6 lições da Fórmula 1 para aplicar no seu negócio

Rivalidade à flor da pele, mas também trabalho em equipe e resiliência para lidar com a pressão estão em “Drive to Survive”, série da Netflix sobre os bastidores da Fórmula 1. Conheça 6 lições das pistas de corrida para aplicar no seu negócio. 

  1. Superação

Com apenas 20 posições no grid, a Fórmula 1 é um esporte para poucos e bons. Manter-se no nível mais alto do automobilismo mundial exige dos pilotos preparo e superação. Mesmo veteranos com título na bagagem precisam desafiar o cronômetro e gerar resultados, sob o risco de perder espaço para um jovem novato. A idade média dos pilotos, cada vez mais baixa, sugere que experiência sem desempenho não garante lugar no circuito mundial.  

  1. Resiliência

Além de técnica para levar o carro ao limite, os pilotos que alcançam os lugares mais altos do pódio apresentam soft skills bem desenvolvidas. Liderança, concentração, inteligência emocional, motivação e capacidade de tomar decisões rapidamente são habilidades decisivas para competir em tão alto nível. Resiliência também é fundamental para suportar a pressão – do chefe de equipe, dos fãs, da imprensa e patrocinadores – e as puxadas de tapete, que também existem e podem vir até do companheiro de escuderia. 

  1. Comunicação e espírito de equipe

Ainda que Hamilton, Verstappen ou Vettel sejam o foco dos holofotes, por trás de cada piloto há centenas e até milhares de profissionais trabalhando duro nos bastidores para colocar nas pistas o carro mais rápido e confiável já visto. Nas fábricas e nas corridas, o espírito de equipe cultivado entre essa turma de engenheiros, mecânicos e pilotos é essencial, com alinhamentos e feedbacks constantes. Comunicação é outro ponto forte, pois só com troca de informação dinâmica e análise de dados em tempo real traçam-se estratégias, coordenam-se os esforços ou se fazem pit-stops em meros dois segundos.

  1. Planejamento e agilidade

Um carro de Fórmula 1 é feito de milhares de componentes, ou seja, muitas coisas podem dar errado num treino, numa disputa classificatória ou durante a corrida. Para minimizar o risco de eventuais problemas, acidentes e prejuízos, é determinante contar com um planejamento rigoroso e uma gestão perfeita de todos os processos. Como nas empresas, erros podem acontecer. E quando acontecem, a ordem é atuar de maneira ágil e pragmática, colocando o foco no problema e em busca de soluções. 

  1. Inovação

Em um esporte competitivo como a Fórmula 1, quem não investir em tecnologia e inovação fica literalmente para trás. Para evoluir nas pistas, é preciso também disputar a acirrada corrida tecnológica. Na história da competição não faltam exemplos como o da Mercedes, que encontrou uma brecha no regulamento e surpreendeu os adversários com um sistema que alterava a geometria da suspensão através do volante, garantindo mais estabilidade nas curvas. Essa inovação, apesar de polêmica, ajudou a escuderia a otimizar sua performance e alcançar o heptacampeonato de construtores em 2020.   

  1. Conexão com o público

Em todo o mundo, a Fórmula 1 vinha perdendo audiência, já que as gerações ultraconectadas à internet trocaram as corridas na TV aos domingos pelo streaming e redes sociais. Com o objetivo de alcançar um novo público e reconquistar antigos fãs, a produção da série “Drive to Survive” pela Netflix se mostrou uma jogada certeira, com uma narrativa repleta de rivalidade, adrenalina, glamour e personagens polêmicos. A iniciativa, somada ao reposicionamento digital, contribuiu para revitalizar a marca F1 e aumentar a base de fãs em diversos países, em uma lição de como ser atrativo e gerar conexão com as pessoas. 

A sua empresa está conectada com o público? É resiliente, inovadora, competitiva e data-driven como uma escuderia de Fórmula 1?    

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Maternidade e trabalho: boas práticas de inclusão

O dia a dia das mulheres costuma ser bastante corrido, repleto de tarefas. Conciliar trabalho, casa e família pode ser exaustivo sem uma rede de apoio. E o desafio é ainda maior quando se tem filhos. Sobrecarga mental, autocobrança e falta de apoio provocam consequências que vão desde burnout até a evasão de talentos. Metade das profissionais deixam o emprego, de forma voluntária ou não, após um ano e meio da volta da licença maternidade, segundo pesquisa da FGV. Ainda que equidade de gênero seja um tema cada vez mais discutido na sociedade e no mercado de trabalho, ainda há muito por fazer. Confira boas práticas para aprimorar a inclusão da maternidade na sua empresa. 

Acolhimento

A necessidade de mostrar que dá conta de tudo não somente é cansativa, mas gera frustração, sensação de impotência e, consequentemente, fracasso. Para promover o equilíbrio entre carreira e vida pessoal das colaboradoras que são mães, é essencial ter o bem-estar como valor corporativo para todos. Vale lembrar que os desafios, às vezes, começam no anúncio da gestação. Insegurança e medo da reação dos gestores são comuns quando não há na empresa uma cultura empática à maternidade. Além de dispor de programas de inclusão que levam em conta as demandas das profissionais em toda a jornada, vale preparar lideranças empáticas. Outra boa prática é a criação de grupos de afinidade, onde a troca de experiências ajuda mulheres multitarefas a gerenciarem a autocobrança excessiva. 

Política de benefícios

Benefícios adequados podem fazer toda a diferença na retenção das colaboradoras que são mães. Além da licença maternidade, a creche na empresa ou o auxílio-creche/babá garantem que as crianças fiquem seguras e bem cuidadas enquanto as mães trabalham. Também são valorizados: plano de saúde para os dependentes e espaço de coleta e armazenamento de leite materno.

Desenvolvimento de talentos 

O número de mulheres em cargos de liderança pode ser ampliado com programas de desenvolvimento de talentos que considerem as novas necessidades e disponibilidades das profissionais que são mães. Se a colaboradora não está disponível para viagens por estar amamentando, é possível destacá-la para outras atividades desafiadoras, mostrando que a empresa conta com o talento dela e que oferece oportunidades de crescimento para todos.

Participação masculina

Que tal aumentar a conscientização masculina sobre a parentalidade? Às empresas, cabe incluir os homens no debate, ajudando-os a desconstruir estereótipos e estimulando a corresponsabilidade no cuidado da casa e dos filhos, melhorando a distribuição de tarefas domésticas. A licença paternidade estendida é um benefício que contribui para a participação masculina no processo.  

Flexibilidade

Jornadas flexíveis, que permitem executar o trabalho remotamente e em horários adequados à rotina, são muito bem-vindas para as profissionais, sobretudo no retorno após o fim da licença maternidade. O home office e a jornada híbrida proporcionam essa flexibilidade, garantindo produtividade no cumprimento de demandas profissionais e, ao mesmo tempo, disponibilidade para tratar questões pessoais. 

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OKR: conheça a metodologia nascida no Vale do Silício que avalia o que importa

No mundo dos negócios, a velocidade das mudanças vem colocando em xeque os modelos de gestão tradicionais. Para crescer e ser competitivo, é crucial ser ágil e, sobretudo, focar naquilo que importa. As empresas mais inovadoras do mundo sabem disso e encontraram na OKR (Objectives and Key Results) uma metodologia para apoiar o crescimento. Criada por Andrew Grove, ex-CEO da Intel, a abordagem ganhou fama ao ser aplicada no Google por John Doerr, investidor e autor do livro “Avalie O Que Importa”. De lá para cá, fez escola em startups do Vale do Silício e ganhou espaço em empresas de todos os portes e segmentos. Entre os seus diferenciais estão a flexibilidade, a maneira como objetivos e metas são definidos, o encadeamento nos departamentos da empresa e os ciclos curtos para medição de resultados. Saiba como a metodologia funciona e quais os benefícios: 

Definição de objetivos

A primeira premissa da metodologia OKR é a definição dos objetivos estratégicos. De modo geral, o objetivo simboliza a direção, o que se almeja alcançar. Deve ser simples, ambicioso e, sobretudo, inspirador, ou seja, descrever um propósito capaz de motivar todos os colaboradores. São exemplos: “oferecer a melhor experiência para o cliente”, ou “ser a melhor empresa para trabalhar”, ou ainda “criar o software de gestão de pessoas mais eficiente do mercado”. Seja para a empresa ou para um departamento, um objetivo bem definido mantém os colaboradores focados e engajados naquilo que realmente importa.

Acompanhamento dos resultados-chave

O segundo componente da abordagem é a definição de key results, os resultados-chave. Para cada objetivo se estabelecem de 3 a 5 resultados-chave relevantes, que são quantitativos, têm um prazo de execução definido e visam acompanhar o progresso. No RH, por exemplo, se o objetivo é “reter talentos estratégicos para a empresa”, podem ser resultados-chave: (KR1) “aplicar pesquisas para verificar a satisfação dos colaboradores no próximo mês”, (KR2) “definir a política de home office até julho”; (KR3) “reduzir o turnover em 20% no trimestre”. Com desdobramentos desse tipo, as atividades se mantêm alinhadas aos objetivos estratégicos.

Ciclos de curto prazo

Um diferencial da metodologia são os ciclos de curto prazo. De modo geral, os OKRs são revisados trimestralmente, mas os resultados-chave costumam ser  reportados semanalmente, o que garante engajamento das equipes no cumprimento dos desafios. O prazo curto e o acompanhamento constante dos indicadores de desempenho ajudam a antecipar problemas e corrigir rotas rapidamente, favorecendo a cultura de aprendizagem.  

Transparência 

Diferentemente de metodologias em que as metas são impostas de cima para baixo, os OKRs são priorizados e definidos pelas equipes envolvidas, aumentando a participação e o comprometimento de cada um. Além disso,  transparência é ponto chave: todos sabem exatamente quais são as metas da área, quais passos são necessários para a execução e em que ponto se encontram os processos. Tudo deve ser comunicado com eficiência e clareza.  

Promoção da cultura de dados

Ao invés de avaliar esforço, os OKRs mensuram resultados. Isso é possível graças ao monitoramento permanente de métricas relevantes para o negócio. Dados são usados para acompanhar a progressão das ações e apoiar a tomada de decisões, fortalecendo a cultura data-driven. No RH digital, isso é fácil. Sistemas de gestão de jornada como o NewPonto Cloud, por exemplo, fornecem uma série de dados e relatórios sobre a frequência dos colaboradores, apoiando a mensuração de resultados-chave. 

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A gestão do banco de horas da sua Empresa está consumindo todas as horas do time de RH?

Que tal conhecer o NewPonto Cloud, a solução definitiva para gestão de frequência da sua empresa?

Com ele você poderá contar com recursos que somente uma solução com 33 anos de existência atendendo as principais empresas do país pode oferecer.

NewPonto Cloud além de permitir a descentralização da gestão do banco de horas em nível de gestor e colaborador, possui um dashboard completo com acesso rápido e fácil com informações macro de saldo do banco de horas, horas extras, ocorrências, absenteísmo e solicitações de horas extras.

O sistema conta ainda com múltiplos banco de horas, dentro da mesma empresa. Um colaborador pode ter mais de uma regra de banco de horas, sendo isoladas as horas realizadas nos respectivos bancos.

Com a nossa função de Alerta é possível notificar via e-mail os gestores e o RH sobre eventos referentes às ocorrências do sistema de ponto eletrônico, inclusive ocorrências relativas ao banco de horas e saldos a vencer. Assim você não corre o risco de perder os prazos de compensação ocasionando em pagamento de horas extras.

Na vasta biblioteca de relatórios do NewPonto Cloud você encontra diversos relatórios que irão levar a gestão a um outro nível. Olha só alguns exemplos:

– Conta Corrente Banco de Horas
– Conta Corrente de Banco de Horas Resumo
– Compensação Banco de Horas

Por ser uma plataforma em nuvem tudo isso está acessível na palma da sua mão de qualquer dispositivo com um navegador de internet e as principais funcionalidades podem ser encontradas também em nosso aplicativo para dispositivos móveis.

Agende uma demonstração agora mesmo. Tenho certeza que você irá se surpreender com todos os processos que podemos melhoras na gestão de frequência da sua empresa.

 

Texto: Rodrigo Galico – Executivo de Vendas Norber

Os impactos da tecnologia 5G no mercado de trabalho

Com previsão de chegar às capitais brasileiras em julho deste ano, o 5G já está movimentando o mercado de trabalho. Saiba quais são as carreiras mais promissoras e como preparar a força de trabalho da sua empresa para as oportunidades que a quinta geração de internet móvel promete proporcionar. 

Oportunidades em tecnologia

A área de tecnologia é considerada a mais quente quando o assunto é 5G. Com potencial para impactar diversos ramos de negócios, a nova tecnologia pode impulsionar carreiras e demandar profissões que ainda nem existem. E a movimentação já começou: empresas de telecomunicações vencedoras do leilão do 5G estão buscando ativamente engenheiros, técnicos e profissionais de TI para a implementação da infraestrutura necessária e ampliação de redes dentro dos prazos estabelecidos. Estima-se que 50 mil empregos formais sejam criados neste ano. Até 2025, considerando as múltiplas aplicações que a novidade vai proporcionar, o número pode superar 670 mil vagas.

Além de técnicos e desenvolvedores, deve crescer a demanda por especialistas em dados, inteligência artificial, cloud computing, mobile, segurança da informação, internet das coisas (IoT), machine learning e UX design. Em razão do deficit de mão de obra especializada, a disputa por profissionais qualificados é alta, assim como as remunerações, atrativas sobretudo para cargos que exigem mais experiência.

O papel do RH e das lideranças

Mais rápida e com menor latência que a rede atual, a tecnologia 5G promete interconectar múltiplos dispositivos, tornar as cidades inteligentes e as indústrias, muito mais eficientes. Da telemedicina ao agronegócio, do marketing ao setor financeiro, há um leque de oportunidades a serem exploradas, incluindo novos modelos de negócios e estilos de gestão. 

Robotização, automação em escala e conectividade de objetos inteligentes proporcionados pelo 5G exigirão novas habilidades profissionais nas mais distintas carreiras – e não só nas relacionadas à área de tecnologia. Por isso, além de atrair e selecionar talentos no mercado, é papel do RH apoiar as lideranças nas estratégias em longo prazo. As organizações devem ampliar investimentos em transformação digital, sem esquecer a requalificação da mão de obra. Upskilling, reskilling, compartilhamento de conhecimentos por meio de multiplicadores internos e parcerias com institutos de pesquisa e universidades são temas essenciais nas empresas que desejam inovar e continuar relevantes no futuro.  

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Como delegar tarefas e alavancar a produtividade da equipe

Delegar tarefas significa atribuir responsabilidades aos membros de uma equipe. Embora delegar seja papel de líderes e gestores, alguns não o fazem e acabam sobrecarregados, prejudicando o próprio desempenho e o do time como um todo. As razões são diversas: perfil centralizador, falta de confiança nos colaboradores, medo de escolher a pessoa errada ou de perder controle, autoridade e poder. Se esse é seu caso, saiba por que você deve começar a delegar tarefas e acompanhe nossas dicas de como fazê-lo com excelência. 

A importância de delegar tarefas

Delegar tarefas é uma das muitas atribuições de um líder. Quando, porém, você centraliza tudo em si, deixando de repassar atividades para que outros executem, são imensas as chances de desperdiçar tempo com coisas menores e  comprometer atividades importantes, como o planejamento dos projetos, a definição de caminhos a serem tomados para o alcance dos objetivos ou a gestão dos recursos técnicos, financeiros e humanos. Esse comportamento centralizador gera consequências: provoca atrasos, desmotiva os colaboradores, engessa processos e equipes.  

Ao contrário, quando você delega tarefas de maneira eficiente, todos ganham. Primeiramente a empresa, que tem o andamento dos projetos e a produtividade alavancados; depois os colaboradores, que passam a trabalhar em equipe, de forma colaborativa, e têm a chance de desenvolver novas habilidades; e você mesmo, que ganha tempo para se dedicar a tarefas estratégicas, como planejamento, gestão e coordenação.

Como delegar tarefas na prática

Delegar tarefas pode ser difícil, mas não impossível. O primeiro passo para fazer isso com maestria é listar as atividades que podem ser delegadas e identificar, dentro do seu time, quem é o profissional mais habilitado para a execução da tarefa. Se não houver ninguém, treine, ensine e acompanhe. 

Como líder, é sua atribuição delegar, assim como coordenar e monitorar a execução das tarefas. Dê autonomia aos colaboradores para que as atividades sejam realizadas de jeitos que podem diferir do seu, abrindo espaço para a criatividade e inovação. Por último, mas não menos importante: confie. A confiança é a base das relações e do desenvolvimento de equipes de alta performance. 

Outra dica para ganhar tempo e aumentar a produtividade é adotar tecnologias que automatizam processos operacionais. Na prática, o uso de softwares de gestão proporciona mais agilidade e eficiência às operações de rotina, deixando você e sua equipe livres para a realização de atividades mais complexas e estratégicas.  

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A importância da comunicação assíncrona no trabalho remoto

A comunicação é um dos principais desafios da jornada remota. Na medida em que os profissionais trabalham de locais diferentes e muitas vezes a partir de fusos horários distintos, aumenta a necessidade de se estabelecer uma comunicação livre de ruídos e menos dependente da interação em tempo real. Saiba o que é a comunicação assíncrona e como ela pode potencializar o trabalho da sua equipe em jornada híbrida ou remota.

Comunicação síncrona x assíncrona

Como o nome sugere, a comunicação síncrona é aquela em que o contato está sincronizado, isto é, os interlocutores interagem em tempo real. São as ligações telefônicas, as videochamadas e as conversas presenciais, que requerem as presenças do emissor e do receptor da mensagem no momento da comunicação. Quando estamos em home office, as acionamos quando precisamos de uma resposta imediata, isto é, para assuntos mais críticos ou urgentes.

A comunicação assíncrona, por sua vez, dispensa a interação em tempo real – e portanto, é muito útil para equipes em jornada remota. São os contatos por e-mail, nos quais o tempo para a resposta costuma ser mais longo. Aplicativos como Whatsapp e chats de mensagens também podem ser enquadrados nessa categoria. Afinal, ainda que esses canais possibilitem a interação rápida, é importante lembrar que estar online não é o mesmo que estar disponível para responder de imediato. 

Boas práticas em comunicação

No ambiente corporativo, as comunicações síncrona e assíncrona devem ser usadas de forma complementar. Para isso, é fundamental que as equipes estejam alinhadas quanto às especificidades de cada canal, assim como os horários e meios em que respostas rápidas ou imediatas são esperadas. 

Sobretudo em home office, vale privilegiar a comunicação assíncrona. Além de  facilitar o contato com profissionais em fusos horários diferentes, esse tipo de comunicação não gera interrupções a todo instante. Na prática, isto se traduz em foco nas tarefas prioritárias e, consequentemente, aumento da produtividade.   

Clareza na escrita, objetividade e padronização de processos também são essenciais, pois evitam mal-entendidos e atrasos nas entregas. Outra dica para aprimorar a comunicação é investir em ferramentas e soluções em nuvem. Por meio delas, cada profissional pode fazer modificações e ajustes em seu próprio tempo, mas de maneira colaborativa, centralizada e sem risco de perder informações relevantes. 

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Treinamento e Desenvolvimento: tendências para 2022

O mundo de transformações aceleradas tem exigido das empresas um olhar atento para a requalificação da força de trabalho. Termos como lifelong learning, upskilling e reskilling são palavras de ordem nas companhias que desejam estar preparadas para os desafios atuais e futuros, como a irreversível transformação digital. Não por acaso, a área de Treinamento e Desenvolvimento, com seus variados programas de educação corporativa, tem se reinventado. Conheça tendências voltadas ao fortalecimento do potencial humano nas organizações. 

Personalização da aprendizagem

Manter os participantes de um programa de educação corporativa engajados pode não ser tarefa fácil. Por esse motivo, os programas de desenvolvimento de talentos incluem cada vez mais o colaborador como protagonista do processo de aprendizagem. Ao invés da exposição linear de um conteúdo rígido e único, as plataformas hoje contam com cursos e aulas que podem ser acessados de acordo com o interesse, o momento e o repertório de cada colaborador ou grupo de colaboradores. Também entram em cena conceitos como microlearning, gamificação, além de recursos audiovisuais e interativos. A ideia por trás da personalização de conteúdos e metodologias é permitir que o profissional identifique o que é prioritário para o seu próprio desenvolvimento, dando-lhe autonomia para escolher como e o que aprender para contribuir com a instituição e, consequentemente, evoluir na carreira. 

Aplicação de tecnologias

Os últimos dois anos colocaram o Ensino à Distância (EAD) em um novo patamar. Sobretudo no universo corporativo, com os colaboradores em home office ou em jornada híbrida, é impensável dar passos para trás e voltar ao modelo antigo de workshops em salas de aula. A realidade, hoje, são os ecossistemas digitais de aprendizagem, com destaque para o mobile. Essas plataformas, afinal, não só atendem às expectativas dos nativos digitais como também proporcionam flexibilidade de local e horário. Outra tecnologia que ganha espaço nos treinamentos corporativos é a realidade virtual, simulando situações do cotidiano da empresa. Em um futuro não muito distante, a aposta é no metaverso, que pode gerar soluções interessantes em educação corporativa.

Combinação de vivências

Embora o digital seja uma realidade, a interação entre as pessoas e as dinâmicas em grupo não deixaram de ser eficientes para a troca de experiências e assimilação de conhecimentos. Além disso, em razão do distanciamento social decorrente da pandemia, muitos profissionais estão sentindo falta de espaços para cocriação e compartilhamento de ideias. Seja presencial ou remoto, o contato com o outro, que tem bagagem e vivência distintas, tende a elevar a experiência de aprendizagem e estimular a inovação, a criatividade e a colaboração. 

Foco nas soft skills

Além de competências técnicas para lidar com um novo software ou algo do tipo, é impossível deixar de falar de desenvolvimento de habilidades comportamentais, as soft ou power skills, quando se trata de educação corporativa. A pandemia colocou em xeque a saúde mental dos profissionais em home office, evidenciando a importância de ajudar o colaborador a desenvolver inteligência emocional, resiliência, liderança e comunicação assertiva. 

Ainda que a adoção de soluções tecnológicas tenha se tornado indispensável para acompanhar a evolução do mercado, está claro que as pessoas são o patrimônio mais valioso das empresas. Por isso, investir em desenvolvimento de talentos e qualidade de vida no trabalho é a chave para prosperar, ser mais produtivo e garantir melhores resultados em longo prazo.  

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5 dicas para liderar equipes no modelo híbrido

Combinar o trabalho remoto com alguns dias no escritório parece ser o melhor dos mundos, certo? De um lado, temos os ganhos de produtividade e qualidade de vida que o home office proporciona; de outro, um maior nível de interação e socialização no contato dos profissionais no ambiente físico. A implementação e a rotina do modelo híbrido, contudo, podem não ser tão simples. Confira nossas dicas para superar desafios e liderar equipes com sucesso na modalidade que mescla trabalho presencial e remoto. 

  1. Escute sua equipe

Antes de bater o martelo sobre como o modelo híbrido vai funcionar, é fundamental entender a percepção da sua equipe. Enquanto algumas companhias estabelecem como regra 70% remoto e 30% presencial, outras permitem que o funcionário faça essa escolha livremente. Escute as expectativas dos colaboradores e avalie as particularidades de cada cargo. De maneira geral, a ideia é dar prioridade ao trabalho remoto em todas as funções que possibilitem isso. 

  1. Promova uma mudança cultural

Alguns gestores ainda preferem ter seus funcionários ao seu lado por acreditarem que, à distância, eles não trabalham. Por isso, o sucesso do modelo híbrido passa necessariamente por uma mudança de mentalidade. Para acabar com qualquer estigma que possa existir em relação ao home office, é preciso que as lideranças estabeleçam relações de confiança com os membros de suas equipes e passem a avaliar o desempenho pelas entregas. Também vale fazer alinhamentos periódicos, estipular prazos e metas e, ainda, incentivar entre os profissionais a autogestão, a autonomia e a colaboração. 

  1. Estabeleça regras claras 

Para evitar que quem está em home office se sinta em desvantagem, é importante definir junto à equipe as regras de quando e por que é necessário ir ao escritório. Em relação às reuniões, dê preferência às virtuais, garantindo que quem está trabalhando remotamente não seja excluído das decisões. Outro ponto de atenção é a definição de horários e de métricas de produtividade. Para que os que estão em home office não se sintam pressionados e, consequentemente, sobrecarregados, conte com um sistema de controle de ponto que permita a marcação online dos horários de início e fim da jornada. 

  1. Aprimore a comunicação

Um dos desafios dos modelos híbrido e remoto é, sem dúvida, a comunicação. Para garantir que todos os integrantes da sua equipe estejam alinhados aos objetivos da empresa, centralize as informações em um mesmo canal de comunicação. Priorize a comunicação assíncrona, que não exige a presença simultânea de todos. Documente as informações relevantes, forneça orientações por escrito e garanta acesso remoto a todos os envolvidos. Outra dica é promover momentos de descompressão. O happy hour, seja ele virtual ou presencial, permite que as pessoas se conheçam melhor, melhorando a confiança e a comunicação.  

  1. Invista em soluções adequadas

A satisfação e o engajamento do colaborador em home office estão diretamente ligados à sua integração à empresa e ao uso de ferramentas que lhe permitam desempenhar em alto nível o seu trabalho. A adoção de tecnologias online e em nuvem, portanto, são determinantes para agilizar processos, aumentar a eficiência e melhorar resultados.  

Softwares de gestão baseados na nuvem são grandes aliados do trabalho remoto e híbrido. Por meio de um sistema de ponto online e em nuvem é possível gerir a jornada de trabalho dos colaboradores em tempo real e de maneira colaborativa, estejam os líderes em home office ou na sede da empresa.   

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Semana do consumidor: ações para atrair e fidelizar clientes

Datas especiais do varejo, como é o caso da Semana do Consumidor e da Black Friday, são uma excelente oportunidade para alavancar vendas e estreitar o relacionamento com o público. Confira nossas dicas para atrair e aprimorar a experiência do cliente junto à sua marca. 

Valorize o seu cliente

Empresas que colocam o cliente no centro da estratégia se preocupam não só em suprir expectativas, mas superá-las e até mesmo antecipar demandas futuras. Use inteligência de dados para conhecer o cliente profundamente e, assim, fornecer produtos e serviços de alto valor agregado. Outra maneira de mostrar que você respeita e valoriza o seu cliente é garantir que o Código de Defesa do Consumidor seja seguido em todos os pontos, da exposição na vitrine à eventual devolução da mercadoria. 

Invista em marketing de relacionamento

O marketing de relacionamento é a estratégia ideal para construir vínculos duradouros e significativos com os clientes. Use as redes sociais para interagir com as pessoas, demonstrar autoridade e transformar seguidores em clientes fiéis. Compartilhe conteúdos relevantes, comunique ofertas, promova seus produtos de forma personalizada. Em datas especiais, vale planejar ações diferenciadas. Frete grátis, cupons de desconto e promoções exclusivas atraem a atenção e geram motivação para a compra. 

Facilite a jornada de compra

Sobretudo nas plataformas online, é essencial guiar o cliente no seu processo de compra. Isso se traduz em um site responsivo, com informações claras, suporte adequado e diferentes opções de frete e pagamento. Praticidade, segurança e rapidez na jornada digital são requisitos para combater o abandono do carrinho e conquistar os clientes mais exigentes.  

Aposte no omnichannel

Que tal dar ao cliente a opção de comprar online e retirar na loja? Ou comprar presencialmente e receber em casa? A combinação das experiências física e digital está em alta e, sem dúvida, é uma tendência que veio para ficar. Integre os múltiplos canais de atendimento para garantir uma estratégia diferenciada, que atenda aos desejos do consumidor.

Aprimore a qualidade do atendimento

Quando falamos em experiência positiva, a qualidade do atendimento é fundamental. Treine operadores, aprimore o SAC, invista em chatbots. Independentemente do meio de atendimento, o contato deve ser sempre respeitoso e humanizado. A ideia é aumentar a satisfação do cliente e fazer com que ele, espontaneamente, recomende sua marca.   

Para a Norber, priorizar o cliente significa entender profundamente os processos do RH e entregar soluções customizadas que atendam às necessidades de cada empresa. As soluções de ponto online e de ponto via smartphone foram desenvolvidas para proporcionar eficiência na gestão da jornada de trabalho. 

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