Economia compartilhada: como inserir a sua empresa nessa onda

O que os patinetes elétricos que invadiram as principais cidades do mundo têm a ver com o Uber ou o Airbnb? Todos fazem parte da chamada “economia compartilhada”, modelo de negócio que substitui a posse de um produto pelo uso ou aluguel do serviço. Segundo estudo da PwC, este segmento deverá movimentar mundialmente US$ 335 bilhões até 2025 – número 20 vezes maior do que em 2014, quando gerou US$ 15 bilhões em receitas.

Ainda que questões regulatórias imponham desafios ao setor, é inegável que a economia compartilhada é uma tendência que não pode ser ignorada. Enquanto companhias tradicionais tentam fazer frente ao novo tipo de concorrência, outras já não mais se perguntam se vale a pena embarcar nessa onda – mas sim como fazê-lo. E a resposta para empresas que querem desenvolver negócios na economia compartilhada passa inevitavelmente por investimento em tecnologia.

O desenvolvimento tecnológico facilitou a conexão entre quem oferece e quem demanda um produto ou serviço. O consumo colaborativo se beneficia de soluções mobile – e vale investir em plataformas intuitivas. Afinal, é através do smartphone que os clientes realizam suas compras, interagem com as marcas e acessam serviços mediados por aplicativos.

Os negócios realizados via ambiente digital demandam infraestrutura tecnológica e robusta capacidade de armazenamento. Neste sentido, as soluções em cloud computing se mostram boas aliadas, na medida em que oferecem mobilidade, redução de custos e segurança.

Também não se pode esquecer a análise de dados. É por meio do Big Data e da imensa quantidade de informações captadas em cadastros e via redes sociais que as empresas disruptivas conhecem o comportamento de compra de seus públicos e desenvolvem estratégias de marketing direcionadas, tornando a comunicação mais efetiva.

Eficiência operacional também é fundamental. A automação de processos, as soluções de mobilidade corporativa e os softwares integrados de gestão de frequência otimizam o tempo do colaborador e reduzem tarefas burocráticas, alavancando a produtividade e, consequentemente, os resultados dos negócios da economia compartilhada.

A Norber desenvolve sistemas de controle de acesso e de frequência alinhados aos novos modelos de negócios. O NewPonto Cloud é um software que integra o controle de ponto à folha de pagamento, mantendo dados armazenados na nuvem. Já o NewMobile possibilita a marcação de ponto via smartphone, de qualquer lugar e em tempo real. Para conhecer as funcionalidades destas soluções, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Desafios do RH: como se antecipar às tendências e liderar a inovação

Atualizar tecnologias, modernizar práticas e antecipar tendências em gestão de pessoas estão na pauta do RH moderno. Para ser mais que um setor operacional e burocrático na empresa, o departamento precisa lidar com a transformação digital e com a chegada das novas gerações ao mercado de trabalho. Conheça os principais desafios da área e prepare seu RH para o futuro.

Engajamento e retenção de talentos

Diante da mudança do perfil do colaborador, que cada vez mais procura aliar a atuação profissional com um propósito de vida, um novo desafio se impõe às empresas: como engajar e reter talentos? Hoje, contar com uma cultura organizacional capaz de conectar os valores das pessoas aos da empresa é crucial para melhorar a motivação e alavancar a produtividade. Um ambiente de trabalho que valoriza a diversidade também tem influência direta na redução do turn over. Além disso, jornadas do tipo home office com controle de ponto remoto vêm de encontro aos desejos crescentes por flexibilidade e autonomia.

Automação de processos de gestão

Para ganhar agilidade e fomentar mudanças que impactam o desempenho da empresa, o RH deve estar disposto a liderar a inovação. A automação de processos é uma necessidade entre companhias que visam reduzir erros na execução de tarefas repetitivas e, ao mesmo tempo, permitir que os colaboradores mantenham o foco nas questões estratégicas. Nesse sentido, softwares de gestão são grandes aliados frente ao desafio de manter a empresa competitiva em relação à concorrência.

Análise de dados e tecnologia em nuvem

O ganho de eficiência está atrelado à velocidade com que acessamos informações e as processamos. Planilhas em papel são coisas do passado na atual era de dados armazenados em nuvem. Por isso, o investimento em sistemas integrados é decisivo para o compartilhamento de informações atualizadas online, garantindo colaboração, assertividade e rapidez na tomada de decisões.

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Empresas com propósito: por que abraçar causas é positivo para os negócios

O lucro não é mais o único objetivo das empresas. Se antes o interesse dos acionistas vinha em primeiro lugar, hoje é cada vez mais corriqueiro que organizações abracem um propósito maior e liderem mudanças a favor do meio ambiente, da diversidade ou da equidade de gênero.

Em empresas de variados portes e ramos de atuação, este engajamento institucional acompanha uma mudança de comportamento dos consumidores, hoje mais conscientes e exigentes. Ultraconectados e bem informados, eles entendem o impacto de suas decisões de compra e não veem problema em mudar de marca caso esta não esteja alinhada a seus valores pessoais.

A compra motivada por convicção se tornou a lógica dominante em todas as faixas etárias e de renda. De acordo com o estudo global “Edelman Earned Brand”, 69% dos brasileiros escolhem, trocam, evitam ou boicotam uma marca com base no posicionamento dela sobre temas relevantes para a sociedade. Desta forma, para as empresas não se trata mais de decidir adotar um posicionamento ou não – mas sim de escolher como fazê-lo de forma efetiva.

A nova lógica do consumo tem impulsionado mudanças no meio corporativo, que passa a enxergar clientes e colaboradores como cidadãos. Enquanto algumas companhias criam comitês internos, outras contratam consultorias para planejar ações pela inclusão da diversidade, sustentabilidade e outras demandas da sociedade. A ideia é que a causa defendida publicamente seja um valor interno da empresa, de fato alinhada ao seu propósito. Oportunismos, aliás, não são bem vistos – e quem não pratica o que fala pode ter a reputação arranhada nesta atual era de opiniões compartilhadas via redes sociais.

Entre os ganhos apontados pelas companhias genuinamente envolvidas com pautas sociais está a maior identificação do público com os valores da marca, gerando fidelização e melhores resultados financeiros e de imagem.

Fazer o bem também produz reflexos positivos no ambiente de trabalho. Mais pessoas estão buscando um trabalho com propósito – e, portanto, a responsabilidade social corporativa é um aliado importante na atração e retenção de talentos. A sensação de atuar numa organização comprometida em ajudar pessoas gera motivação, melhoria do clima organizacional e redução das taxas de absenteísmo e turn over. Além disso, pesquisas demonstram que companhias que cultivam a diversidade são mais produtivas e inovadoras que a concorrência.

A sua empresa está institucionalmente engajada a alguma causa? Conte-nos como esse engajamento se reflete internamente e quais benefícios ele proporciona junto aos públicos de interesse.

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Modelos de gestão: qual o mais adequado para sua empresa

O modelo de gestão de uma empresa diz muito sobre a maneira como as lideranças administram seus recursos – humanos e financeiros – em prol do crescimento do negócio. Seja focando em resultado ou tornando o processo decisório mais participativo, o objetivo é sempre aumentar a competitividade e melhorar a lucratividade. O modelo adotado, porém, depende de diversos fatores, como a cultura organizacional, o perfil dos funcionários e tipo de atuação. Conheça os principais modelos de gestão e decida qual o mais adequado para a sua empresa.

Gestão participativa

Por meio de relações menos hierárquicas e mais verticalizadas, este modelo incentiva a participação e o engajamento dos colaboradores, que têm voz ativa no processo decisório. Também chamada de gestão democrática, pressupõe habilidade comunicacional elevada, maturidade para debater e negociar, além de colaboração e trabalho em equipe.

Gestão meritocrática

A ideia é alavancar a performance recompensando o colaborador a partir de seu desempenho individual. Se por um lado o modelo meritocrático estimula a competitividade, por outro pode acirrar disputas e elevar a tensão internamente. Para funcionar, deve necessariamente contar com avaliações transparentes – de modo que todos tenham oportunidades de crescer junto com a empresa.

Gestão focada em resultados

O alcance de metas é o que realmente importa neste modelo de gestão que almeja soluções rápidas. Com objetivos bem definidos, valoriza-se mais o resultado do que o processo para atingi-lo. Aqui, a quantidade de horas passadas dentro do escritório ou os caminhos na realização de tarefas não têm relevância desde que a entrega seja real e efetiva.

Gestão focada em processos

A palavra-chave deste modelo de gestão é aprimoramento de processos. Com foco na eficácia do trabalho realizado, visa otimizar o tempo e os recursos de modo a agregar valor a todas as etapas da cadeia produtiva. Por valorizar a qualidade do produto ou serviço final, exige metodologia, controle e sistematização.

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Perfis comportamentais: conheça os tipos e forme equipes vencedoras

Formar equipes vencedoras combinando profissionais com perfis diferentes e complementares é atribuição dos gestores. Além de competências técnicas específicas, as pessoas têm comportamentos, reações e jeitos de interagir diferentes. Identificar como cada colaborador se comporta e qual papel desempenha é uma estratégia para alavancar resultados, realizar contratações mais assertivas e até melhorar o clima no ambiente de trabalho. Conheça traços de personalidade dos 4 principais perfis comportamentais e extraia o melhor de cada profissional.

Executores – A facilidade para tomar decisões e a vontade de fazer acontecer são características marcantes destes profissionais movidos a desafios. Autoconfiantes e extremamente competitivos, batalham pelo resultado até o final, mesmo que para isso tenham que mostrar sua face autoritária. Por serem capazes de assumir riscos, se destacam pela liderança e empreendedorismo.

Planejadores – Disciplinados, prudentes e conservadores, os colaboradores com este perfil valorizam rotinas bem definidas. Suas tarefas são planejadas antes de serem executadas, sendo a organização a base do seu estilo. São estáveis, pacientes e capazes de realizar entregas com regularidade. No entanto, não lidam bem com imprevistos e detestam mudanças de rota ou improvisos.

Comunicadores – São aqueles que esbanjam carisma, criatividade e poder de persuasão. Diante de novos projetos, demonstram grande entusiasmo e conseguem engajar quem está ao redor. Dada a capacidade comunicativa, tendem a colecionar bons relacionamentos e a tornar o fluxo de informação muito mais ágil e fluido. Por outro lado, monotonia, processos rígidos e falta de reconhecimento podem desmotivá-los.

Analistas – Apegados a detalhes, esses profissionais vão fundo em tarefas que demandam alto grau de precisão ou especialização. Como não abrem mão de método, são perfeccionistas e dominam processos repetitivos. Podem ser demasiado autocríticos e ter dificuldade em lidar com a pressão, preferindo a estabilidade e o controle.

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Tecnologia melhora a experiência no trabalho e aumenta a produtividade

O que o uso da tecnologia no ambiente de trabalho tem a ver com o engajamento das equipes e, consequentemente, o aumento da produtividade? De acordo com pesquisa do The Economist para a Citrix, estes fatores estão fortemente relacionados, sendo tecnologia o segundo elemento (41%) que mais contribui para a melhoria da satisfação do profissional nas empresas com alto índice de engajamento, atrás apenas da qualidade gerencial da liderança (59%).

Realizado em oito países incluindo o Brasil, o estudo “The Experience of Work: The Role of Technology in Produtivity and Engagement” explora os esforços das companhias em utilizar a tecnologia para impulsionar novas formas de trabalho e oferecer ferramentas para os funcionários atuarem de modo mais eficaz e significativo.

Acesso à informação e trabalho remoto

A pesquisa aponta que o acesso a dados necessários para a realização do trabalho, independentemente de onde o colaborador esteja localizado, é o fator tecnológico que mais influencia o engajamento (47%), seguido da possibilidade de trabalhar de qualquer lugar (43%). Na prática, isso se traduz em políticas mobile, na automatização de processos e na utilização de sistemas que facilitam a comunicação e a troca de informação.

Experiência ágil como a do consumidor

Para ser efetiva e gerar resultados, a tecnologia deve ser útil e simples de usar. Por esse motivo, muitas companhias têm buscado recriar no ambiente de trabalho os avanços já alcançados junto ao consumidor final. A ideia é tornar a experiência mais simples através de aplicações focadas no usuário e com interfaces intuitivas.

Atuação conjunta entre RH e TI

A implantação de tecnologias que impactam positivamente o dia a dia dos funcionários é entendida como uma responsabilidade compartilhada das áreas de RH e TI. A transformação digital é um projeto estratégico nas corporações e, conduzida por especialistas, visa agregar soluções capazes de motivar as pessoas e de incentivar a criatividade e a colaboração.

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4 lições de liderança e carreira do filme “O Diabo Veste Prada”

Lançado em 2006, o filme “O Diabo Veste Prada” se tornou um clássico do cinema e até hoje é fonte de inspiração para o mundo corporativo. Na trama, a recém-formada jornalista Andrea Sachs (Anne Hathaway) se submete à gestão autoritária de Miranda Priestly (Meryl Streep), a temida editora da revista que é considerada a “bíblia da moda”. Com cenas divertidas, o longa apresenta uma série de conflitos que funcionam como lições de liderança e carreira para o dia a dia no trabalho. Confira:

  1. Liderança

Quem assistiu ao filme sabe que a toda-poderosa Miranda, definitivamente, não tem o perfil de líder. Autoritária, ela chega a cometer abusos e crueldades. Seu jeito de comandar é mais parecido com o dos chefes do passado, baseado em poder e intimidação. Trata-se de um estilo oposto ao praticado pelas lideranças mais admiradas da atualidade, que praticam uma gestão mais participativa e menos hierárquica para extrair o melhor dos colaboradores. Respeito, cooperação e engajamento por meio do exemplo são mais eficientes para a conquista de resultados e para a construção de um ambiente de trabalho saudável.

  1. Adaptação

Pouco antenada ao mundo fashion, Andrea tinha tudo para não dar certo na revista. Quando estava prestes a desistir, um amigo lhe disse: “Você não está tentando, está lamentando”. Ao perceber que a mudança dependia só dela mesma, a jovem assistente entrou no jogo para jogar. Tão logo passou a se interessar por moda e usar roupas adequadas ao cargo, sua confiança cresceu, assim como o comprometimento com o trabalho. Adaptar-se à cultura da empresa foi o grande passo para a transformação da protagonista, que ganhou o respeito e a admiração dos colegas – inclusive da arrogante Emily, que vivia tentando lhe puxar o tapete.

  1. Superação

Você já se viu diante de uma tarefa tão desafiadora que achou que não poderia cumpri-la? Andrea também, quando a chefe implacável lhe pediu que conseguisse o manuscrito inédito do novo livro da saga Harry Potter. O que parecia impossível se tornou realidade quando, focando mais na solução do que no problema, ela procurou alternativas, fez bom uso do networking e alcançou seu objetivo. A lição: com determinação e pensando fora da caixa é possível superar expectativas e chegar ao fim do expediente com aquela sensação de dever cumprido.

  1. Equilíbrio

No decorrer do filme, Andrea passa a viver para o trabalho. Para atender aos pedidos mirabolantes da chefe, ela fica disponível 24 horas por dia – o que acaba a afastando da família e dos amigos. Dedicação é extremamente importante para uma carreira de sucesso, mas o limite é o equilíbrio entre vida profissional e pessoal.

Gostou do filme ou se identificou com algumas das situações relatadas? Quais aprendizados da ficção você leva para sua carreira?

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4 dicas para manter o controle emocional no ambiente de trabalho

Você tem reações intempestivas diante de situações adversas? Ou é do tipo que não sabe dizer “não” e aceita calado tudo que lhe impõem? Ambos os comportamentos podem ser prejudiciais no ambiente de trabalho, pois abalam as relações com as pessoas, afetam o clima organizacional e reduzem a produtividade. Hoje, além de habilidades técnicas comprovadas, saber lidar com as emoções é chave para se destacar profissionalmente. Veja dicas para desenvolver a inteligência emocional e cultivar melhores relações no trabalho.

  1. Busque o autoconhecimento

Respeitar os próprios limites e reconhecer o que causa irritação, medo ou angústia ajudam a desenvolver o autocontrole. Procure mapear os sentimentos e entender quais situações o desestabilizam, evitando agir por impulso diante da pressão. A ideia é controlar os sentimentos – e não se deixar dominar.

  1. Cultive o aprendizado

Frustrações acontecem. Na vida e no trabalho, nem sempre os projetos se concretizam do modo como planejamos. Por isso, é importante ser flexível e saber alterar rotas para atingir metas. Ao invés de guardar rancor, procure tirar lições da adversidade e utilize esse aprendizado para fazer diferente em oportunidades futuras.

  1. Desenvolva relações saudáveis

Um ambiente conflituoso desmotiva as pessoas, compromete o trabalho em equipe e aumenta as taxas de turnover e absenteísmo. A inteligência emocional, por sua vez, está ligada ao respeito e à empatia, assim como à habilidade de comunicar-se com clareza. Em geral, os líderes são figuras que valorizam o outro e engajam quem está ao redor. Inspire-se neles para desenvolver relações saudáveis e impactar seu entorno positivamente.

  1. Exercite-se

Está mais que provado que a prática regular de exercícios físicos gera bem-estar, reduz o stress e garante mais disposição para encarar rotinas sempre repletas de desafios. Técnicas de relaxamento, ioga e mindfulness também são válidas na busca pelo equilíbrio físico e emocional. Procure levar uma vida saudável, mantenha o controle das emoções e colha melhores resultados no ambiente de trabalho.

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Conheça os encargos sociais e trabalhistas presentes na folha de pagamento

A contratação de um funcionário custa mais do que o salário pago a ele no fim do mês. Na hora de reforçar o time, o empreendedor tem que ter em mente que esse custo pode chegar a quase 70% mais. Isso porque nas contratações CLT incidem sobre a folha de pagamento os encargos sociais (taxas e contribuições para financiamento de políticas públicas) e trabalhistas (valores pagos diretamente ao empregado). Conheça as principais obrigações:

FGTS – O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço é uma espécie de poupança do trabalhador. Todos os meses, o valor correspondente a 8% do seu salário bruto é depositado pelo empregador em conta vinculada, sendo que esse valor não é descontado da remuneração. Pode ser sacado quando há demissão sem justa causa, para a compra do primeiro imóvel, entre outras situações.

Previdência Social – A contribuição ao INSS custeia aposentadorias, auxílios-doença e salários maternidade, entre outros direitos. Além da contribuição patronal, que é de 20%, o trabalhador também contribui com 8% a 11% da sua remuneração, de acordo com a faixa salarial.

Imposto de Renda – O IR é retido na fonte, isto é, descontado do salário na folha e repassado pelo empregador à Receita Federal. O INSS e descontos com faltas e atrasos não compõem a base de cálculo, e as alíquotas variam de 7,5% a 27,5% segundo a faixa salarial. Valores abaixo de R$ 1.903,98 são isentos.

Férias O funcionário com carteira assinada tem direito a 30 dias de férias a cada 12 meses trabalhados. O período de descanso é remunerado e pago antecipadamente pelo empregador, assim como o adicional de 1/3 do salário.

13º Salário – É proporcional ao tempo de serviço no ano corrente, isto é, será integral caso o período trabalhado corresponda a um ano. Costuma ser pago em duas parcelas, a segunda até dia 20 de dezembro.

Vale-Transporte – O custo com o deslocamento de ida e volta ao trabalho é compartilhado entre empregado e empregador, sendo 6% do salário o valor máximo descontado do funcionário.

Outros encargos – A legislação brasileira estabelece ainda outros encargos sociais às empresas, como PIS/PASEP, salário-educação e Sistema S. Além disso, o empregador deve estar preparado para outros encargos trabalhistas variáveis, como hora extra, adicional noturno e de insalubridade, além de vale-refeição quando há acordo firmado com sindicatos de categorias.

Nas empresas, o cálculo dos encargos que recaem sobre a folha costuma ser atribuição do RH. Para evitar erros que podem prejudicar os funcionários e gerar multas e prejuízos financeiros à empresa, é importante monitorar constantemente taxas e alíquotas, estar atento às datas de recolhimento e conhecer as mudanças procedentes da implantação do eSocial. Também vale contar com a ajuda de sistemas que automatizam a gestão integrando o controle de ponto à folha de pagamento.

A Norber desenvolve softwares que auxiliam o RH no gerenciamento da folha de pagamento e no processamento das informações requeridas pelo eSocial. O NewPonto Cloud integra o controle de frequência à folha e permite a criação de uma nova rotina para verificar alterações de escala em períodos parametrizados. Para conhecer as funcionalidades deste sistema, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

RH e tecnologia: conheça soluções que facilitam o dia a dia

A tecnologia está mudando a forma como as empresas fazem a gestão de pessoas. Inovações surgem todos os dias e quem é de RH precisa acompanhar as tendências geradas pela transformação digital. Atualmente, o mercado dispõe de diversas soluções que facilitam o dia a dia e, sobretudo, proporcionam mais eficiência às atribuições do setor, incluindo processos de recrutamento e seleção, controle de ponto e folha de pagamento, além de treinamento e avaliação de desempenho profissional. Saiba mais.

Cloud Computing

Os dados dos seus colaboradores já estão na nuvem? Se a resposta for negativa, é hora de investir nesta solução que armazena informações em servidores remotos, com segurança e sem ocupar espaço nos HDs internos. O controle de frequência em cloud computing permite que informações referentes a ponto, faltas e horas extras dos funcionários sejam atualizadas em tempo real e acessadas de qualquer lugar a partir de um notebook. É um recurso que facilita a gestão e garante agilidade à tomada de decisões.

Gamificação

A aplicação de práticas inspiradas no mundo dos games é cada vez mais recorrente no ambiente corporativo. O RH também tira proveito deste recurso com treinamentos e atividades organizacionais baseados na gamificação, estratégia que oferece recompensas em troca de ações. A ideia é, como nos jogos digitais, incentivar o colaborador a se engajar nas atividades, “avançar de nível” e cumprir metas coletivas e individuais.

Mobilidade corporativa

Videoconferência, redes de mensagens internas e ferramentas de mobilidade corporativa são tecnologias que otimizam a comunicação e o alinhamento das equipes em tempos de jornada remota e home office. Uma solução como o controle de ponto via smartphone garante flexibilidade às equipes, cujos colaboradores podem atuar de distintos lugares do país e do mundo.

Softwares de controle e gestão

Se seu RH deseja fazer mais em menos tempo é imprescindível automatizar processos administrativos repetitivos. O uso de softwares de gestão de frequência possibilita a integração do controle de ponto à folha de pagamento, tornando muito mais simples e eficiente a realização de tarefas operacionais de rotina.

Big Data

People Analytics é o termo do momento em RH. Isso porque o grande volume de dados disponíveis na rede ou coletados via softwares trazem informações importantes sobre a produtividade dos funcionários ou a aderência de candidatos em processos seletivos. No dia a dia, o Big Data permite melhorar a qualidade das contratações, medir o desempenho dos profissionais com mais precisão e até verificar padrões de turnover.

A sua empresa já utiliza alguns destes recursos tecnológicos? Conte-nos sua experiência sobre os benefícios da tecnologia para o aprimoramento das atividades do RH.

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