4 técnicas motivacionais para levantar o astral e manter os colaboradores motivados

A pandemia do coronavírus já dura mais tempo do que se imaginava. Nas cidades onde a quarentena se estende, a insegurança e a sensação de isolamento se refletem no humor individual e coletivo, podendo impactar negativamente o desempenho das empresas. Veja 4 técnicas motivacionais para virar o jogo, recuperar a motivação profissional e melhorar a produtividade da sua equipe remota.  

  1. Adote técnicas de gamificação

Que tal tornar a rotina de trabalho mais leve e descontraída? Cada vez mais presente nas organizações, a gamificação é uma técnica inspirada nos games que basicamente consiste em recompensar os profissionais a cada desafio superado. Pode ser aplicada em treinamentos, processos de vendas ou para alcance de metas, com premiações que vão desde folgas até benefícios financeiros. Com espírito de competição, é um estímulo que pode dar uma boa levantada no clima! 

  1. Coloque a tecnologia no dia a dia

Além de alavanca para a produtividade, a tecnologia também tem sido apontada como um importante fator de satisfação no trabalho. Diversas pesquisas mostram que o engajamento dos funcionários é mais alto nas empresas onde ferramentas tecnológicas são usadas em maior escala. O entusiasmo é explicável: quem não gosta de internet estável, sistemas confiáveis ou soluções que garantam acessibilidade e mobilidade? Sobretudo para equipes em home office, vale proporcionar acesso remoto a informações via softwares em nuvem e investir em soluções como o NewMobile, que possibilita a marcação do ponto por meio do smartphone, com rapidez e muita comodidade. 

  1. Valorize a criatividade

Embora projetos possam ter sido congelados em decorrência da crise, é fundamental estimular a criatividade e a inovação. As pessoas são movidas a desafios e não há nada mais frustrante que sentir-se estagnado na empresa e profissão. Estabeleça metas específicas e atingíveis, valorize ideias novas e incentive seu time a pensar fora da caixa. Produtos e serviços inovadores, que vão de encontro à necessidade dos clientes, podem surgir de um insight trazido por você ou sua equipe.

  1. Cultive o otimismo

Há dias mais difíceis que outros – e é fato que precisamos respeitar momentos de introspecção dos nossos amigos, ajudando-os sempre que possível. No entanto, tome cuidado para que o desânimo de um indivíduo não afete todo o grupo. Para isso, acompanhe os humores, ofereça apoio e, sobretudo, promova um clima positivo no trabalho. Líderes confiantes são capazes de inspirar pelo exemplo e estimular que cada um faça mais e melhor. Seja amigável, respeitoso e otimista! Hoje já se fala que a vacina sairá em tempo recorde, então que tal alimentar a esperança e acreditar que sairemos mais preparados e fortalecidos? 

A Norber desenvolve softwares que facilitam o controle de frequência dos colaboradores, incluindo dos que trabalham em home office. O NewPonto Cloud armazena dados na nuvem, possibilitando o gerenciamento online da jornada. Já o NewMobile permite a marcação de ponto via smartphone, de qualquer lugar e em tempo real. Para conhecer as funcionalidades destas soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Copo meio cheio ou vazio: ganhos e perdas da pandemia

Desde que o coronavírus se alastrou mundo afora, todos tivemos que adaptar as rotinas. O #fiqueemcasa virou norma, adotamos novos cuidados, passamos a conviver com incertezas e a repensar valores pessoais e profissionais. No trabalho, nos adaptamos à jornada remota e hoje fazemos reuniões (e happy hours) virtuais. As mudanças foram muitas e, embora haja mais dúvidas que certezas, já é possível apontar ganhos e perdas da pandemia.

A parte cheia do copo

Se podemos ver aspectos positivos de tudo isso, um deles é o desenvolvimento de um olhar de cuidado para com o próximo. Ao escancarar abismos sociais, a pandemia estimulou a cultura de solidariedade e de doação entre as pessoas e colocou à prova o papel social das empresas. Além da preocupação imediata com o bem-estar físico e emocional dos colaboradores, houve um despertar das empresas para a responsabilidade social corporativa. Cada vez mais, serão cobrados das organizações compromissos verdadeiros com ações inclusivas, governança e práticas de sustentabilidade socioambiental.

Em relação ao modelo de trabalho, ganhamos flexibilidade e autonomia com a implantação do home office em larga escala. Trabalhando de casa, ficamos livres dos longos deslocamentos e passamos a desfrutar mais tempo em família. Isso sem falar dos escritórios domésticos agora mais bem equipados. Para colocar os funcionários em trabalho remoto, as empresas investiram em tecnologia para fornecer soluções adequadas, desde equipamentos e rede para conexão com a Internet até sistemas de controle de frequência em nuvem para uma gestão eficiente e transparente da jornada.

E a parte vazia

Além de fazer um número assustador de vítimas, a pandemia do coronavírus esmagou a economia e impactou empresas financeiramente, algumas mais, outras menos. Colaboradores tiveram a jornada reduzida e outros foram desligados. Por causa da necessidade de isolamento social, perdemos também o convívio com amigos e colegas de trabalho.  

Nas empresas, o home office em larga escala e em tempo integral impõe desafios que podem colocar em risco a produtividade, a criatividade e o engajamento das equipes. Para combater eventuais efeitos colaterais de uma jornada remota mal planejada, é imprescindível que os gestores exerçam uma liderança aberta, colaborativa e afetiva. Neste sentido, comunicar metas com clareza é fundamental para manter a equipe unida e capaz de alcançar os resultados esperados. 

Outro fator a ser considerado é o eventual desequilíbrio entre vida profissional e pessoal. Colaboradores sem experiência com o trabalho remoto podem apresentar dificuldade em gerir o tempo, seja relaxando nas entregas ou excedendo a jornada. Para evitar a perda de produtividade associada a estes tipos de comportamento, vale promover treinamentos sobre gestão do tempo e implantar sistemas de controle de ponto online que limitam o acúmulo de horas extras.   

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4 tendências em tecnologia para as empresas no pós-pandemia

A tecnologia está desempenhando um papel fundamental durante a pandemia do coronavírus. Com o auxílio de ferramentas digitais, pessoas e empresas encontraram meios remotos para se relacionar, trabalhar e fazer negócios. Há transformações radicais em curso e embora o novo normal seja repleto de variáveis, uma coisa é certa: acelerar a transformação digital é chave para atuar com sucesso em um futuro cada vez mais digital e conectado. Confira 4 tendências que estão no radar dos departamentos de TI das empresas que desejam ser competitivas no pós-pandemia.

  1. Digitalização das operações e da gestão

Empresas que já contavam com processos digitalizados ou que souberam adaptar suas operações em tempo recorde foram menos impactadas neste período em que consumidores e força de trabalho isolaram-se em casa. Além de e-commerce, delivery e meios de pagamento digitais, também foram decisivos os sistemas internos de gestão para controle remoto da jornada. Com o home office sendo encarado como modelo que se perpetuará, a tendência é de aumento de investimentos em softwares de gestão de frequência adequados às rotinas flexíveis.  

  1. Acessibilidade e escalabilidade do cloud computing

Os benefícios da tecnologia cloud computing ficaram evidentes e devem se acentuar no futuro. Afinal, o acesso fácil e confiável a dados e sistemas armazenados em servidores remotos está sendo determinante para alavancar a colaboração e a eficiência operacional dos funcionários em home office. Com o NewPonto Cloud os gestores conseguem administrar online e em tempo real a jornada dos colaboradores remotos, enquanto estes podem efetuar a marcação web, incluir justificativas ou consultar o saldo do banco de horas. Além de acesso facilitado, é uma tecnologia escalável, que pode ser ajustada de acordo com a necessidade da empresa.  

  1. Avanço do mobile e do touchless

O smartphone se consolidou como nosso principal meio de contato com o mundo. Hoje, por meio dele, fazemos quase tudo – inclusive marcação de ponto remoto. Uma solução como o NewMobile permite a marcação via smartphone, com a facilidade da geolocalização. Para não ficarem para trás, as empresas mais antenadas já colocaram o mobile na lista de prioridades e estão de olho em tendências que dispensam o toque, como reconhecimento facial, QR Code e automatizações de acesso, além de recursos avançados de inteligência artificial, robótica e internet das coisas. 

  1. Proteção de dados e cibersegurança

Com o uso acelerado de soluções digitais cresce também a necessidade de proteção. No mundo todo, cibersegurança é requisito para minimizar o risco de ataques, vazamentos e fraudes. O cuidado com a proteção dos dados pessoais – de clientes, parceiros e funcionários – é outra preocupação, uma vez que novas regras passam a orientar melhores práticas quanto ao uso e armazenamento de informações. A dica é investir em fornecedores reconhecidos e capazes de garantir soluções tecnológicas robustas. 

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RH e o “novo normal”: Atribuições no pós-pandemia

O RH assumiu um protagonismo determinante no enfrentamento da crise provocada pelo coronavírus. Desafiado a agir rapidamente e em várias frentes, o setor atuou com as lideranças e encabeçou mudanças organizacionais estratégicas durante a pandemia. Entenda como estas mudanças impactarão a gestão de pessoas e quais papéis os profissionais da área deverão desempenhar no “novo normal” que se anuncia.   

Apoiar a adaptação à nova realidade de trabalho 

No começo da pandemia, as empresas estruturaram planos de contingência para manter as atividades ininterruptas sem colocar em risco a segurança do colaborador. Em muitas delas, o RH foi o setor responsável por comunicar cuidados, promover o bem-estar e apoiar a maior de todas as mudanças: a implementação do home office em larga escala. Para isso, cuidou dos trâmites contratuais e orientou a transformação digital necessária viabilizando ferramentas de trabalho e preservando a produtividade remota. Se hoje diversas companhias consideram manter o home office na rotina corporativa, muito se deve a uma bem-sucedida gestão à distância que integrou RH, TI e outros setores estratégicos. Daqui em diante, espera-se do profissional de RH liderança para estreitar a interação entre as áreas e apoiar a adaptação ao modelo de trabalho remoto. 

Concentrar informações para a tomada de decisões

Para minimizar os impactos econômicos da crise, coube ao RH rever custos operacionais, reavaliar processos e adequar contratos às novas Medidas Provisórias anunciadas pelo governo, seja remanejando férias, realizando desligamentos ou reduzindo jornadas. Na hora de efetuar as adequações, saíram-se melhor as empresas que contavam com sistemas de ponto flexíveis e capazes de fornecer dados para uma tomada de decisão embasada. O NewPonto Cloud da Norber é um software de gestão de frequência que garantiu aos gestores acesso remoto às informações dos colaboradores e, sobretudo, possibilitou a rápida reparametrização das jornadas. Frente à clara importância da tecnologia, fica a lição: o investimento em softwares é o caminho para o futuro do RH, que será cada vez mais digital e baseado em analítica.

Engajar os profissionais e fortalecer a cultura da empresa 

O bem-estar físico e emocional do colaborador é um ponto de atenção na pandemia. Sobretudo em tempos de isolamento social, o RH tem como missões direcionar um olhar humanizado às relações de trabalho e promover o clima organizacional positivo. Mais do que nunca, transparência, empatia e companheirismo são características da mais alta relevância na cultura corporativa. Ao RH cabe ajudar os gestores na criação de um ambiente de trabalho inspirador, colaborativo e produtivo, onde prevaleçam a sensação de pertencimento, o acolhimento e o espírito de equipe. 

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Entrevista: Anderson Guimarães explica o controle da jornada remota em tempos de pandemia

A pandemia do novo coronavírus fez com que muitas empresas levassem seus quadros de funcionários para o home office. A migração e a adaptação ao ambiente remoto, contudo, foi diferente de companhia para companhia. “Saiu-se melhor quem já tinha uma cultura digital fortalecida”, avalia Anderson Guimarães, gerente comercial da Norber.  

Nesta entrevista ao blog, Anderson relata a sua experiência junto aos clientes neste momento crítico e analisa como os sistemas de ponto da Norber estão proporcionando eficiência ao controle da jornada remota, inclusive com adesão às Medidas Provisórias que flexibilizaram normas trabalhistas.  

Por causa da pandemia, muitas empresas tiveram de se adaptar rapidamente ao home office. Quais foram os principais desafios na adoção à jornada remota?

A primeira questão é o tipo de atividade da empresa. Houve um grupo que foi, de fato, atingido pela pandemia no seu negócio e sofreu um impacto econômico importante. O varejo sofreu bastante com o fechamento das lojas, e diversas atividades industriais foram suspensas porque a natureza daquele trabalho não era remota, não permitia o home office. 

Por outro lado, para empresas de tecnologia, call centers, escritórios, farmacêuticas e companhias cujos funcionários já atuavam em estações de trabalho, o caminho foi um pouco mais tranquilo. Entre as que não foram impactadas na operação, as que já vinham em um perfil de trabalho online fizeram a migração para o home office mais facilmente, foi virar uma chave interna e dizer para o funcionário: o que você fazia na sua mesa agora irá fazer na sua casa. 

Houve, claro, uma ou duas semanas iniciais críticas, de ajustes e reestruturações. Percebemos que houve um trabalho dentro da TI dos clientes, de criar redes VPNs para garantir ao funcionário acesso à internet da empresa mesmo de casa, e também de treinar os colaboradores para que aderissem a um caminho que não era o tradicional. Depois tudo foi se ajustando e, hoje, muitas empresas já avaliam manter parte de seus funcionários em home office.

Entre os clientes da Norber, quais têm sido as principais demandas relacionadas ao controle de ponto?

Na Norber, temos uma base de clientes que utiliza o sistema localmente, instalado nos servidores físicos das empresas, o NewPonto, e outra base que utiliza o NewPonto Cloud (SaaS), que é a nuvem. De início percebemos que, independentemente da base, os clientes que já usavam marcação mobile, para equipe externa ou marcação web através de notebooks ou desktops, ampliaram a utilização destes recursos. 

As demandas foram sobretudo de transferência da marcação web para todos os funcionários onde o uso não era liberado em larga escala, ou de ampliação das licenças mobile. 

Aconteceu tudo muito rápido, e saiu-se melhor quem já tinha experiência com marcação mobile e web do que quem só tinha relógio de ponto. O cliente de relógio de ponto, quando colocou todo mundo em home office, ficou sem ponto porque não conseguiu entender como aplicar a tecnologia tão rapidamente, devido a sua cultura mais conservadora. Este grupo levou mais tempo para se adaptar, pegou um grupo mais próximo ao RH para fazer teste com equipe remota. Há empresas que estão engatinhando na gestão à distância, enquanto outras se preocuparam apenas em disponibilizar ambiente para o funcionário trabalhar de casa. 

Da nossa parte, não sentimos necessidade de correr para desenvolver algo novo ou seguir outro caminho, o que mostra que estávamos muito bem preparados. Como empresa desenvolvedora, a Norber vem, há algum tempo, se preparando para fornecer aos clientes as soluções necessárias para uma administração da frequência remota. Além disso, houve um trabalho de enxergar parcerias com clientes que tinham limitações de contratação imediata. Para alguns, oferecemos gratuidade de três meses no aumento de pacotes mobile para que pudessem colocar o colaborador em trabalho remoto. 

Como os sistemas da Norber contribuem para uma gestão de jornada remota mais eficiente?  

Nosso sistema de ponto tem a facilidade de contar com acesso via browser, isto é, toda funcionalidade pode ser operada no navegador bastando um computador conectado à internet. Por meio do sistema, o gestor consegue administrar a jornada das equipes remotamente, de onde quer que esteja, e ainda limitar o que cada funcionário ou grupo de funcionários pode enxergar ou fazer dentro do sistema. 

Através da marcação mobile, é possível identificar de onde o funcionário está marcando o ponto, a partir do georeferenciamento dele, assim como restringir a área de marcação. Algumas empresas delimitam para a casa, outras a ampliam para o trabalho externo. 

Outro recurso que facilita a gestão são os alertas, que avisam os gestores de ocorrências a serem tratadas. Como o sistema fornece relatórios mostrando o que tem de ser cuidado do dia anterior, você evita o acúmulo de funções. No fim do mês, ninguém lembra mais se o funcionário chegou ou não atrasado, e acaba abonando. Estes abonos indevidos geram custos para as empresas, e muitas vezes ocorrem porque a gestão da frequência não foi feita nos momentos corretos. Principalmente no ramo de serviços, onde o impacto da mão de obra é maior, fazer uma gestão mais meticulosa pode reduzir consideravelmente os custos com hora extra indevida. 

Somado a isso, destaco a flexibilidade de parametrizar as operações de forma individual, dando ao gestor e ao funcionário recursos que podem ser utilizados de forma mais ou menos centralizada, de acordo com o que a cultura da empresa permite. 

O funcionário pode, por exemplo, consultar no sistema o seu saldo do banco de horas. Em um momento em que todos estão em home office, sem a chefia ao lado, essa facilidade garante transparência e dá ao usuário final mais segurança para controlar a compensação do banco, ver gráficos de quais horas foram aprovadas pelo gestor, o número de faltas não justificadas. 

É claro que essas funcionalidades vão ser usadas conforme a cultura da empresa. O sistema é o mesmo e ele opera de formas muito variadas justamente porque a cultura é que vai definir o maior ou menor uso dos recursos disponíveis.

Com as Medidas Provisórias 927 e 936, o governo flexibilizou algumas regras trabalhistas relacionadas a férias, banco de horas e redução da jornada. Como a Norber, com suas soluções e equipe, ajudou os clientes nas adequações?

Quando as MPs saíram tivemos uma demanda alta no nosso suporte. De fato, ajudamos muitos clientes a ajustarem os sistemas para, por exemplo, criar um banco de compensação de 18 meses, que a MP 927 permitiu, ou fazer antecipação de feriados. Enviamos orientações sobre como fazer os ajustes, explicamos, e houve casos de grandes clientes que nos contrataram para aplicá-los, porque o volume era grande.  

De forma geral, não era criar nada diferente, mas sim reparametrizar o sistema para garantir o resultado flexível que se esperava. Também ajudamos nos ajustes de alteração da jornada, que tem impacto na folha, e foi interessante verificar que o sistema apresentou as características necessárias para assimilar todas as mudanças de forma tranquila. Você faz um pequeno ajuste e ele já entende como deve seguir a partir daquela data. 

Por causa da garantia que nosso contrato de manutenção mensal oferece, e sobretudo em um período de alterações de processos e de legislação, o cliente tem conosco a segurança de contar com um conhecimento específico e de mercado.  

Como a Norber se organizou internamente para manter a prestação de serviços e o atendimento aos clientes na pandemia?

A equipe foi toda para home office, desde as áreas de desenvolvimento e suporte até comercial. Nosso tipo de trabalho permite porque todo mundo já trabalhava com notebooks ou desktops, então essa migração foi fácil. O comercial, claro, sofreu limitações em relação às visitas presenciais, e o contato inicial passou a ser feito por videochamada. 

Um dos pontos de preocupação era não perder a cultura e o engajamento diante do ambiente remoto e do distanciamento social. Para a área comercial e de projetos, institui-se que os coordenadores fizessem uma reunião de manhã e outra no fim da tarde para brincar, manter o elo, deixar rolar os assuntos que aconteciam nas salas. O bacana é que todo mundo acolheu bem, inclusive com câmera aberta.

Um relato interessante, e que é mais sensível ao cliente final, foi o testemunho do gerente de RH de um grande banco cliente que se surpreendeu ao saber que estávamos todos em home office. Ele abriu chamado e, ao ligar no número de sempre, teve sua ligação transferida para o celular do analista. O cliente final não percebeu mudanças no suporte e o testemunho voluntário dele nos deu a chancela de que estamos fazendo bem feito. 

Como o mundo empresarial deverá se comportar daqui para a frente? Prevê mudanças no pós-pandemia? 

Está bem claro que as empresas que estão tendo experiências positivas com a jornada remota e têm sistemas que, de fato, as auxiliam nesse controle estão mais tendenciosas a não terem o retorno total dos funcionários para suas estruturas físicas. 

Por outro lado, houve empresas que, diante da necessidade de mobilidade, se viram com sistemas pouco flexíveis e que não as atendiam adequadamente. 

Na Norber, que tem perfil de atendimento a médias e grandes empresas, sentimos um aquecimento na busca por essa flexibilização do controle de ponto. Desde o final de maio, passamos a ser procurados para novos projetos em um movimento de troca de sistema motivado pela insatisfação com a falta de recursos e funcionalidades do sistema existente. 

Felizmente, a nossa plataforma SaaS garante a mobilidade e flexibilidade que as empresas desejam e necessitam. Foram acertos lá atrás que nos deixaram mais preparados para atender os clientes, assim como os novos que estão chegando. 

O NewAcesso terá uma importância maior no retorno às estruturas físicas? 

Sim, porque nosso software permite fazer a gestão do fluxo de pessoas dentro da empresa. Com o controle de acesso dá para garantir a quantidade de pessoas numa sala, limitando a entrada a um determinado número. Além disso, há integrações do sistema com equipamentos como torneiras, muito usadas em frigoríficos, que só liberam a porta depois de acionada a área de higienização, por exemplo. Com um controle de acesso inteligente dá para criar diversas parametrizações e garantir a segurança de todos. 

Desde 2018, a Norber vem numa transformação de estrutura que nos preparou para absorver essa mudança tão radical e auxiliar os clientes da melhor forma. Temos uma linha de novos desenvolvimentos voltados a reconhecimento facial, marcação de ponto via coletores virtuais e vínculos com acesso que visam trazer mais informação e análises para dentro do sistema de ponto. É um caminho que tende a aumentar e está em sinergia com as mudanças que as empresas estão promovendo agora. 

 

5 soft skills fundamentais para garantir resultados na crise

A prática do home office alterou consideravelmente o dia a dia no trabalho. Em muitas empresas, os profissionais tiveram de se adaptar rapidamente à jornada remota, com os prós e contras que a modalidade impõe. Junto desta mudança na rotina somaram-se o distanciamento social, os cuidados redobrados com a saúde e uma série de outras apreensões. Neste cenário imposto pela pandemia do coronavírus, as características comportamentais são mais importantes do que nunca na medida em que refletem a capacidade do profissional lidar com desafios e garantir resultados positivos. Conheça as soft skills mais exigidas para atravessar o momento:  

  1. Adaptabilidade

O profissional adaptável enxerga nas mudanças não como um problema, mas uma oportunidade de aprendizado e crescimento. Na migração para o home office, certamente está se saindo melhor quem se adapta aos novos recursos disponíveis, como videoconferências e sistemas de gestão em nuvem, transformando as soluções tecnológicas em aliadas do desenvolvimento.

  1. Resiliência

Em momentos críticos, é fundamental manter as emoções sob controle. O profissional resiliente tem maturidade para saber que as dificuldades são momentâneas e consegue não se desesperar. Com resiliência e inteligência emocional, resiste às pressões, administra os problemas e consegue tomar decisões mais racionais, mesmo em cenários de grande instabilidade. 

  1. Empatia

Significa colocar-se no lugar do outro e compreender suas ideias, dificuldades e sentimentos. No mundo corporativo, a empatia está associada a uma gestão mais humanizada e acolhedora. Quem tem essa habilidade desenvolvida cria relações de confiança com a equipe, mesmo trabalhando à distância. No relacionamento com os clientes, é capaz de ter uma melhor percepção das reais demandas deles.

  1. Comunicação

Em geral, o profissional comunicativo é aquele que exerce a liderança, trabalha bem em equipe e é um negociador bem-sucedido. Quem consegue expressar ideias com clareza evita uma série de mal-entendidos e motiva as pessoas ao redor, impulsionando-as à ação. É uma competência que deve ser desenvolvida também na escrita, sobretudo em tempos de comunicação por e-mail e mensagens instantâneas. 

  1. Criatividade

Pensar fora da caixa significa usar o pensamento crítico para criar soluções alternativas e capazes de gerar resultados positivos. As empresas que valorizam a criatividade e a transformam em cultura corporativa conseguem gerar inovação e se destacam das demais, inclusive em momentos difíceis.     

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Como e por que fazer o controle de jornada dos colaboradores em home office

Na pandemia do coronavírus, o home office tornou-se o meio que as empresas encontraram para manter suas operações e preservar a saúde dos colaboradores. Mesmo praticado em larga escala, nem todos os empregadores sabem que é possível fazer o controle de ponto dos funcionários que trabalham de casa. Saiba o que diz a lei e entenda como o controle de jornada no home office pode beneficiar a produtividade do seu negócio. 

O que diz a legislação?

Desde a regulamentação do teletrabalho na Reforma Trabalhista de 2017, ficou estabelecido que este tipo de regime à distância, dada a sua natureza flexível, não segue as normas habituais de jornada de 8 horas diárias e que o contrato pode ser firmado por atividade, ficando dispensada a anotação de frequência. 

Recentemente, em razão da urgência de distanciamento social, foi permitida através da MP 927 a alteração do modelo presencial para o remoto, com aviso de 48 horas de antecedência e independentemente da existência de acordo prévio, mas nada mudou em relação ao controle de ponto.  

A importância do controle de jornada 

Mas, afinal, se o controle de ponto não é obrigatório no home office, por que devo me preocupar em fazê-lo? A primeira razão é a transparência na relação com o colaborador. Com o registro de seus horários e intervalos, o funcionário pode administrar o tempo trabalhado, evitando sobrecarga e eventuais reclamações trabalhistas. Para o empregador, este recurso proporciona diversas vantagens: além de maior segurança jurídica, permite que os gestores acompanhem a produtividade de equipes remotas. Outro benefício diz respeito ao RH, que ganha agilidade com a gestão automatizada do banco de horas e da folha de pagamento.

Como realizar o controle de ponto à distância 

Engana-se quem pensa que o controle de jornada se restringe aos relógios de ponto instalados na entrada das empresas. A evolução tecnológica também modernizou essa marcação, hoje feita via sistemas integrados e em nuvem. 

Por meio de um software como o NewPonto Cloud, o colaborador em home office recebe lembretes e registra seus horários online em seu computador de trabalho, podendo acompanhar as marcações e incluir justificativas de faltas ou atrasos. Como os registros ficam armazenados na nuvem, os gestores também podem trabalhar à distância, pois têm acesso às informações remotamente.  

Outra opção para controle de jornada em home office é o NewMobile, aplicativo que possibilita a marcação de ponto via smartphone. Além de selfie para confirmação da identidade, a solução utiliza a geolocalização GPS para delimitar a marcação a locais previamente definidos, como a casa do colaborador. 

Em tempos de trabalho à distância, soluções mobile e em nuvem tornam o registro de ponto mais simples, prático e totalmente adequado à modalidade home office. Como esta tendência tem tudo para seguir em alta, mesmo no pós-pandemia, vale buscar fornecedores capazes de atender às novas demandas com segurança e confiabilidade. 

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5 dicas de gestão para engajar sua equipe em home office

Como anda o desempenho da sua equipe no home office? Os projetos caminham a mil ou você está sofrendo com a falta de engajamento dos colaboradores e consequentes atrasos? Desde que a pandemia do coronavírus levou quadros de empresas inteiras para trabalharem de casa, um dos desafios entre os gestores é liderar equipes à distância sem deixar a produtividade cair. Confira dicas para engajar sua equipe: 

  1. Estabeleça relações de confiança

A primeira regra que todo líder de equipe remota deve ter em mente é que sua relação com os colaboradores deve ser mais de confiança que de controle. Ao invés de se preocupar com o número de horas na frente do computador, solicite resultados. O sucesso deste modelo de gestão, portanto, está na definição de metas específicas, alcançáveis e mensuráveis, assim como nos deadlines para o cumprimento das entregas.   

  1. Disponibilize ferramentas

Não reclame de improdutividade se seus colaboradores não têm em mãos as ferramentas necessárias para desenvolver suas tarefas. Estando à frente de uma equipe que atua à distância, é seu papel disponibilizar recursos e facilitar o acesso a informações. Neste sentido, sistemas Cloud integrados e soluções Mobile mostram-se indispensáveis, pois garantem acesso a dados, agilizam processos e promovem a colaboração. Um software como o NewPonto Cloud, por exemplo, proporciona ao RH o controle da jornada online, uma vez que os dados dos colaboradores ficam armazenados em segurança na nuvem. 

  1. Faça alinhamentos periódicos

Em um período de incertezas como o que vivemos, os cenários podem mudar da noite para o dia, assim como os objetivos estratégicos da empresa. Como gestor, não deixe os membros da sua equipe às escuras e mantenha-os a par das novas decisões. As reuniões de alinhamento são importantíssimas e devem manter uma periodicidade regular. Estabeleça uma rotina de reuniões virtuais – que sejam, de preferência, pré-agendadas. Com planejamento e transparência, você certifica que o grupo está caminhando junto e com o mesmo propósito.     

  1. Otimize a comunicação

Se as videoconferências são uma boa pedida para reuniões longas e em grupo, existem demandas urgentes que podem ser resolvidas de imediato através de meios mais diretos e privativos. Porém, apesar da variedade de canais disponíveis, nem todos são apropriados ou seguros. Para otimizar a comunicação e preservar a segurança da informação, delimite canais oficiais e incentive o diálogo, seja via e-mail, aplicativos de mensagens instantâneas ou chats corporativos. Já na hora de fornecer feedbacks ou ter conversas sensíveis, prefira uma ligação ou um vídeo privativo, que são mais pessoais e assertivos.

  1. Fortaleça laços

O ambiente de trabalho é um lugar onde criamos vínculos e fazemos amigos. Em tempos de distanciamento social, ter empatia e mostrar-se disponível para assuntos que vão além das questões corporativas ajudam a manter o grupo motivado e unido. Inverta a sensação de isolamento pela de pertencimento fornecendo apoio e mantendo viva a cultura da empresa. Faça com que as pessoas se sintam integradas e valorize as vantagens do home office incentivando o equilíbrio entre trabalho e qualidade de vida.   

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Pagamento de tributos: veja o que foi adiado ou suspenso na pandemia

Por causa da pandemia do coronavírus, as empresas estão fazendo malabarismos para equilibrar o caixa. Mesmo companhias que adotaram o home office podem ter a entrada de receitas comprometida durante este período. Para amenizar os impactos da desaceleração econômica, o governo possibilitou o adiamento do pagamento de alguns impostos. Veja quais são: 

FGTS – Para aliviar a folha de pagamento, os recolhimentos para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) estão suspensos de abril a junho, devendo ser pagos em seis parcelas entre julho e dezembro.  

INSS – A contribuição previdenciária patronal dos meses de abril e maio foram adiadas para 20 de agosto e 20 de outubro. Diante das prorrogações de vencimentos, a nova Darf deve ser emitida no site da Receita Federal. 

PIS e Cofins – O vencimento de abril e maio, relativo às competências de março e abril, passou para agosto e outubro. 

Simples NacionalOs vencimentos dos tributos federais apurados no Simples Nacional foram prorrogados por seis meses, isto é, os pagamentos de abril, maio e junho podem ser efetuados em outubro, novembro e dezembro; já os tributos estaduais e municipais (ICMS e ISS) também apurados no Simples Nacional foram prorrogados por três meses, devendo ser pagos em julho, agosto e setembro. Vale lembrar que o prazo de apresentação da Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (Defis) foi estendido para 30 de junho.  

MEI – No regime do Microempreendedor Individual (MEI), os tributos com vencimento em abril, maio e junho foram postergados para outubro, novembro e dezembro. O PGMEI já está adaptado às novas datas.

Sistema S – O pagamento das contribuições obrigatórias para o Sistema S teve redução de 50% por três meses, entre abril e junho. 

IOF – O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) que incide sobre operações de crédito está suspenso por 90 dias, entre 3 de abril e 3 de julho, tanto para empresas como para pessoas físicas. 

IRPF 2020 – O prazo final para entrega da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) foi postergado para 30 de junho. Para quem já acertou as contas com o Leão, a boa notícia é que o cronograma de restituição foi mantido, sendo a restituição do primeiro lote prevista para 29 de maio. 

Em momentos críticos como o que atravessamos, é importante racionalizar custos e, ao mesmo tempo, aportar investimentos em tecnologias que contribuam para o enfrentamento da crise. Nas empresas, a adoção do home office em larga escala tem se consolidado como alternativa para a manutenção da atividade econômica e segurança dos colaboradores. Neste contexto, será cada vez mais necessário aprimorar a infraestrutura corporativa voltada para o trabalho remoto com foco em sistemas cloud integrados, soluções mobile e mecanismos de gestão à distância.

A Norber desenvolve softwares que facilitam o controle de frequência dos colaboradores, incluindo dos que trabalham remotamente. O NewMobile permite a marcação de ponto via smartphone, de qualquer lugar e em tempo real. Já o NewPonto Cloud armazena dados na nuvem, possibilitando o gerenciamento online da jornada. Para conhecer as funcionalidades destas soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

O que a pandemia da Covid-19 está ensinando sobre liderança

As turbulências sociais e econômicas causadas pela pandemia da Covid-19 estão desafiando organizações de todo o mundo. De uma hora para outra, empresas sólidas tiveram de se adaptar e, sobretudo, direcionar esforços para o digital. Em um cenário repleto de incertezas, destacam-se as lideranças empresariais que tomam decisões rapidamente, que mobilizam esforços e criam valor para o coletivo por meio de uma gestão remota eficiente. Conheça características do líder que vem ganhando espaço na crise – e que será cada vez mais relevante no mundo corporativo pós-pandemia. 

Capacidade de inspirar pessoas

O coronavírus mostrou que somos todos suscetíveis e que dependemos da colaboração uns dos outros para vencer essa batalha. O mesmo acontece nas empresas, onde ninguém faz nada sozinho. Especialmente na crise, é vital que prevaleçam a colaboração e o espírito de equipe, sendo papel da liderança inspirar os outros a darem o melhor de si em prol do objetivo comum. Liderar envolve respeito, confiança, inteligência emocional, generosidade, visão de futuro – e independe de cargo ou posição hierárquica. É uma competência menos autoritária e mais democrática, que influencia por meio de atitudes – e pode ser exercida de qualquer lugar (até mesmo de casa!). 

Gestão à distância 

O home office é uma tendência que veio para ficar. Passada a fase inicial de adaptação, inúmeras empresas já se organizam para tornar o trabalho à distância uma política permanente – senão na totalidade, mas para parte do quadro de colaboradores. Isso significa que, para muitos líderes corporativos, gerenciar e engajar equipes à distância será o novo normal. Além de comunicação clara, a gestão remota exigirá um olhar sempre atento ao fornecimento de ferramentas que reduzam lacunas e aprimorem a produtividade. Sistemas em cloud computing integrados e softwares de controle de frequência via smartphone são soluções que proporcionam integração, flexibilidade e acesso para equipes que atuam à distância.

Análise de dados e senso de urgência

Médicos, cientistas e governos têm sido obrigados a tomar decisões imediatas, ao mesmo tempo em que aprendem sobre o novo coronavírus. Nas empresas, a crise também despertou este senso de urgência. Mais do que nunca, e apesar das incertezas, é preciso agir aqui e agora; e o líder capaz de coletar e interpretar dados pode tomar decisões não só rápidas, mas embasadas e menos precipitadas. Saem na frente as empresas com maior maturidade digital, que contam com dados para entender os impactos da crise na organização, verificar quais processos podem ser otimizados e enxergar oportunidades de negócio. 

Geração de valor

Em um momento que impõe desafios de todos os tipos, pode parecer desperdício de tempo ater-se a demandas específicas de clientes. Mas é justamente isso que os líderes de verdade têm feito! Ao compreender a necessidade do outro, são capazes de fornecer soluções adequadas e gerar valor para seus clientes. Esse compromisso é indispensável, não só na relação com o consumidor final de produtos ou serviços, mas também junto a colaboradores e com a comunidade em geral. Olhar o entorno e além do lucro, alinhar interesses e criar valor para o coletivo é o melhor modo de manter uma marca ou empresa relevante agora e no futuro.

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