Lei de Proteção de Dados: saiba o que é e prepare sua empresa

Os dados dos seus funcionários estão seguros e protegidos? A sua empresa corre risco de ter informações sensíveis vazadas acidentalmente ou por um ataque cibernético? Se você nunca se preocupou com estes temas, é hora de começar a se preparar. A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPDP) entrará em vigor em fevereiro de 2020 e trará impactos para o cotidiano de todas as empresas que lidam com dados pessoais no Brasil, sejam de funcionários, clientes ou fornecedores.

O objetivo da lei 13.709 é permitir que os cidadãos tenham mais controle sobre como suas informações pessoais são usadas. Ela estipula uma série de obrigações, inclusive nos meios digitais, e seu descumprimento pode gerar advertências e multas. Nas empresas, o RH terá papel decisivo no processo de adequação. Por concentrar um grande volume de dados, o departamento terá uma responsabilidade maior na proteção dos mesmos, sejam de colaboradores, de candidatos de processos seletivos ou ex-funcionários.

Mas, afinal, o que diz a LGPDP? O princípio fundamental da nova lei diz respeito à transparência. Quando entrar em vigor, os dados pessoais só poderão ser usados com o consentimento expresso da pessoa e para um propósito específico. Isso significa que o funcionário terá de ser informado sobre a coleta dos dados pessoais e sobre que uso o empregador fará dele, podendo cancelar a autorização quando desejar.

As empresas, com a nova lei, passam a ser responsáveis por garantir a privacidade e a segurança das informações a que têm acesso, sendo os vazamentos, acidentais ou por eventual invasão de sistema, passíveis de multas. Um cuidado adicional deve ser tomado com os chamados “dados sensíveis” – aqueles cuja exposição equivocada pode gerar graves prejuízos à vida das pessoas, como origem racial ou étnica, convicções religiosas, filiação sindical, nível salarial e estado de saúde.

A nova lei permite que as informações sejam mantidas ou processadas por sistemas de terceiros, como nos casos de uso de softwares de folha de pagamento ou soluções em cloud computing. No entanto, a empresa contratante precisa garantir que o fornecedor utilize as informações apenas de acordo com o uso original autorizado e que forneça a proteção devida, provendo recursos como criptografia e senha.

Nas empresas, a adequação à Lei de Proteção de Dados requer entendimento das novas regras, revisão dos processos internos e treinamento dos profissionais diretamente envolvidos com coleta, armazenamento e tratamento de dados. Para agir em conformidade, vale buscar assessoria jurídica e trabalhar em parceria com o departamento de TI e com fornecedores de tecnologia externos.

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Habilidades do futuro: conheça “skills” valorizadas no mercado

O futuro não muito distante no qual a máquina substituiria o homem chegou. A automação, a robótica e a inteligência artificial devem acelerar este processo e colocar em risco milhares de vagas nas próximas décadas, especialmente as que demandam tarefas repetitivas. Por outro lado, estima-se que 85% das profissões de 2030 ainda sequer foram inventadas. Diante deste cenário repleto de desafios e oportunidades, em que parte da força de trabalho migrará de categoria ocupacional, uma questão importante se impõe nas empresas: quais serão as habilidades dos profissionais do futuro? A seguir, listamos algumas das skills que serão altamente valorizadas no mercado de trabalho.

Habilidades socioemocionais

As chamadas “soft skills” há algum tempo têm sido requisitadas pelo mercado. Ligadas à inteligência emocional e aptidões sociais, elas se relacionam às formas de lidar com a pressão e de interagir com o outro. Estas competências não-técnicas, como habilidade comunicacional, resiliência, colaboração, empatia, gestão do tempo e capacidade de adaptação, são apontadas como diferenciais para o sucesso na carreira, principalmente em cargos de liderança.

Habilidades cognitivas avançadas

Criatividade, raciocínio lógico, empreendedorismo, pensamento crítico e resolução de problemas são exemplos de habilidades cognitivas avançadas importantes em um futuro tecnológico. Enquanto softwares e robôs executarão atividades previsíveis com mais eficiência de modo a alavancar a produtividade, as capacidades tipicamente humanas continuarão aportando inovação e agregando valor ao negócio.

Habilidades tecnológicas

Num mundo cada vez mais digital e conectado, todo profissional, independentemente da área, deverá adquirir conhecimentos tecnológicos mais aprofundados para desempenhar suas tarefas. Manejar dispositivos móveis, conhecer fundamentos de cloud computing e de segurança da informação, além de entender algo de Big Data serão requisitos dos recrutadores no futuro. Também vale investir em noções de programação para melhorar o diálogo com a área de TI, uma das que mais deverá crescer. A aquisição de conhecimento, sejam técnicos ou comportamentais, passa a ser um processo contínuo, e fica para trás quem não estiver disposto a aprender.

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4 erros comuns de estratégia e planejamento empresarial

Era uma vez uma empresa que tinha a faca e o queijo na mão, mas que falhou em seu planejamento e deixou escapar uma bela oportunidade. Infelizmente, casos assim são recorrentes no mercado e é bem possível que você conheça alguns. Seja por vacilar na execução da estratégia ou falhar no planejamento, há negócios que estagnam ou até quebram. Conheça erros comuns cometidos nas empresas e evite cair nestas ciladas.

  1. Execução falha

Às vezes, a empresa sabe exatamente aonde quer chegar, mas não consegue alcançar seu objetivo pela incapacidade de executar rigorosamente sua estratégia. Um plano de ação detalhado é de fundamental importância para alinhar as diversas áreas da empresa e fazer com que toda atividade interna caminhe na mesma direção. Perder-se na hora de colocar em prática o planejamento estratégico costuma prejudicar e muito o desempenho organizacional.

  1. Esquecer o cenário macro

O ambiente macroeconômico está em permanente mudança e desconsiderar as influências externas é um erro que põe em risco empresas de qualquer segmento e porte. Flutuações do câmbio, mudanças regulatórias e alterações fiscais são frequentes em um mundo globalizado, sendo capazes de impactar o desempenho financeiro até de companhias focadas exclusivamente no mercado interno. Coloque o cenário macro, incluindo a concorrência, em sua estratégia e antecipe ações observando variáveis determinantes para o seu negócio.  

  1. Não considerar o cliente

O cliente é soberano e deve estar no foco do seu negócio. Com frequência, os gostos e hábitos dele também mudam, e não perceber essas mudanças pode fazer com que seu produto ou serviço se torne dispensável da noite para o dia. Por isso, conheça profundamente seu público-alvo, entenda quais são as demandas do seu cliente e veja onde você pode se diferenciar em relação à concorrência. Seja flexível e saiba se adaptar às necessidades do consumidor, sempre alinhando as mudanças à estratégia da organização.

  1. Deixar a tecnologia de lado

A tecnologia está alterando o ambiente empresarial e deixar de incluí-la em seu planejamento é uma falha que inevitavelmente deixará sua empresa para trás. Se você deseja inovar e manter vantagem competitiva, destine investimentos para a automação de processos, implemente softwares que geram eficiência e aposte em soluções que possibilitem análise de dados. Os benefícios gerados pela tecnologia abrem novas oportunidades e deixar de utilizar este recurso pode gerar danos irreparáveis.

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Controle de acesso: Tudo o que você precisa saber

Controle de acesso é o sistema ou equipamento que limita o acesso de pessoas a determinados ambientes, seja em escritórios, fábricas, refeitórios, condomínios, hospitais ou estabelecimentos comerciais. Com a função de proporcionar mais segurança às pessoas e garantir a proteção de bens e informações, é um recurso recorrente e necessário. Conheça os tipos de controle de acesso e os benefícios de sua implantação para a gestão de sua empresa.

Tipos de controle de acesso

Para evitar que seu estabelecimento fique à mercê de estranhos, há diferentes tipos de controle de acesso disponíveis no mercado. Além de barreiras físicas (cancelas, catracas e portões), controladas ou não por pessoa de confiança, também há tecnologias que automatizam a entrada e saída de colaboradores previamente cadastrados, o que pode dispensar a necessidade de um funcionário para a segurança. São exemplos de tecnologias: senha, leitura biométrica, cartões de proximidade, reconhecimento facial, reconhecimento de voz e de íris, entre outras. Cada um destes tipos apresenta características específicas, e a escolha por um deles depende da demanda da empresa e, principalmente, do nível de proteção exigido.

Benefícios para a gestão

O aumento da segurança é a primeira vantagem quando se fala em controle de acesso. No entanto, estes sistemas trazem outros benefícios, como agilidade na identificação de visitantes, clientes e fornecedores, controle da quantidade de pessoas nos ambientes, restrição a pessoas não autorizadas. Também é possível, por meio de sistema de controle de acesso, detectar horários de pico, saber o número de pessoas num departamento, e até mesmo integrar a entrada num refeitório à marcação do intervalo intrajornada. Todos estes dados, disponibilizados em tempo real, são peças-chave para o aprimoramento da gestão organizacional.

Integração com sistema de ponto

Além de oferecer diferentes níveis de segurança no acesso em portarias e departamentos, restringindo o fluxo a colaboradores autorizados, o controle de acesso também pode ser integrado a sistemas de registro eletrônico de ponto (SREP). Esta integração reduz o risco de fraude na marcação de presença, já que um controle de acesso como o biométrico, por exemplo, efetua o registro de entrada e permite saber quem efetivamente está nas dependências da empresa. As informações de entrada e saída são automaticamente registradas, facilitando a gestão da jornada de trabalho e a redução do passivo trabalhista, como por exemplo o bloqueio do acesso para colaboradores que estejam em período de interjornada (descanso de 11 horas – Art. 66  da CLT). O acesso controlado também permite delimitar o horário de permanência do colaborador na empresa, o que pode reduzir consideravelmente os gastos com horas extras.

A Norber Tecnologia desenvolve sistema para controle de acesso e monitoramento de pessoas e veículos às dependências e áreas restritas de empresas, condomínios, hospitais e outros ambientes que sejam sensíveis do ponto de vista da segurança. O NewAcesso se destaca por suas funcionalidades e pela forma flexível de estabelecer comunicação com diversos equipamentos e fabricantes do mercado.

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