Logística reversa: benefícios para o cliente e a sustentabilidade

O descarte adequado de materiais é cada vez mais recorrente em nosso dia a dia. Numa sociedade mais consciente do impacto do consumo, é questão de cidadania não jogar no lixo comum embalagens, garrafas plásticas e outros materiais que podem ser reciclados. No ambiente empresarial, que lida com volumes de resíduos muito maiores que o doméstico, a sustentabilidade também passa a ser vista como prioridade e, neste contexto, a logística reversa é um importante instrumento para a redução da poluição ambiental. Entenda como funciona este recurso e por que você deve pensar em implantá-lo na sua empresa.

Como funciona a logística reversa

Se a logística lida com a distribuição de produtos dos fabricantes para os consumidores, a logística reversa, como o nome sugere, faz o caminho inverso: recolhe e dá encaminhamento pós-venda ou pós-consumo para reaproveitamento ou destinação final ambientalmente adequada. Neste sentido, fabricantes, distribuidores, comerciantes e também consumidores têm responsabilidade compartilhada no ciclo de vida do produto, conforme estabelecido na Política Nacional de Resíduos Sólidos. Para alguns setores produtivos, como pilhas e baterias, pneus, agrotóxicos e eletrônicos, este processo é norma obrigatória e o não cumprimento está sujeito a multas.

Por que devo implantar na minha empresa

Ainda que seu negócio não esteja enquadrado nas categorias em que a logística reversa é obrigatória, vale a pena conhecer e pensar em implantá-la na sua empresa. Além de benefícios ao meio ambiente, o retorno de resíduos pode trazer vantagens comerciais na medida em que materiais reutilizados podem retornar ao ciclo produtivo e, consequentemente, ao mercado, gerando novas oportunidades de geração de renda.

Outro benefício é o valor agregado à imagem da empresa, vista como sustentável perante os consumidores. Para começar a implantação de uma política de logística reversa, desenvolva embalagens sustentáveis, instale pontos de coleta e aprimore políticas de gestão de resíduos. Também é importante criar campanhas de conscientização da população, um dos agentes transformadores no processo.

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Megatendências: como preparar sua empresa para o futuro

Megatendências são movimentos externos, em escala global, que estão mudando o modo como as sociedades pensam, se comportam, se relacionam e trabalham. Segundo estudiosos do assunto, estas grandes e inevitáveis transformações mudarão os hábitos de consumo e, consequentemente, terão impacto direto nos negócios nos próximos anos. Por isso, as empresas que desejam continuar tendo relevância no futuro próximo devem ficar de olho no que vem por aí. Nos diversos segmentos empresariais, é importante lidar estrategicamente com essas forças, enxergar desafios e oportunidades e, principalmente, estar pronto para adaptar produtos e serviços aos novos hábitos da sociedade. Conheça as principais megatendências e prepare sua empresa para o futuro.

Mudanças demográficas e urbanização

O crescimento da população mundial e o aumento da expectativa de vida têm reflexos diretos nas empresas, seja alterando o perfil do público consumidor ou gerando mudanças na contratação de mão de obra. Diante do envelhecimento populacional, é possível enxergar um cenário de dificuldades na seguridade social, aumento do tempo de trabalho e novos desafios relacionados a saúde e qualidade de vida. A concentração populacional em áreas urbanas, por sua vez, aumenta a necessidade de investimento em infraestrutura. Também é importante estar atento às questões de mobilidade urbana, habitação e segurança.

Escassez de recursos e mudanças climáticas

As alterações da natureza têm acendido o sinal de alerta nas lideranças mundiais, que propõem novas regras e protocolos para reduzir a poluição e emissão de poluentes. A escassez de recursos naturais, por sua vez, impõe maior consciência ecológica e menos desperdício, tanto na produção como no consumo de produtos e serviços com menor impacto ambiental. Sustentabilidade, eficiência energética e soluções verdes entram cada vez mais em pauta, e as empresas que não observarem as exigências dos consumidores correm o risco de perder mercado.

Inclusão tecnológica e conectividade

A revolução digital e a democratização da tecnologia deram origem a uma nova geração de usuários-consumidores imediatistas, que buscam resolver questões em um clique. Para as empresas, o investimento em inovações tecnológicas que atendam à demanda dos seus públicos é questão de sobrevivência. Automação, mobile, inteligência artificial, robótica, nanotecnologia, cloud e analytics estão na agenda das companhias que planejam crescimento futuro. Tudo, claro, ligado a segurança da informação, privacidade e uso de dados.

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A incrível arte de liderar seu time à distância

A primeira questão que vem à mente do gestor quando se fala em trabalho remoto é: como saber se minha equipe está de fato trabalhando? Ligada à cultura do controle, esta dúvida relaciona produtividade à presença física e ao tempo que o colaborador passa em frente ao computador.

Graças ao empurrãozinho dado pela tecnologia, esta cultura tem dado lugar à flexibilidade e à autonomia. Cada vez mais, o talento pode estar no home-office, no coworking do outro lado da cidade, ou até mesmo em outro país. A eficiência no trabalho passou a ser medida não pela presença, mas pelos resultados. Diante desta nova realidade, os gestores devem mudar o jeito de pensar para encarar o desafio de liderar times à distância. Confira nossas dicas e extraia o melhor da sua equipe.

Confie e inspire

As relações de trabalho estão mudando! Quem trabalha à distância costuma dar valor a rotinas flexíveis. Por isso, o melhor a fazer é respeitar individualidades e entender que há quem renda mais pela manhã e quem produza melhor à noite. Ao demonstrar consideração pelas escolhas do outro, você estimula o senso de responsabilidade e cria uma relação de confiança. Fomente o protagonismo pessoal e esteja aberto para atuar de modo horizontal. Essa é a atitude esperada de um líder, alguém que motiva, engaja e inspira.

Acompanhe os projetos

Permitir que o colaborador trabalhe de onde quiser não significa abrir mão de certa disciplina. O hábito de realizar encontros periódicos por videoconferência é uma prática que ajuda a acompanhar o fluxo dos trabalhos e garantir que não haja prejuízo nas entregas. A comunicação frequente também é fundamental para que o colaborador remoto não se sinta excluído ou sozinho. Acompanhe os projetos de perto por meio de ciclos rápidos de feedback, crie uma dinâmica efetiva e garanta que seu time mantenha a produtividade alta!

Estabeleça metas

Não dá para esperar resultados sem ter objetivos definidos. Por isso, não deixe de compartilhar com as equipes remotas quais são as metas e os passos para chegar lá. Defina prioridades, estabeleça prazos, mostre progressos e deixe claro que conquistas individuais têm importância para o todo. Com resultados expressivos, o local de onde seu time está trabalhando é o que menos importa!

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Coaching empresarial: estratégia para o desenvolvimento de lideranças

Todo mundo sabe que não dá para esperar resultados diferentes quando se continua fazendo a mesma coisa. No entanto, nem todo profissional sabe o que e como mudar, e tampouco aonde quer chegar. E é por ajudar o profissional a encontrar esse caminho e, assim, obter melhores resultados, que o coaching empresarial está em alta no ambiente corporativo.

Coach, do inglês, significa treinador. Coaching, por sua vez, é o processo por meio do qual o coachee (pessoa orientada) aprende a desenvolver habilidades necessárias para o alcance de objetivos, sejam pessoais ou profissionais. Basicamente, a ideia é que, sob orientação do especialista, o indivíduo aumente o nível de percepção de si mesmo, de modo a enxergar com clareza oportunidades e objetivos, traçando caminhos assertivos e desenvolvendo competências para alcançar sua meta.

O método, que é individualizado e vai muito mais fundo que um simples treinamento, está sendo usado não só por quem deseja se reposicionar no mercado, mas também por empresas interessadas em desenvolver lideranças em seus quadros. Quando aplicado internamente, o coaching empresarial permite, por exemplo, que um profissional com cargo técnico observe as possibilidades de crescimento dentro da própria empresa e desenvolva as habilidades comportamentais necessárias para, oportunamente, assumir um posto de gestão. Com o despertar de novos potenciais, também é possível direcionar a carreira para outra área mais promissora ou mais alinhada aos objetivos estratégicos da organização.

Executivos que passam por um processo de coaching tendem a desenvolver maior senso de organização, descobrem novos talentos, lidam melhor com o tempo e se sentem mais motivados e autoconfiantes no trabalho, tornando-se líderes inspiradores para suas equipes. Para as empresas, a aplicação da metodologia gera uma série de benefícios, já que está associada ao alcance de metas e à melhoria na performance, permitindo também um melhor planejamento da sucessão de gestores.

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4 passos para adotar jornadas flexíveis na sua empresa

Jornadas de trabalho flexíveis são o sonho de consumo de 7 entre 10 brasileiros, segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Ibope. Com o avanço da tecnologia, um número maior de empresas tem conseguido atender essa demanda do profissional, para quem a flexibilidade no trabalho significa menos tempo no trânsito e mais qualidade de vida. Para o empregador, o modelo se traduz em profissionais mais satisfeitos, engajados e produtivos, gerando redução de custos e ganhos na retenção de talentos. Veja como implantar modelos de gestão de horários flexíveis.

  1. Busque adequação cultural

Companhias tradicionais e com relações hierárquicas rígidas podem ter dificuldade de comprar a ideia de jornadas flexíveis. Por isso, o primeiro passo para implantar um programa de trabalho remoto é verificar se há aceitação da liderança e se o perfil dos colaboradores se encaixa nesse modelo de gestão. Nem todas as empresas se adaptam, mas em alguns casos é possível começar a mudança por áreas específicas.

  1. Estabeleça regras

Home office ou part-time. Horários flexíveis de entrada e saída ou carga horária encurtada às sextas. É possível adotar diferentes tipos de regimes flexíveis, mas é importante que as regras sejam claras para o colaborador. Defina áreas ou cargos a quem se destinam os programas, assim como dias da semana ou horas do dia. Caso necessário, revise e altere contratos de trabalho.

  1. Desenvolva relações de confiança

Como liberdade exige responsabilidade, muitos dos programas home office se aplicam a profissionais mais seniores, que têm mais senso de disciplina e autogestão. Para produzir os efeitos desejados, o trabalho remoto precisa ser pautado em relações de confiança entre o colaborador e o gestor. O contato também é importante, e vale investir em sistemas de comunicação e plataformas de videoconferência para garantir a conexão e integração do colaborador com a empresa.

  1. Avalie o desempenho

Não é porque o profissional está à distância que o gestor deixará de acompanhar o trabalho. Como na modalidade presencial, cabe ao líder da equipe estabelecer prioridades, definir metas e acompanhar o desempenho dos profissionais envolvidos nos projetos. Do mesmo modo, é função da liderança motivar e manter alta a produtividade da equipe.

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Organizações exponenciais e o que elas ensinam

Organizações Exponenciais – as “ExOs” – são empresas que, a exemplo de Uber, AirBnB ou Waze, se beneficiam da tecnologia, da informação e de uma rede de colaboradores externos para ganhar escala e crescer exponencialmente. Segundo Salim Ismail, Yuri van Geest e Michael Malone, fundadores do conceito, essas organizações têm alto potencial de inovação e são ao menos dez vezes melhores, mais rápidas e mais baratas que empresas tradicionais e lineares. Todas também têm um Propósito Transformador Massivo, ou seja, produzem soluções capazes de transformar nossos hábitos e costumes. Conheça outras características desta nova geração de empresas e prepare-se para fazer a transição do modelo linear para o exponencial.

Ativos alavancados

Até pouco tempo atrás, para ser considerada uma empresa sólida era necessário investir em máquinas e instalações. Uma organização exponencial, ao contrário, atua não na chave da escassez, mas na da abundância, tirando proveito de ativos já disponíveis. Em tempos de economia colaborativa e não-propriedade, a Uber se tornou a maior empresa de transporte do mundo sem possuir um único carro. Com a tecnologia, é possível detectar oportunidades, se tornar uma plataforma e alavancar negócios com menos recursos.

Algoritmos

Em boa parte, o sucesso das organizações exponenciais está ligado ao uso inteligente que elas fazem dos algoritmos. Aqui, estamos falando de Big Data e de um volume imenso de informações que permitem identificar tendências e entender as necessidades do cliente. Cada vez mais, o investimento em softwares e em análise de dados é imprescindível para a evolução dos negócios.

Estruturas desburocratizadas

Com estruturas organizacionais descentralizadas, transparentes e não-lineares, as organizações exponenciais conseguem reagir rapidamente às mudanças. Diferentemente de companhias tradicionais, cujas estruturas hierárquicas acabam contendo a inovação, as exponenciais estão abertas à experimentação e ao risco. De modo geral, não temem colocar um produto no mercado em um curto espaço de tempo, para evoluir conforme o feedback dos usuários.

Equipes sob demanda

A velocidade das mudanças exige novas relações de trabalho. Nas organizações exponenciais, as equipes trabalham sob demanda e em projetos específicos, sendo seus resultados avaliados por entregas, e não exatamente pelas horas passadas dentro da empresa. Em um mundo globalizado e hiperconectado, vale atuar com colaboradores remotos, implantar horários flexíveis e recrutar talentos de lugares diferentes do mundo, criando estruturas de trabalho colaborativas e horizontais.

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Como reduzir o risco de fraudes e irregularidades na empresa

É inegável que a transformação digital proporcionou às empresas mais eficiência nas operações e gerou rapidez na tomada de decisões. O grande volume de dados também tem permitido atuações mais assertivas junto a clientes e funcionários, mas vem acompanhado de preocupação na medida em que expõe a companhia a riscos de fraudes, irregularidades, roubo de ativos e ataques cibernéticos. Para garantir a segurança e evitar eventuais prejuízos, é indispensável adotar medidas de controle. Conheça algumas:

Fortaleça a cultura corporativa

Lamentavelmente, é frequente que fraudes sejam cometidas por gente da casa. Segundo o “Mapa da Fraude Corporativa” da Kroll, 38% dos ciberataques no Brasil são cometidos por ex-funcionários, 19% por agentes ou intermediários e 8% por funcionários. Para combater riscos internos, a empresa deve não apenas ter a ética entre seus valores institucionais como também comunicá-la a todos os seus stakeholders. Invista no fortalecimento da cultura corporativa e deixe claro que condutas antiéticas não são toleradas.

Crie mecanismos de controle

Para não dar brecha à fraude, é importante detectar pontos vulneráveis e aprimorar mecanismos de controle nas diversas operações da empresa. Implementar alçadas de aprovação e solicitar revisões de contratos ajudam a reduzir a vulnerabilidade dos processos internos. Outro mecanismo é a automatização, que reduz a interferência humana e, portanto, está menos sujeito a falhas. Auditorias internas e externas, assim como a criação de um setor de Compliance, também contribuem para a prevenção de atos ilícitos.

Invista em sistemas antifraudes

Os sistemas utilizados pelas empresas devem prezar pela segurança de dados e informações. Um sistema de gestão de controle de ponto, por exemplo, tem que ter conexão criptografada para garantir a segurança do acesso via web, além de um banco de dados blindado e atrelado ao servidor. Esse recurso impede a manipulação das marcações eletrônicas originais, seja pelo usuário ou pelo gestor, e proporciona maior transparência na relação entre empregador e funcionário.

A Norber é especialista em gestão de frequência. O NewPonto, software de maior integração com fornecedores de REP do mercado, possui características de segurança e cumpre a legislação e normas das Portarias do Ministério do Trabalho. Laudo de perito judicial de informática atesta que o NewPonto, bem como o aplicativo para dispositivos móveis, foi fortemente pensado para inibir qualquer tipo de fraude nas marcações de horários e datas. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto, do NewMobile e outras ferramentas de gestão de frequência, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

4 lições da Copa do Mundo para a gestão de negócios

Tal como um campeonato esportivo de alto nível, o mundo corporativo é competitivo por natureza. Em ambos os campos, só alcançam o primeiro lugar no pódio aqueles que conjugam valores como trabalho em equipe, superação, aprimoramento técnico e inovação. Confira erros e acertos das seleções na Copa do Mundo da Rússia e inspire-se nestas lições para aprimorar a gestão do seu negócio.

  1. Capacite seu time

Futebol é um esporte coletivo e, nesta Copa ficou mais que provado que talento individual não faz milagre. Craques do porte de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi pouco puderam fazer por Portugal e Argentina sem o apoio de companheiros que os acompanhassem. As empresas, do mesmo modo, não podem depender de uma única pessoa. Por isso, promova treinamentos para o seu time, valorize o trabalho coletivo e nivele sua equipe por cima. Com certeza, os esforços em capacitação trarão resultados superiores.

  1. Não se subestime

Quem diria que seleções de pouca tradição como a Croácia chegariam tão longe? Enquanto Itália e Holanda nem se classificaram e Espanha cairia frente a equipes tidas como “menores”, outras pequenas alavancaram resultados e alcançaram projeção internacional. No ambiente empresarial, histórias de superação deste tipo também acontecem. Com planejamento estratégico, eficiência e uma dose de ousadia, start-ups e pequenas empresas são capazes de concorrer e até superar gigantes do mercado.

  1. Diga não ao comodismo

Quem não evolui acaba ficando pra trás. A Alemanha, provavelmente a grande favorita da Copa, foi derrotada por México e Coreia do Sul, amargando a eliminação logo na primeira fase. Seu erro foi acomodar-se em sua confortável posição de liderança e deixar de se renovar. Para os empreendedores, fica a dica: faça sua parte para avançar. O mercado muda muito rapidamente e, para manter-se à frente é necessário se adaptar, investir em tecnologia e estar aberto a novos modos de fazer negócios.

  1. Aposte na força da diversidade

Grande campeã da Copa da Rússia, a seleção francesa foi pragmática e focada em resultados. Na final contra a Croácia, teve equilíbrio emocional para manter-se fiel ao compromisso tático e ao jogo coletivo. Em campo, teve desempenho superior e, com um time 80% formado por filhos de imigrantes, deu ao mundo uma lição sobre diversidade. Num ambiente de negócios cada vez mais globalizado, times compostos por pessoas de diferentes origens, crenças, etnias e classes sociais ampliam o campo de visão da empresa, que se enriquece culturalmente e ganha diferencial competitivo.

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5 competências que a maternidade agrega ao mercado de trabalho

Conciliar carreira e maternidade não é tarefa fácil. Depois da chegada dos filhos, muitas mulheres abandonam a carreira e outras são desligadas da empresa após o período de estabilidade. Políticas que incluem jornada de trabalho flexível e creche, por exemplo, são importantes para a retenção do talento feminino que, com a experiência da maternidade, agrega uma série de competências ao mercado de trabalho. Conheça habilidades valiosas que as mulheres adquirem ao criar filhos.

  1. Melhor administração do tempo

Quem melhor que uma mãe executa tantas atividades enquanto o bebê dorme? Dessa experiência, elas aprendem a priorizar tarefas e executá-las com extrema eficácia. Além disso, desempenham diversas funções ao mesmo tempo, alavancando a produtividade.

  1. Melhor relacionamento interpessoal

É preciso inteligência emocional para lidar com a personalidade das crianças. No ambiente de trabalho, isso se reflete em melhor relacionamento interpessoal, habilidade para lidar com as diferenças e amplo poder de negociação.

  1. Capacidade de dimensionar problemas

Tudo parece pequeno e fácil de resolver quando comparado à tarefa de acalmar um bebê que chora e faz birra. Com a maternidade, as mulheres são tiradas da zona de conforto, lidam com situações novas e enxergam os desafios do tamanho que realmente são.

  1. Capacidade de escutar e se comunicar

A escuta ativa e a habilidade comunicacional que as mães desenvolvem com seus filhos é altamente valorizada no mundo empresarial. Cientes de que é preciso clareza nas palavras e nos gestos para uma comunicação efetiva, são mestres em intermediar processos e engajar pessoas.

  1. Desenvolvimento da criatividade

O convívio com crianças é um estímulo à criatividade. Diante da curiosidade e das diferentes demandas dos filhos, as mães são diariamente convidadas a pensar fora da caixa. Na prática, isso as encoraja a ter ideias originais e desenvolver soluções inovadoras também no trabalho.

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5 lições de Jeff Bezos para alavancar o seu negócio

Fundador da Amazon, Jeff Bezos não só é o homem mais rico do planeta como também um dos executivos mais admirados no mundo dos negócios. Com uma fortuna estimada em US$ 112 bilhões, o criador da maior loja virtual do planeta tem um estilo de liderança arrojado que inspira empreendedores das mais diversas áreas. Conheça algumas estratégias de gestão praticadas pelo executivo americano tão visionário quanto polêmico.

  1. Foque no futuro

Mais que buscar resultados momentâneos e lucro em curto prazo, a Amazon se manteve relevante no mercado colocando foco no futuro. A empresa começou pelo e-commerce de livros e, no modelo de hoje, funciona como um marketplace que vende de tudo, além de competir com a Netflix no mercado de streaming por meio do Amazon Prime. Como a gigante norte-americana, observe as tendências, faça planos de negócios em longo prazo e seja capaz de antecipar mudanças.

  1. Não adie a tomada de decisões

Quem fica esperando o momento perfeito acaba ficando para trás. Num ambiente empresarial dinâmico e altamente competitivo, nem sempre o gestor dispõe de todas as informações que gostaria para tomar uma decisão importante. Isso, no entanto, não impede Bezos de seguir adiante. Para o fundador da Amazon, a maioria das decisões pode ser tomada quando se tem em mãos 70% das informações. Sai na frente quem aproveita o “timing” e é capaz de arriscar.

  1. Forme equipes de “2 pizzas”

Jeff Bezos acredita que as equipes envolvidas em um projeto devem poder ser alimentadas por “2 pizzas”, isto é, devem ser compostas por 5 a 7 profissionais. Por trás dessa regra está a ideia de construir times enxutos e de alto nível. Grupos de trabalho muito grandes podem gerar ineficiência, enquanto pequenos acabam sobrecarregados. Para garantir que os projetos sejam bem executados, busque profissionais capacitados e forme equipes de alto desempenho.

  1. Priorize o cliente

Muito do sucesso da Amazon vem da obsessão de Bezos pelo cliente. Diferentemente de gestores focados nas ações dos concorrentes, ele coloca o cliente no centro das atenções: busca suprir as demandas do consumidor e dar-lhe o melhor atendimento possível. Na prática, isso significa oferecer os preços mais baixos do mercado e ter uma política de entrega imbatível. Também vale criar um produto novo e funcional como o Kindle, leitor digital que alavancou o mercado de e-books.

  1. Invista em inovação

Um dos diferenciais da Amazon é o investimento contínuo em tecnologia. Se há 20 anos a patente do sistema “1-click” revolucionou o pagamento eletrônico ao permitir que o consumidor finalizasse sua compra em apenas 1 clique, agora a empresa voltou a surpreender com a Amazon Go. Localizada em Seattle, a loja de conveniência não tem caixas registradoras e nem atendentes. Graças a sensores, câmeras e um sofisticado sistema de automação, basta que o produto seja retirado da prateleira para que a cobrança seja debitada no cartão de crédito do cliente. Não por acaso, a experiência inovadora tem sido chamada de “loja do futuro”.

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