4 lições de liderança e carreira do filme “O Diabo Veste Prada”

Lançado em 2006, o filme “O Diabo Veste Prada” se tornou um clássico do cinema e até hoje é fonte de inspiração para o mundo corporativo. Na trama, a recém-formada jornalista Andrea Sachs (Anne Hathaway) se submete à gestão autoritária de Miranda Priestly (Meryl Streep), a temida editora da revista que é considerada a “bíblia da moda”. Com cenas divertidas, o longa apresenta uma série de conflitos que funcionam como lições de liderança e carreira para o dia a dia no trabalho. Confira:

  1. Liderança

Quem assistiu ao filme sabe que a toda-poderosa Miranda, definitivamente, não tem o perfil de líder. Autoritária, ela chega a cometer abusos e crueldades. Seu jeito de comandar é mais parecido com o dos chefes do passado, baseado em poder e intimidação. Trata-se de um estilo oposto ao praticado pelas lideranças mais admiradas da atualidade, que praticam uma gestão mais participativa e menos hierárquica para extrair o melhor dos colaboradores. Respeito, cooperação e engajamento por meio do exemplo são mais eficientes para a conquista de resultados e para a construção de um ambiente de trabalho saudável.

  1. Adaptação

Pouco antenada ao mundo fashion, Andrea tinha tudo para não dar certo na revista. Quando estava prestes a desistir, um amigo lhe disse: “Você não está tentando, está lamentando”. Ao perceber que a mudança dependia só dela mesma, a jovem assistente entrou no jogo para jogar. Tão logo passou a se interessar por moda e usar roupas adequadas ao cargo, sua confiança cresceu, assim como o comprometimento com o trabalho. Adaptar-se à cultura da empresa foi o grande passo para a transformação da protagonista, que ganhou o respeito e a admiração dos colegas – inclusive da arrogante Emily, que vivia tentando lhe puxar o tapete.

  1. Superação

Você já se viu diante de uma tarefa tão desafiadora que achou que não poderia cumpri-la? Andrea também, quando a chefe implacável lhe pediu que conseguisse o manuscrito inédito do novo livro da saga Harry Potter. O que parecia impossível se tornou realidade quando, focando mais na solução do que no problema, ela procurou alternativas, fez bom uso do networking e alcançou seu objetivo. A lição: com determinação e pensando fora da caixa é possível superar expectativas e chegar ao fim do expediente com aquela sensação de dever cumprido.

  1. Equilíbrio

No decorrer do filme, Andrea passa a viver para o trabalho. Para atender aos pedidos mirabolantes da chefe, ela fica disponível 24 horas por dia – o que acaba a afastando da família e dos amigos. Dedicação é extremamente importante para uma carreira de sucesso, mas o limite é o equilíbrio entre vida profissional e pessoal.

Gostou do filme ou se identificou com algumas das situações relatadas? Quais aprendizados da ficção você leva para sua carreira?

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Lei de Proteção de Dados: saiba o que é e prepare sua empresa

Os dados dos seus funcionários estão seguros e protegidos? A sua empresa corre risco de ter informações sensíveis vazadas acidentalmente ou por um ataque cibernético? Se você nunca se preocupou com estes temas, é hora de começar a se preparar. A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPDP) entrará em vigor em fevereiro de 2020 e trará impactos para o cotidiano de todas as empresas que lidam com dados pessoais no Brasil, sejam de funcionários, clientes ou fornecedores.

O objetivo da lei 13.709 é permitir que os cidadãos tenham mais controle sobre como suas informações pessoais são usadas. Ela estipula uma série de obrigações, inclusive nos meios digitais, e seu descumprimento pode gerar advertências e multas. Nas empresas, o RH terá papel decisivo no processo de adequação. Por concentrar um grande volume de dados, o departamento terá uma responsabilidade maior na proteção dos mesmos, sejam de colaboradores, de candidatos de processos seletivos ou ex-funcionários.

Mas, afinal, o que diz a LGPDP? O princípio fundamental da nova lei diz respeito à transparência. Quando entrar em vigor, os dados pessoais só poderão ser usados com o consentimento expresso da pessoa e para um propósito específico. Isso significa que o funcionário terá de ser informado sobre a coleta dos dados pessoais e sobre que uso o empregador fará dele, podendo cancelar a autorização quando desejar.

As empresas, com a nova lei, passam a ser responsáveis por garantir a privacidade e a segurança das informações a que têm acesso, sendo os vazamentos, acidentais ou por eventual invasão de sistema, passíveis de multas. Um cuidado adicional deve ser tomado com os chamados “dados sensíveis” – aqueles cuja exposição equivocada pode gerar graves prejuízos à vida das pessoas, como origem racial ou étnica, convicções religiosas, filiação sindical, nível salarial e estado de saúde.

A nova lei permite que as informações sejam mantidas ou processadas por sistemas de terceiros, como nos casos de uso de softwares de folha de pagamento ou soluções em cloud computing. No entanto, a empresa contratante precisa garantir que o fornecedor utilize as informações apenas de acordo com o uso original autorizado e que forneça a proteção devida, provendo recursos como criptografia e senha.

Nas empresas, a adequação à Lei de Proteção de Dados requer entendimento das novas regras, revisão dos processos internos e treinamento dos profissionais diretamente envolvidos com coleta, armazenamento e tratamento de dados. Para agir em conformidade, vale buscar assessoria jurídica e trabalhar em parceria com o departamento de TI e com fornecedores de tecnologia externos.

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Habilidades do futuro: conheça “skills” valorizadas no mercado

O futuro não muito distante no qual a máquina substituiria o homem chegou. A automação, a robótica e a inteligência artificial devem acelerar este processo e colocar em risco milhares de vagas nas próximas décadas, especialmente as que demandam tarefas repetitivas. Por outro lado, estima-se que 85% das profissões de 2030 ainda sequer foram inventadas. Diante deste cenário repleto de desafios e oportunidades, em que parte da força de trabalho migrará de categoria ocupacional, uma questão importante se impõe nas empresas: quais serão as habilidades dos profissionais do futuro? A seguir, listamos algumas das skills que serão altamente valorizadas no mercado de trabalho.

Habilidades socioemocionais

As chamadas “soft skills” há algum tempo têm sido requisitadas pelo mercado. Ligadas à inteligência emocional e aptidões sociais, elas se relacionam às formas de lidar com a pressão e de interagir com o outro. Estas competências não-técnicas, como habilidade comunicacional, resiliência, colaboração, empatia, gestão do tempo e capacidade de adaptação, são apontadas como diferenciais para o sucesso na carreira, principalmente em cargos de liderança.

Habilidades cognitivas avançadas

Criatividade, raciocínio lógico, empreendedorismo, pensamento crítico e resolução de problemas são exemplos de habilidades cognitivas avançadas importantes em um futuro tecnológico. Enquanto softwares e robôs executarão atividades previsíveis com mais eficiência de modo a alavancar a produtividade, as capacidades tipicamente humanas continuarão aportando inovação e agregando valor ao negócio.

Habilidades tecnológicas

Num mundo cada vez mais digital e conectado, todo profissional, independentemente da área, deverá adquirir conhecimentos tecnológicos mais aprofundados para desempenhar suas tarefas. Manejar dispositivos móveis, conhecer fundamentos de cloud computing e de segurança da informação, além de entender algo de Big Data serão requisitos dos recrutadores no futuro. Também vale investir em noções de programação para melhorar o diálogo com a área de TI, uma das que mais deverá crescer. A aquisição de conhecimento, sejam técnicos ou comportamentais, passa a ser um processo contínuo, e fica para trás quem não estiver disposto a aprender.

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Logística reversa: benefícios para o cliente e a sustentabilidade

O descarte adequado de materiais é cada vez mais recorrente em nosso dia a dia. Numa sociedade mais consciente do impacto do consumo, é questão de cidadania não jogar no lixo comum embalagens, garrafas plásticas e outros materiais que podem ser reciclados. No ambiente empresarial, que lida com volumes de resíduos muito maiores que o doméstico, a sustentabilidade também passa a ser vista como prioridade e, neste contexto, a logística reversa é um importante instrumento para a redução da poluição ambiental. Entenda como funciona este recurso e por que você deve pensar em implantá-lo na sua empresa.

Como funciona a logística reversa

Se a logística lida com a distribuição de produtos dos fabricantes para os consumidores, a logística reversa, como o nome sugere, faz o caminho inverso: recolhe e dá encaminhamento pós-venda ou pós-consumo para reaproveitamento ou destinação final ambientalmente adequada. Neste sentido, fabricantes, distribuidores, comerciantes e também consumidores têm responsabilidade compartilhada no ciclo de vida do produto, conforme estabelecido na Política Nacional de Resíduos Sólidos. Para alguns setores produtivos, como pilhas e baterias, pneus, agrotóxicos e eletrônicos, este processo é norma obrigatória e o não cumprimento está sujeito a multas.

Por que devo implantar na minha empresa

Ainda que seu negócio não esteja enquadrado nas categorias em que a logística reversa é obrigatória, vale a pena conhecer e pensar em implantá-la na sua empresa. Além de benefícios ao meio ambiente, o retorno de resíduos pode trazer vantagens comerciais na medida em que materiais reutilizados podem retornar ao ciclo produtivo e, consequentemente, ao mercado, gerando novas oportunidades de geração de renda.

Outro benefício é o valor agregado à imagem da empresa, vista como sustentável perante os consumidores. Para começar a implantação de uma política de logística reversa, desenvolva embalagens sustentáveis, instale pontos de coleta e aprimore políticas de gestão de resíduos. Também é importante criar campanhas de conscientização da população, um dos agentes transformadores no processo.

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Megatendências: como preparar sua empresa para o futuro

Megatendências são movimentos externos, em escala global, que estão mudando o modo como as sociedades pensam, se comportam, se relacionam e trabalham. Segundo estudiosos do assunto, estas grandes e inevitáveis transformações mudarão os hábitos de consumo e, consequentemente, terão impacto direto nos negócios nos próximos anos. Por isso, as empresas que desejam continuar tendo relevância no futuro próximo devem ficar de olho no que vem por aí. Nos diversos segmentos empresariais, é importante lidar estrategicamente com essas forças, enxergar desafios e oportunidades e, principalmente, estar pronto para adaptar produtos e serviços aos novos hábitos da sociedade. Conheça as principais megatendências e prepare sua empresa para o futuro.

Mudanças demográficas e urbanização

O crescimento da população mundial e o aumento da expectativa de vida têm reflexos diretos nas empresas, seja alterando o perfil do público consumidor ou gerando mudanças na contratação de mão de obra. Diante do envelhecimento populacional, é possível enxergar um cenário de dificuldades na seguridade social, aumento do tempo de trabalho e novos desafios relacionados a saúde e qualidade de vida. A concentração populacional em áreas urbanas, por sua vez, aumenta a necessidade de investimento em infraestrutura. Também é importante estar atento às questões de mobilidade urbana, habitação e segurança.

Escassez de recursos e mudanças climáticas

As alterações da natureza têm acendido o sinal de alerta nas lideranças mundiais, que propõem novas regras e protocolos para reduzir a poluição e emissão de poluentes. A escassez de recursos naturais, por sua vez, impõe maior consciência ecológica e menos desperdício, tanto na produção como no consumo de produtos e serviços com menor impacto ambiental. Sustentabilidade, eficiência energética e soluções verdes entram cada vez mais em pauta, e as empresas que não observarem as exigências dos consumidores correm o risco de perder mercado.

Inclusão tecnológica e conectividade

A revolução digital e a democratização da tecnologia deram origem a uma nova geração de usuários-consumidores imediatistas, que buscam resolver questões em um clique. Para as empresas, o investimento em inovações tecnológicas que atendam à demanda dos seus públicos é questão de sobrevivência. Automação, mobile, inteligência artificial, robótica, nanotecnologia, cloud e analytics estão na agenda das companhias que planejam crescimento futuro. Tudo, claro, ligado a segurança da informação, privacidade e uso de dados.

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A incrível arte de liderar seu time à distância

A primeira questão que vem à mente do gestor quando se fala em trabalho remoto é: como saber se minha equipe está de fato trabalhando? Ligada à cultura do controle, esta dúvida relaciona produtividade à presença física e ao tempo que o colaborador passa em frente ao computador.

Graças ao empurrãozinho dado pela tecnologia, esta cultura tem dado lugar à flexibilidade e à autonomia. Cada vez mais, o talento pode estar no home-office, no coworking do outro lado da cidade, ou até mesmo em outro país. A eficiência no trabalho passou a ser medida não pela presença, mas pelos resultados. Diante desta nova realidade, os gestores devem mudar o jeito de pensar para encarar o desafio de liderar times à distância. Confira nossas dicas e extraia o melhor da sua equipe.

Confie e inspire

As relações de trabalho estão mudando! Quem trabalha à distância costuma dar valor a rotinas flexíveis. Por isso, o melhor a fazer é respeitar individualidades e entender que há quem renda mais pela manhã e quem produza melhor à noite. Ao demonstrar consideração pelas escolhas do outro, você estimula o senso de responsabilidade e cria uma relação de confiança. Fomente o protagonismo pessoal e esteja aberto para atuar de modo horizontal. Essa é a atitude esperada de um líder, alguém que motiva, engaja e inspira.

Acompanhe os projetos

Permitir que o colaborador trabalhe de onde quiser não significa abrir mão de certa disciplina. O hábito de realizar encontros periódicos por videoconferência é uma prática que ajuda a acompanhar o fluxo dos trabalhos e garantir que não haja prejuízo nas entregas. A comunicação frequente também é fundamental para que o colaborador remoto não se sinta excluído ou sozinho. Acompanhe os projetos de perto por meio de ciclos rápidos de feedback, crie uma dinâmica efetiva e garanta que seu time mantenha a produtividade alta!

Estabeleça metas

Não dá para esperar resultados sem ter objetivos definidos. Por isso, não deixe de compartilhar com as equipes remotas quais são as metas e os passos para chegar lá. Defina prioridades, estabeleça prazos, mostre progressos e deixe claro que conquistas individuais têm importância para o todo. Com resultados expressivos, o local de onde seu time está trabalhando é o que menos importa!

A Norber é especialista em controle de ponto e desenvolve softwares que auxiliam a gestão da jornada de trabalho dos colaboradores, incluindo os que trabalham remotamente. O NewMobile permite a marcação de ponto via smartphone, de qualquer lugar e em tempo real. Para conhecer as funcionalidades desta e outras soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Coaching empresarial: estratégia para o desenvolvimento de lideranças

Todo mundo sabe que não dá para esperar resultados diferentes quando se continua fazendo a mesma coisa. No entanto, nem todo profissional sabe o que e como mudar, e tampouco aonde quer chegar. E é por ajudar o profissional a encontrar esse caminho e, assim, obter melhores resultados, que o coaching empresarial está em alta no ambiente corporativo.

Coach, do inglês, significa treinador. Coaching, por sua vez, é o processo por meio do qual o coachee (pessoa orientada) aprende a desenvolver habilidades necessárias para o alcance de objetivos, sejam pessoais ou profissionais. Basicamente, a ideia é que, sob orientação do especialista, o indivíduo aumente o nível de percepção de si mesmo, de modo a enxergar com clareza oportunidades e objetivos, traçando caminhos assertivos e desenvolvendo competências para alcançar sua meta.

O método, que é individualizado e vai muito mais fundo que um simples treinamento, está sendo usado não só por quem deseja se reposicionar no mercado, mas também por empresas interessadas em desenvolver lideranças em seus quadros. Quando aplicado internamente, o coaching empresarial permite, por exemplo, que um profissional com cargo técnico observe as possibilidades de crescimento dentro da própria empresa e desenvolva as habilidades comportamentais necessárias para, oportunamente, assumir um posto de gestão. Com o despertar de novos potenciais, também é possível direcionar a carreira para outra área mais promissora ou mais alinhada aos objetivos estratégicos da organização.

Executivos que passam por um processo de coaching tendem a desenvolver maior senso de organização, descobrem novos talentos, lidam melhor com o tempo e se sentem mais motivados e autoconfiantes no trabalho, tornando-se líderes inspiradores para suas equipes. Para as empresas, a aplicação da metodologia gera uma série de benefícios, já que está associada ao alcance de metas e à melhoria na performance, permitindo também um melhor planejamento da sucessão de gestores.

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4 passos para adotar jornadas flexíveis na sua empresa

Jornadas de trabalho flexíveis são o sonho de consumo de 7 entre 10 brasileiros, segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Ibope. Com o avanço da tecnologia, um número maior de empresas tem conseguido atender essa demanda do profissional, para quem a flexibilidade no trabalho significa menos tempo no trânsito e mais qualidade de vida. Para o empregador, o modelo se traduz em profissionais mais satisfeitos, engajados e produtivos, gerando redução de custos e ganhos na retenção de talentos. Veja como implantar modelos de gestão de horários flexíveis.

  1. Busque adequação cultural

Companhias tradicionais e com relações hierárquicas rígidas podem ter dificuldade de comprar a ideia de jornadas flexíveis. Por isso, o primeiro passo para implantar um programa de trabalho remoto é verificar se há aceitação da liderança e se o perfil dos colaboradores se encaixa nesse modelo de gestão. Nem todas as empresas se adaptam, mas em alguns casos é possível começar a mudança por áreas específicas.

  1. Estabeleça regras

Home office ou part-time. Horários flexíveis de entrada e saída ou carga horária encurtada às sextas. É possível adotar diferentes tipos de regimes flexíveis, mas é importante que as regras sejam claras para o colaborador. Defina áreas ou cargos a quem se destinam os programas, assim como dias da semana ou horas do dia. Caso necessário, revise e altere contratos de trabalho.

  1. Desenvolva relações de confiança

Como liberdade exige responsabilidade, muitos dos programas home office se aplicam a profissionais mais seniores, que têm mais senso de disciplina e autogestão. Para produzir os efeitos desejados, o trabalho remoto precisa ser pautado em relações de confiança entre o colaborador e o gestor. O contato também é importante, e vale investir em sistemas de comunicação e plataformas de videoconferência para garantir a conexão e integração do colaborador com a empresa.

  1. Avalie o desempenho

Não é porque o profissional está à distância que o gestor deixará de acompanhar o trabalho. Como na modalidade presencial, cabe ao líder da equipe estabelecer prioridades, definir metas e acompanhar o desempenho dos profissionais envolvidos nos projetos. Do mesmo modo, é função da liderança motivar e manter alta a produtividade da equipe.

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Organizações exponenciais e o que elas ensinam

Organizações Exponenciais – as “ExOs” – são empresas que, a exemplo de Uber, AirBnB ou Waze, se beneficiam da tecnologia, da informação e de uma rede de colaboradores externos para ganhar escala e crescer exponencialmente. Segundo Salim Ismail, Yuri van Geest e Michael Malone, fundadores do conceito, essas organizações têm alto potencial de inovação e são ao menos dez vezes melhores, mais rápidas e mais baratas que empresas tradicionais e lineares. Todas também têm um Propósito Transformador Massivo, ou seja, produzem soluções capazes de transformar nossos hábitos e costumes. Conheça outras características desta nova geração de empresas e prepare-se para fazer a transição do modelo linear para o exponencial.

Ativos alavancados

Até pouco tempo atrás, para ser considerada uma empresa sólida era necessário investir em máquinas e instalações. Uma organização exponencial, ao contrário, atua não na chave da escassez, mas na da abundância, tirando proveito de ativos já disponíveis. Em tempos de economia colaborativa e não-propriedade, a Uber se tornou a maior empresa de transporte do mundo sem possuir um único carro. Com a tecnologia, é possível detectar oportunidades, se tornar uma plataforma e alavancar negócios com menos recursos.

Algoritmos

Em boa parte, o sucesso das organizações exponenciais está ligado ao uso inteligente que elas fazem dos algoritmos. Aqui, estamos falando de Big Data e de um volume imenso de informações que permitem identificar tendências e entender as necessidades do cliente. Cada vez mais, o investimento em softwares e em análise de dados é imprescindível para a evolução dos negócios.

Estruturas desburocratizadas

Com estruturas organizacionais descentralizadas, transparentes e não-lineares, as organizações exponenciais conseguem reagir rapidamente às mudanças. Diferentemente de companhias tradicionais, cujas estruturas hierárquicas acabam contendo a inovação, as exponenciais estão abertas à experimentação e ao risco. De modo geral, não temem colocar um produto no mercado em um curto espaço de tempo, para evoluir conforme o feedback dos usuários.

Equipes sob demanda

A velocidade das mudanças exige novas relações de trabalho. Nas organizações exponenciais, as equipes trabalham sob demanda e em projetos específicos, sendo seus resultados avaliados por entregas, e não exatamente pelas horas passadas dentro da empresa. Em um mundo globalizado e hiperconectado, vale atuar com colaboradores remotos, implantar horários flexíveis e recrutar talentos de lugares diferentes do mundo, criando estruturas de trabalho colaborativas e horizontais.

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Como reduzir o risco de fraudes e irregularidades na empresa

É inegável que a transformação digital proporcionou às empresas mais eficiência nas operações e gerou rapidez na tomada de decisões. O grande volume de dados também tem permitido atuações mais assertivas junto a clientes e funcionários, mas vem acompanhado de preocupação na medida em que expõe a companhia a riscos de fraudes, irregularidades, roubo de ativos e ataques cibernéticos. Para garantir a segurança e evitar eventuais prejuízos, é indispensável adotar medidas de controle. Conheça algumas:

Fortaleça a cultura corporativa

Lamentavelmente, é frequente que fraudes sejam cometidas por gente da casa. Segundo o “Mapa da Fraude Corporativa” da Kroll, 38% dos ciberataques no Brasil são cometidos por ex-funcionários, 19% por agentes ou intermediários e 8% por funcionários. Para combater riscos internos, a empresa deve não apenas ter a ética entre seus valores institucionais como também comunicá-la a todos os seus stakeholders. Invista no fortalecimento da cultura corporativa e deixe claro que condutas antiéticas não são toleradas.

Crie mecanismos de controle

Para não dar brecha à fraude, é importante detectar pontos vulneráveis e aprimorar mecanismos de controle nas diversas operações da empresa. Implementar alçadas de aprovação e solicitar revisões de contratos ajudam a reduzir a vulnerabilidade dos processos internos. Outro mecanismo é a automatização, que reduz a interferência humana e, portanto, está menos sujeito a falhas. Auditorias internas e externas, assim como a criação de um setor de Compliance, também contribuem para a prevenção de atos ilícitos.

Invista em sistemas antifraudes

Os sistemas utilizados pelas empresas devem prezar pela segurança de dados e informações. Um sistema de gestão de controle de ponto, por exemplo, tem que ter conexão criptografada para garantir a segurança do acesso via web, além de um banco de dados blindado e atrelado ao servidor. Esse recurso impede a manipulação das marcações eletrônicas originais, seja pelo usuário ou pelo gestor, e proporciona maior transparência na relação entre empregador e funcionário.

A Norber é especialista em gestão de frequência. O NewPonto, software de maior integração com fornecedores de REP do mercado, possui características de segurança e cumpre a legislação e normas das Portarias do Ministério do Trabalho. Laudo de perito judicial de informática atesta que o NewPonto, bem como o aplicativo para dispositivos móveis, foi fortemente pensado para inibir qualquer tipo de fraude nas marcações de horários e datas. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto, do NewMobile e outras soluções de gestão de frequência, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.