Planejamento estratégico 2019: direcione a gestão empresarial

Planejar é fundamental para a conquista de resultados. Com o fim do ano se aproximando, é chegada a hora de elaborar o planejamento estratégico, ferramenta que irá direcionar a gestão empresarial ao longo de 2019. Mais que apenas definir metas para o próximo ano, este documento orienta onde concentrar esforços e alocar recursos para o alcance de objetivos. A ideia é que, com um planejamento estratégico bem definido, todos os projetos e decisões estejam alinhados com a visão de futuro da empresa. Confira nossas dicas.

Análise de riscos e oportunidades

O primeiro passo para elaborar um planejamento estratégico assertivo é definir aonde sua empresa deseja chegar. Para isso, é aconselhável olhar não só os indicadores de desempenho internos, mas também o cenário externo. Dados de mercado, análise da concorrência e tendências de consumo fornecem bons insights e ampliam o olhar para novas perspectivas. Vale usar a metodologia SWOT para medir forças, fraquezas, oportunidades e ameaças.

Defina metas e crie um plano de ação

Uma vez estabelecidos os objetivos da empresa, defina metas claras para que as equipes, em todas as esferas da organização, direcionem esforços para o mesmo foco. Para cada objetivo, seja ele crescer em determinado mercado, lançar um novo produto ou abrir uma filial no exterior, crie sempre um plano de ação. A ideia é traçar uma estratégia de execução prevendo as várias operações necessárias, desde realização de eventos, reforço de equipe ou investimento em tecnologia. Desta maneira é possível manter as ações alinhadas, evitando que a empresa desvie do propósito.

Foque na gestão de pessoas

A contribuição dos funcionários é peça-chave para o sucesso de qualquer negócio. Por isso, inclua as pessoas no planejamento estratégico. Com base nos dados fornecidos pelo RH, avalie a performance das equipes, reveja atribuições e certifique-se que o potencial dos colaboradores está de fato sendo bem aproveitado.

O tempo também é um bem precioso e, para que prazos sejam rigorosamente cumpridos, também é necessário realizar um controle de jornada eficaz. Para isso, um sistema de controle de ponto automatizado permite gerenciar horários, controlar horas extras, agilizar processos e obtenção de dados, deixando o RH mais livre para ações e tomadas de decisões mais estratégicas.

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Ascensão profissional: 4 dicas para criar oportunidades

A possibilidade de crescer dentro da empresa é um importante fator para o engajamento. No entanto, nem sempre as companhias dispõem de programas de desenvolvimento de funcionários ou planos de carreira, e acabam frustrando expectativas ao buscar fora da empresa os talentos para ocupar os cargos de gerência e diretoria. Se esta situação já aconteceu com você, veja estas dicas para se destacar, ganhar a confiança da chefia, criar novas oportunidades e conquistar a tão sonhada promoção.

  1. Mostre resultados

Pode parecer lugar-comum, mas mostrar resultados é importante para se destacar na empresa. Em muitos casos, o motivo da estagnação é a baixa visibilidade junto aos gestores. Por isso, faça uso de indicadores de desempenho para deixar claro como a sua contribuição pessoal impacta a companhia. Números são sempre excelentes argumentos, pois demonstram seu comprometimento com o sucesso do negócio.

  1. Desenvolva competências gerenciais

Se você já domina questões operacionais, é hora de investir nas competências gerenciais. Posições mais altas exigem habilidades que, às vezes, não desenvolvemos quando lidamos apenas com o lado técnico. Qualifique-se em práticas de gestão, aprenda a gerenciar equipes, melhore habilidades comunicacionais e mantenha um bom relacionamento com todos.

  1. Envolva-se em projetos estratégicos

Você está estagnado na sua área e quer encarar novos desafios? Então seja proativo e crie oportunidades envolvendo-se em novos projetos, principalmente os estratégicos. Esse é o melhor caminho para ampliar seu olhar e se tornar um profissional mais generalista que especialista. Ao abrir novas frentes em áreas diferentes da sua, você adquire uma visão global do negócio e fica apto a tomar decisões estratégicas.

  1. Tenha postura e valores compatíveis

Profissionais que alcançam os postos de maior destaque são aqueles com valores aderentes aos da companhia. O tão falado “sentimento de dono” nada mais é que a identificação com os ideais da organização. Assim, mantenha uma postura compatível, faça do propósito da empresa o seu próprio propósito e conquiste seu espaço na companhia.

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A incrível arte de liderar seu time à distância

A primeira questão que vem à mente do gestor quando se fala em trabalho remoto é: como saber se minha equipe está de fato trabalhando? Ligada à cultura do controle, esta dúvida relaciona produtividade à presença física e ao tempo que o colaborador passa em frente ao computador.

Graças ao empurrãozinho dado pela tecnologia, esta cultura tem dado lugar à flexibilidade e à autonomia. Cada vez mais, o talento pode estar no home-office, no coworking do outro lado da cidade, ou até mesmo em outro país. A eficiência no trabalho passou a ser medida não pela presença, mas pelos resultados. Diante desta nova realidade, os gestores devem mudar o jeito de pensar para encarar o desafio de liderar times à distância. Confira nossas dicas e extraia o melhor da sua equipe.

Confie e inspire

As relações de trabalho estão mudando! Quem trabalha à distância costuma dar valor a rotinas flexíveis. Por isso, o melhor a fazer é respeitar individualidades e entender que há quem renda mais pela manhã e quem produza melhor à noite. Ao demonstrar consideração pelas escolhas do outro, você estimula o senso de responsabilidade e cria uma relação de confiança. Fomente o protagonismo pessoal e esteja aberto para atuar de modo horizontal. Essa é a atitude esperada de um líder, alguém que motiva, engaja e inspira.

Acompanhe os projetos

Permitir que o colaborador trabalhe de onde quiser não significa abrir mão de certa disciplina. O hábito de realizar encontros periódicos por videoconferência é uma prática que ajuda a acompanhar o fluxo dos trabalhos e garantir que não haja prejuízo nas entregas. A comunicação frequente também é fundamental para que o colaborador remoto não se sinta excluído ou sozinho. Acompanhe os projetos de perto por meio de ciclos rápidos de feedback, crie uma dinâmica efetiva e garanta que seu time mantenha a produtividade alta!

Estabeleça metas

Não dá para esperar resultados sem ter objetivos definidos. Por isso, não deixe de compartilhar com as equipes remotas quais são as metas e os passos para chegar lá. Defina prioridades, estabeleça prazos, mostre progressos e deixe claro que conquistas individuais têm importância para o todo. Com resultados expressivos, o local de onde seu time está trabalhando é o que menos importa!

A Norber é especialista em controle de ponto e desenvolve softwares que auxiliam a gestão da jornada de trabalho dos colaboradores, incluindo os que trabalham remotamente. O NewMobile permite a marcação de ponto via smartphone, de qualquer lugar e em tempo real. Para conhecer as funcionalidades desta ferramenta, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Remuneração estratégica: uma dica valiosa de gestão para promover superação

O ser humano é movido a desafios. No campo profissional, abraçamos oportunidades e entregamos todo nosso potencial quando somos estimulados a contribuir com o alcance de objetivos, enxergamos oportunidade de crescer e somos devidamente reconhecidos. Quando a realização pessoal vem acompanhada da chance de aumentar os ganhos financeiros, melhor ainda!  Afinal, quem não deseja levantar um dinheiro extra com base nos resultados alcançados por esforço próprio? Neste sentido, a remuneração estratégica é uma prática de gestão valiosa, usada pelas empresas para motivar talentos e, consequentemente, alavancar a produtividade das equipes.

De modo geral, o modelo de remuneração estratégica funciona assim: uma parte do rendimento do colaborador é fixa, e outra parte é variável e atrelada à produtividade. Essa recompensa variável pode ser de tipos diversos, desde prêmios não monetários, como folgas e bolsas para cursos, até comissão financeira ou participação acionária.

Uma proposta cada vez mais recorrente nas empresas, e com bastante adesão de profissionais da geração Y, é a premiação decorrente da gamificação. Por meio desta técnica, o colaborador é bonificado ou premiado na medida em que atinge objetivos – ou, como nos games, passa de nível.

Vale lembrar que bonificação não é salário e, portanto, sobre o valor adicional não incidem encargos trabalhistas e previdenciários. Isso significa que os valores extras pagos pelo desempenho crescente do colaborador têm um impacto sustentável na folha de pagamento.

Válida para todo tipo de organização, a remuneração estratégica precisa de métricas e de regras claras para cumprir seu propósito de estimular a competitividade saudável e gerar melhores resultados. Caso incorra em injustiça e deixe de premiar o profissional que atinge os objetivos, o programa corre o risco ser boicotado, produzir competição desleal e até mesmo prejudicar a cooperação e o trabalho em equipe. Por isso, sua implantação deve necessariamente estar fundamentada em avaliações de desempenho coerentes, assim como no cumprimento de metas individuais, coletivas e organizacionais.

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Storytelling no RH: como engajar pessoas contando histórias

Uma história bem contada é capaz de nos envolver e até emocionar. Nós aprendemos e memorizamos informações com mais facilidade, quando a narrativa tem elementos que se relacionam ao nosso dia a dia. Pela eficácia em capturar a atenção do público, o storytelling – técnica de contar histórias de forma impactante – está em alta no mundo corporativo, incluindo a área de Gestão de Pessoas.

Utilizado inicialmente pela Publicidade e Marketing, este recurso vem conquistando profissionais do RH por sua aplicabilidade a diversos processos: treinamentos internos, employer branding e fortalecimento da cultura organizacional. Basicamente, a técnica consiste em utilizar a força da narrativa para transmitir mensagens de modo humanizado e atrativo. Por isso, pode ser útil em todas as ações que envolvem comunicação e visam engajar e motivar colaboradores.

Mas, afinal, o que é o storytelling na prática? Como um roteiro de cinema, a história a ser contada deve ter começo, meio e fim. Essa estrutura facilita o entendimento. Ela também deve conter um (ou mais) bom clímax, aquele ponto alto, que vai despertar ainda mais a atenção do público. Para isso, é fundamental a presença de um personagem, que pode ser o fundador da empresa que superou inúmeros obstáculos para alcançar o sucesso ou até mesmo aquele vendedor que conquistou resultados incríveis. A ideia é utilizar dados e informações da vida cotidiana e da história da companhia para desenvolver o enredo, criar identificação com o interlocutor e motivá-lo à ação.

Histórias bem contadas tendem a imprimir significados emocionais ao contexto original, daí o potencial de gerar mais conexão do que números frios apresentados num slide. A sensação de se reconhecer na experiência do outro gera interesse e empatia, além de sensação de pertencimento e desejo de ser proativo. Por isso, o storytelling é um recurso válido quando o objetivo é criar  maior envolvimento do colaborador com a empresa, motivando-o à busca por resultados.

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A arte de negociar e as características do bom negociador

Negociar faz parte das relações humanas. Nas interações cotidianas, e até sem perceber, negociamos o tempo todo. Desde o horário de TV com o filho até o prazo de entrega de um trabalho com o gestor. Apesar de fazermos isso habitualmente, tanto na vida pessoal como na profissional, às vezes saímos frustrados, com a sensação de que cedemos demais. Isso porque a negociação envolve técnica e autoconhecimento. Conheça algumas características do negociador profissional e aprenda a utilizar essa habilidade para atingir resultados para si e para sua organização.

Comunicação

A comunicação é o meio através do qual as partes interessadas chegam a um acordo. Quem é capaz de se fazer entender tem chances aumentadas de fechar um bom negócio. Demonstre interesse pelo interlocutor e use seu feeling para saber a hora de ser mais incisivo ou colaborativo. As pessoas gostam de sentir que têm vantagem, e mostrar a elas o que ganham com seu produto ou serviço é um bom jeito de persuadir.

Autoconhecimento

Baseado no comportamento humano, o psicanalista Gustav Jung classificou quatro estilos de negociadores: restritivo, amigável, ardiloso e confrontador. Na literatura corporativa, diversos autores também mapearam esses perfis, cada qual com características positivas e negativas. Conhecer e identificar essas características em si e no outro gera uma vantagem competitiva na mesa de negociação.

Controle emocional

O corpo fala e fornece sinais reveladores. Contratos são fechados não só com base em números, mas a partir de relações de confiança. Mantenha o controle emocional, crie sintonia com seu interlocutor e use a linguagem corporal de modo adequado para transmitir confiabilidade e segurança.

Empatia

Ser capaz de se colocar no lugar do outro é imprescindível na hora de fechar bons acordos. Ao invés de olhar o interlocutor como um inimigo, veja-o como alguém que, como você, está ali em busca da melhor solução. Escute atentamente as demandas do outro, entenda suas necessidades e limites e esteja aberto para construir alternativas que sejam boas para ambos.

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4 características que todo bom gerente deve ter

Você deu duro como analista e, merecidamente, foi promovido a gerente. Agora, além de um melhor salário, o cargo superior lhe traz novas atribuições e responsabilidades. Mais que cuidar de tarefas operacionais, você deve planejar metas, fixar deadlines, alocar recursos e engajar pessoas. Veja dicas para se sair bem diante do novo desafio.

  1. Seja humilde

Não é porque você subiu de cargo que pode tratar mal seus subordinados. A síndrome do pequeno poder se reflete em atitudes autoritárias e é sempre um fator desagregador. Trate as pessoas de igual para igual, e não com arrogância ou superioridade. Assim, você será admirado – e não temido.

  1. Dê exemplo

Se você não deseja que a sua equipe se atrase, deve ser o primeiro a ser pontual. Dar o exemplo é o melhor modo de influenciar as pessoas ao seu redor. Como líder, você inspira comportamentos e é responsável por manter o seu time motivado e engajado com os objetivos da empresa.

  1. Estipule metas claras

Além de metas claras e possíveis de alcançar, você deve estipular prazos para a realização das atividades. Faça um acompanhamento de modo a evitar horas extras e conseguir que o cronograma seja cumprido. Antecipe-se e lembre-se que no meio do caminho podem ocorrer imprevistos.

  1. Comunique-se

A habilidade comunicacional é uma das características do líder. Além de evitar mal-entendidos, a comunicação eficaz reforça relações e vínculos. Dê feedbacks, pratique a escuta ativa e, sempre que possível, também elogie.

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Dicas para ser um bom gerente.
Dicas para ser um bom gerente.

4 passos para um programa de desenvolvimento de líderes

Capaz de engajar pessoas em torno de objetivos que irão resultar no sucesso organizacional, o líder é uma figura central no ambiente corporativo. Não por acaso o RH tem se ocupado em promover treinamentos que cultivem os talentos que existem dentro das próprias organizações. Programas de liderança ajudam a preparar a cadeia de sucessão, estimulam a criatividade e fazem os funcionários se sentirem mais conectados à companhia. Veja dicas para implantar um programa de desenvolvimento de líderes na sua empresa.

  1. Avalie necessidades

Cada setor tem demandas, particularidades e metas próprias. Por isso, o primeiro passo é avaliar as necessidades reais do departamento em questão de modo a focar em capacitações estratégicas específicas. Ainda que líderes tenham em comum certas habilidades, como carisma e visão ampla do negócio, uma liderança em vendas pode desejar priorizar sua competência comunicativa e de negociação, enquanto um gestor de produtos pode requerer treinamentos mais voltados ao gerenciamento de equipes.

  1. Contemple diversos níveis

As habilidades de liderança podem ser desenvolvidas em todos os níveis hierárquicos. Profissionais de nível gerencial costumam ser beneficiados por programas de desenvolvimento de líderes, mas tanto analistas como diretores, todos podem ter suas potencialidades aprimoradas. Proponha atividades avançadas para os profissionais mais experientes, sem esquecer daqueles que podem eventualmente ser preparados para ocupar cargos mais altos.

  1. Promova treinamentos assertivos

Nada mais chato que achar que está perdendo tempo, certo? Diante de agendas sempre ocupadas, é fundamental que palestras ou dinâmicas de grupo sejam interessantes, produtivas e assertivas. Combinar teoria a aplicações práticas costuma resultar em boas experiências, otimizando o processo de absorção do conteúdo.

  1. Mensure resultados

Adote métricas concretas para mensurar a efetividade do programa de liderança. Além de contar com o feedback dos participantes, pode-se aferir o aprimoramento profissional realizando avaliações de desempenho, pesquisa de clima e cumprimento de metas. Medir resultados é um ponto essencial para que o programa possa ser constantemente melhorado.

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4 passos para um programa de desenvolvimento de líderes

Errei, e agora? Quatro passos para superar o erro.

Quem nunca errou, que atire a primeira pedra. Ninguém gosta de falhar, mas o fato é que deslizes acontecem no ambiente de trabalho.

Seja por distração, procrastinação ou erro de avaliação, até o mais perfeccionista profissional está sujeito se equivocar. Quando isso acontece, é difícil não ficar aborrecido. Esse sentimento, contudo, não leva a nada.
Confira quatro estratégias para lidar com o erro e tirar aprendizados da situação.

  1. Reconheça

Não se esconda atrás de desculpas e pretextos, nem coloque a culpa no outro. Aceitação é essencial para a mudança, portanto, reconheça suas responsabilidades diante do problema. Também em nada ajuda se martirizar. Entenda que errar é humano e que admitir a própria falta é sinal de profissionalismo e um primeiro passo para se reconquistar a confiança.

  1. Peça desculpas

Há erros e erros, alguns mais leves, outros nocivos e prejudiciais. Avalie a dimensão do seu equívoco, entenda se ele afeta apenas você mesmo e sua carreira ou se coloca em risco relações com colegas, fornecedores ou clientes. Quando traz consequências a terceiros, engula o orgulho e peça desculpas. Essa atitude mostra que você não apenas admite a falha, mas que também se importa com o outro.

  1. Minimize as consequências

Algo pode não ter saído como planejado, mas normalmente há como reparar. Quanto antes você reconhecer o erro, mais rapidamente poderá encontrar um modo de solucioná-lo. Localize o problema e busque reduzir seus efeitos e consequências. Se preciso, peça orientação a colegas ou ao seu superior: às vezes um olhar distanciado ajuda a clarear as ideias.

  1. Tire lições

Reflita sobre seu desempenho, reavalie procedimentos, observe o que o levou ao equívoco. Os empresários de sucesso costumam comentar que não acertam o tempo todo, e que é preciso saber perder para então ganhar. Ao tirar lições de uma derrapada, você está no caminho do crescimento e da aprendizagem, e isso é fundamental para não voltar a cair na mesma cilada no futuro.

Especialista em gestão de controle de frequência, a Norber desenvolve softwares que automatizam rotinas do RH e ajudam a minimizar erros. O NewPonto é um sistema de controle de ponto que integra as informações de entrada e saída dos funcionários à folha de pagamento, modernizando processos administrativos. Para conhecer todas as funcionalidades dessa e outras ferramentas, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Errei, e agora? Quatro passos para superar o erro
Errei, e agora? Quatro passos para superar o erro

O papel do líder na gestão empresarial

“Líderes constroem as empresas não só para o presente, mas também para o futuro”. Atribuída a Dave Ulrich, uma das autoridades mundiais em gestão de RH, a frase deixa clara a função estratégica dos gestores que ocupam cargos de liderança. Ao invés de dar ordens e esperar que determinada tarefa seja executada, a atribuição de um verdadeiro líder é engajar talentos para que alcancem objetivos que resultem no sucesso da organização em longo prazo.

No ambiente corporativo, o velho modelo de liderança autocrática vai dando lugar a uma gestão em que as decisões são compartilhadas. Se antes valia a máxima “manda quem pode, obedece quem tem juízo”, atualmente as equipes com melhor desempenho são aquelas cujos gestores encorajam a comunicação e a participação. Essa é, aliás, uma das características que distinguem o líder de hoje do chefe do passado.

Mas não basta apenas dar voz ao subordinado. Para influenciar positivamente sua equipe e obter dela total comprometimento, o líder desenvolve as potencialidades técnicas e humanas de seus subordinados por meio de relações horizontais, dando e recebendo feedbacks enquanto os projetos são executados. Também são competências do líder a habilidade de motivar o grupo e valorizar talentos, assim como a capacidade de delegar tarefas e de oferecer suporte para que os resultados sejam alcançados.

A Norber, especialista em gestão de controle de ponto, conta com ferramentas que desafogam o operacional da empresa permitindo que os gestores se ocupem de questões estratégicas. Uma solução como o NewPonto, por exemplo, otimiza a capacidade gerencial do RH na medida em que automatiza o controle de ponto e os processos operacionais da folha de pagamento. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto, visite www.norber.com.br ou fale com a Área Comercial.

O papel do líder na gestão empresarial.
O papel do líder na gestão empresarial.