Empresas com propósito: por que abraçar causas é positivo para os negócios

O lucro não é mais o único objetivo das empresas. Se antes o interesse dos acionistas vinha em primeiro lugar, hoje é cada vez mais corriqueiro que organizações abracem um propósito maior e liderem mudanças a favor do meio ambiente, da diversidade ou da equidade de gênero.

Em empresas de variados portes e ramos de atuação, este engajamento institucional acompanha uma mudança de comportamento dos consumidores, hoje mais conscientes e exigentes. Ultraconectados e bem informados, eles entendem o impacto de suas decisões de compra e não veem problema em mudar de marca caso esta não esteja alinhada a seus valores pessoais.

A compra motivada por convicção se tornou a lógica dominante em todas as faixas etárias e de renda. De acordo com o estudo global “Edelman Earned Brand”, 69% dos brasileiros escolhem, trocam, evitam ou boicotam uma marca com base no posicionamento dela sobre temas relevantes para a sociedade. Desta forma, para as empresas não se trata mais de decidir adotar um posicionamento ou não – mas sim de escolher como fazê-lo de forma efetiva.

A nova lógica do consumo tem impulsionado mudanças no meio corporativo, que passa a enxergar clientes e colaboradores como cidadãos. Enquanto algumas companhias criam comitês internos, outras contratam consultorias para planejar ações pela inclusão da diversidade, sustentabilidade e outras demandas da sociedade. A ideia é que a causa defendida publicamente seja um valor interno da empresa, de fato alinhada ao seu propósito. Oportunismos, aliás, não são bem vistos – e quem não pratica o que fala pode ter a reputação arranhada nesta atual era de opiniões compartilhadas via redes sociais.

Entre os ganhos apontados pelas companhias genuinamente envolvidas com pautas sociais está a maior identificação do público com os valores da marca, gerando fidelização e melhores resultados financeiros e de imagem.

Fazer o bem também produz reflexos positivos no ambiente de trabalho. Mais pessoas estão buscando um trabalho com propósito – e, portanto, a responsabilidade social corporativa é um aliado importante na atração e retenção de talentos. A sensação de atuar numa organização comprometida em ajudar pessoas gera motivação, melhoria do clima organizacional e redução das taxas de absenteísmo e turn over. Além disso, pesquisas demonstram que companhias que cultivam a diversidade são mais produtivas e inovadoras que a concorrência.

A sua empresa está institucionalmente engajada a alguma causa? Conte-nos como esse engajamento se reflete internamente e quais benefícios ele proporciona junto aos públicos de interesse.

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Liderança 4.0: Características do gestor na era digital

O modelo tradicional de gestão, marcado por hierarquia, padronização e controle, está ficando para trás. O progresso tecnológico e a chegada de gerações hiperconectadas ao mercado de trabalho exigem das empresas uma gestão mais compartilhada e menos hierárquica: a liderança 4.0. Este novo conceito faz referência à chamada 4ª Revolução Industrial, ou Indústria 4.0, processo cujo potencial transformador é tão ou mais poderoso que o proporcionado pela máquina a vapor, a eletrônica ou a informatização nos séculos passados.

Nesta nova era, a convergência de tecnologias disruptivas como robótica, inteligência artificial, internet das coisas e computação em nuvem tem impacto radical no modo de vida, no consumo, no jeito de se relacionar e de fazer negócios. O ambiente empresarial, consequentemente, tem que contar com líderes verdadeiramente dispostos a estimular a inovação em seus times para lidar com os desafios da nova era digital.

Foco nas pessoas

Em um ambiente de cadeias produtivas conectadas e processos adaptáveis, é papel da liderança focar nas pessoas. O líder 4.0 atua como um facilitador, alguém que promove o diálogo e empodera os colaboradores. Sua principal característica é a capacidade de entender o outro e extrair dele todo seu potencial. Empatia, facilidade de comunicação e habilidade para lidar com a diferença são aspectos fundamentais.

Colaboração e autogestão

Equipes formadas por millennials e centennials buscam maiores desafios, autonomia e responsabilidades. Para engajar e motivar esta turma movida por propósito é preciso que o líder delegue e faça com que cada um se sinta parte do todo. Ao estimular a comunicação, a autogestão e a colaboração, é possível colher resultados extraordinários, mesmo com os integrantes do time trabalhando à distância.

Rapidez na tomada de decisões

Diante de informações disponibilizadas na nuvem e em tempo real, o líder 4.0 deve tomar decisões rápidas e ter inteligência emocional para lidar com pressões. No dia a dia, deve compreender a totalidade do negócio e ser ágil para encontrar oportunidades. Saber gerenciar conflitos e ter foco nos resultados também são habilidades necessárias ao perfil moderno de gestão.

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4 erros comuns de estratégia e planejamento empresarial

Era uma vez uma empresa que tinha a faca e o queijo na mão, mas que falhou em seu planejamento e deixou escapar uma bela oportunidade. Infelizmente, casos assim são recorrentes no mercado e é bem possível que você conheça alguns. Seja por vacilar na execução da estratégia ou falhar no planejamento, há negócios que estagnam ou até quebram. Conheça erros comuns cometidos nas empresas e evite cair nestas ciladas.

  1. Execução falha

Às vezes, a empresa sabe exatamente aonde quer chegar, mas não consegue alcançar seu objetivo pela incapacidade de executar rigorosamente sua estratégia. Um plano de ação detalhado é de fundamental importância para alinhar as diversas áreas da empresa e fazer com que toda atividade interna caminhe na mesma direção. Perder-se na hora de colocar em prática o planejamento estratégico costuma prejudicar e muito o desempenho organizacional.

  1. Esquecer o cenário macro

O ambiente macroeconômico está em permanente mudança e desconsiderar as influências externas é um erro que põe em risco empresas de qualquer segmento e porte. Flutuações do câmbio, mudanças regulatórias e alterações fiscais são frequentes em um mundo globalizado, sendo capazes de impactar o desempenho financeiro até de companhias focadas exclusivamente no mercado interno. Coloque o cenário macro, incluindo a concorrência, em sua estratégia e antecipe ações observando variáveis determinantes para o seu negócio.  

  1. Não considerar o cliente

O cliente é soberano e deve estar no foco do seu negócio. Com frequência, os gostos e hábitos dele também mudam, e não perceber essas mudanças pode fazer com que seu produto ou serviço se torne dispensável da noite para o dia. Por isso, conheça profundamente seu público-alvo, entenda quais são as demandas do seu cliente e veja onde você pode se diferenciar em relação à concorrência. Seja flexível e saiba se adaptar às necessidades do consumidor, sempre alinhando as mudanças à estratégia da organização.

  1. Deixar a tecnologia de lado

A tecnologia está alterando o ambiente empresarial e deixar de incluí-la em seu planejamento é uma falha que inevitavelmente deixará sua empresa para trás. Se você deseja inovar e manter vantagem competitiva, destine investimentos para a automação de processos, implemente softwares que geram eficiência e aposte em soluções que possibilitem análise de dados. Os benefícios gerados pela tecnologia abrem novas oportunidades e deixar de utilizar este recurso pode gerar danos irreparáveis.

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Black Friday: elementos-chave para o sucesso das vendas

Melhor data para o comércio eletrônico brasileiro, a Black Friday deve crescer 15% em 2018 e alcançar R$ 2,43 bilhões de faturamento. Segundo pesquisa da Ebit|Nielsen, o e-commerce é o principal canal de vendas: 52% dos clientes que fizeram compras na data no ano passado compraram em uma loja online. Além das lojas virtuais, o varejo tradicional e o setor de serviços também são beneficiados, pois aproveitam a disposição dos consumidores em encontrar boas ofertas para alavancar as vendas. Sua empresa está preparada para esta oportunidade? Confira quais são os elementos-chave para ser bem-sucedido na Black Friday e turbine seus negócios nesta sexta-feira, 23 de novembro.

Preço

O preço é determinante para o cliente da Black Friday. Segundo a pesquisa da Ebit|Nielsen, 57% das pessoas pesquisam os produtos de interesse online antes de concluir a aquisição. Cientes dos valores, elas não caem em ofertas enganosas que tentam empurrar produtos pela “metade do dobro”. Por isso, negocie preços com fornecedores, planeje as margens de lucro e ofereça ao seu cliente liquidações verdadeiras, com descontos reais.

Confiança

Uma das razões do crescimento do comércio online é o sentimento de segurança por parte dos clientes em fazer transações via internet. Se no passado era grande a desconfiança de fornecer dados do cartão de crédito às lojas virtuais, hoje há certificados e selos que aumentam a segurança das operações. Para conquistar o cliente, invista em sistemas confiáveis e crie uma operação logística sem furos para evitar problema no envio dos produtos. A entrega e o cumprimento do prazo são fundamentais para o sucesso da Black Friday.

Reputação

Comentários e opiniões de consumidores têm cada vez mais impacto na decisão da compra. Preze pela sua reputação na rede, ganhe elogios nos reviews e atraia novos clientes com esses relatos positivos. Mesmo que seu negócio seja presencial, aproveite os canais digitais e as redes sociais para divulgar ofertas e estreitar relações com seu público-alvo. Cultive clientes na Black Friday de olho na próxima grande data de vendas, o Natal.

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Contratação temporária: como reforçar a equipe no fim do ano

O Natal é a principal data para o comércio. De olho no aumento das vendas, no fim do ano, os setores de varejo, indústria e serviços costumam reforçar as equipes com trabalhadores temporários, seja para melhorar o atendimento no ponto de venda ou acelerar a produção. Segundo estimativa da Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem), 434,4 mil novos postos deste tipo devem ser abertos entre setembro e dezembro deste ano, uma alta de 10% em relação a 2017. Se sua empresa planeja abrir vagas temporárias, saiba como funciona este modelo e quais cuidados tomar na contratação.

O que é o trabalho temporário

É um tipo de contratação que visa atender a uma demanda sazonal, como acontece em muitas empresas no fim do ano, ou substituir provisoriamente um funcionário regular, como no caso de licença-maternidade. É uma alternativa para turbinar a força de trabalho em período específicos, dentro de um prazo flexível de no máximo 180 dias, que pode ser prorrogado por até mais 90 dias, se justificada a necessidade.

O trabalhador temporário tem os mesmos direitos do efetivo, como remuneração equivalente, horas extras, adicional noturno, repouso semanal remunerado, férias e 13º salário proporcionais, além de proteção previdenciária. Os direitos referentes à rescisão, como aviso prévio e multa do FGTS, não se aplicam a este modelo por se tratar de contrato com datas definidas de início e fim. Além de ser uma oportunidade para recolocação profissional rápida, é uma porta de entrada para efetivação.

Cuidados na contratação

A legislação determina que o temporário só pode ser admitido por intermédio de Empresas de Trabalho Temporário (ETT), que são responsáveis pela anotação na Carteira de Trabalho. O contrato celebrado pela ETT e a tomadora de serviços deve conter o motivo que justifica a contratação, assim como prazo e valor da prestação de serviço.

Qualquer que seja o ramo da empresa tomadora de serviços, não existe vínculo de emprego entre ela e os trabalhadores contratados. No entanto, para evitar eventual reclamação trabalhista, é importante verificar se a ETT está devidamente registrada na Junta Comercial e acompanhar se ela está cumprindo os pagamentos que determina a legislação. Vale lembrar que, mesmo a contratação sendo de responsabilidade da agência especializada, o trabalhador fica subordinado à empresa utilizadora do serviço contratado, devendo cumprir a jornada estabelecida e justificar atrasos e faltas.

A Norber é especialista em controle de ponto e desenvolve softwares para a marcação de horários de entrada e saída dos funcionários, auxiliando na gestão de frequência, tanto dos colaboradores efetivos como dos temporários. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto, do NewMobile e de outras soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

eSocial: empresas de médio porte devem se cadastrar

Desde 16 de julho, empresas que faturam entre R$ 4,8 milhões e R$ 78 milhões por ano devem se cadastrar no eSocial. A obrigatoriedade para micro e pequenas empresas (com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões) e para as MEIs foi postergada para novembro, mas a ferramenta já está disponível também para esse grupo.

A implementação para as empresas de médio porte se dará de forma escalonada, com as informações sendo incluídas gradativamente no sistema. Até 31 de agosto, os empregadores deverão enviar apenas dados de cadastro e tabelas das empresas. Em setembro, será a vez de incluir na plataforma informações sobre os trabalhadores e seus vínculos, como admissões, afastamentos e demissões. Finalmente, entre novembro e dezembro, deverão ser enviados dados referentes às remunerações dos trabalhadores e realizado o fechamento das folhas de pagamento.

Desde janeiro de 2018, o eSocial já é obrigatório para mais de 13 mil companhias de grande porte que possuem faturamento anual superior a R$ 78 milhões. Já para órgãos públicos, a adesão ao sistema começará em janeiro do ano que vem.

O que é o eSocial

O eSocial é o sistema do Governo Federal que coleta e armazena em um único ambiente digital as informações relacionadas à contratação de mão de obra, com ou sem vínculo empregatício. São seus objetivos garantir os direitos trabalhistas e previdenciários dos trabalhadores; simplificar para os empregadores o cumprimento das obrigações; e aprimorar a qualidade das informações fornecidas aos órgãos governamentais envolvidos (Caixa Econômica Federal, INSS, Receita Federal, Ministério da Previdência Social, Ministério do Trabalho e Emprego).

Como o eSocial afeta a minha empresa

Por unificar o envio de dados ao Governo Federal, o eSocial muda a forma como as empresas lidam com suas obrigações fiscais, tributárias, previdenciárias e trabalhistas. Mais que uma simples questão tecnológica, a implantação do novo sistema exige uma mudança cultural no ambiente administrativo, impactando diretamente o departamento de RH, assim como de TI, Finanças e Jurídico. Além de rever condutas fiscais e trabalhistas internas, as empresas devem dedicar especial atenção à coleta eficiente de dados e à capacitação dos profissionais envolvidos. As empresas que descumprirem o envio de informações por meio do eSocial estarão sujeitas a aplicação de penalidades e multa.

Como a Norber pode me ajudar

Especialista em gestão de controle de ponto, a Norber desenvolve sistemas capazes de auxiliar o profissional de RH no gerenciamento e processamento das informações requeridas pelo eSocial. O NewPonto, por exemplo, é um software de controle de frequência que automatiza a folha de pagamento e permite a criação de uma nova rotina para verificar alterações de escala em períodos parametrizados. Para saber mais sobre as soluções que a Norber desenvolveu para o eSocial, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Employer branding: como fortalecer a imagem positiva entre os colaboradores

Você já parou para olhar a sua empresa pelos olhos dos funcionários? A imagem que eles têm do lugar em que trabalham é positiva? Tal como uma marca, uma organização precisa de uma boa reputação para ser desejada pelos profissionais do mercado. E é aí que entra o Employer Branding, conjunto de ações que visam fortalecer a imagem empregadora da empresa junto aos colaboradores e candidatos.

Geralmente encabeçada pelo RH, a estratégia de Employer Branding é traçada em conjunto com as áreas de Marketing, Comunicação e Assuntos Corporativos. O propósito é atrair e reter talentos a partir da construção de uma percepção positiva da empresa, assim como engajar os colaboradores e torná-los defensores do lugar onde trabalham.

Além de baixa taxa de rotatividade e, consequentemente, gastos reduzidos com processos seletivos e treinamentos, a empresa com boa reputação perante seus colaboradores é capaz de torná-los mais engajados e participativos nas atividades do dia a dia, aumentando a produtividade. Vale lembrar que a opinião de quem está dentro é de grande valor para o público externo, ou seja, também impacta fornecedores e clientes finais.

Mas, afinal, como aumentar o nível de satisfação dos funcionários e engajá-los através das técnicas de Employer Branding? Hoje, para ser atrativa, uma marca empregadora deve oferecer mais que remuneração adequada e benefícios compatíveis com o mercado. A questão financeira é importante, mas não suficiente. Cada vez mais, os profissionais buscam uma empresa que lhes ofereça oportunidade de crescimento e que esteja alinhada com seus propósitos pessoais.

Todos querem fazer parte de um time do qual se orgulham, certo? Por isso, para se diferenciar da concorrência, a marca empregadora deve ter clara a sua missão e, sobretudo, destacar seus valores imateriais, como ações socioambientais e de inclusão, comprometimento com a ética e a transparência, além de incentivo à criatividade e à inovação. Principalmente para a geração Millennial, jornadas de trabalho com flexibilidade de horário também costumam ser um diferencial atrativo.

Especialista em gestão de controle de ponto, a Norber desenvolve sistemas que modernizam rotinas organizacionais e permitem rotinas mais flexíveis. Um aplicativo como o NewMobile possibilita a marcação de ponto remotamente por meio de smartphone, de qualquer localidade e em tempo real. Para conhecer as funcionalidades desta solução, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Profissional do futuro: habilidades exigidas na Economia 4.0

Cerca de 65% das crianças em idade escolar irá trabalhar em atividades que ainda nem sequer existem, segundo relatório do Fórum Econômico Mundial. Novas profissões serão criadas e outras desaparecerão, impactando radicalmente a sociedade e o mercado de trabalho.

Estudos como “Labor 2030: The Collision of Demographics, Automation and Inequality” da Bain & Company e “Workforce of the Future – the competing forces shaping 2030” da PwC traçam cenários para o futuro que se aproxima. Na Quarta Revolução Industrial, o envelhecimento da população, o aumento da urbanização e a escassez de recursos naturais são fatores que impulsionarão a criação de novos negócios voltados para um mercado cujos padrões de consumo serão também diferentes. A força por trás de toda essa mudança é o avanço exponencial e combinado de tecnologias como robótica, Inteligência Artificial e Internet das Coisas.

Mas, afinal, quais serão as habilidades profissionais requeridas num mundo em que atividades baseadas na rotina e na repetição provavelmente passarão a ser realizadas por robôs e outros elementos da automação? Segundo o estudo da PwC, “funções intelectuais exercidas por profissionais com características como liderança, inteligência emocional, criatividade e capacidade de resolver problemas deverão ser mais valorizadas”.

Para ganhar competitividade, as empresas investirão cada vez mais em automação, cruzamento de dados e novas tecnologias, sem deixar de monitorar possibilidades e riscos. Também buscarão alavancar a produtividade incentivando a inovação e, dessa forma, sairá na frente o profissional com capacidade de criar soluções, atuar de modo colaborativo e se adaptar às mudanças. Mais do que nunca, os gestores deverão estar atentos à capacitação de suas equipes, assim como na retenção dos talentos mais qualificados. Além disso, a flexibilidade da jornada de trabalho deverá fazer parte da rotina das corporações, com os colaboradores atuando remotamente e em projetos específicos, em times multidisciplinares com ampla diversidade geográfica e cultural.

Especialista em gestão de controle de ponto, a Norber desenvolve softwares que otimizam processos organizacionais. O NewPontoCloud automatiza a marcação dos horários de entrada e saída dos funcionários e integra as informações à folha de pagamento, agregando funções customizáveis às diversas áreas de sua empresa. Já o NewMobile permite a marcação de ponto remoto por meio de smartphone, de qualquer localidade e em tempo real. Para conhecer as funcionalidades destas e de outras soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Programas de recompensa: estratégia para fidelizar o cliente

Satisfazer o cliente não é o mesmo que fidelizar. Para manter o consumidor fiel a marcas ou empresas, apenas oferecer um produto de qualidade pode não bastar. Atualmente, o desafio da fidelização está em gerar encantamento e fazer do cliente satisfeito um verdadeiro porta-voz do seu negócio. Uma estratégia adotada por muitas companhias é a criação de programas de fidelidade, iniciativa que pode ajudar a construir relacionamentos duradouros e a promover uma experiência diferenciada.

Ofereça vantagens reais

Clientes leais esperam ser devidamente recompensados. Para valorizar aqueles que se identificam com o seu negócio e sempre voltam, vale investir em ações de relacionamento. Estimule a compra frequente com um programa de fidelidade que ofereça vantagens reais, como descontos e ofertas exclusivas. A antecipação de lançamentos e convites para eventos especiais, por exemplo, demonstram ao cliente que sua empresa o prestigia.

Promova ações personalizadas

O cadastro do cliente, assim como seu histórico de compras, fornece uma série de dados que mostram seus gostos e hábitos de consumo. Faça uso destes dados, acrescente uma dose de criatividade e promova ações personalizadas. Se seu cliente é comprador de livros de botânica, ofereça a ele um curso de jardinagem! Conhecendo os desejos e necessidades do consumidor é possível reforçar o vínculo entre ele e sua empresa, gerando um maior engajamento.

Satisfação em primeiro lugar

De nada adianta oferecer descontos ou benefícios se a experiência de compra deixa a desejar. Independentemente destas vantagens, o cliente não volta quando está descontente com o produto ou com o atendimento. Abra canais de comunicação e dê atenção às avaliações do consumidor. Com isso, você aprimora o serviço oferecido, estabelece conexões e fideliza o cliente, evitando uma fuga para a concorrência.

Especialista em gestão de controle de frequência, a Norber desenvolve soluções customizadas, atendendo demandas específicas de seus clientes. Além de produtos sob medida, a empresa acompanha todo o processo de implantação do software, realiza treinamentos e disponibiliza um help desk diferenciado, pronto para oferecer suporte qualificado ao usuário. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto e de outros produtos, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

 

Programas de recompensa: estratégia para fidelizar o cliente
Programas de recompensa: estratégia para fidelizar o cliente

 

6 dicas para gerenciar o tempo

Estar sempre ocupado não significa necessariamente ser produtivo. Diante de um dia a dia repleto de tarefas, saber utilizar o tempo de modo adequado é um dos desafios do ambiente corporativo. Confira essas dicas para otimizar sua jornada de trabalho e alcançar melhores resultados.

  1. Organize sua rotina

Dedique alguns minutos do seu dia para organizar sua agenda. Liste os telefonemas que precisa fazer, os relatórios a entregar, as reuniões a participar. Com esse planejamento, que pode ser diário, semanal e até mensal, você consegue priorizar atividades e gerenciar seu tempo com mais eficácia.

  1. Elimine distrações

Ficar checando a caixa de e-mails, as redes sociais e as mensagens de WhatsApp a todo momento tira a concentração. Elimine distrações silenciando alertas e reserve horários para checar mensagens e respondê-las. Ao manter o foco e afastar o que prejudica o fluxo de trabalho, o tempo certamente vai render mais.

  1. Fuja da procrastinação

Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje. A procrastinação é um dos males do ambiente corporativo, um comportamento inadequado que deve ser combatido. Coloque a mão na massa e resolva imediatamente o que pode ser resolvido. Há algo mais complexo, que exige o apoio de terceiros? Peça auxílio ao profissional competente e coloque o projeto em andamento. O importante é não postergar.

  1. Conclua as tarefas

Estabeleça um deadline para concluir as tarefas. Ao prever uma data limite e colocar um ponto final em determinado assunto, você fica livre para assumir outras responsabilidades. Seja claro e objetivo. Isso vale para reuniões, que às vezes se prolongam além da pauta.

  1. Faça pausas para descanso

Tão importante quanto se manter concentrado é fazer pausas para descansar a mente. Quando se sentir cansado ou com bloqueio criativo, permita-se parar por 5 ou 10 minutos. Tomar um café ou trocar ideia com um colega pode ajudar a retomar o trabalho com mais foco e inspiração.

  1. Use ferramentas de mobilidade

A tecnologia está aí para nos auxiliar. Hoje, smartphones conectados à Internet permitem responder e-mails, compartilhar arquivos, agendar reuniões e até mesmo bater o ponto remotamente. Adote ferramentas de mobilidade corporativa no seu dia a dia, ganhe minutos valiosos e alavanque a produtividade.

Especialista em gestão de controle de frequência, a Norber desenvolve sistemas que vão de encontro às necessidades de economia de tempo nas organizações modernas. O NewMobile é um software que permite a marcação de ponto remoto por meio de smartphone, de qualquer localidade e em tempo real. Operando via GPS, ele informa a localização onde o ponto é marcado e delimita o perímetro da marcação, otimizando a rotina do funcionário. Para conhecer as funcionalidades do NewMobile e outras soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

6 dicas para gerenciar o tempo
6 dicas para gerenciar o tempo