Ascensão profissional: 4 dicas para criar oportunidades

A possibilidade de crescer dentro da empresa é um importante fator para o engajamento. No entanto, nem sempre as companhias dispõem de programas de desenvolvimento de funcionários ou planos de carreira, e acabam frustrando expectativas ao buscar fora da empresa os talentos para ocupar os cargos de gerência e diretoria. Se esta situação já aconteceu com você, veja estas dicas para se destacar, ganhar a confiança da chefia, criar novas oportunidades e conquistar a tão sonhada promoção.

  1. Mostre resultados

Pode parecer lugar-comum, mas mostrar resultados é importante para se destacar na empresa. Em muitos casos, o motivo da estagnação é a baixa visibilidade junto aos gestores. Por isso, faça uso de indicadores de desempenho para deixar claro como a sua contribuição pessoal impacta a companhia. Números são sempre excelentes argumentos, pois demonstram seu comprometimento com o sucesso do negócio.

  1. Desenvolva competências gerenciais

Se você já domina questões operacionais, é hora de investir nas competências gerenciais. Posições mais altas exigem habilidades que, às vezes, não desenvolvemos quando lidamos apenas com o lado técnico. Qualifique-se em práticas de gestão, aprenda a gerenciar equipes, melhore habilidades comunicacionais e mantenha um bom relacionamento com todos.

  1. Envolva-se em projetos estratégicos

Você está estagnado na sua área e quer encarar novos desafios? Então seja proativo e crie oportunidades envolvendo-se em novos projetos, principalmente os estratégicos. Esse é o melhor caminho para ampliar seu olhar e se tornar um profissional mais generalista que especialista. Ao abrir novas frentes em áreas diferentes da sua, você adquire uma visão global do negócio e fica apto a tomar decisões estratégicas.

  1. Tenha postura e valores compatíveis

Profissionais que alcançam os postos de maior destaque são aqueles com valores aderentes aos da companhia. O tão falado “sentimento de dono” nada mais é que a identificação com os ideais da organização. Assim, mantenha uma postura compatível, faça do propósito da empresa o seu próprio propósito e conquiste seu espaço na companhia.

A Norber é especialista em gestão da jornada de trabalho e desenvolve softwares que integram as marcações do controle de ponto à folha de pagamento. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto, do NewMobile e de outras ferramentas, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Hora extra x banco de horas: o que é mais vantajoso

Hora trabalhada é hora paga. A CLT garante ao trabalhador o direito de ser remunerado pelo tempo trabalhado além da jornada normal e empregadores que descumprem as regras costumam arcar com consequências graves na Justiça do Trabalho. Mas, afinal, qual o melhor modo de fazer a compensação: hora extra ou banco de horas? Se sua empresa projeta crescimento e precisa que os colaboradores eventualmente excedam o horário de expediente para cumprir prazos e atender demandas, saiba como funcionam estes modelos de sobrejornada e escolha a mais apropriada para seu negócio.

Hora extra

A jornada padrão de 8 horas diárias permite que sejam feitas duas horas extras por dia, até o limite de 44 horas semanais. As horas adicionais trabalhadas têm valor mais alto e podem onerar a folha de pagamento da empresa: correspondem a 50% mais que a hora normal. À noite, entre 22h e 5h, sofrem um acréscimo de 20%, enquanto nos finais de semana e feriados custam 100% a mais. Para o trabalhador, é um sistema satisfatório, já que possibilita aumento da renda no fim do mês. Por outro lado, é menos flexível no sentido de não possibilitar folgas.

Banco de horas

Por meio do banco de horas, as horas excedentes trabalhadas são compensadas com folgas ou com a redução da jornada em outro dia. Realizado mediante acordo ou convenção coletiva, o modelo prevê que a compensação seja feita dentro do prazo de um ano. Em caso de acordo individual com o trabalhador, a compensação deve ocorrer dentro de no máximo 6 meses. Extrapolados esses prazos, as horas excedentes devem ser pagas com 50% de acréscimo. A vantagem para o funcionário é a possibilidade de, mediante entendimento com gestor, poder sair mais cedo conforme sua necessidade ou até mesmo obter folgas, como emendas de feriados.

Independentemente do modelo escolhido, é imprescindível fazer o correto gerenciamento das horas trabalhadas. Um sistema de controle de frequência como o NewPonto da Norber permite a marcação dos horários de entrada e saída dos colaboradores e ainda fornece dados que ajudam a avaliar a real necessidade de horas adicionais, permitindo aos gestores checar se há equipes subutilizadas ou sobrecarregadas. Com este tipo de informação em mãos é possível redistribuir tarefas, evitar horas excedentes e, consequentemente, gerar maior economia para a empresa.

A Norber é especialista em gestão de frequência e desenvolve ferramentas que integram as informações do controle de ponto à folha de pagamento, modernizando rotinas do RH. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto, do NewMobile e de outras ferramentas, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Remuneração estratégica: uma dica valiosa de gestão para promover superação

O ser humano é movido a desafios. No campo profissional, abraçamos oportunidades e entregamos todo nosso potencial quando somos estimulados a contribuir com o alcance de objetivos, enxergamos oportunidade de crescer e somos devidamente reconhecidos. Quando a realização pessoal vem acompanhada da chance de aumentar os ganhos financeiros, melhor ainda!  Afinal, quem não deseja levantar um dinheiro extra com base nos resultados alcançados por esforço próprio? Neste sentido, a remuneração estratégica é uma prática de gestão valiosa, usada pelas empresas para motivar talentos e, consequentemente, alavancar a produtividade das equipes.

De modo geral, o modelo de remuneração estratégica funciona assim: uma parte do rendimento do colaborador é fixa, e outra parte é variável e atrelada à produtividade. Essa recompensa variável pode ser de tipos diversos, desde prêmios não monetários, como folgas e bolsas para cursos, até comissão financeira ou participação acionária.

Uma proposta cada vez mais recorrente nas empresas, e com bastante adesão de profissionais da geração Y, é a premiação decorrente da gamificação. Por meio desta técnica, o colaborador é bonificado ou premiado na medida em que atinge objetivos – ou, como nos games, passa de nível.

Vale lembrar que bonificação não é salário e, portanto, sobre o valor adicional não incidem encargos trabalhistas e previdenciários. Isso significa que os valores extras pagos pelo desempenho crescente do colaborador têm um impacto sustentável na folha de pagamento.

Válida para todo tipo de organização, a remuneração estratégica precisa de métricas e de regras claras para cumprir seu propósito de estimular a competitividade saudável e gerar melhores resultados. Caso incorra em injustiça e deixe de premiar o profissional que atinge os objetivos, o programa corre o risco ser boicotado, produzir competição desleal e até mesmo prejudicar a cooperação e o trabalho em equipe. Por isso, sua implantação deve necessariamente estar fundamentada em avaliações de desempenho coerentes, assim como no cumprimento de metas individuais, coletivas e organizacionais.

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Storytelling no RH: como engajar pessoas contando histórias

Uma história bem contada é capaz de nos envolver e até emocionar. Nós aprendemos e memorizamos informações com mais facilidade, quando a narrativa tem elementos que se relacionam ao nosso dia a dia. Pela eficácia em capturar a atenção do público, o storytelling – técnica de contar histórias de forma impactante – está em alta no mundo corporativo, incluindo a área de Gestão de Pessoas.

Utilizado inicialmente pela Publicidade e Marketing, este recurso vem conquistando profissionais do RH por sua aplicabilidade a diversos processos: treinamentos internos, employer branding e fortalecimento da cultura organizacional. Basicamente, a técnica consiste em utilizar a força da narrativa para transmitir mensagens de modo humanizado e atrativo. Por isso, pode ser útil em todas as ações que envolvem comunicação e visam engajar e motivar colaboradores.

Mas, afinal, o que é o storytelling na prática? Como um roteiro de cinema, a história a ser contada deve ter começo, meio e fim. Essa estrutura facilita o entendimento. Ela também deve conter um (ou mais) bom clímax, aquele ponto alto, que vai despertar ainda mais a atenção do público. Para isso, é fundamental a presença de um personagem, que pode ser o fundador da empresa que superou inúmeros obstáculos para alcançar o sucesso ou até mesmo aquele vendedor que conquistou resultados incríveis. A ideia é utilizar dados e informações da vida cotidiana e da história da companhia para desenvolver o enredo, criar identificação com o interlocutor e motivá-lo à ação.

Histórias bem contadas tendem a imprimir significados emocionais ao contexto original, daí o potencial de gerar mais conexão do que números frios apresentados num slide. A sensação de se reconhecer na experiência do outro gera interesse e empatia, além de sensação de pertencimento e desejo de ser proativo. Por isso, o storytelling é um recurso válido quando o objetivo é criar  maior envolvimento do colaborador com a empresa, motivando-o à busca por resultados.

A Norber é especialista em gestão de frequência e desenvolve soluções que integram as informações do controle de ponto à folha de pagamento, modernizando rotinas operacionais do RH. Para conhecer as funcionalidades do NewPonto e de outras ferramentas, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Indicadores de gestão: métricas para potencializar resultados

Em um ambiente de negócios competitivo, a gestão profissionalizada de uma empresa passa necessariamente pela atuação orientada a métricas. Funcionando como termômetro para avaliações estratégicas e operacionais, os indicadores de gestão eliminam “achismos” e garantem que a tomada de decisões se baseie em dados concretos. Ao aplicá-los ao seu negócio, é possível obter um panorama sobre o desempenho econômico e financeiro da empresa, assim como a performance dos colaboradores, a satisfação dos clientes ou a assertividade dos processos. Conheça alguns indicadores de gestão que, alinhados à cultura e objetivos da empresa, podem ajudá-lo a mensurar a eficácia das atividades e, consequentemente, alavancar resultados.

Lucratividade

O indicador de lucratividade apura a viabilidade da própria operação. Percentual calculado pela relação entre o lucro líquido e o valor das vendas, ele indica o ganho que a empresa é capaz de gerar com o trabalho que desenvolve. Com base nesse número, é possível comparar os resultados alcançados com o histórico de períodos anteriores e também com números dos concorrentes.

Nível de satisfação

Ter o feedback do cliente acerca do produto vendido ou do serviço prestado é essencial para o aprimoramento das vendas. Por meio de indicadores de satisfação do cliente é possível avaliar erros e acertos e, sobretudo, corrigir eventuais falhas. O nível de satisfação do funcionário, por sua vez, está diretamente ligado à produtividade no ambiente de trabalho. Quanto mais satisfeito, melhores resultados o colaborador irá entregar. O cálculo, em ambos os casos, é feito a partir de pesquisas com os públicos externo e interno, respectivamente.

Rotatividade e absenteísmo

Faltas em excesso e taxas de rotatividade de funcionários muito altas significam perda de talentos, produtividade baixa e maiores gastos com processos de recrutamento e desenvolvimento de pessoas. Para detectar e reverter estes problemas, conte com um software de gestão de controle de ponto e crie indicadores de absenteísmo e de turnover.

Retorno sobre Investimento (ROI)

Este indicador traduz a eficácia do investimento financeiro alocado em determinada ação. Para calcular o ROI, leve em consideração o valor do investimento realizado e o retorno obtido com ele. Quanto maior o número, mais acertada terá sido a decisão de empregar recursos naquela área, ferramenta ou processo.

A Norber desenvolve sistemas de gestão de controle de ponto que auxiliam na mensuração das taxas de absenteísmo e de turnover. Com excelente custo-benefício, um software como o NewPonto automatiza a marcação dos horários de entrada e saída dos funcionários e potencializa os resultados do RH. Para conhecer as funcionalidades desta ferramenta, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

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Folha de pagamento: como reduzir custos sem demitir funcionários

Em fases de desaquecimento econômico, os valores pagos aos funcionários, associados a encargos e horas extras, podem pesar e colocar em risco a estabilidade financeira da organização. Em alguns casos, a folha de pagamento representa o maior custo de uma empresa. Para gestores, o grande desafio é cortar custos sem demitir colaboradores, já que os valores das rescisões podem gerar um impacto negativo nas finanças. Confira nossas dicas para evitar sustos no fechamento da folha e tornar o seu negócio mais rentável.

Otimize a jornada de trabalho

Uma jornada de trabalho otimizada é sinônimo de eficiência e, consequentemente, economia. A ideia é estimular que se faça mais em menos tempo e, para isso, é importante que as equipes tenham clareza dos trabalhos que devem executar. Engaje os times, delegue tarefas, estabeleça metas e proponha prazos. O resultado será um ganho extra de produtividade.

Invista em tecnologia

A otimização da jornada passa também por investimento em tecnologia. No dia a dia, diversos processos operacionais podem facilmente ser substituídos por softwares de gestão. Ao implantar um sistema de controle de ponto, por exemplo, é possível integrar os dados à folha de pagamento. Com isso, o tempo que seu funcionário gasta realizando o fechamento da folha pode ser ocupado com tarefas mais estratégicas.

Reduza horas extras

Um bom sistema de controle de ponto fornece ao gestor uma série de informações relevantes sobre a rotina dos colaboradores. Por meio dos registros de entrada e saída, você acompanha quem anda se atrasando ou quem fica além do expediente, ou seja, tem em mãos dados para gerenciar o desempenho dos funcionários, identificar quem está sobrecarregado e avaliar a real necessidade de horas extras.

Crie um banco de horas

Uma boa solução para reduzir os custos com horas extras é negociar o uso do banco de horas. Por meio de um sistema de gerenciamento com o NewPonto, as horas adicionais que o colaborador passa na empresa podem ser compensadas com folgas, seja em dias próximos a feriados ou em datas combinadas nas quais ele precise se ausentar. Com um software de controle de ponto, esses registros são realizados automaticamente, garantindo transparência na marcação das horas.

Especialista em gestão de controle de ponto, a Norber desenvolve sistemas que modernizam rotinas do RH, automatizando a marcação dos horários de entrada e saída dos funcionários e integrando os dados à folha de pagamento. Para conhecer as funcionalidades desta ferramenta, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

Copa do Mundo: como organizar o esquema de trabalho em dia de jogo

A cada quatro anos, os brasileiros se mobilizam em frente à TV para acompanhar os jogos da Seleção na Copa do Mundo. Num país em que o futebol é paixão nacional, a pergunta dos funcionários é: vamos trabalhar nos dias de jogo ou não? Levando em conta que duas das três partidas da primeira fase caem durante a semana, e em horário de expediente, é importante que as empresas definam políticas claras para evitar faltas injustificadas e não deixar a produtividade cair.

Liberar ou não liberar

Dia de jogo do Brasil não é feriado e as empresas, portanto, não têm obrigação de liberar seus funcionários. Na prática, no entanto, acabam flexibilizando horários para permitir que os colaboradores assistam aos jogos. A partir do fuso horário russo, pode-se estabelecer o início da jornada de trabalho um pouco mais tarde ou o encerramento das atividades antes do horário da partida. Também é possível combinar com os funcionários a interrupção apenas no período do jogo. Em casos de departamentos que não podem parar por completo, pode-se organizar um esquema de plantão ou rodízio.

Compensação de horas

Caso opte pela liberação, a empresa pode exigir a compensação de dias ou horas liberados. Conforme a nova legislação trabalhista, empregadores e empregados podem realizar acordos individuais para compensar os períodos não trabalhados. Segundo o artigo 59 da CLT, a compensação deve ocorrer dentro do mesmo mês para acordos verbais, em seis meses para acordos por escrito e em até 1 ano, caso passe pelo sindicato da categoria. Em qualquer caso, é responsabilidade do empregador definir e comunicar as regras da compensação e do uso do banco de horas.

Telão no escritório

Algumas empresas optam por colocar telão no escritório, evitando o deslocamento dos funcionários. Além de poupar tempo, esta medida também pode contribuir para tornar o ambiente de trabalho mais descontraído, promovendo a interação através da torcida. O colaborador pode usar a camiseta da Seleção? Neste caso, vale o bom senso: tudo depende do grau de formalidade da empresa.

Atenção à bebida alcoólica

Futebol combina com cerveja… mas, se o jogo estiver sendo transmitido nas dependências da empresa, é importante ficar alerta: o empregador é responsável pelos funcionários. Por esse motivo, vale considerar a eventual ocorrência de discussões na hora de liberar o uso de bebidas alcoólicas. Beber fora e voltar para trabalhar alcoolizado, por sua vez, pode custar ao empregado advertência e até demissão por justa causa.

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RH 3.0: O papel da tecnologia na evolução da gestão de pessoas

O RH está entre as áreas que mais evoluiu nas últimas décadas. Com o desenvolvimento da tecnologia e a adoção de ferramentas que otimizam processos e utilizam dados para contratação, seleção e treinamento de colaboradores, a área de Gestão de Pessoas tornou-se cada vez mais estratégica. É a era do chamado RH 3.0, que usa Inteligência Artificial, algoritmos e People Analytics para garantir maior competitividade às empresas.

Resumidamente, o RH deixou de cuidar apenas das questões burocráticas da folha de pagamento, quando era chamado de Departamento Pessoal em sua versão 1.0, e passou a lidar com novas atribuições, como o desenvolvimento e engajamento de talentos, em seu momento 2.0. Em um processo evolutivo e sem volta, a área de Recursos Humanos se juntou às lideranças na criação de planos de negócios e hoje desempenha um papel importante na busca por competitividade e conquista de resultados nas companhias.

Mas não adianta apenas implantar novas tecnologias. A era do RH 3.0 exige do profissional de Gestão de Pessoas maior diálogo com parceiros como TI e Marketing. Com o apoio de softwares desenvolvidos pela área de TI, por exemplo, é possível coletar dados referentes ao horário de entrada e saída de funcionários ou mesmo sobre o perfil dos candidatos num processo de seleção. Na medida em que são transformados em informação, dados desse tipo orientam melhorias e geram mais efetividade na tomada de decisões.

A aliança com o Departamento de Marketing, por sua vez, permite a utilização de dados na construção de estratégias de Endomarketing e Employer Branding, hoje considerados fundamentais para motivar profissionais, assim como atrair e reter talentos.

Especialista em gestão de controle de ponto, a Norber desenvolve sistemas que modernizam rotinas organizacionais e produzem dados relevantes para o RH 3.0. Um software como o NewPonto automatiza a marcação dos horários de entrada e saída dos funcionários e integra os dados à folha de pagamento, proporcionando informações de grande utilidade para o plano de negócios das empresas. Para conhecer as funcionalidades desta ferramenta, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

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Alimentação saudável: foco na produtividade e na redução de faltas

Já está mais que provado que alimentar-se de modo adequado traz benefícios concretos à saúde. Peso controlado, menor risco de desenvolvimento de doenças e mais disposição para realizar as atividades diárias são traços de quem substitui o fast food por refeições balanceadas.

No dia a dia, porém, comer de modo equilibrado pode ser um desafio. A falta de tempo, as longas jornadas de trabalho e a falta de informação nutricional acabam fazendo com que muita gente pule refeições, opte por comidas industrializadas e ataque petiscos na frente da TV ou do computador. Dentro ou fora do ambiente de trabalho, os maus hábitos alimentares acabam se refletindo em deficiência nutricional – o que gera cansaço, apatia e estresse, compromete a produtividade e causa mais acidentes de trabalho.

Faltas no trabalho também estão associadas a doenças crônicas que podem ser prevenidas por meio de um estilo de vida saudável e de uma alimentação adequada. Diabetes, pressão alta e doenças cardiovasculares, por exemplo, causam absenteísmo laboral e podem ser controladas com dieta balanceada, além de acompanhamento médico.

Para melhorar a alimentação é necessário mudar hábitos. Na sua hora de almoço, dê preferência a pratos coloridos e equilibrados, com verduras, legumes e proteínas de baixa caloria. Levar a própria marmita também é uma boa ideia: você controla melhor o que come e ainda consegue economizar. A fome bateu no meio da tarde? Opte por frutas e alimentos funcionais ao invés de guloseimas ou salgadinhos, que são ricos em sódio e gorduras.

As empresas devem incentivar os colaboradores a adotarem uma alimentação saudável. Campanhas de conscientização e workshops com nutricionistas são iniciativas que apoiam mudanças de hábitos. As empresas que têm restaurante in loco, mesmo que terceirizado, devem oferecer um cardápio variado para agradar diversos paladares, com atenção para a qualidade nutricional.

Especialista em controle de frequência, a Norber dispõe de soluções para empresas com restaurantes próprios. O NewRest faz o registro das refeições e envia as informações diretamente à folha de pagamento, assim como disponibiliza relatórios e dados para a elaboração de gráficos e planilhas. É um módulo atrelado ao NewPonto, software de controle de ponto com ampla integração aos melhores fornecedores de REP do mercado. Para conhecer as funcionalidades do NewRest e do New Ponto, visite www.norber.com.br e fale com nossa Área Comercial.

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WhatsApp corporativo: regras de etiqueta para uso no trabalho

O WhatsApp tornou-se uma importante ferramenta de comunicação corporativa. Agregando vantagens como conectividade e mobilidade, o aplicativo é amplamente aceito no dia a dia das empresas, facilitando a troca rápida de informações com gestores, colegas de trabalho e até mesmo clientes. Mas, se por um lado a troca de mensagens agiliza a comunicação e melhora a produtividade, por outro deve ser feita com cuidado. Confira essas dicas para fazer bom uso da ferramenta no ambiente de trabalho.

  1. Não deixe ninguém de fora

Ao criar um grupo de trabalho, certifique-se que todos os envolvidos foram incluídos. No grupo de RH, por exemplo, todos os profissionais da área devem ser integrados sem exceção – caso contrário, quem ficou de fora pode se sentir preterido. Além disso, as mensagens enviadas devem ser de interesse de todos. Se você tem um comunicado a fazer a uma pessoa específica, dirija-se diretamente a ela.

  1. Cuidado com mensagens fora de hora

O horário de expediente deve ser respeitado, assim como folgas e finais de semana. É claro que ocasionalmente demandas urgentes podem surgir, mas devem ser tratadas como situações excepcionais. Estabeleça regras e limites para mensagens fora de hora, evitando que os colaboradores se sintam na obrigação de atender de imediato. Afinal, ninguém merece ter de responder mensagens na hora do jantar.

  1. Evite assuntos não relacionados a trabalho

Para manter a produtividade em alta, o grupo de trabalho deve ter como foco assuntos relacionados ao trabalho. Eventualmente, a ferramenta será usada para comunicar eventos, convites ou até mesmo um happy hour, mas não deve se tornar um espaço de veiculação de correntes, memes ou fake news. Evite temas polêmicos, piadas ofensivas e todo tipo de mensagem que cause distração.

  1. Use a linguagem adequada

Lembre-se que a comunicação é uma das habilidades mais valorizadas no ambiente corporativo. Use a linguagem adequada no WhatsApp para ser o mais claro possível na transmissão da informação. Seja objetivo, preciso e muito cuidadoso com o uso de abreviações e emoticons. As famosas “carinhas” podem ser interpretadas de forma errada e gerar mal-entendidos.

  1. Cuidado com informações sigilosas

Jamais compartilhe com terceiros o conteúdo corporativo. Além disso, evite mencionar dados sigilosos. Ainda que o aplicativo seja seguro em relação à criptografia das mensagens, o que significa que elas não são interceptadas por pessoas de fora, todo o conteúdo fica registrado nos smartphones dos participantes – que podem eventualmente ser acessados por um terceiro.

Respeite essas regras de ouro e aproveite ao máximo as vantagens da tecnologia a favor da produtividade.

Especialista em gestão de controle de ponto, a Norber desenvolve soluções que otimizam processos organizacionais. Um software como o NewPonto automatiza a marcação dos horários de entrada e saída dos funcionários e integra as informações à folha de pagamento. Já o NewMobile permite a marcação de ponto remoto por meio de smartphone, de qualquer localidade e em tempo real. Para conhecer as funcionalidades destas ferramentas, visite www.norber.com.br e fale com a Área Comercial.

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