6 lições da Fórmula 1 para aplicar no seu negócio

Rivalidade à flor da pele, mas também trabalho em equipe e resiliência para lidar com a pressão estão em “Drive to Survive”, série da Netflix sobre os bastidores da Fórmula 1. Conheça 6 lições das pistas de corrida para aplicar no seu negócio. 

  1. Superação

Com apenas 20 posições no grid, a Fórmula 1 é um esporte para poucos e bons. Manter-se no nível mais alto do automobilismo mundial exige dos pilotos preparo e superação. Mesmo veteranos com título na bagagem precisam desafiar o cronômetro e gerar resultados, sob o risco de perder espaço para um jovem novato. A idade média dos pilotos, cada vez mais baixa, sugere que experiência sem desempenho não garante lugar no circuito mundial.  

  1. Resiliência

Além de técnica para levar o carro ao limite, os pilotos que alcançam os lugares mais altos do pódio apresentam soft skills bem desenvolvidas. Liderança, concentração, inteligência emocional, motivação e capacidade de tomar decisões rapidamente são habilidades decisivas para competir em tão alto nível. Resiliência também é fundamental para suportar a pressão – do chefe de equipe, dos fãs, da imprensa e patrocinadores – e as puxadas de tapete, que também existem e podem vir até do companheiro de escuderia. 

  1. Comunicação e espírito de equipe

Ainda que Hamilton, Verstappen ou Vettel sejam o foco dos holofotes, por trás de cada piloto há centenas e até milhares de profissionais trabalhando duro nos bastidores para colocar nas pistas o carro mais rápido e confiável já visto. Nas fábricas e nas corridas, o espírito de equipe cultivado entre essa turma de engenheiros, mecânicos e pilotos é essencial, com alinhamentos e feedbacks constantes. Comunicação é outro ponto forte, pois só com troca de informação dinâmica e análise de dados em tempo real traçam-se estratégias, coordenam-se os esforços ou se fazem pit-stops em meros dois segundos.

  1. Planejamento e agilidade

Um carro de Fórmula 1 é feito de milhares de componentes, ou seja, muitas coisas podem dar errado num treino, numa disputa classificatória ou durante a corrida. Para minimizar o risco de eventuais problemas, acidentes e prejuízos, é determinante contar com um planejamento rigoroso e uma gestão perfeita de todos os processos. Como nas empresas, erros podem acontecer. E quando acontecem, a ordem é atuar de maneira ágil e pragmática, colocando o foco no problema e em busca de soluções. 

  1. Inovação

Em um esporte competitivo como a Fórmula 1, quem não investir em tecnologia e inovação fica literalmente para trás. Para evoluir nas pistas, é preciso também disputar a acirrada corrida tecnológica. Na história da competição não faltam exemplos como o da Mercedes, que encontrou uma brecha no regulamento e surpreendeu os adversários com um sistema que alterava a geometria da suspensão através do volante, garantindo mais estabilidade nas curvas. Essa inovação, apesar de polêmica, ajudou a escuderia a otimizar sua performance e alcançar o heptacampeonato de construtores em 2020.   

  1. Conexão com o público

Em todo o mundo, a Fórmula 1 vinha perdendo audiência, já que as gerações ultraconectadas à internet trocaram as corridas na TV aos domingos pelo streaming e redes sociais. Com o objetivo de alcançar um novo público e reconquistar antigos fãs, a produção da série “Drive to Survive” pela Netflix se mostrou uma jogada certeira, com uma narrativa repleta de rivalidade, adrenalina, glamour e personagens polêmicos. A iniciativa, somada ao reposicionamento digital, contribuiu para revitalizar a marca F1 e aumentar a base de fãs em diversos países, em uma lição de como ser atrativo e gerar conexão com as pessoas. 

A sua empresa está conectada com o público? É resiliente, inovadora, competitiva e data-driven como uma escuderia de Fórmula 1?    

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Como delegar tarefas e alavancar a produtividade da equipe

Delegar tarefas significa atribuir responsabilidades aos membros de uma equipe. Embora delegar seja papel de líderes e gestores, alguns não o fazem e acabam sobrecarregados, prejudicando o próprio desempenho e o do time como um todo. As razões são diversas: perfil centralizador, falta de confiança nos colaboradores, medo de escolher a pessoa errada ou de perder controle, autoridade e poder. Se esse é seu caso, saiba por que você deve começar a delegar tarefas e acompanhe nossas dicas de como fazê-lo com excelência. 

A importância de delegar tarefas

Delegar tarefas é uma das muitas atribuições de um líder. Quando, porém, você centraliza tudo em si, deixando de repassar atividades para que outros executem, são imensas as chances de desperdiçar tempo com coisas menores e  comprometer atividades importantes, como o planejamento dos projetos, a definição de caminhos a serem tomados para o alcance dos objetivos ou a gestão dos recursos técnicos, financeiros e humanos. Esse comportamento centralizador gera consequências: provoca atrasos, desmotiva os colaboradores, engessa processos e equipes.  

Ao contrário, quando você delega tarefas de maneira eficiente, todos ganham. Primeiramente a empresa, que tem o andamento dos projetos e a produtividade alavancados; depois os colaboradores, que passam a trabalhar em equipe, de forma colaborativa, e têm a chance de desenvolver novas habilidades; e você mesmo, que ganha tempo para se dedicar a tarefas estratégicas, como planejamento, gestão e coordenação.

Como delegar tarefas na prática

Delegar tarefas pode ser difícil, mas não impossível. O primeiro passo para fazer isso com maestria é listar as atividades que podem ser delegadas e identificar, dentro do seu time, quem é o profissional mais habilitado para a execução da tarefa. Se não houver ninguém, treine, ensine e acompanhe. 

Como líder, é sua atribuição delegar, assim como coordenar e monitorar a execução das tarefas. Dê autonomia aos colaboradores para que as atividades sejam realizadas de jeitos que podem diferir do seu, abrindo espaço para a criatividade e inovação. Por último, mas não menos importante: confie. A confiança é a base das relações e do desenvolvimento de equipes de alta performance. 

Outra dica para ganhar tempo e aumentar a produtividade é adotar tecnologias que automatizam processos operacionais. Na prática, o uso de softwares de gestão proporciona mais agilidade e eficiência às operações de rotina, deixando você e sua equipe livres para a realização de atividades mais complexas e estratégicas.  

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5 práticas essenciais de um bom líder

Ser líder, mais que um cargo ou posição, é questão de atitude e comportamento. Com a adoção de modelos de trabalho mais flexíveis, é necessário repensar práticas para manter os profissionais motivados e produtivos, mesmo trabalhando à distância. Nesse contexto, o chefe de perfil autoritário sai de cena e dá lugar a lideranças capazes de desenvolver talentos por meio de relações baseadas na confiança. Conheça 5 práticas que gestores excepcionais devem ter para liderar nos novos tempos:

  1. Estabelecer conexões

Como se sabe, os profissionais mais qualificados do mercado podem até aceitar um emprego por um s’alário e um pacote de benefícios recheado, mas só se mantêm leais se tiverem um bom relacionamento com seus gestores. As relações, portanto, são a base para compor equipes engajadas e de alta performance. Como líder, é fundamental criar conexões verdadeiras com as pessoas do seu time. Encontre pontos em comum, pratique a escuta ativa, compartilhe experiências, seja transparente. Lembre-se que uma comunicação clara, objetiva e respeitosa é imprescindível na hora de envolver as pessoas em torno de um objetivo comum.  

  1. Respeitar diferenças individuais

Um líder bem-sucedido não só entende que cada pessoa tem bagagem e experiências de vida diferentes, como valoriza e tira proveito da diversidade da equipe. Quem respeita diferenças individuais – de gênero, raça ou cultura – forma times plurais, com habilidades que se somam e se complementam. No dia a dia, dê autonomia aos colaboradores, envolva a todos nas tomadas de decisões e mostre que você valoriza quem são e o que pensam, independentemente de posição. Essa liderança menos hierarquizada e mais participativa aumenta a confiança mútua, gera um sentimento de pertencimento e favorece a colaboração, potencializando a criatividade e a inovação.  

  1. Trabalhar pelo outro, não por você

Um erro comum cometido por diversos gestores em posição de liderança é focar apenas na própria carreira. Em geral, quem olha exclusivamente para o próprio umbigo não percebe que crescimento profissional só é viável se estiver acompanhado do crescimento do outro e da empresa como um todo. Ao invés de buscar promoções e outras vantagens pessoais, invista no desenvolvimento de quem está ao seu redor, estimulando que cada um faça mais e melhor. Promova um ambiente de aprendizagem contínua, forneça feedbacks construtivos, aponte caminhos e reconheça quem está ao seu lado. Ao criar oportunidades para a evolução daqueles com quem trabalha, você alavanca resultados para o time xe para o negócio.  

  1. Influenciar pelo exemplo

Líderes genuínos são pessoas altamente positivas. A autoconfiança, o entusiasmo e a satisfação que esses profissionais demonstram acerca do trabalho e da vida são uma verdadeira fonte de inspiração. De maneira geral, conseguem influenciar pelo exemplo e têm facilidade para adaptar-se a novos contextos e situações. E engana-se quem pensa que para ser líder é preciso abrir mão da vida pessoal. Com um entendimento claro de que qualidade de vida é inegociável, os líderes dos novos tempos compreendem que é necessário saber relaxar para ser mais produtivo. No comando da sua equipe, incentive a gestão eficiente do tempo e mostre que é possível – e desejável – buscar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. 

  1. Apostar em soluções inovadoras 

A transformação digital está automatizando processos burocráticos e possibilitando que o capital humano dedique sua capacidade produtiva a tarefas mais estratégicas. Às lideranças cabe fornecer sistemas e ferramentas que facilitam a gestão e a colaboração, promovendo agilidade e eficiência ao dia a dia. Por meio de um software de ponto online e em nuvem, por exemplo, é possível gerir a jornada de trabalho dos colaboradores em tempo real e de maneira colaborativa, seja em home office ou na sede da empresa.    

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A segurança da informação deve ser prioridade na sua empresa

Na era da informação, não é surpresa que os dados estejam entre os ativos mais valiosos de uma empresa. De tão valiosos, eles se tornam alvo de criminosos, cujos golpes estão cada vez mais sofisticados e frequentes. O risco, infelizmente, não está longe: o Brasil foi o quinto país que mais ataques cibernéticos sofreu em 2021. De sequestro de dados a vazamento de informações sensíveis e invasões a sistemas, essas ocorrências expõem a privacidade das pessoas, geram prejuízos financeiros e causam severos danos à imagem corporativa.  

Além do risco de ciberataques, a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) vem exigindo maiores cuidados para a adequação às normas relacionadas a coleta, processamento e armazenamento de dados. Por se tratar de uma questão estratégica, a segurança da informação e a proteção de dados devem fazer parte do planejamento empresarial e integrar a lista de prioridades de companhias de todos os portes e segmentos. 

Como aprimorar a proteção de dados 

Um conjunto de medidas podem ser tomadas para reduzir vulnerabilidades, prevenir ataques maliciosos e manter os dados de clientes, colaboradores e da própria organização devidamente protegidos. Além de infraestrutura robusta, é fundamental mapear fragilidades nos fluxos e implementar uma política de proteção de dados eficaz. Isso inclui a criação de senhas fortes e trocas periódicas, instalação de antivírus, realização de backups, uso da nuvem para armazenamento e controle dos níveis de acesso às informações. A conscientização dos colaboradores também deve fazer parte das boas práticas em cibersegurança empresarial, já que links suspeitos são iscas para malwares, spywares, phishing e outras ameaças digitais. 

Outra iniciativa é contar com fornecedores que priorizam a proteção de dados e o cumprimento das legislações vigentes. Sobretudo no RH, que lida com um volume expressivo de informações, é imprescindível ter parceiros que assegurem a integridade e segurança dos dados e informações. 

Um sistema de marcação de ponto online, por exemplo, deve dispor de conexão criptografada, já que o certificado de segurança SSL, aquele cadeado ao lado da URL, garante um ambiente seguro para o acesso via web. O banco de dados blindado e atrelado ao servidor é outro elemento antifraude, pois impede a manipulação das marcações eletrônicas originais, seja pelo usuário ou pelo gestor.

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Desoneração da folha de pagamento: o que é e como funciona

Sancionada em 31 de dezembro de 2021, a Lei 14.288/21 prorrogou a desoneração da folha de pagamento até o fim de 2023. A medida reduz a carga tributária dos 17 setores da economia que mais empregam no país. 

A desoneração da folha de pagamento foi instituída pelo Governo Federal há dez anos, em 2011. Na prática, a sua prorrogação permite que as empresas dos setores beneficiados continuem optando por substituir a Contribuição Patronal Previdenciária (CPP), que corresponde a 20% sobre o salário dos funcionários, pelo pagamento da Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB), com alíquotas que variam de 1% a 4,5%, dependendo do setor. 

Entre os beneficiados estão os setores de call center, construção civil e infraestrutura, comunicação, tecnologia da informação, transportes e indústria têxtil, entre outros. Para as companhias que optarem pela CPRB, o pagamento do tributo é feito por meio de uma DARF – e não via Guia da Previdência Social (GPS).  

Vale lembrar que a desoneração da folha funciona como um incentivo fiscal ao empregador, não se confundindo com a contribuição obrigatória feita pelo trabalhador ao INSS – que, no caso dos celetistas da iniciativa privada, é descontada na folha, de acordo com a faixa salarial. 

O pagamento de tributos e obrigações trabalhistas requer atenção por parte das empresas. Sistemas de ponto online, como o NewPonto Cloud da Norber, garantem agilidade e precisão aos processos de controle de jornada e gestão da folha de pagamento, proporcionando mais segurança tanto para o empregador quanto para o empregado.

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Atendimento multicanal: o que é e quais as vantagens

Até pouco tempo atrás, a loja física e o atendimento telefônico eram os únicos meios de contato das empresas com os clientes. O advento da internet e a popularização dos smartphones, porém, mudaram radicalmente os modos que nos relacionamos com as marcas e que consumimos seus produtos e serviços. Hoje, uma interação que se inicia no e-commerce pode muito bem terminar numa loja física, e vice-versa. Não por acaso, disponibilizar múltiplos canais de atendimento tornou-se estratégico para as companhias focadas em ampliar o alcance das suas marcas e alavancar as vendas. Conheça as vantagens da estratégia multicanal e saiba como implantá-la na sua empresa.

Benefícios do atendimento multicanal

Estar onde o cliente está é a primeira vantagem de ser multicanal. A ideia é garantir um atendimento ágil e de qualidade na plataforma que o consumidor preferir, seja via rede social, whatsapp, e-mail, chat ou ligação telefônica. Ao prezar a praticidade, você supre as expectativas do consumidor moderno, cada vez mais conectado, bem informado e imediatista. O atendimento multicanal é também uma ótima maneira de estreitar o relacionamento com o seu público, melhorar a comunicação com ele e conhecer a fundo o seu perfil. Outra vantagem é a redução de custos. Por meio de chats com inteligência artificial, é possível esclarecer dúvidas simples e mais frequentes, permitindo que os operadores se encarreguem das demandas mais complexas.   

Como aprimorar a estratégia multicanal     

Para aprimorar a sua estratégia multicanal, o primeiro passo é entender a jornada de compra do seu cliente e em quais momentos a empresa deve estar disponível para auxiliá-lo. Identifique as principais demandas, crie diretrizes de atendimento para cada canal e utilize métricas para monitorar a qualidade do serviço prestado. 

Outro ponto de atenção é a integração das informações. Afinal, para oferecer uma experiência de compra realmente diferenciada, é fundamental que o consumidor encontre continuidade no atendimento ao migrar de uma plataforma online para outra. As demandas, por sua vez, precisam ser resolvidas efetivamente, independentemente do canal e sem que o cliente tenha que ficar repetindo o seu problema. Vale lembrar que um atendimento mal feito pode fazê-lo desistir da compra e ainda gerar feedbacks negativos para sua empresa.  

A estratégia multicanal é uma das vertentes do processo de transformação digital pelo qual passam as empresas. Trata-se de um caminho inevitável na medida em que se vale de soluções tecnológicas para otimizar processos e aprimorar o relacionamento junto aos públicos interno e externo. A tecnologia mobile, por exemplo, é disponibilizada em sistemas de controle de frequência, permitindo a marcação e gestão do ponto remotamente. 

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A importância do feedback no ambiente de trabalho

O feedback é uma das ferramentas mais poderosas para o desenvolvimento de talentos. Além de alinhar expectativas, a prática de dar retorno sobre um projeto, comportamento ou desempenho serve para identificar oportunidades de melhorias e desenvolver times de alta performance.

No dia a dia, muitos gestores não percebem quão importante é reconhecer o colaborador pela qualidade das suas entregas. Mas o valor do feedback positivo é claro: ele reforça os comportamentos corretos e está diretamente ligado ao aumento do engajamento e da produtividade. Isso porque o profissional, ao ter seu trabalho reconhecido, é encorajado a seguir adiante em suas atividades diárias, com confiança de que está no caminho certo. 

O feedback negativo, por sua vez, não é fácil de ser dado ou recebido. De maneira geral, as pessoas tendem a evitar conversas difíceis, o que pode gerar um problema muito maior no futuro. Por isso, é fundamental avaliar a ocorrência com rapidez, evitando que as falhas se repitam. O feedback, nesse sentido, deve ser imediato e específico. Quando fornecido de forma construtiva, em um ambiente focado na melhoria contínua, permite ao colaborador entender seus pontos fortes e fracos, corrigir rotas e aperfeiçoar o trabalho. 

Vale lembrar que a comunicação clara, respeitosa e transparente deve ser uma prática contínua – e não se resumir apenas à avaliação de desempenho comumente realizada uma vez ao ano. Quando as devolutivas são feitas periodicamente e em momentos oportunos, têm um impacto significativo sobre comportamentos, habilidades e carreiras. Por meio de feedbacks, por exemplo, o gestor pode advertir o colaborador acerca de atrasos e faltas, mostrando que assiduidade e pontualidade são valorizadas na empresa.    

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Como criar conexão humana no RH Digital

A adoção da tecnologia pelo RH é um caminho sem volta. Há algum tempo, a área de gestão de pessoas percebeu que, para ser mais ágil, dinâmica e competitiva, é necessário investir na automatização e digitalização de processos. Isso não significa, contudo, que o RH Digital dispense as conexões humanas. Afinal, as pessoas continuam sendo a alavanca do progresso em qualquer negócio. Saiba como equilibrar humanização e digitalização no RH Digital.    

Crie uma cultura de reconhecimento

Ao contrário das máquinas, as pessoas precisam ser valorizadas e reconhecidas. Por isso, a gestão humanizada passa, sem dúvida, pela valorização do profissional. Nas interações e avaliações, deixe o colaborador saber que ele tem papel fundamental para a empresa e que seu bom desempenho é observado e apreciado pela liderança. A cultura do reconhecimento é imprescindível para que os talentos se sintam inspirados a atuar no mais alto nível. Às vezes, um “muito obrigado” é tão ou mais valioso que aquele bônus dado uma vez ao ano. 

Estimule a interação e a colaboração

O distanciamento social imposto pela pandemia levou equipes inteiras para o home office e mudou radicalmente o jeito de trabalhar. Nesse contexto, há quem sinta falta do papo no corredor, do cafezinho, do almoço com colegas. Frente à perspectiva de manutenção da jornada remota ou híbrida, vale fomentar a interação e a colaboração à distância. Estimule a comunicação e crie modelos em que as pessoas trabalhem em equipe e possam ajudar-se mutuamente. Nada mais humano que ajudar o próximo, não é mesmo? Outra dica é desenvolver ambientes, mesmo que virtuais, onde o colaborador possa construir vínculos com colegas e com a empresa. A ideia é afastar a sensação de isolamento e usar as plataformas tecnológicas para conectar as pessoas. 

Respeite individualidades

Cada ser humano tem bagagens, formações, crenças e experiências distintas. Por outro lado, todos temos necessidades e desejos que nos identificam como nossos semelhantes. Olhar o colaborador com empatia, importando-se com o que ele pensa e sente, significa desenvolver laços e respeitá-lo em sua individualidade. No dia a dia corporativo, o convívio com a diversidade é chave para um clima organizacional humano, respeitoso e produtivo. 

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Governança de dados: a importância para um uso estratégico da informação

Na era da informação, os dados estão entre os ativos mais valiosos de uma empresa. Esse importante ativo, contudo, pode não gerar valor caso não seja devidamente cuidado e administrado. E é aí que entra a Governança de Dados, conjunto de políticas e gestão de processos e tecnologias que garantem à companhia o uso estratégico da informação.

O volume de informação nas empresas vem aumentando exponencialmente, seja por causa do Big Data, da crescente digitalização de processos ou do ganho de escala. Para fazer um bom uso desse gigantesco volume de dados é necessário manter a informação devidamente estruturada e organizada, cuidando da sua qualidade, integridade e segurança. 

Nesse sentido, cabe à equipe responsável pela Governança de Dados determinar ambientes apropriados para armazenamento e acesso, tais como servidores robustos e/ou nuvem, e projetar uma arquitetura de dados capaz de integrá-los e disponibilizá-los dentro da companhia. Esses cuidados têm o objetivo de melhorar o fluxo de trabalho e gerar subsídio para as tomadas de decisões.  

Dentro do escopo da Governança de Dados também cabe a criação de políticas que garantam a segurança e privacidade da informação, com especial atenção ao combate a ciberataques, vazamentos, fraudes ou uso indevido. Outro aspecto é a capacitação dos profissionais envolvidos na captação e processamento dos dados, já que qualquer erro em uma das etapas do processo compromete a qualidade da informação e, consequentemente, acarreta desperdício de tempo e recursos, podendo até resultar em danos financeiros, processos trabalhistas e prejuízos à imagem da empresa. 

No RH Digital, é possível elevar a Governança de Dados ao nível de excelência. Afinal, o uso sistematizado de softwares de gestão automatiza a coleta e organização dos dados, facilita o acesso aos mesmos, assim como mitiga a chance de erros. Com um sistema como o NewPonto Cloud da Norber, por exemplo, é possível automatizar o controle de ponto e realizar o gerenciamento de horas extras, banco de horas e folha de pagamento com muito mais eficiência. 

Além disso, a partir dos registros incluídos no sistema é possível avaliar a produtividade dos colaboradores e medir os índices de absenteísmo. Outro destaque é a maior agilidade no fluxo do trabalho, pois os dados ficam armazenados na nuvem, onde são atualizados e acessados em tempo real. Tudo isso, vale lembrar, em um sistema blindado e que atende aos requisitos da LGPD

Como o seu RH lida com as informações dos colaboradores? A governança dos dados está sendo realizada da melhor forma, com sistemas adequados e robustos?

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Checklist: como gerenciar o trabalho com essa ferramenta de gestão simples e eficaz

Elas são úteis, práticas e fáceis de usar. No dia a dia, ajudam a planejar rotinas, gerir etapas de projetos, organizar prioridades, manter o controle de qualidade ou segurança e acompanhar afazeres que não podem ser esquecidos. Não por acaso, as checklists – ou listas de verificação – são uma ferramenta de trabalho que se adequam a todos os cargos e profissões.  

Um dos motivos que fazem as checklists serem amplamente utilizadas é o fato de serem visualmente simples. Em geral, organizadas em itens ou tópicos, basta bater o olho para saber o que falta fazer, comprar, cobrar ou produzir. Ao concluir determinada tarefa, o item correspondente recebe o sinal de checagem e a tarefa seguinte pode ser iniciada. Essa visualização rápida das demandas proporciona ao usuário da checklist um conforto mental – ou seja, você deixa de se preocupar em lembrar de tudo e pode focar no que realmente importa. Dessa forma, consegue fazer uma gestão do tempo mais eficaz e maximizar a execução das tarefas. 

O modo de fazer uma checklist varia de pessoa para pessoa, do segmento de atuação e do objetivo. Pode ser pessoal ou compartilhada com os membros de uma equipe. Em muitas ocasiões, basta papel e caneta para organizá-la. Em outras, a checklist se incorpora a dispositivos eletrônicos ou a softwares de gestão, simplificando o fluxo de trabalho. 

Esse é o caso, por exemplo, do NewPonto Cloud, sistema de gestão de frequência da Norber. Por meio de alertas automáticos do sistema, os gestores são avisados de que há uma nova ocorrência de ponto a ser tratada, como uma justificativa de falta ou uma inclusão de marcação que deixou de ser feita pelo colaborador. Além disso, relatórios diários são enviados aos gestores, com a checklist completa do que precisam cuidar do dia anterior. Esses recursos ajudam a não acumular funções no final do mês e tornam a gestão da frequência mais ágil, econômica e produtiva. Afinal, é quase impossível lembrar das faltas ou atrasos de cada um dos funcionários passado algum tempo, e muitos abonos acabam ocorrendo porque o controle não foi feito no momento correto. 

Como você organiza suas demandas no trabalho? Utiliza alguma ferramenta, sistema ou checklist automático para ganhar tempo e gerenciar a execução das tarefas? 

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