Chefe de trabalho remoto: as funções do novo cargo criado na pandemia

Chefe de trabalho remoto: as funções do novo cargo criado na pandemia

Sempre antecipando o futuro, as gigantes do Vale do Silício são experts em experimentar novas práticas de gestão e lançar modelos que depois são adotados mundo afora. A última novidade é a criação da função de “chefe de trabalho remoto”. O cargo, nascido no contexto da pandemia, ganhou evidência com a divulgação de uma vaga pelo Facebook e por outras start-ups de tecnologia, todas elas apostando na permanência das jornadas híbrida e remota em longo prazo. Mas, afinal, o que este profissional faz exatamente e quais suas habilidades? 

De acordo com a descrição da contratante, esse profissional seria “um pensador estratégico que entende de times virtuais e distribuídos; um excepcional formador de relacionamentos e um agente de mudanças”. Na prática, isso significa atender as novas demandas surgidas de uma cultura digital e remota, cuidando para que, mesmo à distância, os colaboradores sintam-se engajados com os objetivos da empresa. 

Quando o home office foi implantado em larga escala em razão da pandemia, ficou claro que o modelo teria diversos benefícios, mas, também, inúmeros desafios. Assim, são funções do chefe de trabalho remoto: 

. Repensar a cultura e o engajamento dos colaboradores, sobretudo dos recém-contratados; 

. Reformular espaços físicos para uso misto e prover infraestrutura (adequação de espaço, redes, softwares, mobiliário etc) para quem está em home office;  

. Avaliar cidades e regiões com melhor estrutura para trabalho remoto; 

. Desenvolver políticas de benefícios a partir das variadas necessidades e rotinas; 

. Conhecer as regras trabalhistas e cuidar dos contratos de trabalho; 

. Avaliar e escolher as ferramentas digitais mais apropriadas para as interações corporativas, com atenção para a segurança e privacidade dos dados.  

. Gerenciar o bem-estar, o controle da jornada e a experiência dos colaboradores híbridos ou remotos, cuidando para que se sintam integrados e parte da empresa; 

Diante destas atribuições, o novo cargo exige uma atuação polivalente, além de trabalho em equipe com o RH, Jurídico e TI. Outra habilidade desse profissional, sem dúvida, é estar ligado em tecnologia. Cada vez mais, o trabalho demandará ferramentas digitais que facilitem a comunicação e a colaboração. Softwares em cloud computing e sistemas de ponto online ou via smartphone, por exemplo, são grandes aliados da gestão à distância, seja ela feita pelos líderes das equipes ou por um funcionário específico.  

A sua empresa tem alguém dedicado para cuidar das demandas surgidas em razão do home office? Em sua opinião, o próprio RH pode assumir essas atribuições?  

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