5 dicas para promover a empatia no ambiente de trabalho

5 dicas para promover a empatia no ambiente de trabalho

Era para ser um diálogo enriquecedor, com troca de ideias, alinhamento de metas, busca por soluções. De repente, uma frase mal colocada faz o clima esquentar. Alguém contra-argumenta de maneira atravessada e a conversa vira uma verdadeira “batalha”, em que cada lado só se preocupa em “ganhar” a discussão. Resultado: estresse elevado ao limite, sensação de falta de reconhecimento e zero motivação para avançar. A falta de empatia da liderança somada à pressão por resultados compromete o clima organizacional e coloca em risco a produtividade das equipes. Conheça ferramentas para aumentar a empatia e promover relações profissionais mais significativas.

Inteligência emocional

É uma das soft skills mais valorizadas porque implica na capacidade de identificar e lidar com os próprios sentimentos – e também os dos outros. É uma habilidade ligada ao autoconhecimento, que permite entender o que causa raiva ou frustração e, assim, identificar quais gatilhos provocam uma atitude reativa. Na prática, contribui para sermos mais resilientes em situações adversas e termos interações mais saudáveis e francas.

Escuta ativa

É uma das chaves para se desenvolver a empatia. Pode parecer estranho, mas nem todo líder sabe escutar o que o interlocutor tem a dizer. Isso torna tudo mais difícil, já que o desinteresse mina a confiança e prejudica o engajamento. Quando, por outro lado, há um interesse genuíno nas motivações, necessidades e expectativas do outro, é possível estabelecer conexão, gerar segurança e tornar o diálogo muito mais produtivo.

Comunicação não-violenta

A teoria do americano Marshall Rosenberg vem ajudando muita gente a lidar com conflitos, sejam profissionais ou pessoais, desde a década de 1960. Basicamente, a abordagem propõe que a comunicação seja menos automática e repetitiva e passe a ser mais consciente, inclusiva e baseada em percepções. Isso significa reformular a maneira como, inconscientemente, nos expressamos, evitando apontar o dedo, julgar, ameaçar, excluir e culpar.

Feedback construtivo

Feedback não é bronca, mas a oportunidade de mostrar ao profissional como ele pode evoluir. Empatia, escuta ativa e comunicação não-violenta são ferramentas que todo líder deve usar na hora de transmitir ao colaborador seus pontos fortes e fracos. Quando feito de modo construtivo, o feedback tem tudo para alinhar expectativas, mostrar reconhecimento e gerar um ambiente de melhoria contínua.

Cultura colaborativa

A cultura focada em resultados pode exacerbar a competitividade e afetar a relação entre líderes e suas equipes. Para evitar que a chamada “produtividade tóxica” prejudique o ambiente organizacional, é fundamental estimular a cultura colaborativa. Trabalho em equipe, cooperação e reconhecimento das conquistas são pontos decisivos para uma rotina mais empática, feliz e produtiva. Soluções tecnológicas e aplicações baseadas na nuvem são aliadas do trabalho colaborativo, agilizando processos e permitindo o compartilhamento de informações.

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