço prestado. Isso minimiza riscos e gera confiança, “curtidas” e recomendações a outros potenciais clientes.

Especialista em controle de frequência, a Norber desenvolve soluções tecnológicas que visam a melhoria de processos voltados à gestão de pessoas. O NewPonto é um software que integra o controle de ponto à folha de pagamento, otimizando tarefas administrativas. Para conhecer as funcionalidades desta ferramenta, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

O que você precisa saber sobre consumo colaborativo
O que você precisa saber sobre consumo colaborativo

Compliance: o que é e como sua prática gera ganho reputacional

Empresas envolvidas em fraudes e esquemas de corrupção perdem credibilidade, amargam prejuízos e têm sua imagem degradada, às vezes de modo irreversível. Em tempos de escândalos empresariais diariamente noticiados nos jornais, “Compliance” torna-se cada vez mais recorrente no ambiente corporativo. Conheça o motivo da crescente demanda por programas de conformidade nas empresas brasileiras e saiba como a sua implementação gera benefícios financeiros e reputacionais.

O que é Compliance

Originário do inglês comply, significa agir em conformidade, ou seja, cumprir rigorosamente as normas e regulamentações exigidas, tanto técnicas como trabalhistas, fiscais, previdenciárias, ambientais e éticas. A princípio uma atribuição das áreas financeira e de RH, o Compliance transforma-se em um setor específico das corporações na medida em que passa a exigir tanto a criação de programas preventivos de combate a atos ilícitos como também treinamento e monitoramento constantes.

Como funciona

A área de Compliance é uma aliada da empresa. Sua função é analisar os procedimentos e detectar pontos passíveis de fraudes, criando mecanismos internos para combate-las. Um manual de conduta deve prever, por exemplo, valores para recebimento de presentes e relatórios de reuniões e almoços de negócios, assim como punições ou ações corretivas em caso de descumprimento. Também são atribuições do profissional de Compliance realizar auditorias, zelar pela segurança da informação e promover treinamentos que disseminem a cultura da integridade nas relações com clientes, parceiros e fornecedores.

Quais os benefícios

Além de minimizar o risco de irregularidades que resultam em prejuízos financeiros e gastos com multas e punições, o Compliance eleva a reputação da empresa eticamente comprometida. O cumprimento de normas também é uma exigência para as corporações que realizam transações internacionais, que participam de processos de fusão e aquisição ou que buscam captar investimentos. Parte da cultura organizacional, o Compliance é um forte aliado do crescimento e do sucesso organizacional.

Especialista em gestão de controle de ponto, a Norber desenvolve soluções que modernizam processos operacionais com segurança e confiabilidade. Um software como o NewPonto integra as informações de entrada e saída dos funcionários à folha de pagamento, tornando a relação trabalhista mais transparente. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

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Compliance: o que é e como sua prática gera ganho reputacional