13º salário: quando pagar e como calcular a remuneração extra

O 13º salário é a remuneração adicional paga a todo trabalhador com registro em carteira. Com a proximidade do fim do ano, o empregador deve estar preparado para efetuar o pagamento, observando descontos, adicionais e datas limites. Saiba mais.

Cálculo do 13º salário

Também conhecido como gratificação natalina, é um direito do trabalhador contratado pelo modelo CLT. Corresponde a um salário extra, e seu valor é proporcional aos meses trabalhados. Cada mês trabalhado equivale a 1/12 do salário bruto, isto é, se o funcionário trabalhou o ano inteiro, terá direito à remuneração completa. Vale lembrar que horas extras, adicionais noturno ou de insalubridade e comissões também integram a base de cálculo.

Desconto por absenteísmo

O absenteísmo é um fator que deve ser levado em conta para o cálculo do 13º salário. A fração de 1/12 mensal só é considerada se o funcionário trabalhar pelo menos 15 dias no mês. Caso ele acumule faltas injustificadas e não alcance o mínimo de dias no mês, perderá o direito ao 13º referente a este período. O departamento de RH é responsável pelo cálculo, e pode contar com um software de controle de ponto para fazer a gestão de faltas e de horas extras.

Datas de pagamento

A primeira parcela do 13º salário deve ser paga pelo empregador entre 1º de fevereiro e 30 de novembro. Em muitas empresas, essa parcela é adiantada e paga juntamente com as férias. A segunda parcela, por sua vez, deve ser depositada necessariamente até 20 de dezembro. Somente desta segunda parcela são descontados Imposto de Renda e INSS, ou seja, seu valor é menor do que a primeira. O não pagamento até as datas estipuladas por lei resulta em multas para o empregador.

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Contratação temporária x intermitente: conheça as diferenças

Com o fim do ano se aproximando, indústria, comércio e serviços já começam a reforçar equipes para alavancar a produção e as vendas no Natal. Segundo estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), 91 mil temporários devem ser contratados para atender ao aumento sazonal neste fim de ano, número 4% maior em relação ao registrado em 2018. Além do temporário, outra modalidade de contração permitida na legislação brasileira é a intermitente. Ambas exigem registro em carteira de trabalho, garantindo direitos trabalhistas. Conheça as diferenças:

Trabalho temporário

É o contrato mais comum, sendo permitido para cobrir o aumento de demandas sazonais ou para a substituição temporária de colaboradores (como licença-maternidade ou férias). A contratação acontece via intermediação de agência especializada em temporários, que se encarrega da anotação na carteira, bem como do pagamento do salário, das férias proporcionais e do recolhimento de FGTS e INSS. O tempo do contrato não pode passar de 180 dias, sendo possível a renovação por mais 90 dias. A remuneração é equivalente à dos profissionais da mesma categoria da empresa – e nunca inferior ao salário mínimo. Vale lembrar que a contratante é coresponsável pela contratação, isto é, responde solidariamente em caso de problemas judiciais. Por lei, o colaborador não recebe aviso prévio e multa rescisória por demissão sem justa causa.

Trabalho intermitente

A modalidade passou a ser permitida após a entrada em vigor da reforma trabalhista, em 2017. Diferentemente do temporário, quem se encarrega do registro em carteira é a empresa contratante – isto é, não há terceirização da mão de obra. É válido para quando a demanda é variável e não contínua. O trabalhador é convocado pelo empregador somente quando houver necessidade, sem carga horária mínima. A convocação tem de ser feita antecipadamente, com no mínimo três dias, e o colaborador pode não atender ao chamado sem que isso caracterize rompimento do contrato. O valor da hora de trabalho deve ser estabelecido em contrato e não pode ser menor que o de outros funcionários que realizam a mesma função na empresa. São direitos do intermitente: férias, 13º salário, FGTS e INSS proporcionais ao tempo trabalhado.

A sua empresa contratará temporários ou intermitentes no fim do ano? Vale conversar com o RH e o departamento jurídico da empresa para decidir sobre a modalidade de contratação mais adequada e eficiente para suas demandas sazonais.

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Soft skills: competências interpessoais do profissional moderno

Soft skills são as competências socioemocionais. Em tempos de negócios disruptivos, em que a evolução tecnológica acelera o ritmo das mudanças, estas habilidades baseadas na inteligência emocional ajudam a formar profissionais mais preparados para a conquista de resultados. Conheça algumas das soft skills mais valorizadas no mercado de trabalho, tão ou mais importantes quanto um currículo turbinado de conhecimentos técnicos:

Cabeça de hiperlink

Ter visão sistêmica da empresa e ser capaz de fazer conexões entre diversas matérias é fundamental em um mundo conectado, não-linear e pouco previsível. Ter cabeça de hiperlink significa agir como um “nexialista”, profissional que congrega pontos de vistas não relacionados e sabe onde buscar informações para criar soluções.

Customer centricity

A estratégia de colocar o cliente no centro do negócio está alinhada à capacidade de identificar necessidades – ou dores – de modo preditivo, antecipando demandas que, muitas vezes, o cliente nem sabe que existem. Para entregar soluções com este nível de valor agregado, é necessário conhecer tendências e as variáveis que podem gerar impactos em médio e longo prazos.

Lifelong learning

O conceito de “lifelong learning”, ou aprendizado ao longo da vida, é o novo mantra do mundo corporativo. A ideia é buscar atualização permanente, adquirindo conhecimentos para encarar novos desafios de modo automotivado e espontâneo, independentemente de modelos convencionais de educação.

Gestão da ansiedade

O autocontrole emocional e a habilidade para gerir a ansiedade em cenários de cobrança são altamente desejáveis em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo. Resiliência é palavra de ordem para lidar com problemas, adaptar-se a mudanças, superar obstáculos e resistir à pressão em situações adversas.

Habilidade comunicacional

A escuta ativa e a capacidade de manter uma comunicação clara e eficiente são fundamentais para o trabalho em equipe, principalmente em ambientes que cultivam a diversidade e a interdisciplinaridade. A habilidade comunicacional é um aspecto fundamental para fortalecer a cultura de inovação e de colaboração.

A Norber desenvolve sistemas de controle de acesso e de frequência alinhados às tendências do mercado de trabalho. O NewPonto Cloud é um software de controle de jornada na nuvem que automatiza a folha de pagamento e se integra ao NewMobile, aplicativo para marcação de ponto à distância, via smartphone. Para conhecer as funcionalidades destas soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Employee Experience: a experiência do colaborador no foco do RH

O termo Employee Experience (EX) nunca esteve tão em alta. Depois do Customer Experience (CX), que colocou o cliente no centro das atenções, agora é a vez da experiência do funcionário ser o foco de empresas que desejam destacar-se em um mercado cada vez mais competitivo.

Diante do desafio de engajar e reter talentos em ambientes de trabalho multigeracionais, o RH passa a atuar como designer de experiências, fomentando iniciativas para a construção de uma vivência de trabalho significativa para os colaboradores – tanto nos meios físico e cultural como tecnológico. A prioridade é impactar positivamente o resultado da organização através de profissionais satisfeitos e altamente motivados. Conheça os benefícios desta abordagem e saiba como colocá-la em prática:

Conheça seus funcionários

Quer implantar o conceito de Employee Experience na sua empresa? O primeiro passo é escutar seus funcionários e entender que as gerações millennial e centennial têm expectativas, motivações e formas de interagir diferentes de quem já possui um currículo extenso. Para traçar o perfil dos profissionais que nasceram com o smartphone na mão, vale aplicar uma pesquisa de clima e, a partir daí, desenvolver programas que combinem os propósitos deles aos da empresa. Jornadas do tipo home office, com controle de ponto à distância, vêm de encontro aos desejos de flexibilidade e autonomia das novas gerações.

Promova um ambiente de trabalho inspirador

Um lugar organizado, bonito e dinâmico é extremamente eficiente para a construção de uma experiência profissional positiva. No entanto, mais que espaços físicos adequados e descontraídos, um ambiente de trabalho realmente inspirador é aquele que promove a colaboração, inclui a diversidade e é capaz de despertar no profissional o desejo de fazer mais e melhor. Uma cultura organizacional focada na valorização de seus recursos humanos é estímulo para a criatividade e a inovação.

Forneça a melhor experiência digital possível

Um dos segredos da abordagem Employee Experience é tratar o funcionário como cliente e proporcionar-lhe uma experiência digital completa, similar à que ele tem no dia a dia. Se comprar com poucos cliques já faz parte da nossa rotina, por que não fazer com que a execução de tarefas na empresa seja igualmente fácil, rápida e memorável? Ao destravar amarras investindo em tecnologia e na automação de processos, seu negócio ganha agilidade, aumenta a produtividade e eleva a satisfação profissional no ambiente de trabalho.

Incentive o desenvolvimento profissional

Além de salário e benefícios condizentes com o cargo, cada vez mais as pessoas buscam experiências de trabalho que aliam crescimento profissional e conexão com valores pessoais. Por isso, os líderes que estimulam o desenvolvimento de competências e fornecem feedback contínuo são decisivos para a construção de uma vivência de trabalho significativa. O bom relacionamento com o líder direto, aliás, é fator determinante para a redução das taxas de turnover e absenteísmo.

A sua empresa tem se esforçado em criar uma experiência positiva para os colaboradores? Conte-nos suas iniciativas para a melhoria do engajamento e da retenção de talentos.

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4 lições de liderança para observar no filme “O Rei Leão”

Com inspiração shakespeariana, “O Rei Leão” é um clássico da Disney. Na releitura live-action, os animais hiper-realistas emocionam até mesmo a turma que curtiu o desenho na infância. Mas, além do impressionante visual criado por computação gráfica, o filme apresenta lições de liderança para profissionais da “selva” corporativa. Conheça ensinamentos da história que já levou milhões de expectadores aos cinemas em todo o mundo. Atenção: contém spoiler.

Líderes reconhecem e valorizam

Mesmo estando no topo da cadeia alimentar, o Rei Mufasa explica ao seu filho e legítimo sucessor Simba, que todos na selva têm um papel no círculo da vida. As empresas funcionam de modo similar: cada colaborador desempenha uma função na engrenagem e é reconhecendo o potencial de cada pessoa que se fortalece o espírito de equipe.

Líderes seguem em frente

Quanto maiores as suas responsabilidades, maiores são os desafios. Pois a expressão Hakuna Matata, que significa “não se preocupe” no dialeto africano suaíle, pode ser encarada como a capacidade de manter o otimismo mesmo diante de problemas. Na vida e no trabalho, é fundamental aprender com as adversidades, libertar-se do que ficou para trás e seguir em frente.

Liderança é resultado de exemplo (e não de posição)

Mufasa fala e se comporta como rei. Na selva, todos lhe são leais porque ele conhece suas responsabilidades e limites, inspirando confiança. O irmão usurpador Scar, por sua vez, não tem seu reinado reconhecido porque governa a partir de cima, sempre impondo ameaças e espalhando medo. Moral da história: liderança não tem a ver com cargo ou posição hierárquica, mas sim em se tornar um exemplo a ser seguido.

Líderes escutam, aprendem e ensinam

Ao longo de sua jornada, Simba aprende valiosas lições com Mufasa, Rafiki, Timon e Pumba. Graças aos conselhos do pai e dos amigos, ele assume seu lugar de direito e torna-se um grande líder. Como gestor, adote o conceito de “lifelong learning”, aprenda a escutar e busque adquirir novas habilidades. Líderes também são mentores generosos: instruem, orientam e, tal como o rei Leão, transmitem seus conhecimentos aos mais jovens.

A Norber desenvolve sistemas de controle de acesso e de frequência que promovem melhorias nos processos de gestão de pessoas. O NewPonto Cloud é um software que automatiza o controle de ponto e o integra à folha de pagamento, facilitando o dia a dia do RH. Para conhecer as funcionalidades desta solução, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Desafios do RH: como se antecipar às tendências e liderar a inovação

Atualizar tecnologias, modernizar práticas e antecipar tendências em gestão de pessoas estão na pauta do RH moderno. Para ser mais que um setor operacional e burocrático na empresa, o departamento precisa lidar com a transformação digital e com a chegada das novas gerações ao mercado de trabalho. Conheça os principais desafios da área e prepare seu RH para o futuro.

Engajamento e retenção de talentos

Diante da mudança do perfil do colaborador, que cada vez mais procura aliar a atuação profissional com um propósito de vida, um novo desafio se impõe às empresas: como engajar e reter talentos? Hoje, contar com uma cultura organizacional capaz de conectar os valores das pessoas aos da empresa é crucial para melhorar a motivação e alavancar a produtividade. Um ambiente de trabalho que valoriza a diversidade também tem influência direta na redução do turn over. Além disso, jornadas do tipo home office com controle de ponto remoto vêm de encontro aos desejos crescentes por flexibilidade e autonomia.

Automação de processos de gestão

Para ganhar agilidade e fomentar mudanças que impactam o desempenho da empresa, o RH deve estar disposto a liderar a inovação. A automação de processos é uma necessidade entre companhias que visam reduzir erros na execução de tarefas repetitivas e, ao mesmo tempo, permitir que os colaboradores mantenham o foco nas questões estratégicas. Nesse sentido, softwares de gestão são grandes aliados frente ao desafio de manter a empresa competitiva em relação à concorrência.

Análise de dados e tecnologia em nuvem

O ganho de eficiência está atrelado à velocidade com que acessamos informações e as processamos. Planilhas em papel são coisas do passado na atual era de dados armazenados em nuvem. Por isso, o investimento em sistemas integrados é decisivo para o compartilhamento de informações atualizadas online, garantindo colaboração, assertividade e rapidez na tomada de decisões.

A Norber desenvolve sistemas de controle de acesso e de frequência alinhados às novas demandas do mercado de trabalho. O NewPonto Cloud é um software que integra o controle de ponto à folha de pagamento, mantendo dados em segurança na nuvem. Já o NewMobile possibilita a marcação de ponto via smartphone, de qualquer lugar e em tempo real. Para conhecer as funcionalidades destas soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Modelos de gestão: qual o mais adequado para sua empresa

O modelo de gestão de uma empresa diz muito sobre a maneira como as lideranças administram seus recursos – humanos e financeiros – em prol do crescimento do negócio. Seja focando em resultado ou tornando o processo decisório mais participativo, o objetivo é sempre aumentar a competitividade e melhorar a lucratividade. O modelo adotado, porém, depende de diversos fatores, como a cultura organizacional, o perfil dos funcionários e tipo de atuação. Conheça os principais modelos de gestão e decida qual o mais adequado para a sua empresa.

Gestão participativa

Por meio de relações menos hierárquicas e mais verticalizadas, este modelo incentiva a participação e o engajamento dos colaboradores, que têm voz ativa no processo decisório. Também chamada de gestão democrática, pressupõe habilidade comunicacional elevada, maturidade para debater e negociar, além de colaboração e trabalho em equipe.

Gestão meritocrática

A ideia é alavancar a performance recompensando o colaborador a partir de seu desempenho individual. Se por um lado o modelo meritocrático estimula a competitividade, por outro pode acirrar disputas e elevar a tensão internamente. Para funcionar, deve necessariamente contar com avaliações transparentes – de modo que todos tenham oportunidades de crescer junto com a empresa.

Gestão focada em resultados

O alcance de metas é o que realmente importa neste modelo de gestão que almeja soluções rápidas. Com objetivos bem definidos, valoriza-se mais o resultado do que o processo para atingi-lo. Aqui, a quantidade de horas passadas dentro do escritório ou os caminhos na realização de tarefas não têm relevância desde que a entrega seja real e efetiva.

Gestão focada em processos

A palavra-chave deste modelo de gestão é aprimoramento de processos. Com foco na eficácia do trabalho realizado, visa otimizar o tempo e os recursos de modo a agregar valor a todas as etapas da cadeia produtiva. Por valorizar a qualidade do produto ou serviço final, exige metodologia, controle e sistematização.

A Norber desenvolve sistemas de controle de acesso e de frequência que modernizam a gestão de pessoas. O NewPonto Cloud é um software que integra as informações do controle de ponto à folha de pagamento, garantindo mais agilidade e eficiência ao RH. Para conhecer as funcionalidades desta solução, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Perfis comportamentais: conheça os tipos e forme equipes vencedoras

Formar equipes vencedoras combinando profissionais com perfis diferentes e complementares é atribuição dos gestores. Além de competências técnicas específicas, as pessoas têm comportamentos, reações e jeitos de interagir diferentes. Identificar como cada colaborador se comporta e qual papel desempenha é uma estratégia para alavancar resultados, realizar contratações mais assertivas e até melhorar o clima no ambiente de trabalho. Conheça traços de personalidade dos 4 principais perfis comportamentais e extraia o melhor de cada profissional.

Executores – A facilidade para tomar decisões e a vontade de fazer acontecer são características marcantes destes profissionais movidos a desafios. Autoconfiantes e extremamente competitivos, batalham pelo resultado até o final, mesmo que para isso tenham que mostrar sua face autoritária. Por serem capazes de assumir riscos, se destacam pela liderança e empreendedorismo.

Planejadores – Disciplinados, prudentes e conservadores, os colaboradores com este perfil valorizam rotinas bem definidas. Suas tarefas são planejadas antes de serem executadas, sendo a organização a base do seu estilo. São estáveis, pacientes e capazes de realizar entregas com regularidade. No entanto, não lidam bem com imprevistos e detestam mudanças de rota ou improvisos.

Comunicadores – São aqueles que esbanjam carisma, criatividade e poder de persuasão. Diante de novos projetos, demonstram grande entusiasmo e conseguem engajar quem está ao redor. Dada a capacidade comunicativa, tendem a colecionar bons relacionamentos e a tornar o fluxo de informação muito mais ágil e fluido. Por outro lado, monotonia, processos rígidos e falta de reconhecimento podem desmotivá-los.

Analistas – Apegados a detalhes, esses profissionais vão fundo em tarefas que demandam alto grau de precisão ou especialização. Como não abrem mão de método, são perfeccionistas e dominam processos repetitivos. Podem ser demasiado autocríticos e ter dificuldade em lidar com a pressão, preferindo a estabilidade e o controle.

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Conheça os encargos sociais e trabalhistas presentes na folha de pagamento

A contratação de um funcionário custa mais do que o salário pago a ele no fim do mês. Na hora de reforçar o time, o empreendedor tem que ter em mente que esse custo pode chegar a quase 70% mais. Isso porque nas contratações CLT incidem sobre a folha de pagamento os encargos sociais (taxas e contribuições para financiamento de políticas públicas) e trabalhistas (valores pagos diretamente ao empregado). Conheça as principais obrigações:

FGTS – O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço é uma espécie de poupança do trabalhador. Todos os meses, o valor correspondente a 8% do seu salário bruto é depositado pelo empregador em conta vinculada, sendo que esse valor não é descontado da remuneração. Pode ser sacado quando há demissão sem justa causa, para a compra do primeiro imóvel, entre outras situações.

Previdência Social – A contribuição ao INSS custeia aposentadorias, auxílios-doença e salários maternidade, entre outros direitos. Além da contribuição patronal, que é de 20%, o trabalhador também contribui com 8% a 11% da sua remuneração, de acordo com a faixa salarial.

Imposto de Renda – O IR é retido na fonte, isto é, descontado do salário na folha e repassado pelo empregador à Receita Federal. O INSS e descontos com faltas e atrasos não compõem a base de cálculo, e as alíquotas variam de 7,5% a 27,5% segundo a faixa salarial. Valores abaixo de R$ 1.903,98 são isentos.

Férias O funcionário com carteira assinada tem direito a 30 dias de férias a cada 12 meses trabalhados. O período de descanso é remunerado e pago antecipadamente pelo empregador, assim como o adicional de 1/3 do salário.

13º Salário – É proporcional ao tempo de serviço no ano corrente, isto é, será integral caso o período trabalhado corresponda a um ano. Costuma ser pago em duas parcelas, a segunda até dia 20 de dezembro.

Vale-Transporte – O custo com o deslocamento de ida e volta ao trabalho é compartilhado entre empregado e empregador, sendo 6% do salário o valor máximo descontado do funcionário.

Outros encargos – A legislação brasileira estabelece ainda outros encargos sociais às empresas, como PIS/PASEP, salário-educação e Sistema S. Além disso, o empregador deve estar preparado para outros encargos trabalhistas variáveis, como hora extra, adicional noturno e de insalubridade, além de vale-refeição quando há acordo firmado com sindicatos de categorias.

Nas empresas, o cálculo dos encargos que recaem sobre a folha costuma ser atribuição do RH. Para evitar erros que podem prejudicar os funcionários e gerar multas e prejuízos financeiros à empresa, é importante monitorar constantemente taxas e alíquotas, estar atento às datas de recolhimento e conhecer as mudanças procedentes da implantação do eSocial. Também vale contar com a ajuda de sistemas que automatizam a gestão integrando o controle de ponto à folha de pagamento.

A Norber desenvolve softwares que auxiliam o RH no gerenciamento da folha de pagamento e no processamento das informações requeridas pelo eSocial. O NewPonto Cloud integra o controle de frequência à folha e permite a criação de uma nova rotina para verificar alterações de escala em períodos parametrizados. Para conhecer as funcionalidades deste sistema, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

RH e tecnologia: conheça soluções que facilitam o dia a dia

A tecnologia está mudando a forma como as empresas fazem a gestão de pessoas. Inovações surgem todos os dias e quem é de RH precisa acompanhar as tendências geradas pela transformação digital. Atualmente, o mercado dispõe de diversas soluções que facilitam o dia a dia e, sobretudo, proporcionam mais eficiência às atribuições do setor, incluindo processos de recrutamento e seleção, controle de ponto e folha de pagamento, além de treinamento e avaliação de desempenho profissional. Saiba mais.

Cloud Computing

Os dados dos seus colaboradores já estão na nuvem? Se a resposta for negativa, é hora de investir nesta solução que armazena informações em servidores remotos, com segurança e sem ocupar espaço nos HDs internos. O controle de frequência em cloud computing permite que informações referentes a ponto, faltas e horas extras dos funcionários sejam atualizadas em tempo real e acessadas de qualquer lugar a partir de um notebook. É um recurso que facilita a gestão e garante agilidade à tomada de decisões.

Gamificação

A aplicação de práticas inspiradas no mundo dos games é cada vez mais recorrente no ambiente corporativo. O RH também tira proveito deste recurso com treinamentos e atividades organizacionais baseados na gamificação, estratégia que oferece recompensas em troca de ações. A ideia é, como nos jogos digitais, incentivar o colaborador a se engajar nas atividades, “avançar de nível” e cumprir metas coletivas e individuais.

Mobilidade corporativa

Videoconferência, redes de mensagens internas e ferramentas de mobilidade corporativa são tecnologias que otimizam a comunicação e o alinhamento das equipes em tempos de jornada remota e home office. Uma solução como o controle de ponto via smartphone garante flexibilidade às equipes, cujos colaboradores podem atuar de distintos lugares do país e do mundo.

Softwares de controle e gestão

Se seu RH deseja fazer mais em menos tempo é imprescindível automatizar processos administrativos repetitivos. O uso de softwares de gestão de frequência possibilita a integração do controle de ponto à folha de pagamento, tornando muito mais simples e eficiente a realização de tarefas operacionais de rotina.

Big Data

People Analytics é o termo do momento em RH. Isso porque o grande volume de dados disponíveis na rede ou coletados via softwares trazem informações importantes sobre a produtividade dos funcionários ou a aderência de candidatos em processos seletivos. No dia a dia, o Big Data permite melhorar a qualidade das contratações, medir o desempenho dos profissionais com mais precisão e até verificar padrões de turnover.

A sua empresa já utiliza alguns destes recursos tecnológicos? Conte-nos sua experiência sobre os benefícios da tecnologia para o aprimoramento das atividades do RH.

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