Web 3.0: o que é e os impactos da nova fase da internet

A internet como a conhecemos hoje está sendo redesenhada. Segundo especialistas, num futuro não tão distante, a rede mundial de computadores será descentralizada e, entre outras promessas, proporcionará mais privacidade e maior controle dos dados por parte do usuário. Trata-se da Web 3.0, termo que designa a próxima fase da internet.  

Com uma trajetória evolutiva, a internet passou da conexão discada à experiência em tempo real. Em sua primeira fase, que vigorou entre a década de 1990 e início dos anos 2000, a chamada Web 1.0 se baseava em protocolos abertos e os sites, cheios de texto e hiperlinks, ofereciam ao usuário uma experiência estática e meramente informativa, sem nenhuma interação. 

A partir dos anos 2000, a Web 2.0 permitiu uma experiência mais social e interativa. Em troca de dados (usados para publicidade e outros fins), os usuários assumiram o papel de produtores de conteúdo utilizando plataformas criadas pelas grandes empresas de tecnologia. Com Google, Facebook, Twitter e outras big techs atuando como intermediários, emergiram preocupações quanto à privacidade do usuário, além de vazamento e uso indevido de dados. E é nesse ponto que a Web 3.0, em fase embrionária, pretende tocar. 

A terceira geração da web

A Web 3.0 está sendo concebida por startups de tecnologia como um sistema aberto, descentralizado e transacional. Sua arquitetura está baseada no blockchain, isto é, as transações realizadas pelo usuário na internet são criptografadas – da mesma maneira que já ocorre com as criptomoedas. Além disso, a tecnologia peer-to-peer (P2P) permite o intercâmbio de recursos de forma direta entre os usuários. Nessa lógica, dados pessoais, certificados de propriedade e registros de identidade passam a ser controlados não mais por uma plataforma, mas pelo próprio usuário, que pode até monetizar. Outra característica será a interoperabilidade, que permitirá manter perfil e criptoativos numa eventual mudança de plataforma.

Alguns especialistas, porém, são céticos quanto à escalabilidade do modelo e a descentralização do poder. Independentemente disso, pode-se esperar impactos significativos nos modos de viver, trabalhar e fazer negócios. Isso porque metaverso, NFT e outras tecnologias inerentes à Web 3.0 já estão aí, acelerando a transição para o próximo capítulo da história digital e provando que o futuro será mais imersivo e focado na experiência do usuário. 

Vale lembrar que o conceito de web semântica, outro nome pelo qual a Web 3.0 é conhecida, significa um uso intensivo de inteligência artificial e machine learning. Isso sugere uma evolução dos algoritmos a ponto de as máquinas serem capazes de antecipar demandas e fornecerem indicações ainda mais personalizadas. 

A sua empresa está preparada para as oportunidades que o futuro da internet reserva? Para navegar na próxima onda, é fundamental acelerar a transformação digital, investir em automação de processos, cloud computing e análise de dados.

A Norber desenvolve softwares de controle de ponto que facilitam a gestão da frequência dos colaboradores, tanto presenciais quanto remotos. O NewPonto Cloud armazena dados na nuvem, possibilitando o gerenciamento online da jornada. Já o NewMobile permite a marcação de ponto via smartphone, de qualquer lugar e em tempo real. Para conhecer as funcionalidades destas soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Equipe Comercial.

Diversidade etária: a importância de profissionais maduros para as empresas

A população brasileira está envelhecendo. De acordo com o IBGE, o número de pessoas com mais de 65 anos deve mais do que dobrar até 2060, alcançando 25% da população total. A inversão da pirâmide etária está em marcha e trará impactos a vários setores da economia – e o mercado de trabalho é um deles.  

A mudança, aliás, já está acontecendo. Seja para complementar a aposentadoria ou por saberem que ainda têm muito a contribuir, é cada vez mais comum encontrarmos pessoas da terceira idade na ativa, esbanjando disposição e sabedoria. Porém, ainda há muitos estigmas a serem rompidos para que a inserção e permanência dos profissionais mais experientes seja de fato maior, sobretudo no mercado formal.  

A boa notícia é que cada vez mais empresas têm dado exemplo com programas de diversidade e inclusão que contemplam profissionais mais maduros, como forma de equilibrar as experiências e visões de mundo. No mercado, também crescem as consultorias especializadas em conectar empresas a profissionais com mais de 50 anos em busca de recolocação. 

Na opinião dos recrutadores, uma força de trabalho diversa, composta por diferentes faixas etárias, é positiva para o negócio. Isso porque profissionais maduros trazem na bagagem qualificações relevantes para o trabalho, agregando senioridade para as equipes, projetos e atendimento a clientes. Se de um lado podem ter alguma dificuldade na adaptação ao ambiente digital, por outro apresentam controle emocional, resiliência e facilidade na tomada de decisões. 

Outro aspecto positivo é que, diferentemente das gerações mais jovens, consideradas impulsivas e imediatistas, os profissionais mais velhos costumam ser extremamente leais à companhia e comprometidos com o horário de trabalho, o que reduz índices de absenteísmo e turnover. Além disso, uma empresa alinhada à agenda da responsabilidade social, que realiza ações que vão além do cumprimento de leis e cotas, tem sua imagem reforçada junto à sociedade e aos clientes.  

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Foco no cliente: se você não ouvir, outro fará isso

Jeff Bezos, fundador da Amazon, costumava dizer que “nossos clientes são leais até o segundo em que alguém lhes oferece um melhor serviço”. Para empresas que têm a cultura centrada no cliente, essa constatação funciona como uma grande motivação, incentivando-as a fazerem sempre mais e impulsionando a inovação. 

Mais que mero jargão corporativo, foco no cliente significa entender que é ele, e não o lucro ou a concorrência, a razão primeira da existência de uma empresa. Na prática, começa por escutar as suas necessidades, entender as dores e problemas, colocar-se no seu lugar. Só com esse propósito muito firme é que seu negócio se manterá relevante e manterá uma clientela fiel. E não tenha dúvidas: se você não ouvir o usuário do seu produto ou serviço, outro o fará. 

Quando uma empresa coloca o cliente no centro da atenção, ela consegue não só suprir expectativas, mas superá-las e até mesmo antecipar demandas futuras. Isso é um diferencial significativo quando falamos de um mercado dinâmico, onde soluções inovadoras surgem a todo instante, independentemente do ramo de atuação. 

Mas engana-se quem acha que o conceito de foco no cliente está ligado apenas à área de desenvolvimento de produtos e serviços. A área comercial, claro, está na linha de frente. E ao invés de querer vender a qualquer custo, precisa estar preparada para compreender as necessidades do cliente e explicar claramente o valor daquilo que entrega. Todo cuidado é pouco para não prometer algo que não pode cumprir, já que esse erro tende a arruinar o relacionamento. 

Quando uma empresa tem o cliente no centro de sua estratégia, o conceito se alastra para todos os departamentos. Estamos falando em oferecer uma experiência surpreendente na loja física e/ou no ambiente virtual, manter um serviço de entrega eficiente e um rigoroso controle de qualidade, assim como fortalecer o relacionamento com feedback constante e pós-venda eficiente. Vale lembrar que ter na satisfação do cliente a razão da existência é um fator de motivação para todos os colaboradores, ou seja, melhora a produtividade do negócio como um todo. 

Para uma desenvolvedora de softwares de controle de jornada como a Norber, ter foco no cliente significa entender muito bem os processos do RH e entregar soluções customizadas às necessidades da empresa, facilitando as rotinas dos gestores. Na pandemia, quando as companhias migraram suas equipes para o home office, a Norber disponibilizou suas soluções de ponto online e ponto via smartphone para atender novas necessidades e ajuda-las a fazer o controle de jornada de maneira remota.

O cliente é uma prioridade no seu negócio? De que maneira as áreas da sua empresa estão concentradas em gerar valor para o cliente?  

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5 erros comuns que até os melhores líderes cometem

Gerir pessoas não é tarefa fácil. No dia a dia, até mesmo o mais experiente líder comete deslizes. Confira se você está incorrendo em algum destes cinco erros comuns e corrija a rota.  

  1. Ser controlador demais

Engana-se quem acha que liderar é controlar em detalhes a rotina da equipe. Ao invés de querer centralizar tudo em si mesmo, delegue tarefas e atue como um incentivador para que os profissionais gerenciem a própria rotina com responsabilidade, priorizando atividades e sendo capazes de tomar decisões por conta própria. Só tome cuidado para também não ser liberal demais, do tipo que deixa o barco correr e lava as mãos. O ideal é encontrar o equilíbrio entre essas duas tendências, sempre direcionando o foco, alinhando expectativas e comunicando metas claras e específicas. 

  1. Querer que todos pensem como você

De modo geral, tendemos a querer nos relacionar com quem pensa, age e trabalha como a gente. Porém, cada ser humano tem uma trajetória, experiência e história de vida diferente. Ao invés de querer moldar o outro à sua imagem e semelhança, que tal valorizar as diferenças e aproveitar essas variadas competências? Equipes diversas que possuem objetivos em comum costumam ser mais inovadoras e produtivas.   

  1. Achar que pode tudo

O famoso “manda quem pode, obedece quem tem juízo” é, infelizmente, muito comum nos cargos de liderança. Contudo, esse perfil de chefe autoritário, apegado à hierarquia, não consegue mais que pessoas desmotivadas e frustradas com o ambiente de trabalho. Outro perfil nocivo é o do heroi que resolve tudo, deixando as equipes dependentes, sem iniciativa e acomodadas. 

  1. Não comunicar no tempo certo

A falha na comunicação é um dos problemas que mais afetam o bom desempenho de uma equipe. Não compartilhar informações e deixar de fornecer feedback são atitudes extremamente prejudiciais, que não só colocam em risco o andamento de projetos como geram mal-entendidos e minam a confiança entre as pessoas. Seja claro, transparente e assertivo.  

  1. Deixar de fornecer ferramentas adequadas

Quem acha que “faz parte” deixar o colaborador atolado em planilhas certamente está desperdiçando o potencial criativo da própria equipe. No mundo cada vez mais ágil e conectado em que vivemos, é preciso liberar as pessoas para tarefas estratégicas e deixar processos repetitivos e burocráticos para os softwares. A gestão da jornada de trabalho, por exemplo, é uma atividade do RH que ganha eficiência quando feita por meio de um sistema capaz de integrar o ponto à folha de pagamento. Como líder, é seu papel investir em tecnologias que garantam agilidade aos processos e deem maior autonomia aos profissionais.  

Você se identificou com algum destes comportamentos? Se sim, reflita sobre como uma simples mudança de atitude pode melhorar o seu dia a dia no trabalho e impactar positivamente o resultado do negócio.     

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Sustentabilidade: controle de ponto online é um aliado do RH sustentável

A sustentabilidade ambiental é um tema cada vez mais presente nas empresas. E não é para menos: as mudanças climáticas, a destruição das florestas e a escassez de recursos naturais são preocupações da sociedade como um todo, e as companhias responsáveis já perceberam que devem fazer sua parte na preservação do planeta para as futuras gerações. 

Diversas iniciativas podem ser adotadas pelas empresas no sentido de reduzir o impacto ambiental de suas atividades. Além de seguir à risca as legislações ambientais referentes aos seus setores produtivos, é importante colocar a gestão sustentável dentro da estratégia corporativa. Entre outras ações, estamos falando de descarte correto de resíduos, reciclagem e reaproveitamento de materiais, uso racional da água, preservação de áreas verdes, preferência por fontes de energia renováveis, assim como conscientização dos colaboradores sobre a necessidade de incorporar práticas sustentáveis no dia a dia.

A informatização e digitalização de processos organizacionais também podem ser entendidas como importantes aliados da sustentabilidade ambiental nas empresas. Afinal, na medida em que documentos e processos passam a ser trabalhados preferencialmente no ambiente digital, evita-se o desperdício de papel – lembrando que a produção de uma folha A4 consome em torno de 10 litros de água. 

O software de controle de ponto online da Norber é um dos recursos que ajudam o RH a ter uma atuação mais sustentável. Diferentemente dos aparelhos REP, que emitem o comprovante impresso do registro do ponto, o NewPonto Cloud dispensa bobinas e uso de papel. Isso porque a marcação do ponto é feita online via browser do computador, e os registros ficam armazenados no sistema na nuvem, ou seja, podem ser facilmente consultados pelo colaborador. 

Outro benefício é a economia de papel pelos gestores. O controle das justificativas, ocorrências e apontamentos é feito diretamente no sistema, tornando desnecessário o uso de papel. Além disso, relatórios gerenciais sobre horas extras também são disponibilizados online, dispensando a impressão.    

O compromisso com a preservação ambiental proporciona às empresas um melhor posicionamento de imagem junto a colaboradores, clientes e sociedade. É, também, um dos pilares do ESG, que trata de melhores práticas ambientais, sociais e de governança e serve como critério para captação de investimentos. 

Como a sua empresa atua em relação à responsabilidade ambiental? Quais ações estão sendo tomadas para reduzir o consumo de papel e minimizar o impacto das operações no meio ambiente? 

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ESG: o que é e por que a sustentabilidade está no radar das empresas

A sua empresa se preocupa com o uso sustentável dos recursos? Ela está comprometida em criar um impacto positivo para os colaboradores e a comunidade? Dispõe de uma política de compliance para combater eventuais atos de corrupção? Embora esses assuntos muitas vezes sejam tratados separadamente, todos p

odem ser colocados sob o guarda-chuva ESG (do inglês Environmental, Social and Governance), termo que designa questões ambientais, sociais e de governança no mercado corporativo. 

O que é ESG

A sigla ESG não é nova, mas certamente vem ganhando cada vez mais destaque nas empresas. Surgiu em um relatório do Pacto Global da ONU em parceria com o Banco Mundial chamado “Who Cares Wins”, que foi publicado em 2004 e convocava as instituições financeiras a observarem critérios socioambientais e de governança no mercado de capitais. Desde então, o conceito se desdobrou nos Princípios para o Desenvolvimento Responsável (PRIs) e outros índices, que servem de parâmetro para que os grandes investidores possam alocar recursos em companhias e fundos de investimentos que não só apresentem bons resultados financeiros, mas sejam também comprometidos com o futuro do planeta e da humanidade. 

Embora os critérios ESG estejam ligados ao mercado financeiro, não dizem respeito apenas a organizações com capital na bolsa. Afinal, as boas práticas ambientais, sociais e de governança são uma exigência dos consumidores modernos, cada vez mais conscientes dos produtos e serviços que utilizam. 

Os pilares ESG na prática

O ESG não é um selo ou certificação, mas um conjunto de critérios que orienta a sustentabilidade corporativa em longo prazo. No quesito ambiental, se traduz em ações voltadas para a eficiência energética, redução de emissão de CO2, biodiversidade, uso sustentável de recursos naturais e descarte correto de resíduos. Em relação à governança, está ligado ao cumprimento das legislações vigentes, transparência na divulgação de dados, respeito à privacidade e combate à corrupção, entre outros aspectos. 

Já o quesito social trata da relação da empresa com os públicos interno e externo. Além de atenção aos direitos do consumidor e ações de responsabilidade social junto à comunidade em que a empresa está inserida, também entram nesse quesito o conjunto de práticas de valorização dos colaboradores. Afinal, uma empresa que tem como propósito impactar positivamente a sociedade deve começar fazendo o dever de casa. Entre outras coisas, deve seguir normas de segurança do trabalho, adotar políticas de inclusão e diversidade, além de cumprir rigorosamente a legislação trabalhista, com atenção ao controle de jornada. 

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Síndrome de Burnout: como evitar o esgotamento mental no home office

A sensação é de exaustão. Quem já enfrentou a Síndrome de Burnout relata um esgotamento mental que não melhora com uma simples noite de sono. Crises de ansiedade recorrentes, dor de cabeça, irritabilidade, dificuldade de concentração e sentimentos negativos também são sintomas associados a esse distúrbio, provocado por estresse crônico no trabalho. 

De tão séria, a condição já foi reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Embora existisse bem antes de 2020, a sua incidência se intensificou na pandemia, assim como outros distúrbios relacionados à saúde mental. E não é para menos: o medo de contaminação pela Covid-19, as incertezas sobre o futuro, assim como o aumento da carga de trabalho e a dificuldade de se desconectar no home office são aspectos que elevam o estado de tensão e podem, eventualmente, desencadear transtornos psíquicos de difícil controle.

Cuidados pessoais para combater o estresse

Para evitar que a tensão exacerbada vire um problema de saúde ou resulte num “apagão” mental, é importante adotar medidas para controlar o estresse decorrente de pressões no trabalho – que, em grande medida, se acentuaram na pandemia. Para começar, deixe o computador de lado após o horário do expediente. Ainda que o home office tenha alargado as fronteiras entre vida pessoal e profissional, é necessário saber a hora de parar e, assim, ter momentos de lazer. No tempo livre, dedique-se a um hobby, invista na leitura, assista à sua série favorita, cuide do seu pet, ou adote um. O que importa é dedicar-se àquilo que dá prazer.

Mudanças na alimentação, cuidados com a qualidade do sono e com o estilo de vida também são importantes para uma vida menos estressante. Está provado que a prática regular de exercícios físicos libera endorfina, hormônio associado ao bem-estar. E ao invés de ficar horas no noticiário, inclua na rotina atividades relaxantes, como ioga ou meditação. 

Mas se a barra pesar, procure ajuda. Converse com familiares e amigos, e não hesite em procurar um psicoterapeuta ou psiquiatra, para um acompanhamento especializado. 

O papel da empresa no cuidado com a saúde mental

A queda da produtividade, assim como atrasos e faltas recorrentes, são alguns dos problemas que afetam as empresas onde a questão da saúde mental dos colaboradores não é tratada adequadamente. A pandemia certamente está exercendo uma grande pressão sobre os colaboradores, mas chefia indiferente, problemas de relacionamento com colegas, sobrecarga de trabalho e clima organizacional ruim também são fatores que desencadeiam a Síndrome de Burnout.

Para evitar que o esgotamento profissional acometa equipes remotas, é fundamental que gestores e líderes consigam identificar mudanças de comportamento. Além de praticar a escuta ativa e acolher com empatia, procure detectar no seu colaborador sinais como falta de motivação, oscilações de humor ou irritabilidade. Quando necessário, oriente a busca de ajuda profissional. 

Outro ponto de atenção é observar a existência de sobrecarga de trabalho. Por causa da crise, há equipes atuando com quadros enxutos. Nesse caso, vale elencar quais são as prioridades, rever metas e prazos e, sempre que possível, automatizar tarefas burocráticas e repetitivas. 

Como líder, ajude sua equipe a fazer uma gestão do tempo de maneira eficaz, evitando horas extras desnecessárias. O NewPonto Cloud, por exemplo, viabiliza a marcação do ponto por profissionais em jornada remota. Por meio de um dispositivo com acesso à internet, o colaborador efetua a marcação de seus horários de entrada e saída via web e controla seu banco de horas, mesmo à distância.  

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O que as empresas aprenderam após um ano de Covid-19

Um ano já se passou desde que o primeiro caso de Covid-19 foi detectado no Brasil. De lá para cá, todos tivemos nossas rotinas transformadas e adaptadas a uma nova realidade. Inevitavelmente, também as empresas foram colocadas à prova. Veja quais lições o mercado corporativo aprendeu com os desafios impostos pela pandemia.

  1. A mudança é inevitável

A crise colocou em xeque muitos negócios. Diante do cenário de incertezas, a capacidade de se adaptar a mudanças define o futuro das organizações. Por questão de sobrevivência, as empresas compreenderam que precisam estar preparadas para adequar seus processos rapidamente, pois postergar decisões é correr o sério risco de perder mercado. 

  1. A saúde é prioridade

Diante do desafio sanitário sem precedentes, o bem-estar dos colaboradores se impôs como prioridade. Além de assegurar os cuidados básicos de uso de máscara e distanciamento social, há nas companhias uma preocupação crescente com a saúde emocional dos funcionários, seja em ambiente presencial ou remoto. A ideia é prevenir transtornos de ansiedade, depressão e síndrome de burn out, que cresceram no contexto da pandemia.  

  1. O digital é fundamental

A pandemia mostrou que a transformação digital é um caminho sem volta. A tecnologia serve não só para alcançar consumidores online, mas também para possibilitar uma jornada de trabalho flexível e colaborativa. Tanto que companhias com maior maturidade digital puderam manter suas atividades ininterruptas e até alavancaram crescimento, mesmo com a crise. Soluções em nuvem, recursos mobile e softwares que automatizam tarefas são aliados neste período de transformações aceleradas. 

  1. O trabalho remoto é produtivo

Antes da adoção do home office em larga escala, parte dos gestores desconfiava da eficiência do modelo remoto. A experiência na pandemia, contudo, demonstrou que é sim possível manter a produtividade no trabalho à distância, desde que a rotina seja acompanhada de gestão, disciplina e uso de soluções adequadas. Além de funcionarem bem, formatos flexíveis e híbridos são uma demanda dos colaboradores, que desejam cada vez mais conciliar o trabalho com segurança e qualidade de vida.    

Quais ensinamentos você e sua empresa tiraram deste período desafiador? Que esforços estão sendo feitos para reinventar a organização para o futuro e acelerar a transformação digital? 

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Como fazer o controle de ponto no modelo híbrido de jornada

A jornada híbrida, em que o funcionário trabalha alguns dias da semana em home office e o restante presencialmente na sede da empresa, está ganhando espaço como modelo preferencial dos executivos no mercado corporativo. Do ponto de vista do colaborador, a flexibilidade proporciona comodidade, menos desperdício de tempo no trânsito e maior equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Para as companhias, o modelo também gera benefícios: reduz custos, melhora a satisfação do funcionário e garante, pelo escalonamento de equipes, mais segurança nos dias de atuação presencial.

Mesmo com as inúmeras vantagens, o modelo híbrido impõe desafios. Um deles é a marcação de ponto, que precisa ser eficiente e confiável, independentemente do lugar onde o colaborador esteja trabalhando.

Controle de ponto das jornadas híbrida e remota

As companhias que usavam o relógio eletrônico de ponto (REP) tradicional provavelmente tiveram problemas para administrar a marcação da jornada quando os funcionários foram mandados em massa para o home office no começo da pandemia. A dificuldade era justamente fazer o registro de ponto à distância, sendo que o equipamento estava fixo na sede da empresa.   

Felizmente, existem soluções alternativas que puderam ser implementadas na ocasião, e que agora, com a consolidação do home office e o avanço do formato híbrido, se tornam indispensáveis para a gestão do trabalho nas empresas. Tratam-se de sistemas que utilizam a tecnologia cloud para automatizar a gestão e integrar os dados dos registros presencial e não presencial.

O NewPonto Cloud é o software em nuvem da Norber, que viabiliza a marcação online do ponto. Por meio do computador com acesso à internet, o colaborador registra seus horários de entrada e saída de onde estiver, podendo ainda incluir apontamentos e monitorar seu banco de horas. 

Outra solução que atende às demandas modernas é o NewMobile, para registro de frequência via smartphone. Além de integração com o NewPonto Cloud, a aplicação utiliza a geolocalização GPS para delimitar o perímetro da marcação e ainda dispõe de reconhecimento facial ou selfie para confirmação da identidade. 

Vale lembrar que o sucesso da adoção da jornada híbrida ou remota depende muito da implementação de tecnologias, além do tipo de negócio e da cultura da empresa. Em todos os casos, é fundamental preservar a transparência na relação entre empregador e funcionário com um aditivo de contrato que define as regras da jornada.

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Chefe de trabalho remoto: as funções do novo cargo criado na pandemia

Sempre antecipando o futuro, as gigantes do Vale do Silício são experts em experimentar novas práticas de gestão e lançar modelos que depois são adotados mundo afora. A última novidade é a criação da função de “chefe de trabalho remoto”. O cargo, nascido no contexto da pandemia, ganhou evidência com a divulgação de uma vaga pelo Facebook e por outras start-ups de tecnologia, todas elas apostando na permanência das jornadas híbrida e remota em longo prazo. Mas, afinal, o que este profissional faz exatamente e quais suas habilidades? 

De acordo com a descrição da contratante, esse profissional seria “um pensador estratégico que entende de times virtuais e distribuídos; um excepcional formador de relacionamentos e um agente de mudanças”. Na prática, isso significa atender as novas demandas surgidas de uma cultura digital e remota, cuidando para que, mesmo à distância, os colaboradores sintam-se engajados com os objetivos da empresa. 

Quando o home office foi implantado em larga escala em razão da pandemia, ficou claro que o modelo teria diversos benefícios, mas, também, inúmeros desafios. Assim, são funções do chefe de trabalho remoto: 

. Repensar a cultura e o engajamento dos colaboradores, sobretudo dos recém-contratados; 

. Reformular espaços físicos para uso misto e prover infraestrutura (adequação de espaço, redes, softwares, mobiliário etc) para quem está em home office;  

. Avaliar cidades e regiões com melhor estrutura para trabalho remoto; 

. Desenvolver políticas de benefícios a partir das variadas necessidades e rotinas; 

. Conhecer as regras trabalhistas e cuidar dos contratos de trabalho; 

. Avaliar e escolher as ferramentas digitais mais apropriadas para as interações corporativas, com atenção para a segurança e privacidade dos dados.  

. Gerenciar o bem-estar, o controle da jornada e a experiência dos colaboradores híbridos ou remotos, cuidando para que se sintam integrados e parte da empresa; 

Diante destas atribuições, o novo cargo exige uma atuação polivalente, além de trabalho em equipe com o RH, Jurídico e TI. Outra habilidade desse profissional, sem dúvida, é estar ligado em tecnologia. Cada vez mais, o trabalho demandará ferramentas digitais que facilitem a comunicação e a colaboração. Softwares em cloud computing e sistemas de ponto online ou via smartphone, por exemplo, são grandes aliados da gestão à distância, seja ela feita pelos líderes das equipes ou por um funcionário específico.  

A sua empresa tem alguém dedicado para cuidar das demandas surgidas em razão do home office? Em sua opinião, o próprio RH pode assumir essas atribuições?  

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