Como fazer a gestão do tempo de forma eficaz

O dia parece curto diante das demandas do trabalho? O expediente acaba e você não conseguiu realizar tudo o que se propôs a fazer? O problema pode estar na falta de gestão do tempo, que afeta a entrega e compromete a produtividade. Administrar as tarefas exige planejamento, disciplina e bom uso da tecnologia. Veja como gerir o tempo com mais consciência, mude hábitos que afetam negativamente o desempenho e alavanque resultados.

Defina prioridades

Planejar é o primeiro passo para administrar o tempo de modo eficaz. Dedique alguns minutos para organizar a agenda, coordenar demandas e definir prioridades. A dica é incluir intervalos para lidar com urgências inesperadas. Desta forma, você não sacrifica seu planejamento e nem compromete o resultado ao fim do dia.

Estabeleça prazos

O tempo é otimizado quando há prazos determinados para o cumprimento das tarefas. Defina deadlines para as atividades diárias, semanais e mensais. Seja objetivo e procure terminar aquilo que começou. Fuja da procrastinação, mantenha o foco no que importa e evite reuniões intermináveis, que às vezes se alongam além do necessário.

Controle o uso de aplicativos

Emails, redes sociais e mensagens instantâneas facilitam a comunicação, mas são “ladrões” da atenção. Por isso, determine horários para checar e responder emails, e bloqueie notificações ao desenvolver atividades que exigem concentração. O ideal é usar a tecnologia com sabedoria, aproveitando soluções de mobilidade corporativa para resolver demandas à distância e otimizar o tempo. Faça bom uso dos aplicativos, tome cuidado com as distrações e lembre-se: você está no comando da sua agenda.

Utilize softwares de gestão

Tarefas operacionais absorvem muito tempo da sua equipe? Então está na hora de investir em softwares que automatizam processos administrativos. Com soluções como o controle de ponto em nuvem, por exemplo, é possível realizar a gestão de frequência e o fechamento da folha de pagamento com mais agilidade e eficiência. Ao poupar minutos valiosos, sua equipe será capaz de dedicar mais tempo aos objetivos estratégicos do negócio.

A Norber desenvolve sistemas de controle de acesso e de frequência que otimizam o tempo gasto em tarefas operacionais. O NewPonto Cloud é um software que automatiza a gestão do controle de ponto e moderniza operações do RH. Para conhecer as funcionalidades desta solução, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Outdoor training: conheça o método de treinamento empresarial ao ar livre

Tirar profissionais da zona de conforto, incentivá-los a desenvolver novas habilidades e integrá-los à cultura da empresa são objetivos dos treinamentos corporativos promovidos pelos departamentos de RH. Um deles é o outdoor training, em alta nas grandes companhias por combinar trabalho em equipe com experiência ao ar livre.

O método, que costuma ser estruturado por especialistas em conjunto com o RH, consiste em proporcionar aos membros da empresa um treinamento baseado em esportes de aventura e modalidades do ecoturismo. A ideia é promover a aprendizagem fora do ambiente de trabalho tradicional, em contato com a natureza.

A proposta teria surgido na Inglaterra após a Segunda Guerra Mundial, inspirada nos conceitos militares de liderança de equipes. Com o tempo, passou a ser utilizada de forma mais ampla, já que promove a melhoria da habilidade interpessoal.

Segundo especialistas, o treinamento ao ar livre estimula a criatividade, planejamento, comunicação, engajamento e busca por novas soluções. Por ser vivencial, promove um aprendizado efetivo, com maior retenção do conhecimento. Além disso, fortalece laços e faz com que os participantes tenham outra percepção dos colegas com quem trabalham, o que acentua a relação de confiança e a importância do trabalho em equipe.

Para não se tornar mero entretenimento ou causar traumas, o outdoor training deve se basear em metodologias e, principalmente, gerar reflexões que motivem os participantes a adotarem mudanças de comportamento na rotina corporativa. Espera-se, depois de um treinamento deste tipo, que os profissionais sejam capazes de ter atitudes mais colaborativas e de superar seus limites, construindo soluções mais produtivas e alinhadas aos objetivos da empresa. Já promoveu ou participou de um treinamento vivencial outdoor? Compartilhe conosco sua experiência.

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Os benefícios não financeiros das melhores empresas para trabalhar

Qualidade de vida e trabalho não são valores incompatíveis nas empresas que integram as listas de melhores para se trabalhar. Para conquistar e reter talentos, estas organizações já perceberam que não basta um bom salário. Principalmente entre profissionais das gerações millennial e centennial, é importante oferecer um ambiente estimulante e flexível, investir em bem-estar e desenvolvimento profissional. Conheça os benefícios não financeiros que fazem a cabeça dos funcionários nas melhores empresas para trabalhar.

Mindfulness, ioga e academia

A depressão é considerada a “doença do século”. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), será a enfermidade mais incapacitante do planeta até 2020. Por isso, estão ganhando espaço nas empresas práticas de relaxamento como mindfulness e ioga, que combatem o stress antes que a ansiedade ou a síndrome do pânico façam um estrago na saúde do colaborador. Além do tradicional plano de saúde, benefícios como academia e programas que incentivam a alimentação saudável são valorizados pelos funcionários, que prezam o bem-estar físico e mental.

Parentalidade e auxílio creche

O tempo que passamos com nossas famílias é inegociável, não é mesmo? Para as profissionais que se tornam mães, a licença maternidade estendida de 6 meses é mais que bem-vinda. E por que não falar em paternidade e dar aos homens um tempo maior além dos 5 dias estabelecidos por lei para que possam curtir a chegada do filho, seja biológico ou adotivo? Na hora de retornar ao trabalho, contar com auxílio creche é garantia de deixar o pequeno num lugar seguro e confortável. Também há empresas que incentivam a amamentação proporcionando condições adequadas para armazenamento do leite materno.

Mentoria e bolsa de estudos

Vivemos tempos de aperfeiçoamento contínuo. Se, por um lado, as gerações que nasceram com o smartphone na mão são multitarefas e movidas a desafios, os profissionais com mais tempo de casa podem ter dificuldade na adaptação a novos processos e tecnologias. Programas de desenvolvimento profissional, como mentorias e bolsas de estudo, são muito bem vistos. Além de aumentarem a empregabilidade e capacidade produtiva do colaborador, também geram maior conexão dele com a empresa.

Day-off e jornada flexível

Quem não quer ter um dia livre para fazer o que quiser? O day-off é um jeito simpático de beneficiar o colaborador com uma folga no dia ou semana de seu aniversário. Jornadas flexíveis, que possibilitem o trabalho remoto ou horários alternativos, também estão em alta na medida em que permitem conciliar vida pessoal e profissional. Como este tipo de jornada funciona, sobretudo, em ambientes com gestão mais compartilhada e menos hierárquica, é importante desenvolver uma política de benefícios compatível com os valores e a cultura da empresa.

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Identificação biométrica: como funciona e por que adotá-la em ambientes corporativos

Você já deve ter visto o reconhecimento da íris ser usado num filme de ficção científica. Também pode ter tido sua passagem liberada por reconhecimento facial no controle de passaporte do aeroporto. Mais frequente ainda é o uso das digitais para sacar dinheiro no caixa eletrônico ou simplesmente desbloquear o smartphone. E o que estas tecnologias têm em comum? Todas se baseiam na identificação biométrica, que tem se tornado cada vez mais comum em escolas, empresas e ambientes corporativos.

Como funciona

A biometria (bio = vida e metria = medida) é o estudo das medidas dos seres humanos. Ela faz uso das características únicas de cada pessoa, sejam físicas (impressão digital, face e íris) ou comportamentais (voz e assinatura). Funciona baseando-se na detecção de padrões a partir de um pré-cadastro. A tecnologia de reconhecimento facial, por exemplo, mapeia o rosto do indivíduo calculando a distância entre pontos específicos, como boca, nariz e olhos. Uma vez cadastrada, a pessoa pode ser identificada pelo equipamento, cujos sensores fazem a leitura das medidas e, por meio de algoritmos, as compara ao padrão previamente armazenado. Feita a validação, a pessoa tem o acesso rapidamente liberado.

Uso corporativo

A identificação biométrica vem ganhando espaço em ambientes corporativos onde há uma preocupação recorrente com a segurança. Com alto índice de confiabilidade, tem menos chance de ser clonada que tecnologias tradicionais, como cartões ou senhas. Além de oferecer menor risco de fraude, também tem bastante aceitação por parte dos usuários, sendo frequentemente combinada a sistemas de controle de acesso. Por isso, é uma opção a ser considerada na hora de traçar uma política de segurança corporativa.

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Habilidades do futuro: conheça “skills” valorizadas no mercado

O futuro não muito distante no qual a máquina substituiria o homem chegou. A automação, a robótica e a inteligência artificial devem acelerar este processo e colocar em risco milhares de vagas nas próximas décadas, especialmente as que demandam tarefas repetitivas. Por outro lado, estima-se que 85% das profissões de 2030 ainda sequer foram inventadas. Diante deste cenário repleto de desafios e oportunidades, em que parte da força de trabalho migrará de categoria ocupacional, uma questão importante se impõe nas empresas: quais serão as habilidades dos profissionais do futuro? A seguir, listamos algumas das skills que serão altamente valorizadas no mercado de trabalho.

Habilidades socioemocionais

As chamadas “soft skills” há algum tempo têm sido requisitadas pelo mercado. Ligadas à inteligência emocional e aptidões sociais, elas se relacionam às formas de lidar com a pressão e de interagir com o outro. Estas competências não-técnicas, como habilidade comunicacional, resiliência, colaboração, empatia, gestão do tempo e capacidade de adaptação, são apontadas como diferenciais para o sucesso na carreira, principalmente em cargos de liderança.

Habilidades cognitivas avançadas

Criatividade, raciocínio lógico, empreendedorismo, pensamento crítico e resolução de problemas são exemplos de habilidades cognitivas avançadas importantes em um futuro tecnológico. Enquanto softwares e robôs executarão atividades previsíveis com mais eficiência de modo a alavancar a produtividade, as capacidades tipicamente humanas continuarão aportando inovação e agregando valor ao negócio.

Habilidades tecnológicas

Num mundo cada vez mais digital e conectado, todo profissional, independentemente da área, deverá adquirir conhecimentos tecnológicos mais aprofundados para desempenhar suas tarefas. Manejar dispositivos móveis, conhecer fundamentos de cloud computing e de segurança da informação, além de entender algo de Big Data serão requisitos dos recrutadores no futuro. Também vale investir em noções de programação para melhorar o diálogo com a área de TI, uma das que mais deverá crescer. A aquisição de conhecimento, sejam técnicos ou comportamentais, passa a ser um processo contínuo, e fica para trás quem não estiver disposto a aprender.

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4 erros comuns de estratégia e planejamento empresarial

Era uma vez uma empresa que tinha a faca e o queijo na mão, mas que falhou em seu planejamento e deixou escapar uma bela oportunidade. Infelizmente, casos assim são recorrentes no mercado e é bem possível que você conheça alguns. Seja por vacilar na execução da estratégia ou falhar no planejamento, há negócios que estagnam ou até quebram. Conheça erros comuns cometidos nas empresas e evite cair nestas ciladas.

  1. Execução falha

Às vezes, a empresa sabe exatamente aonde quer chegar, mas não consegue alcançar seu objetivo pela incapacidade de executar rigorosamente sua estratégia. Um plano de ação detalhado é de fundamental importância para alinhar as diversas áreas da empresa e fazer com que toda atividade interna caminhe na mesma direção. Perder-se na hora de colocar em prática o planejamento estratégico costuma prejudicar e muito o desempenho organizacional.

  1. Esquecer o cenário macro

O ambiente macroeconômico está em permanente mudança e desconsiderar as influências externas é um erro que põe em risco empresas de qualquer segmento e porte. Flutuações do câmbio, mudanças regulatórias e alterações fiscais são frequentes em um mundo globalizado, sendo capazes de impactar o desempenho financeiro até de companhias focadas exclusivamente no mercado interno. Coloque o cenário macro, incluindo a concorrência, em sua estratégia e antecipe ações observando variáveis determinantes para o seu negócio.  

  1. Não considerar o cliente

O cliente é soberano e deve estar no foco do seu negócio. Com frequência, os gostos e hábitos dele também mudam, e não perceber essas mudanças pode fazer com que seu produto ou serviço se torne dispensável da noite para o dia. Por isso, conheça profundamente seu público-alvo, entenda quais são as demandas do seu cliente e veja onde você pode se diferenciar em relação à concorrência. Seja flexível e saiba se adaptar às necessidades do consumidor, sempre alinhando as mudanças à estratégia da organização.

  1. Deixar a tecnologia de lado

A tecnologia está alterando o ambiente empresarial e deixar de incluí-la em seu planejamento é uma falha que inevitavelmente deixará sua empresa para trás. Se você deseja inovar e manter vantagem competitiva, destine investimentos para a automação de processos, implemente softwares que geram eficiência e aposte em soluções que possibilitem análise de dados. Os benefícios gerados pela tecnologia abrem novas oportunidades e deixar de utilizar este recurso pode gerar danos irreparáveis.

A Norber é especialista em controles de acesso e de frequência, através de soluções customizadas que auxiliam na gestão empresarial. Quer melhorar os controles e a segurança de sua empresa? Acesse www.norber.com.br e fale com o nosso Comercial.

Geração Z: como preparar sua empresa para os centennials

A Geração Z está chegando ao mercado de trabalho. Nascidos em meados da década de 1990, os chamados centennials (ou pós-millennials) têm agora seus 20 e poucos anos e começam a se inserir profissionalmente nas empresas. Por terem tido acesso a smartphone e wi-fi desde sempre, dominam os meios digitais e veem a evolução tecnológica como um processo natural. Desta maneira, desenvolveram habilidades e têm expectativas diferentes das gerações precedentes. Conheça as características deste grupo e saiba como atrair e otimizar o potencial destes jovens, que serão 20% da força de trabalho em 2020.

Meio digital como habitat natural

Os centennials foram criados num mundo de comunicação instantânea e de acesso ilimitado à informação. Ultraconectados e multitarefas, trafegam com desenvoltura por plataformas digitais e têm um perfil dinâmico, interativo e competitivo. São avessos à hierarquia e podem ter alguma dificuldade nas relações interpessoais. Por outro lado, são participativos e não têm nenhum problema como o diferente. Ao contrário, valorizam a diversidade, a igualdade e a transparência. Assim, para reter os talentos dessa geração, vale apostar num ambiente de trabalho flexível, democrático e participativo, no qual as tarefas possam ser executadas em ciclos curtos, com recompensas (ou promoções) frequentes, à exemplo dos games (gamification). O trabalho remoto também é desejável, pois significa responsabilidade e autonomia.

Movidos a propósitos

Diferentemente dos millennials, vistos como mimados e impacientes, a Geração Z é mais pragmática e pé no chão. Por terem vivenciado com suas famílias um período de instabilidade econômica, valorizam a segurança financeira e fazem planos para o futuro. Para eles, salário e plano de carreira são importantes, mas não significam tudo. O que faz os olhos desta turma brilhar de verdade é poder contribuir com empresas com potencial transformador. Assim, deixe claro qual é o propósito da sua empresa, engaje os centennials em torno dos objetivos organizacionais e surpreenda-se com a capacidade de inovação destes jovens.

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Controle de acesso: Tudo o que você precisa saber

Controle de acesso é o sistema ou equipamento que limita o acesso de pessoas a determinados ambientes, seja em escritórios, fábricas, refeitórios, condomínios, hospitais ou estabelecimentos comerciais. Com a função de proporcionar mais segurança às pessoas e garantir a proteção de bens e informações, é um recurso recorrente e necessário. Conheça os tipos de controle de acesso e os benefícios de sua implantação para a gestão de sua empresa.

Tipos de controle de acesso

Para evitar que seu estabelecimento fique à mercê de estranhos, há diferentes tipos de controle de acesso disponíveis no mercado. Além de barreiras físicas (cancelas, catracas e portões), controladas ou não por pessoa de confiança, também há tecnologias que automatizam a entrada e saída de colaboradores previamente cadastrados, o que pode dispensar a necessidade de um funcionário para a segurança. São exemplos de tecnologias: senha, leitura biométrica, cartões de proximidade, reconhecimento facial, reconhecimento de voz e de íris, entre outras. Cada um destes tipos apresenta características específicas, e a escolha por um deles depende da demanda da empresa e, principalmente, do nível de proteção exigido.

Benefícios para a gestão

O aumento da segurança é a primeira vantagem quando se fala em controle de acesso. No entanto, estes sistemas trazem outros benefícios, como agilidade na identificação de visitantes, clientes e fornecedores, controle da quantidade de pessoas nos ambientes, restrição a pessoas não autorizadas. Também é possível, por meio de sistema de controle de acesso, detectar horários de pico, saber o número de pessoas num departamento, e até mesmo integrar a entrada num refeitório à marcação do intervalo intrajornada. Todos estes dados, disponibilizados em tempo real, são peças-chave para o aprimoramento da gestão organizacional.

Integração com sistema de ponto

Além de oferecer diferentes níveis de segurança no acesso em portarias e departamentos, restringindo o fluxo a colaboradores autorizados, o controle de acesso também pode ser integrado a sistemas de registro eletrônico de ponto (SREP). Esta integração reduz o risco de fraude na marcação de presença, já que um controle de acesso como o biométrico, por exemplo, efetua o registro de entrada e permite saber quem efetivamente está nas dependências da empresa. As informações de entrada e saída são automaticamente registradas, facilitando a gestão da jornada de trabalho e a redução do passivo trabalhista, como por exemplo o bloqueio do acesso para colaboradores que estejam em período de interjornada (descanso de 11 horas – Art. 66  da CLT). O acesso controlado também permite delimitar o horário de permanência do colaborador na empresa, o que pode reduzir consideravelmente os gastos com horas extras.

A Norber Tecnologia desenvolve sistema para controle de acesso e monitoramento de pessoas e veículos às dependências e áreas restritas de empresas, condomínios, hospitais e outros ambientes que sejam sensíveis do ponto de vista da segurança. O NewAcesso se destaca por suas funcionalidades e pela forma flexível de estabelecer comunicação com diversos equipamentos e fabricantes do mercado.

Quer melhorar a gestão da segurança em sua empresa, fale com o nosso Comercial e agende uma visita ou acesse www.norber.com.br

4 passos para implantar uma Política de Ponto em 2019

Gerenciar a jornada de trabalho dos colaboradores produz inúmeros benefícios, desde gerar informações estratégicas sobre a produtividade até redução de custos com horas extras. Se sua empresa não faz a gestão de frequência de forma adequada, é hora de planejar a implementação de uma Política de Ponto. Veja nossas dicas e comece 2019 com um sistema prático, confiável e customizado às necessidades do seu negócio.

  1. Fique atento às normas

O primeiro passo para implantar uma Política de Ponto é conhecer a legislação relacionada ao tema. O parágrafo segundo do artigo 74 da CLT determina a obrigatoriedade da anotação dos horários de entrada e saída dos funcionários para estabelecimentos com mais de dez colaboradores, assim como o registro do intervalo de repouso. Além disso, a portaria 1.510/2009 do Ministério do Trabalho e Emprego regulamenta que registros eletrônicos sejam homologados e emitam comprovante, para devido controle do colaborador.

  1. Avalie a cultura e as necessidades da empresa

Os colaboradores da sua empresa funcionam melhor cumprindo horários rígidos? Costumam trabalhar fora das dependências da empresa ou atuam no esquema home-office? Ao criar uma política de ponto é importante avaliar a cultura organizacional e, sobretudo, buscar adequar o modelo de gestão ao dia a dia da corporação. Também vale ter em mente questões como: a) quando o funcionário está autorizado a fazer hora extra; b) como será feita a compensação do banco de horas; c) como proceder em casos de atraso e faltas. Tudo isso deve ser respondido no momento de criar e contratar soluções de gestão de frequência.

  1. Envolva os colaboradores

Uma Política de Ponto não é implantada sem mudança de hábitos. Para que a adesão seja um sucesso, comunique os colaboradores sobre as novas regras, transmita a informação sobre marcação de horários de forma clara, desenvolva uma campanha estimulando novos hábitos. Escute as demandas dos líderes, envolva-os no projeto e conte com eles para promover o engajamento dos colaboradores. Assim, você terá um time mais comprometido tanto com horários quanto com resultados.

  1. Invista em tecnologia

Ultrapassado, o livro de ponto é pouco prático e eficaz. Atualmente, sistemas de gestão de jornada permitem integrar o controle de ponto à folha de pagamento, garantindo mais praticidade e modernidade às atividades do RH. O investimento em tecnologia também proporciona que informações de frequência sejam atualizadas em tempo real, facilitando a gestão e a tomada de decisões.

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Férias coletivas: como planejar e aplicar na sua empresa

As festas de fim de ano estão chegando e, em muitas empresas, esta época é sinônimo de férias coletivas. Neste período, diversas companhias aproveitam que a procura dos clientes por seus produtos ou serviços é baixa para interromper as atividades e, assim, conceder férias simultaneamente a todos os colaboradores ou àqueles de determinado setor ou unidade. Saiba como planejar a concessão de férias coletivas e conheça os principais custos e procedimentos.

Quando conceder

Embora seja bastante frequente no fim do ano, este recurso pode ser aplicado em qualquer período, desde que cumpridas as obrigações legais. A ideia é aproveitar a sazonalidade do segmento de mercado em momentos em que a demanda, e consequentemente a necessidade de mão de obra, é menor.

Qual o período mínimo

As férias coletivas podem ser determinadas pela empresa independentemente da vontade do colaborador, segundo Artigo 139 da CLT. Podem ser divididas em até dois períodos de, no mínimo, 10 dias cada, e são descontadas do saldo total de férias de cada funcionário. Assim como as férias individuais, não começam em domingos e feriados.

Comunicação e procedimentos administrativos

O aviso de férias coletivas deve ser realizado ao menos 15 dias antes do início do recesso, seja por comunicado no mural de avisos, jornal interno ou email. Quanto antes, melhor o funcionário poderá se planejar. Para validar a ação, o RH precisa comunicar as datas estipuladas e setores beneficiados ao órgão local do Ministério do Trabalho (DRT), assim como informar o sindicato profissional da categoria. Também é imprescindível realizar a anotação na carteira de trabalho.

Pagamento das férias

Do mesmo modo que as férias individuais, as coletivas são remuneradas e têm um acréscimo de 1/3 do salário do trabalhador, proporcionais ao período de duração. Como o valor deve necessariamente ser pago dois dias antes da data de início das férias, é importante fazer um correto planejamento de custos.

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