Obrigações trabalhistas: conheça mudanças para 2020

A sua empresa está pronta para cumprir as obrigações trabalhistas previstas para o início do ano? Algumas mudanças nas legislações exigem atenção do RH, pois impactam na folha de pagamento e nas obrigações junto ao governo. Fique de olho nas alterações e evite cometer irregularidades.

Atualizações do salário mínimo

O salário mínimo, que aumentou para R$ 1.039 em 1º de janeiro de 2020, passará a valer R$ 1.045,00 a partir de fevereiro. Por causa dos reajustes, os empregadores devem alterar os valores no e-Social, já que a atualização no sistema não ocorre automaticamente. Para quem recebe salário superior ao mínimo, reajustes salariais seguem estipulados entre empregador e empregado no contrato de trabalho, podendo acontecer em outra data e com outro percentual.

Fim da multa de 10% do FGTS

A Medida Provisória 905, que criou o Programa Verde e Amarelo, extinguiu a multa rescisória de 10% do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) paga pelo empregador ao governo a título de contribuição social nos casos de demissão sem justa causa. A Caixa Econômica Federal já disponibilizou em seu site as atualizações dos programas GRRF para geração de guias rescisórias sem cobrança dessa multa. Vale lembrar que a multa de 40% paga ao trabalhador demitido não foi alterada.

Novas tabelas de INSS

A Portaria Nº 914/2020 da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho estabeleceu para 2020 duas tabelas de contribuição previdenciária, que é obrigatória e descontada mensalmente do salário do trabalhador com carteira assinada. Na primeira, relativa aos salários de janeiro e fevereiro, as alíquotas são de 8% para quem ganha até um salário mínimo; de 9% para remunerações entre um salário e R$ 3.050,52; e de 11% para ganhos entre R$ 3.050,53 e R$ 6.101,06 (teto).

Em razão da aprovação da Reforma da Previdência (Emenda Constitucional nº 103/2019), a partir de 1º de março entra em vigor uma nova tabela, com as novas alíquotas de contribuição. Elas serão: de 7,5% para até um salário mínimo; de 9% entre o mínimo e R$ 2.089,60; de 12% entre R$ 2.089,61 e R$ 3.134,40; e de 14% para remunerações entre R$ 3.134,41 e R$ 6.101,06. Porém, essas alíquotas serão cobradas de forma progressiva, ou seja, incidem sobre cada faixa de remuneração do segurado.

IRRF e DIRF

Depois de recolher a contribuição previdenciária, o empregador deve realizar o recolhimento do Imposto de Renda dos seus funcionários, o que também é obrigatório e mensal. Até o momento não houve reajuste, e os percentuais variam de 7,5% a 27,5%, dependendo do valor do salário. Trabalhadores que ganham até R$ 1.903,98 são isentos do imposto.

A Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF), por sua vez, deve ser entregue até o dia 28 de fevereiro por meio do Programa Gerador de Declarações (PGD Dirf 2020), disponibilizado pela Receita Federal.

Novo calendário do eSocial

Os prazos para transmissão de informações ao eSocial foram prorrogados. A Portaria nº 1.419 estabeleceu o escalonamento da obrigatoriedade dos eventos periódicos (folha de pagamento) para as empresas do Grupo 3, formado por ME e EPP optantes pelo Simples, MEI, empregadores pessoas físicas (exceto domésticos) e entidades sem fins lucrativos. Para tais empresas, a obrigatoriedade começa a valer a partir de setembro, de acordo com o último dígito do CNPJ básico. Houve, também, alteração no cronograma de início dos eventos de Saúde e Segurança do Trabalhador (SST) para todos os grupos.

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Contratação temporária x intermitente: conheça as diferenças

Com o fim do ano se aproximando, indústria, comércio e serviços já começam a reforçar equipes para alavancar a produção e as vendas no Natal. Segundo estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), 91 mil temporários devem ser contratados para atender ao aumento sazonal neste fim de ano, número 4% maior em relação ao registrado em 2018. Além do temporário, outra modalidade de contração permitida na legislação brasileira é a intermitente. Ambas exigem registro em carteira de trabalho, garantindo direitos trabalhistas. Conheça as diferenças:

Trabalho temporário

É o contrato mais comum, sendo permitido para cobrir o aumento de demandas sazonais ou para a substituição temporária de colaboradores (como licença-maternidade ou férias). A contratação acontece via intermediação de agência especializada em temporários, que se encarrega da anotação na carteira, bem como do pagamento do salário, das férias proporcionais e do recolhimento de FGTS e INSS. O tempo do contrato não pode passar de 180 dias, sendo possível a renovação por mais 90 dias. A remuneração é equivalente à dos profissionais da mesma categoria da empresa – e nunca inferior ao salário mínimo. Vale lembrar que a contratante é coresponsável pela contratação, isto é, responde solidariamente em caso de problemas judiciais. Por lei, o colaborador não recebe aviso prévio e multa rescisória por demissão sem justa causa.

Trabalho intermitente

A modalidade passou a ser permitida após a entrada em vigor da reforma trabalhista, em 2017. Diferentemente do temporário, quem se encarrega do registro em carteira é a empresa contratante – isto é, não há terceirização da mão de obra. É válido para quando a demanda é variável e não contínua. O trabalhador é convocado pelo empregador somente quando houver necessidade, sem carga horária mínima. A convocação tem de ser feita antecipadamente, com no mínimo três dias, e o colaborador pode não atender ao chamado sem que isso caracterize rompimento do contrato. O valor da hora de trabalho deve ser estabelecido em contrato e não pode ser menor que o de outros funcionários que realizam a mesma função na empresa. São direitos do intermitente: férias, 13º salário, FGTS e INSS proporcionais ao tempo trabalhado.

A sua empresa contratará temporários ou intermitentes no fim do ano? Vale conversar com o RH e o departamento jurídico da empresa para decidir sobre a modalidade de contratação mais adequada e eficiente para suas demandas sazonais.

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Soft skills: competências interpessoais do profissional moderno

Soft skills são as competências socioemocionais. Em tempos de negócios disruptivos, em que a evolução tecnológica acelera o ritmo das mudanças, estas habilidades baseadas na inteligência emocional ajudam a formar profissionais mais preparados para a conquista de resultados. Conheça algumas das soft skills mais valorizadas no mercado de trabalho, tão ou mais importantes quanto um currículo turbinado de conhecimentos técnicos:

Cabeça de hiperlink

Ter visão sistêmica da empresa e ser capaz de fazer conexões entre diversas matérias é fundamental em um mundo conectado, não-linear e pouco previsível. Ter cabeça de hiperlink significa agir como um “nexialista”, profissional que congrega pontos de vistas não relacionados e sabe onde buscar informações para criar soluções.

Customer centricity

A estratégia de colocar o cliente no centro do negócio está alinhada à capacidade de identificar necessidades – ou dores – de modo preditivo, antecipando demandas que, muitas vezes, o cliente nem sabe que existem. Para entregar soluções com este nível de valor agregado, é necessário conhecer tendências e as variáveis que podem gerar impactos em médio e longo prazos.

Lifelong learning

O conceito de “lifelong learning”, ou aprendizado ao longo da vida, é o novo mantra do mundo corporativo. A ideia é buscar atualização permanente, adquirindo conhecimentos para encarar novos desafios de modo automotivado e espontâneo, independentemente de modelos convencionais de educação.

Gestão da ansiedade

O autocontrole emocional e a habilidade para gerir a ansiedade em cenários de cobrança são altamente desejáveis em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo. Resiliência é palavra de ordem para lidar com problemas, adaptar-se a mudanças, superar obstáculos e resistir à pressão em situações adversas.

Habilidade comunicacional

A escuta ativa e a capacidade de manter uma comunicação clara e eficiente são fundamentais para o trabalho em equipe, principalmente em ambientes que cultivam a diversidade e a interdisciplinaridade. A habilidade comunicacional é um aspecto fundamental para fortalecer a cultura de inovação e de colaboração.

A Norber desenvolve sistemas de controle de acesso e de frequência alinhados às tendências do mercado de trabalho. O NewPonto Cloud é um software de controle de jornada na nuvem que automatiza a folha de pagamento e se integra ao NewMobile, aplicativo para marcação de ponto à distância, via smartphone. Para conhecer as funcionalidades destas soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Employee Experience: a experiência do colaborador no foco do RH

O termo Employee Experience (EX) nunca esteve tão em alta. Depois do Customer Experience (CX), que colocou o cliente no centro das atenções, agora é a vez da experiência do funcionário ser o foco de empresas que desejam destacar-se em um mercado cada vez mais competitivo.

Diante do desafio de engajar e reter talentos em ambientes de trabalho multigeracionais, o RH passa a atuar como designer de experiências, fomentando iniciativas para a construção de uma vivência de trabalho significativa para os colaboradores – tanto nos meios físico e cultural como tecnológico. A prioridade é impactar positivamente o resultado da organização através de profissionais satisfeitos e altamente motivados. Conheça os benefícios desta abordagem e saiba como colocá-la em prática:

Conheça seus funcionários

Quer implantar o conceito de Employee Experience na sua empresa? O primeiro passo é escutar seus funcionários e entender que as gerações millennial e centennial têm expectativas, motivações e formas de interagir diferentes de quem já possui um currículo extenso. Para traçar o perfil dos profissionais que nasceram com o smartphone na mão, vale aplicar uma pesquisa de clima e, a partir daí, desenvolver programas que combinem os propósitos deles aos da empresa. Jornadas do tipo home office, com controle de ponto à distância, vêm de encontro aos desejos de flexibilidade e autonomia das novas gerações.

Promova um ambiente de trabalho inspirador

Um lugar organizado, bonito e dinâmico é extremamente eficiente para a construção de uma experiência profissional positiva. No entanto, mais que espaços físicos adequados e descontraídos, um ambiente de trabalho realmente inspirador é aquele que promove a colaboração, inclui a diversidade e é capaz de despertar no profissional o desejo de fazer mais e melhor. Uma cultura organizacional focada na valorização de seus recursos humanos é estímulo para a criatividade e a inovação.

Forneça a melhor experiência digital possível

Um dos segredos da abordagem Employee Experience é tratar o funcionário como cliente e proporcionar-lhe uma experiência digital completa, similar à que ele tem no dia a dia. Se comprar com poucos cliques já faz parte da nossa rotina, por que não fazer com que a execução de tarefas na empresa seja igualmente fácil, rápida e memorável? Ao destravar amarras investindo em tecnologia e na automação de processos, seu negócio ganha agilidade, aumenta a produtividade e eleva a satisfação profissional no ambiente de trabalho.

Incentive o desenvolvimento profissional

Além de salário e benefícios condizentes com o cargo, cada vez mais as pessoas buscam experiências de trabalho que aliam crescimento profissional e conexão com valores pessoais. Por isso, os líderes que estimulam o desenvolvimento de competências e fornecem feedback contínuo são decisivos para a construção de uma vivência de trabalho significativa. O bom relacionamento com o líder direto, aliás, é fator determinante para a redução das taxas de turnover e absenteísmo.

A sua empresa tem se esforçado em criar uma experiência positiva para os colaboradores? Conte-nos suas iniciativas para a melhoria do engajamento e da retenção de talentos.

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4 lições de liderança para observar no filme “O Rei Leão”

Com inspiração shakespeariana, “O Rei Leão” é um clássico da Disney. Na releitura live-action, os animais hiper-realistas emocionam até mesmo a turma que curtiu o desenho na infância. Mas, além do impressionante visual criado por computação gráfica, o filme apresenta lições de liderança para profissionais da “selva” corporativa. Conheça ensinamentos da história que já levou milhões de expectadores aos cinemas em todo o mundo. Atenção: contém spoiler.

Líderes reconhecem e valorizam

Mesmo estando no topo da cadeia alimentar, o Rei Mufasa explica ao seu filho e legítimo sucessor Simba, que todos na selva têm um papel no círculo da vida. As empresas funcionam de modo similar: cada colaborador desempenha uma função na engrenagem e é reconhecendo o potencial de cada pessoa que se fortalece o espírito de equipe.

Líderes seguem em frente

Quanto maiores as suas responsabilidades, maiores são os desafios. Pois a expressão Hakuna Matata, que significa “não se preocupe” no dialeto africano suaíle, pode ser encarada como a capacidade de manter o otimismo mesmo diante de problemas. Na vida e no trabalho, é fundamental aprender com as adversidades, libertar-se do que ficou para trás e seguir em frente.

Liderança é resultado de exemplo (e não de posição)

Mufasa fala e se comporta como rei. Na selva, todos lhe são leais porque ele conhece suas responsabilidades e limites, inspirando confiança. O irmão usurpador Scar, por sua vez, não tem seu reinado reconhecido porque governa a partir de cima, sempre impondo ameaças e espalhando medo. Moral da história: liderança não tem a ver com cargo ou posição hierárquica, mas sim em se tornar um exemplo a ser seguido.

Líderes escutam, aprendem e ensinam

Ao longo de sua jornada, Simba aprende valiosas lições com Mufasa, Rafiki, Timon e Pumba. Graças aos conselhos do pai e dos amigos, ele assume seu lugar de direito e torna-se um grande líder. Como gestor, adote o conceito de “lifelong learning”, aprenda a escutar e busque adquirir novas habilidades. Líderes também são mentores generosos: instruem, orientam e, tal como o rei Leão, transmitem seus conhecimentos aos mais jovens.

A Norber desenvolve sistemas de controle de acesso e de frequência que promovem melhorias nos processos de gestão de pessoas. O NewPonto Cloud é um software que automatiza o controle de ponto e o integra à folha de pagamento, facilitando o dia a dia do RH. Para conhecer as funcionalidades desta solução, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Desafios do RH: como se antecipar às tendências e liderar a inovação

Atualizar tecnologias, modernizar práticas e antecipar tendências em gestão de pessoas estão na pauta do RH moderno. Para ser mais que um setor operacional e burocrático na empresa, o departamento precisa lidar com a transformação digital e com a chegada das novas gerações ao mercado de trabalho. Conheça os principais desafios da área e prepare seu RH para o futuro.

Engajamento e retenção de talentos

Diante da mudança do perfil do colaborador, que cada vez mais procura aliar a atuação profissional com um propósito de vida, um novo desafio se impõe às empresas: como engajar e reter talentos? Hoje, contar com uma cultura organizacional capaz de conectar os valores das pessoas aos da empresa é crucial para melhorar a motivação e alavancar a produtividade. Um ambiente de trabalho que valoriza a diversidade também tem influência direta na redução do turn over. Além disso, jornadas do tipo home office com controle de ponto remoto vêm de encontro aos desejos crescentes por flexibilidade e autonomia.

Automação de processos de gestão

Para ganhar agilidade e fomentar mudanças que impactam o desempenho da empresa, o RH deve estar disposto a liderar a inovação. A automação de processos é uma necessidade entre companhias que visam reduzir erros na execução de tarefas repetitivas e, ao mesmo tempo, permitir que os colaboradores mantenham o foco nas questões estratégicas. Nesse sentido, softwares de gestão são grandes aliados frente ao desafio de manter a empresa competitiva em relação à concorrência.

Análise de dados e tecnologia em nuvem

O ganho de eficiência está atrelado à velocidade com que acessamos informações e as processamos. Planilhas em papel são coisas do passado na atual era de dados armazenados em nuvem. Por isso, o investimento em sistemas integrados é decisivo para o compartilhamento de informações atualizadas online, garantindo colaboração, assertividade e rapidez na tomada de decisões.

A Norber desenvolve sistemas de controle de acesso e de frequência alinhados às novas demandas do mercado de trabalho. O NewPonto Cloud é um software que integra o controle de ponto à folha de pagamento, mantendo dados em segurança na nuvem. Já o NewMobile possibilita a marcação de ponto via smartphone, de qualquer lugar e em tempo real. Para conhecer as funcionalidades destas soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Modelos de gestão: qual o mais adequado para sua empresa

O modelo de gestão de uma empresa diz muito sobre a maneira como as lideranças administram seus recursos – humanos e financeiros – em prol do crescimento do negócio. Seja focando em resultado ou tornando o processo decisório mais participativo, o objetivo é sempre aumentar a competitividade e melhorar a lucratividade. O modelo adotado, porém, depende de diversos fatores, como a cultura organizacional, o perfil dos funcionários e tipo de atuação. Conheça os principais modelos de gestão e decida qual o mais adequado para a sua empresa.

Gestão participativa

Por meio de relações menos hierárquicas e mais verticalizadas, este modelo incentiva a participação e o engajamento dos colaboradores, que têm voz ativa no processo decisório. Também chamada de gestão democrática, pressupõe habilidade comunicacional elevada, maturidade para debater e negociar, além de colaboração e trabalho em equipe.

Gestão meritocrática

A ideia é alavancar a performance recompensando o colaborador a partir de seu desempenho individual. Se por um lado o modelo meritocrático estimula a competitividade, por outro pode acirrar disputas e elevar a tensão internamente. Para funcionar, deve necessariamente contar com avaliações transparentes – de modo que todos tenham oportunidades de crescer junto com a empresa.

Gestão focada em resultados

O alcance de metas é o que realmente importa neste modelo de gestão que almeja soluções rápidas. Com objetivos bem definidos, valoriza-se mais o resultado do que o processo para atingi-lo. Aqui, a quantidade de horas passadas dentro do escritório ou os caminhos na realização de tarefas não têm relevância desde que a entrega seja real e efetiva.

Gestão focada em processos

A palavra-chave deste modelo de gestão é aprimoramento de processos. Com foco na eficácia do trabalho realizado, visa otimizar o tempo e os recursos de modo a agregar valor a todas as etapas da cadeia produtiva. Por valorizar a qualidade do produto ou serviço final, exige metodologia, controle e sistematização.

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Perfis comportamentais: conheça os tipos e forme equipes vencedoras

Formar equipes vencedoras combinando profissionais com perfis diferentes e complementares é atribuição dos gestores. Além de competências técnicas específicas, as pessoas têm comportamentos, reações e jeitos de interagir diferentes. Identificar como cada colaborador se comporta e qual papel desempenha é uma estratégia para alavancar resultados, realizar contratações mais assertivas e até melhorar o clima no ambiente de trabalho. Conheça traços de personalidade dos 4 principais perfis comportamentais e extraia o melhor de cada profissional.

Executores – A facilidade para tomar decisões e a vontade de fazer acontecer são características marcantes destes profissionais movidos a desafios. Autoconfiantes e extremamente competitivos, batalham pelo resultado até o final, mesmo que para isso tenham que mostrar sua face autoritária. Por serem capazes de assumir riscos, se destacam pela liderança e empreendedorismo.

Planejadores – Disciplinados, prudentes e conservadores, os colaboradores com este perfil valorizam rotinas bem definidas. Suas tarefas são planejadas antes de serem executadas, sendo a organização a base do seu estilo. São estáveis, pacientes e capazes de realizar entregas com regularidade. No entanto, não lidam bem com imprevistos e detestam mudanças de rota ou improvisos.

Comunicadores – São aqueles que esbanjam carisma, criatividade e poder de persuasão. Diante de novos projetos, demonstram grande entusiasmo e conseguem engajar quem está ao redor. Dada a capacidade comunicativa, tendem a colecionar bons relacionamentos e a tornar o fluxo de informação muito mais ágil e fluido. Por outro lado, monotonia, processos rígidos e falta de reconhecimento podem desmotivá-los.

Analistas – Apegados a detalhes, esses profissionais vão fundo em tarefas que demandam alto grau de precisão ou especialização. Como não abrem mão de método, são perfeccionistas e dominam processos repetitivos. Podem ser demasiado autocríticos e ter dificuldade em lidar com a pressão, preferindo a estabilidade e o controle.

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Conheça os encargos sociais e trabalhistas presentes na folha de pagamento

A contratação de um funcionário custa mais do que o salário pago a ele no fim do mês. Na hora de reforçar o time, o empreendedor tem que ter em mente que esse custo pode chegar a quase 70% mais. Isso porque nas contratações CLT incidem sobre a folha de pagamento os encargos sociais (taxas e contribuições para financiamento de políticas públicas) e trabalhistas (valores pagos diretamente ao empregado). Conheça as principais obrigações:

FGTS – O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço é uma espécie de poupança do trabalhador. Todos os meses, o valor correspondente a 8% do seu salário bruto é depositado pelo empregador em conta vinculada, sendo que esse valor não é descontado da remuneração. Pode ser sacado quando há demissão sem justa causa, para a compra do primeiro imóvel, entre outras situações.

Previdência Social – A contribuição ao INSS custeia aposentadorias, auxílios-doença e salários maternidade, entre outros direitos. Além da contribuição patronal, que é de 20%, o trabalhador também contribui com 8% a 11% da sua remuneração, de acordo com a faixa salarial.

Imposto de Renda – O IR é retido na fonte, isto é, descontado do salário na folha e repassado pelo empregador à Receita Federal. O INSS e descontos com faltas e atrasos não compõem a base de cálculo, e as alíquotas variam de 7,5% a 27,5% segundo a faixa salarial. Valores abaixo de R$ 1.903,98 são isentos.

Férias O funcionário com carteira assinada tem direito a 30 dias de férias a cada 12 meses trabalhados. O período de descanso é remunerado e pago antecipadamente pelo empregador, assim como o adicional de 1/3 do salário.

13º Salário – É proporcional ao tempo de serviço no ano corrente, isto é, será integral caso o período trabalhado corresponda a um ano. Costuma ser pago em duas parcelas, a segunda até dia 20 de dezembro.

Vale-Transporte – O custo com o deslocamento de ida e volta ao trabalho é compartilhado entre empregado e empregador, sendo 6% do salário o valor máximo descontado do funcionário.

Outros encargos – A legislação brasileira estabelece ainda outros encargos sociais às empresas, como PIS/PASEP, salário-educação e Sistema S. Além disso, o empregador deve estar preparado para outros encargos trabalhistas variáveis, como hora extra, adicional noturno e de insalubridade, além de vale-refeição quando há acordo firmado com sindicatos de categorias.

Nas empresas, o cálculo dos encargos que recaem sobre a folha costuma ser atribuição do RH. Para evitar erros que podem prejudicar os funcionários e gerar multas e prejuízos financeiros à empresa, é importante monitorar constantemente taxas e alíquotas, estar atento às datas de recolhimento e conhecer as mudanças procedentes da implantação do eSocial. Também vale contar com a ajuda de sistemas que automatizam a gestão integrando o controle de ponto à folha de pagamento.

A Norber desenvolve softwares que auxiliam o RH no gerenciamento da folha de pagamento e no processamento das informações requeridas pelo eSocial. O NewPonto Cloud integra o controle de frequência à folha e permite a criação de uma nova rotina para verificar alterações de escala em períodos parametrizados. Para conhecer as funcionalidades deste sistema, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

RH e tecnologia: conheça soluções que facilitam o dia a dia

A tecnologia está mudando a forma como as empresas fazem a gestão de pessoas. Inovações surgem todos os dias e quem é de RH precisa acompanhar as tendências geradas pela transformação digital. Atualmente, o mercado dispõe de diversas soluções que facilitam o dia a dia e, sobretudo, proporcionam mais eficiência às atribuições do setor, incluindo processos de recrutamento e seleção, controle de ponto e folha de pagamento, além de treinamento e avaliação de desempenho profissional. Saiba mais.

Cloud Computing

Os dados dos seus colaboradores já estão na nuvem? Se a resposta for negativa, é hora de investir nesta solução que armazena informações em servidores remotos, com segurança e sem ocupar espaço nos HDs internos. O controle de frequência em cloud computing permite que informações referentes a ponto, faltas e horas extras dos funcionários sejam atualizadas em tempo real e acessadas de qualquer lugar a partir de um notebook. É um recurso que facilita a gestão e garante agilidade à tomada de decisões.

Gamificação

A aplicação de práticas inspiradas no mundo dos games é cada vez mais recorrente no ambiente corporativo. O RH também tira proveito deste recurso com treinamentos e atividades organizacionais baseados na gamificação, estratégia que oferece recompensas em troca de ações. A ideia é, como nos jogos digitais, incentivar o colaborador a se engajar nas atividades, “avançar de nível” e cumprir metas coletivas e individuais.

Mobilidade corporativa

Videoconferência, redes de mensagens internas e ferramentas de mobilidade corporativa são tecnologias que otimizam a comunicação e o alinhamento das equipes em tempos de jornada remota e home office. Uma solução como o controle de ponto via smartphone garante flexibilidade às equipes, cujos colaboradores podem atuar de distintos lugares do país e do mundo.

Softwares de controle e gestão

Se seu RH deseja fazer mais em menos tempo é imprescindível automatizar processos administrativos repetitivos. O uso de softwares de gestão de frequência possibilita a integração do controle de ponto à folha de pagamento, tornando muito mais simples e eficiente a realização de tarefas operacionais de rotina.

Big Data

People Analytics é o termo do momento em RH. Isso porque o grande volume de dados disponíveis na rede ou coletados via softwares trazem informações importantes sobre a produtividade dos funcionários ou a aderência de candidatos em processos seletivos. No dia a dia, o Big Data permite melhorar a qualidade das contratações, medir o desempenho dos profissionais com mais precisão e até verificar padrões de turnover.

A sua empresa já utiliza alguns destes recursos tecnológicos? Conte-nos sua experiência sobre os benefícios da tecnologia para o aprimoramento das atividades do RH.

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