Perfis comportamentais: conheça os tipos e forme equipes vencedoras

Formar equipes vencedoras combinando profissionais com perfis diferentes e complementares é atribuição dos gestores. Além de competências técnicas específicas, as pessoas têm comportamentos, reações e jeitos de interagir diferentes. Identificar como cada colaborador se comporta e qual papel desempenha é uma estratégia para alavancar resultados, realizar contratações mais assertivas e até melhorar o clima no ambiente de trabalho. Conheça traços de personalidade dos 4 principais perfis comportamentais e extraia o melhor de cada profissional.

Executores – A facilidade para tomar decisões e a vontade de fazer acontecer são características marcantes destes profissionais movidos a desafios. Autoconfiantes e extremamente competitivos, batalham pelo resultado até o final, mesmo que para isso tenham que mostrar sua face autoritária. Por serem capazes de assumir riscos, se destacam pela liderança e empreendedorismo.

Planejadores – Disciplinados, prudentes e conservadores, os colaboradores com este perfil valorizam rotinas bem definidas. Suas tarefas são planejadas antes de serem executadas, sendo a organização a base do seu estilo. São estáveis, pacientes e capazes de realizar entregas com regularidade. No entanto, não lidam bem com imprevistos e detestam mudanças de rota ou improvisos.

Comunicadores – São aqueles que esbanjam carisma, criatividade e poder de persuasão. Diante de novos projetos, demonstram grande entusiasmo e conseguem engajar quem está ao redor. Dada a capacidade comunicativa, tendem a colecionar bons relacionamentos e a tornar o fluxo de informação muito mais ágil e fluido. Por outro lado, monotonia, processos rígidos e falta de reconhecimento podem desmotivá-los.

Analistas – Apegados a detalhes, esses profissionais vão fundo em tarefas que demandam alto grau de precisão ou especialização. Como não abrem mão de método, são perfeccionistas e dominam processos repetitivos. Podem ser demasiado autocríticos e ter dificuldade em lidar com a pressão, preferindo a estabilidade e o controle.

A Norber desenvolve sistemas de controle de acesso e de frequência que modernizam rotinas no ambiente de trabalho. O NewPonto Cloud é um software que armazena as informações do controle de ponto na nuvem e as integra à folha de pagamento, facilitando a gestão de pessoas. Para conhecer as funcionalidades desta solução, acesse www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Conheça os encargos sociais e trabalhistas presentes na folha de pagamento

A contratação de um funcionário custa mais do que o salário pago a ele no fim do mês. Na hora de reforçar o time, o empreendedor tem que ter em mente que esse custo pode chegar a quase 70% mais. Isso porque nas contratações CLT incidem sobre a folha de pagamento os encargos sociais (taxas e contribuições para financiamento de políticas públicas) e trabalhistas (valores pagos diretamente ao empregado). Conheça as principais obrigações:

FGTS – O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço é uma espécie de poupança do trabalhador. Todos os meses, o valor correspondente a 8% do seu salário bruto é depositado pelo empregador em conta vinculada, sendo que esse valor não é descontado da remuneração. Pode ser sacado quando há demissão sem justa causa, para a compra do primeiro imóvel, entre outras situações.

Previdência Social – A contribuição ao INSS custeia aposentadorias, auxílios-doença e salários maternidade, entre outros direitos. Além da contribuição patronal, que é de 20%, o trabalhador também contribui com 8% a 11% da sua remuneração, de acordo com a faixa salarial.

Imposto de Renda – O IR é retido na fonte, isto é, descontado do salário na folha e repassado pelo empregador à Receita Federal. O INSS e descontos com faltas e atrasos não compõem a base de cálculo, e as alíquotas variam de 7,5% a 27,5% segundo a faixa salarial. Valores abaixo de R$ 1.903,98 são isentos.

Férias O funcionário com carteira assinada tem direito a 30 dias de férias a cada 12 meses trabalhados. O período de descanso é remunerado e pago antecipadamente pelo empregador, assim como o adicional de 1/3 do salário.

13º Salário – É proporcional ao tempo de serviço no ano corrente, isto é, será integral caso o período trabalhado corresponda a um ano. Costuma ser pago em duas parcelas, a segunda até dia 20 de dezembro.

Vale-Transporte – O custo com o deslocamento de ida e volta ao trabalho é compartilhado entre empregado e empregador, sendo 6% do salário o valor máximo descontado do funcionário.

Outros encargos – A legislação brasileira estabelece ainda outros encargos sociais às empresas, como PIS/PASEP, salário-educação e Sistema S. Além disso, o empregador deve estar preparado para outros encargos trabalhistas variáveis, como hora extra, adicional noturno e de insalubridade, além de vale-refeição quando há acordo firmado com sindicatos de categorias.

Nas empresas, o cálculo dos encargos que recaem sobre a folha costuma ser atribuição do RH. Para evitar erros que podem prejudicar os funcionários e gerar multas e prejuízos financeiros à empresa, é importante monitorar constantemente taxas e alíquotas, estar atento às datas de recolhimento e conhecer as mudanças procedentes da implantação do eSocial. Também vale contar com a ajuda de sistemas que automatizam a gestão integrando o controle de ponto à folha de pagamento.

A Norber desenvolve softwares que auxiliam o RH no gerenciamento da folha de pagamento e no processamento das informações requeridas pelo eSocial. O NewPonto Cloud integra o controle de frequência à folha e permite a criação de uma nova rotina para verificar alterações de escala em períodos parametrizados. Para conhecer as funcionalidades deste sistema, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

RH e tecnologia: conheça soluções que facilitam o dia a dia

A tecnologia está mudando a forma como as empresas fazem a gestão de pessoas. Inovações surgem todos os dias e quem é de RH precisa acompanhar as tendências geradas pela transformação digital. Atualmente, o mercado dispõe de diversas soluções que facilitam o dia a dia e, sobretudo, proporcionam mais eficiência às atribuições do setor, incluindo processos de recrutamento e seleção, controle de ponto e folha de pagamento, além de treinamento e avaliação de desempenho profissional. Saiba mais.

Cloud Computing

Os dados dos seus colaboradores já estão na nuvem? Se a resposta for negativa, é hora de investir nesta solução que armazena informações em servidores remotos, com segurança e sem ocupar espaço nos HDs internos. O controle de frequência em cloud computing permite que informações referentes a ponto, faltas e horas extras dos funcionários sejam atualizadas em tempo real e acessadas de qualquer lugar a partir de um notebook. É um recurso que facilita a gestão e garante agilidade à tomada de decisões.

Gamificação

A aplicação de práticas inspiradas no mundo dos games é cada vez mais recorrente no ambiente corporativo. O RH também tira proveito deste recurso com treinamentos e atividades organizacionais baseados na gamificação, estratégia que oferece recompensas em troca de ações. A ideia é, como nos jogos digitais, incentivar o colaborador a se engajar nas atividades, “avançar de nível” e cumprir metas coletivas e individuais.

Mobilidade corporativa

Videoconferência, redes de mensagens internas e ferramentas de mobilidade corporativa são tecnologias que otimizam a comunicação e o alinhamento das equipes em tempos de jornada remota e home office. Uma solução como o controle de ponto via smartphone garante flexibilidade às equipes, cujos colaboradores podem atuar de distintos lugares do país e do mundo.

Softwares de controle e gestão

Se seu RH deseja fazer mais em menos tempo é imprescindível automatizar processos administrativos repetitivos. O uso de softwares de gestão de frequência possibilita a integração do controle de ponto à folha de pagamento, tornando muito mais simples e eficiente a realização de tarefas operacionais de rotina.

Big Data

People Analytics é o termo do momento em RH. Isso porque o grande volume de dados disponíveis na rede ou coletados via softwares trazem informações importantes sobre a produtividade dos funcionários ou a aderência de candidatos em processos seletivos. No dia a dia, o Big Data permite melhorar a qualidade das contratações, medir o desempenho dos profissionais com mais precisão e até verificar padrões de turnover.

A sua empresa já utiliza alguns destes recursos tecnológicos? Conte-nos sua experiência sobre os benefícios da tecnologia para o aprimoramento das atividades do RH.

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Contribuição previdenciária: mudanças recentes exigem atenção do RH

Contribuição previdenciária: mudanças recentes exigem atenção do RH

A Reforma da Previdência é o assunto do momento. E não é para menos, já que altera regras da aposentadoria dos brasileiros e gera impacto nas contas públicas. O tema é relevante também para as empresas, uma vez que os empregadores têm obrigações legais junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Entenda o conceito de contribuição previdenciária e conheça mudanças recentes que exigem atenção do RH.

O que são contribuições previdenciárias

São as contribuições feitas por trabalhadores, empregadores e governo que visam a manutenção da Seguridade Social, conjunto de ações destinado a assegurar direitos relativos à saúde, previdência e assistência social. Além das aposentadorias, os recursos recolhidos custeiam, por exemplo, benefícios como auxílio-doença, salário maternidade, entre outros.

Desconto em folha de pagamento

A contribuição paga pelo trabalhador em regime CLT é descontada mensalmente na folha de pagamento, sendo atribuição do RH realizar os devidos cálculos. Com impacto no rendimento, o valor varia de acordo com a faixa salarial. Em 2019, as alíquotas são: de 8% para salários até R$ 1.751,81; de 9% para salários de R$ 1.751,82 a R$ 2.919,72; e de 11% para R$ 2.919,73 até R$ 5.839,45. Quem recebe mais que esse valor tem um desconto fixo de 11% sobre R$ 5.839,45, que é o teto do INSS.

INSS patronal

O empregador também contribui com o INSS. Como regra geral, o recolhimento para empresas enquadradas nos regimes de Lucro Real e Lucro Presumido é de 20% sobre a folha de pagamento. Optantes do Simples Nacional e alguns segmentos empresariais pagam tributações diferenciadas sobre a receita bruta, sendo importante observar as regras para evitar erros, que resultam em multas.

Atenção redobrada no recolhimento

Profissionais de RH e responsáveis pela área financeira da empresa precisam estar atentos às leis e alterações ao realizar os recolhimentos previdenciários devidos. Em janeiro deste ano, a Instrução Normativa RFB nº 1867 apresentou mudanças visando adequação à Reforma Trabalhista (Lei nº 13.467) – que, entre outros aspectos, regulamentou o trabalho remoto, o temporário e o intermitente. Vale destacar que a modalidade intermitente tem carteira assinada e contribui com a Previdência Social como segurado empregado, sendo que a base de cálculo inclui o valor proporcional pago em férias e décimo terceiro.

A implantação do eSocial também gerou obrigações que devem ser acompanhadas permanentemente pelo RH. A criação do Cadastro de Atividade Econômica da Pessoa Física (CAEPF) e do Cadastro Nacional de Obras (CNO) já substituíram o Cadastro Específico do INSS (CEI) junto à Receita Federal. Além disso, a aprovação da Reforma da Previdência, em análise no Congresso Nacional, deverá trazer novas mudanças. Fique de olho.

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Squad: conheça o modelo organizacional adotado por startups como o Spotify

Conquistar agilidade para responder às demandas em constante transformação é o objetivo de toda empresa que deseja ser competitiva. Por esse motivo, tem aumentado o investimento em softwares que automatizam processos e descomplicam rotinas corporativas. Paralelamente à aposta em tecnologia, novos modelos organizacionais surgem para aprimorar a dinâmica de trabalho. Um deles é o Squad, que foi adotado pela gigante do streaming Spotify e se tornou tendência entre startups.

Como o nome em inglês sugere, squads são esquadrões. Diferentemente do modelo tradicional no qual áreas de uma companhia atuam isoladamente, os squads são equipes multidisciplinares e autogerenciadas que reúnem profissionais de diferentes setores – isto é, em um mesmo grupo há um representante de TI, outro de RH e alguém de Design e Finanças, por exemplo. Cada grupo tem um objetivo específico a cumprir – e autonomia suficiente para definir prioridades e tomar decisões.

Autonomia, agilidade e alinhamento

A ideia do formato é garantir agilidade na execução dos projetos, seja o desenvolvimento de um novo produto ou a solução de um problema. Por se tratarem de times pequenos e multidisciplinares, a comunicação entre os membros é facilitada e as respostas são geradas com maior velocidade e eficiência, sempre a partir da troca de conhecimentos e do cruzamento de experiências.

Além de agilidade na entrega, outra vantagem do modelo é a liderança compartilhada. Embora em cada squad exista um product owner, que é o responsável por definir prioridades, as relações dentro dos grupos são orgânicas e horizontais – o que se traduz em mais comprometimento e aumento da produtividade. Vale destacar o maior alinhamento aos objetivos do negócio, assegurado pela comunicação através dos demais níveis de agrupamentos, como as tribes (junção de dois ou mais squads que possuem objetivos similares) e os chapters (profissionais com a mesma skill, isto é, do mesmo departamento).

Pensando em implementar o modelo de squads na sua empresa? Então coloque na balança os pros e contras. O sucesso do formato depende da cultura corporativa e da maturidade dos profissionais em atuar com liberdade e autonomia. Nas empresas com hierarquias rígidas pode ser difícil a adaptação a um método que demanda flexibilidade, colaboração e autogestão. Você faz parte de algum squad? Compartilhe conosco sua experiência com esta metodologia.

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Como fazer a gestão do tempo de forma eficaz

O dia parece curto diante das demandas do trabalho? O expediente acaba e você não conseguiu realizar tudo o que se propôs a fazer? O problema pode estar na falta de gestão do tempo, que afeta a entrega e compromete a produtividade. Administrar as tarefas exige planejamento, disciplina e bom uso da tecnologia. Veja como gerir o tempo com mais consciência, mude hábitos que afetam negativamente o desempenho e alavanque resultados.

Defina prioridades

Planejar é o primeiro passo para administrar o tempo de modo eficaz. Dedique alguns minutos para organizar a agenda, coordenar demandas e definir prioridades. A dica é incluir intervalos para lidar com urgências inesperadas. Desta forma, você não sacrifica seu planejamento e nem compromete o resultado ao fim do dia.

Estabeleça prazos

O tempo é otimizado quando há prazos determinados para o cumprimento das tarefas. Defina deadlines para as atividades diárias, semanais e mensais. Seja objetivo e procure terminar aquilo que começou. Fuja da procrastinação, mantenha o foco no que importa e evite reuniões intermináveis, que às vezes se alongam além do necessário.

Controle o uso de aplicativos

Emails, redes sociais e mensagens instantâneas facilitam a comunicação, mas são “ladrões” da atenção. Por isso, determine horários para checar e responder emails, e bloqueie notificações ao desenvolver atividades que exigem concentração. O ideal é usar a tecnologia com sabedoria, aproveitando soluções de mobilidade corporativa para resolver demandas à distância e otimizar o tempo. Faça bom uso dos aplicativos, tome cuidado com as distrações e lembre-se: você está no comando da sua agenda.

Utilize softwares de gestão

Tarefas operacionais absorvem muito tempo da sua equipe? Então está na hora de investir em softwares que automatizam processos administrativos. Com soluções como o controle de ponto em nuvem, por exemplo, é possível realizar a gestão de frequência e o fechamento da folha de pagamento com mais agilidade e eficiência. Ao poupar minutos valiosos, sua equipe será capaz de dedicar mais tempo aos objetivos estratégicos do negócio.

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Outdoor training: conheça o método de treinamento empresarial ao ar livre

Tirar profissionais da zona de conforto, incentivá-los a desenvolver novas habilidades e integrá-los à cultura da empresa são objetivos dos treinamentos corporativos promovidos pelos departamentos de RH. Um deles é o outdoor training, em alta nas grandes companhias por combinar trabalho em equipe com experiência ao ar livre.

O método, que costuma ser estruturado por especialistas em conjunto com o RH, consiste em proporcionar aos membros da empresa um treinamento baseado em esportes de aventura e modalidades do ecoturismo. A ideia é promover a aprendizagem fora do ambiente de trabalho tradicional, em contato com a natureza.

A proposta teria surgido na Inglaterra após a Segunda Guerra Mundial, inspirada nos conceitos militares de liderança de equipes. Com o tempo, passou a ser utilizada de forma mais ampla, já que promove a melhoria da habilidade interpessoal.

Segundo especialistas, o treinamento ao ar livre estimula a criatividade, planejamento, comunicação, engajamento e busca por novas soluções. Por ser vivencial, promove um aprendizado efetivo, com maior retenção do conhecimento. Além disso, fortalece laços e faz com que os participantes tenham outra percepção dos colegas com quem trabalham, o que acentua a relação de confiança e a importância do trabalho em equipe.

Para não se tornar mero entretenimento ou causar traumas, o outdoor training deve se basear em metodologias e, principalmente, gerar reflexões que motivem os participantes a adotarem mudanças de comportamento na rotina corporativa. Espera-se, depois de um treinamento deste tipo, que os profissionais sejam capazes de ter atitudes mais colaborativas e de superar seus limites, construindo soluções mais produtivas e alinhadas aos objetivos da empresa. Já promoveu ou participou de um treinamento vivencial outdoor? Compartilhe conosco sua experiência.

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5 razões para cultivar a diversidade no ambiente de trabalho

A liderança tem papel decisivo na promoção da diversidade no ambiente de trabalho. É por meio do comprometimento de diretores, gerentes e líderes que políticas de inclusão são tiradas do papel e se tornam realidade, seja na hora de contratar, equiparar salários e garantir igualdade de oportunidades. As empresas mais inovadoras já compreenderam as vantagens dos ambientes heterogêneos e abertos aos diferentes gêneros, competências, etnias, idades e origem social. Veja 5 razões para seguir este exemplo e cultivar a diversidade.

  1. Enriquecimento cultural

Profissionais de perfis diferentes têm vivências, conhecimentos e experiências diferentes. Quanto maior for a mistura de perfis, mais amplo será o campo de visão de uma empresa e, portanto, maior sua capacidade de desenvolver soluções criativas. A pluralidade de ideias é enriquecedora, pois abre um mundo de novas perspectivas.

  1. Cultura da inovação

Segundo pesquisa da consultoria Accenture, empresas inclusivas e diversas são 11 vezes mais inovadoras do que a concorrência. O estudo “Getting to Equal 2019” mostrou que 85% das pessoas em companhias que valorizam a cultura da igualdade não têm medo de errar para inovar.

  1. Redução de conflitos

O convívio com a diferença é a chave para a empatia. Ao se colocar no lugar do outro, há uma maior compreensão de pontos de vista distintos. A valorização da diversidade resulta em um melhor clima organizacional, pois embora o jeito de pensar seja diferente, imperam o diálogo, a busca por acordo e o respeito ao próximo.

  1. Aumento da produtividade

Ambientes que acolhem a diversidade tendem a apresentar menores taxas de turnover e de absenteísmo. Na medida em que os profissionais encontram um lugar cooperativo, acolhedor e flexível, passam a se sentir mais engajados com a empresa e mais motivados a desempenhar suas tarefas com eficácia.

  1. Fortalecimento de imagem

Empresas que combatem preconceitos são bem vistas não só pelos funcionários, mas também pela sociedade. Ao garantir que minorias historicamente excluídas do mercado de trabalho tenham as mesmas oportunidades, as corporações cumprem seu papel social e fortalecem a imagem junto a clientes e formadores de opinião.

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4 dicas para implementar a cultura de inovação na sua empresa

As bem sucedidas empresas digitais alavancam crescimento exponencial porque cultivam a cultura de inovação. Com uma filosofia interna voltada para a experimentação, elas valorizam o potencial criativo em todos os níveis, tanto produtivos quanto gerenciais. Desta forma, são um exemplo para as corporações tradicionais, que devem promover mudanças sob o risco de ficarem ultrapassadas. Confira estas dicas e implemente a cultura de inovação na sua empresa.

  1. Permita a ousadia

As empresas mais inovadoras são as que encorajam que todos, independentemente de função ou hierarquia, tragam suas ideias mais ousadas para a mesa. O Google, por exemplo, democratizou a experimentação dando autonomia a seus engenheiros. Isso possibilita que novas soluções sejam testadas e colocadas no mercado muito mais rapidamente, algo bem diferente do que acontece em corporações engessadas, onde o desenvolvimento de um novo produto ou serviço leva anos e consome milhões em recursos.

  1. Desburocratize rotinas

De nada servem as boas ideias se elas não encontram ambiente fértil para serem desenvolvidas. Por isso, é importante remover barreiras internas escondidas atrás de hierarquias rígidas ou processos repletos de burocracia. As mudanças verdadeiras acontecem quando visões, procedimentos e recursos estão alinhados na mesma direção, em todas as áreas da corporação.

  1. Abuse da tecnologia

A construção de um ambiente propício à inovação tem tudo a ver com tecnologia. A Amazon, por exemplo, tornou-se a gigante que é introduzindo recursos high-tech em seus processos operacionais e logísticos. Para além do uso no core business da empresa, a aplicação de tecnologia na gestão proporciona mais dinamismo ao dia a dia corporativo. Invista em recursos em nuvem, aposte em softwares que descomplicam a gestão e automatize rotinas gerenciais como o controle de ponto. A implantação de soluções deste tipo tende a tornar a empresa mais ágil na medida em que o tempo passa a ser gasto com questões menos repetitivas e mais estratégicas e criativas.

  1. Incentive a criação coletiva

As ideias têm mais chance de sair do papel quando desenvolvidas em equipe, sendo papel dos líderes incentivar a colaboração e a criação coletiva. Atualmente, a internet encurta distâncias e permite que colaboradores trabalhem remotamente, de qualquer lugar do mundo. Forme times engajados com a inovação, dê autonomia às pessoas e estimule-as a pensar fora da caixa. É só saindo da zona de conforto que sua empresa se destacará no mercado e ganhará vantagem competitiva.

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Como a tecnologia pode otimizar a capacidade produtiva

Hoje em dia, é quase impossível imaginar uma empresa que não utilize a tecnologia para impulsionar seu crescimento. De softwares de gestão a cloud computing, inúmeros recursos têm sido implementados com o objetivo de otimizar a capacidade produtiva dos diversos setores das companhias. As soluções tecnológicas, aperfeiçoadas continuamente, oferecem novas funcionalidades e tornam o dia a dia corporativo mais ágil e eficiente. Mesmo assim, ainda há quem não tenha enxergado as vantagens. Veja por que o investimento em tecnologia é indispensável para aprimorar a gestão, melhorar o desempenho das equipes e ampliar a rentabilidade do seu negócio.

Agilidade nos processos operacionais

Trabalho eficiente é aquele que gera mais valor utilizando menos recursos financeiros e humanos. Isso significa fazer mais poupando dinheiro e tempo dos colaboradores. Softwares que automatizam processos operacionais, integrando o controle de ponto à folha de pagamento, por exemplo, geram esta eficiência necessária ao garantir maior agilidade à execução de tarefas burocráticas e repetitivas, com mais rapidez e baixo índice de erro.

Mais flexibilidade

Flexibilidade é um fator determinante para o incremento da capacidade produtiva. Numa era em que o acesso à informação tem que estar na palma da mão, um sistema de gestão de frequência em nuvem permite que o controle de ocorrências, justificativas e apontamentos seja feito online e a partir de múltiplos aparelhos. Além de otimizar a gestão e facilitar a comunicação, outro benefício do cloud computing é a possibilidade de realizar o trabalho à distância, isto é, com mais flexibilidade para gestores e equipes.

Planejamento estruturado

Soluções tecnológicas facilitam a coleta, a organização e a centralização de dados. E dados, claro, são a matéria-prima para gerar relatórios, medir o desempenho dos colaboradores e tomar decisões assertivas quanto ao futuro do negócio. Mais do que nunca, é por meio de estratégia de dados que empresas de diferentes portes e segmentos definem planejamentos de longo prazo e sustentam ações que impactam diretamente a produtividade.

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